Pedido inusitado da minha comadre para minha mulher.

Um conto erótico de Bil
Categoria: Heterossexual
Contém 2970 palavras
Data: 19/03/2026 15:04:49

Eu sou Piu 66 anos casado com Elza da mesma idade. Moramos em uma cidade do interior de Minas. Residimos no centro da cidade, mas temos uma roça no campo. Nossa roça fica ao lado da fazendinha do meu compadre e de nossa comadre Carola. Tanto somos padrinhos do filho dele como eles são do nosso. Meu compadre tem 70 anos e comadre é da nossa idade. Comadre é um doce de pessoa, compadre tem um enorme coração, mas é muito ignorante e bruto. Sempre nos demos muito bem. Ele nos ajuda a cuidar da roça, já que dividimos nossa semana entre a roça e a cidade. Compadre é um homem muito forte e alto. Cabelos brancos, olhos azuis, ele tem descendência alemã. Comadre é morena, baixa, corpo bonito e muito carinhosa. Compadre só afina para ela e para as netas, filhas de meu afilhado. Infelizmente minha comadre sofreu um grave acidente de cavalo. Teve que ser imobilizada. Depois de conversarmos muito chegamos à conclusão que ela deveria ficar em nossa casa no centro da cidade, assim facilitaria às visitas dos médicos e enfermeiros. Também minha mulher poderia ajudar com os cuidados dela. Meu compadre tomaria conta da nossa roça e visitaria a comadre aos sábados. Sistemático como ele só não aceitava dormir em nossa casa. Sempre a noite ele voltava para a fazenda. Quando o nosso afilhado ia lá com a esposa e filhas ver a mãe, aí o compadre ficava menos tempo, ele chegava pela manhã e após o almoço ia embora. O que estava ficando nítido para todos era que a cada visita o compadre estava mais nervoso. Raramente aceitava tomar uma cachaça conosco. Voltava cada vez mais cedo para a roça. Comadre ficava muito sem graça com as atitudes do marido. Achava que estava nos incomodando. Dizíamos para ela que já conhecíamos o jeitão do compadre que era para ficar tranquila. Tinha uns 3 meses que ela estava em nossa casa. Sempre que Elza ia ajudá-la na higiene, ela falava que sabia bem o que estava acontecendo com ele. Numa sexta-feira a tarde meu afilhado chegou com a família e disse para mim e Elza irmos dar uma olhada na roça, já que fazia meses que não íamos lá. Disse que o pai tinha falado com ele que o telhado da casa de nossa roça precisava de uma pequena manutenção. Também disse que havia combinado com meu filho para se encontrarem em nossa casa. Disseram para irmos para a roça porque eles olhariam a mãe. Resolvemos ir. Pegamos a caminhonete e fomos para a roça. Antes minha comadre chamou minha mulher e conversaram de portas fechadas. Na hora não me causou espanto, achei que Elza estava ajudando a comadre. Ao sair do quarto ela estava visivelmente nervosa. Achei que era porque tinha deixado nossa casa entregue ao afilhado e filho. Disse a ela que ia correr tudo bem e que domingo estaríamos de volta. Ela deu um sorriso amarelo, continuou em silêncio e olhando para frente. Chegando lá logo fomos dormir. Ela que sempre me procurava na sexta, desta vez não me procurou. Sábado logo cedo meu compadre chegou em nossa roça para me ajudar na manutenção. Elza cumprimentou o compadre de longe e ficou nos seus afazeres. Em 2hs fizemos a manutenção e compadre foi embora. Não aceitou ficar para o almoço, disse que já tinha feito uma mistura para o almoço. Lá foi o ignorante embora sem nem mesmo despedir da comadre. Elza apareceu para nos chamar para o almoço, eu disse que ele já tinha ido. Ela ficou brava e disse que pegaria a moto e levaria para ele. Almoçamos e ela foi tomar banho. Fez o prato para ele e foi levar. Eu continuei entretido na manutenção da roça. Umas 3 horas depois minha mulher volta. Rapidamente entra dentro de casa e novamente foi tomar banho. Apareceu dizendo que fez uma limpeza na casa do compadre porque os móveis estavam empoeirados. Foi a única coisa que ela disse durante a tarde. A noite ela providenciou a janta para levar para o compadre. Eu me ofereci para levar. Ela disse que era para eu ir tomar banho que ela ainda ia lavar umas vasilhas da comadre que estavam cheias de carvão. Eu fui tomar banho e quando saí ela já tinha ido. Pensei