Boa tarde, meus amores, tudo bem com vocês? Me apresentando aqui, me chamo Deborah, tenho 27 anos, sou casada. Branca, cabelos negros pouco abaixo dos ombros, olhos puxados estilo japinha, coxas grossas, bunda grande e seios fartos, de mamilos marronzinhos bem delineados. Meu relacionamento com meu esposo (Thiago, 42) é de quase 4 anos e vivemos um casamento pouco convencional aos olhos da sociedade. Ele sente tesão em me ver com outros homens, e por isso desfruto de certa liberdade e muitas vezes tenho outros parceiros sexuais. Alguns que ele acompanha de perto o sexo, outros não...
Por conta do meu trabalho, no qual eu e meu esposo temos uma empresa, frequentemente saio e vou ao encontro de fornecedores, afiliados, parceiros de negócios, enfim. Em um prédio no Centro do Rio de Janeiro, onde costumo ir de vez em quando, tem uma espécie de faz tudo, o João. João não é nenhum galã, tem cerca de 50 anos, trabalha há anos no prédio comercial e é amigo de todo mundo, sempre muito simpático, solícito e galanteador. Sempre solta aquelas gracinhas para as meninas, a cada oportunidade que tem. E comigo não é diferente. Mesmo sabendo que sou casada, rola uns elogios, umas cantadas discretas, aquele olhar que parece atravessar a roupa e tocar diretamente na pele, dos seios, da bunda, das coxas...
Era uma sexta feira quando passei no prédio a procura de uma parceira do trabalho, quando ele veio prontamente me atender e dizer que ela não estava. Que cabeça a minha... Na correria esqueci de mandar uma simples mensagem para saber antes. Mas não deixando a conversa morrer, João falou que estava prestes a ir embora, já eram pouco mais de 15h, e me convidou a beber algo. Estranhei a ousadia dele, mas o contexto o favorecia. Sexta feira, perto da hora do Happy hour do pessoal que trabalha no Centro... Bem, como naquele dia eu já não faria mais nada mesmo, resolvi aceitar. Que mal haveria? Esperei ele ir se arrumar para sairmos, mas esperei na esquina, não queria que falassem sobre estarmos juntos. Eu vestia o de sempre quando estou trabalhando, uma roupa mais comportada. Saia azul escuro, blusa rosa bebê de tecido fino, que transparecia meu sutiã por baixo, na cor branca. Mas como a roupa é justa, mesmo sem querer minha bunda e meus seios chamavam atenção. Esperei e logo João veio, com roupa simples, calça e camiseta, tênis. Chegando lá, estendeu o braço para que eu segurasse e falou:
_ vamos madame?
Ri e recusei pegar no braço dele em tom de brincadeira:
_ tá louco, João? Desse jeito vão pensar que casamos kkkk bobo!
Fomos andando para a Avenida Presidente Vargas, onde tem bares e o pessoal costuma parar para beber, especialmente na sexta. Sentamos em um barzinho simples onde pedimos cerveja e começamos a prosear. João enaltecendo partes do meu corpo, entre um gole e outro, intercalando com brincadeiras, bem ao estilo "tô brincando, mas se vc quiser..."
Meu casamento mais liberal que o tradicional me permite viver isso, ter a autoestima acariciada recebendo elogios, cantadas, olhares... Nesse dia eu não havia avisado nada ao meu esposo, Thi, sobre chegar mais tarde ou algo assim, porém confesso que o clima leve do lugar, sexta feira, cerveja, estava me deixando mais tendenciosa a ir além... E comecei a dar corda para o João. Mesmo não sendo um homem irresistível, eu estava prestes a me deixar cair na rede dele, que foi percebendo isso e foi ficando mais soltinho. Vez ou outra pegava na minha mão, acariciava meu rosto e até chegou a pousar a mão na minha perna. E eu não reclamar foi a senha para ele fazer o convite mais ousado: me chamar para um motel. E ali no Centro, quem é do Rio sabe. Motel não falta. Encerramos a conta e ele pediu um Uber. Até então, fora esses toques não rolou mais nada. E seguimos assim a viagem toda, até porque esse mundo é pequeno. Alguém poderia ver, o motorista poderia conhecer alguém que conheço, sei lá... Ao chegarmos no motel e desembarcarmos já na porta da suíte, ao entrar, assim que fechou a porta, João não se conteve mais...
_ a senhora não imagina há quanto tempo lhe desejo...
E me agarrou, me beijou na boca... Me prensando contra a parede... Senti o calor de sua respiração no meu pescoço, arrepiei...
_ não podemos demorar... - eu disse, já excitada...
Ele foi tirando minha roupa. Primeiro a blusa, que botou esticada no "cavalinho" que todo motel tem... Depois a saia, que foi pra lá tbm. Tentou abrir meu sutiã e como estava tendo dificuldade, o ajudei. Meus seios comprimidos pelo sutiã apertado, saíram e logo ele abocanhou, mamando desesperadamente meus peitos, babando, mordiscando... João então tirou a roupa de qualquer jeito e vi o quanto o pau dele estava duro... Me virou de costas e tirou a última peça de roupa que me impedia de ficar totalmente nua diante dele... Minha calcinha... Sem jeito, tirou e diante da minha bunda, abriu com a mãos e sedento introduziu sua língua, hábil a me chupar, bem gostoso... Gemi alto, sendo penetrada por aquela língua quente e ágil... João me conduziu até a cama, lembrei-o de pegar uma camisinha e ele rapidamente foi até o armário no hall da suíte e já veio com cara de tarado... Eu, deitava com as pernas semi abertas, na cama, observando-o colocar o preservativo e vir pra cima de mim... Ele veio das pernas até minha boca, me beijando me lambendo, com atenção especial à minha bucetinha, meu grelinho, meus seios, até chegar novamente a minha boca e enquanto sua língua encontrava a minha, seu pau duro entrava na minha xerequinha... Fui me abrindo mais afim de receber aquele homem, arranhando as costas dele de leve, na medida das estocadas na minha buceta... Mesmo na posição papai-mamãe estava gostoso, diferente, um sexo inesperado... Gozei agarrada a ele, e achando que ele teria pique pra mais, ele me pegou pelas mãos e me levantou. Tirou a camisinha e só com o olhar mostrou o que queria... Abocanhei aquele pau duro, botei todo na boca, lambia a cabeça, às ia no saco e chupava de leve, quando ele guiou minha cabeça, minha boca novamente para o boquete e sem anunciar gozou muito na minha boca... Deixei cair o leite, era muito, nos meus seios, coxa e cama.... Lambi mais a cabeça da rola dura dele fazendo-o se contorcer...
_preciso ir João, meu marido está me esperando...
_ só mais um pouquinho, madame... - me disse, me beijando na boca.
_ não João, é sério. Posso ter problemas. Vamos
Tomamos um banho juntos, com cuidado para eu não molhar os cabelos, nos arrumamos e fomos. Ele ainda me levou em casa, me deixando na esquina e se despedindo com mais um beijo... Foi diferente, foi gostoso, me fez bem...
Meu privacy amores, com vídeos e fotos, solo e em ocasiões onde eu transo gostoso, pago boquete, levo gozada, dou meu cuzinho, tudo para a alegria do meu esposo que ama ser corninho:
https://privacy.com.br/@Deborasapequinha
Até a próxima 🔥💋💋💋