bem, arriei o cavalo e resolvi ir lá. Era noite de lua cheia e resolvi dar um passeio. Deixei a caminhonete em casa. Chegando lá avistei a casa e achei muito escura. Não entrei com o cavalo, amarrei ele na porteira fui andando pelo gramado. Avistei a moto na porta de entrada. Só havia a luz da varanda acesa. Silenciosamente e já grilado com aquilo vi que estava tudo calmo e escuro. Escutei uma voz que parecia ser de minha mulher vindo de dentro da casa. Resolvi não chamar e dei a volta na casa. Vi uma fraca luz vindo de frestas da janela do quarto do meu compadre. Pé ante pé cheguei até a janela. Antes escutei nitidamente a voz de minha mulher. Nesta hora minhas pernas bambearam, não acreditei no que escutava. Elza: "Vai compadre, goza logo, agora não posso ficar muito tempo." Ele: "Não está gostando não comadre?" Ela: "Claro que estou, quem não gostaria de levar um pau deste. Bem que a comadre me disse que eu iria gostar. Mas preciso ir, amanhã tento te dar novamente. Quero você bem calmo." Ele: "Que cu gostoso comadre, meu compadre tem sorte. Vou gozar muito ne buraco. Devia levar ele cheio para o compadre." Disse isso e deu uma risada. Ela gemendo e com voz dengosa disse: "Seu compadre não gosta muito de comer meu rabo. Só me comi porque eu procuro. Agora goza gostoso no meu rabo compadre. Que pinto gostoso. Amanhã nem vou fazer força para fazer coco. Você me arrombou." Ele: "Você é uma vadia comadre, disse que era favor para a Carola, mas voltou para tomar no cu. Que buceta apertada e que cu gostoso." Ela: "Gostei mesmo, vai fdp goza logo no meu rabo antes que o homem desconfia. "Não sabia o que fazer, minha vontade era de matar os dois. Mas por que meu pau estava duro? Por que? Resolvi olhar pela fresta. Minha mulher estava de quatro sobre a cama e meu compadre a segurava pela cintura e metia com força no cu de minha mulher. A cada metida eu via pau grosso dele entrar e sair do cu de minha mulher. Era inacreditável que ela estava aguentando tudo aquilo e ainda rebolando. Realmente comi poucas vezes a bunda dela. Que merda! Porra, por que eu estava com tesão. Coloquei o pau para fora e comecei uma punheta. Meu compadre disse: "Comadre, agora sempre vou querer o seu cuzinho, vai me dar mesmo quando a Carola melhorar, vai?" Ela gemendo: "Vou safado, vou, damos um jeito. Afinal Carola disse que quando melhorasse daria para o Piu, para compensar ele. Neste dia eu vou dar para você, gostoso. "Ele: "Comadre você é uma putinha, aposto que já traiu o meu compadre." Ela: "Nunca, de agora em diante vou dar para você quando puder. Mas nunca traí o Piu. Até hoje era mulher de um homem só. Fdp depois que casei é o primeiro que eu dou e tudo para te acalmar a pedido de comadre. Agora estou aqui, virei puta de meu compadre. E quer saber, tá muito bom. "Ele: "Fala que tá gostando de tomar no cu." Ela: "Tarado, fdp, safado, comedor de cu, estou gostando safado, bem que a comadre disse que eu ia gostar. "Ele meteu com mais força nela e berrou ao encher o rabo dela de porra. Ela rebolava e gemia. Ele tirou o pau todo melado da bunda dela. Não deu para eu ver o estrago porque estavam lateralmente a mim. Ele tinha um pau grande. Ela levantou e caiu muita porra no chão. Ela o beijou e tomou um tapa na bunda. Saí dali correndo até o cavalo. Puxei o animal até um pouco para frente montei e saí em disparada. Só aí notei que tinha gozado na calça. Ela chegou com carinha feliz, disse uma meia dúzia de mentira. Tomou banho, disse que estava meio enjoada, se cobriu e dormiu. Eu nem fechei os olhos até o amanhecer. Aí levantei e adormeci no sofá. Acordei com ela me oferecendo café. Tomei café e coragem e disse a ela que tinha visto e ouvido tudo. Ela chorou e ajoelhou na minha frente pedindo perdão. Dizia que foi culpa da comadre. Eu disse a ela que tinha escutado tudo e não adiantava mentir e que sabia que ela tinha gostado. De repente ela enxugou as lágrimas, ficou em pé e confessou que tinha gostado mesmo. Disse que tinha anos que eu só trepava com ela quando me procurava. Falou que me amava, mas que gostava de sexo, de muito sexo. Falou que se pudesse daria todo dia para o compadre. E disse que a comadre queria dar para mim assim que recuperasse. Eu não sabia o que falar. Eu: "Sua piranha, vai lá hoje dar novamente para ele? Ouvi vocês combinando." Ela: "Já que ouviu tudo, e aposto que gostou, deve até ter ficado com tesão. Vou sim. A não ser que me mate ou amarre." Eu olhei para ela e disse: "Na hora quis matar vocês, não sei explicar, mas realmente fiquei com tesão. Gozei na calça. Vou lá com você hoje, vou ver se ele tem coragem. "Ela não acreditou. Disse que me amava e que eu não fizesse bobagem. Ela: "Amor, ele já tem 70 anos, nos temos 66, vamos aproveitar o que nos resta de vida. Fui fiel a você até ontem. Ninguém precisa ficar sabendo. Deixa eu aproveitar o fim de minha vida, ainda gosto muito de sexo e você gosta menos. Quem sabe você não acende de vez. Somos quase uma família, vamos aproveitar os quatro. Ele tem fôlego para mim, para ela e sei que você também tem. Te amo e não vai mudar nada. É ao seu lado que quero fechar os meus olhos. Te amo muito!" Eu: "Tá, vamos tomar um banho e vamos conversar com aquele velho tarado." Coloquei ela na caminhonete e fomos. Chegando lá ele nos recebeu com uma alegria e nos convidou a entrar. Ele: "Mas que honra compadre. Não precisava ter o trabalho de vir aqui trazer o almoço, já tinha falado para comadre que não precisava." Eu: "Trazer almoço ou comida?" Ele: "Não entendi, não é a mesma coisa?" Eu: "Porra compadre, sempre confiei em você e me faz isso. Você comeu minha mulher." Ele: "Bom, se diz é por que fiz. Se quiser me matar eu aceito e não reajo. Mas por favor, não faça nada com ela. Ela te ama e é uma mulher boa. Se tem alguém ruim aqui sou eu." Eu: "Não vou matar ninguém. Só estou decepcionado com vocês. Eu vi ontem, escutei tudo." Ele: "Amigo, se veio aqui hoje é porque quer ver a gente trepar. Poderia ter resolvido ontem. Deve ter saído daqui furtivamente e aposto minha vida que tocou uma punheta. Sua mulher veio fazer um favor para a minha. Acontece que ela gostou e quis repetir e vinha hoje para a treplica. Amigo, já somos velhos, não precisamos matar ninguém. Vamos aproveitar. Hoje eu como a sua, amanhã você come a minha." Eu: "Você nem respeita a comadre que esta enferma." Ele: "Gente, mas foi ela que mandou a sua mulher me acalmar. Ela sabe como fico quando não trepo por 3 dias. Sua comadre também gosta de uma rola. Lembra daquele vaqueiro preto que trabalhou para mim a dez anos. Pois é, saí para a cidade para buscar ração e acabei esquecendo umas coisas aqui que ia dar para o dono do comércio. Quando fui no curral, vi a Carola, com o vestido levantado e o negão metendo forte na buceta dela. E olha que no dia anterior eu tinha comido ela nos dois buracos. Não me fiz de rogado. Tirei a ferramenta para fora e dei o flagra. A mulher quase enfartou, o negro ficou branco. Mandei o negão tirar a calça e comi o cu dele. E fiz ela mamar no pau dele enquanto fodia ele. Enchi o cu dele de porra e ela tomou a porra daquele negão. Acertei os dias dele e pus ele para fora. Dei umas correadas na bunda dela, mas de leve para não marcar. A puta ficou mais excitada e tive que meter nela o dia todo." Elza: "Nossa compadre, a comadre fez isso, estou boba. Mas agora não posso falar nada, fiz igual" Ele: "Compadre aposto que está com o pau duro só de ouvir. Mostra para nós. "Eu simplesmente abaixei a calça e mostrei o meu pau duro. Ele tirou o dele para fora e mostrou para nós. Com voz autoritária mandou minha mulher fazer um boquete nele. Ela olhou para mim e como não me manifestei ela abaixou ajoelhou e começou a mamar nele. Ele: "Tá vendo compadre as putinhas que temos em casa. Olha, sua mulher até baba por uma rola grossa. Tira a roupa comadre. Agora ele vai ver de perto e vai gostar." Ela tirou a roupa e sentou no colo dele olhando para mim e de costas para ele. Ele posicionou o pau na buceta dela e ela foi descendo e rebolando. O pau enorme dele foi entrando cm por cm. Ela gemia e dizia que estava uma delicia. Ele: "Compadre bati uma punheta aí. " Eu comecei a bater uma punheta. Fui até ela e pus meu pau na boca dela. Ela rebolava no cacete dele e mamava na minha rola. Ele com voz arrastada dizia: "Olha que puta gostosa. Ela até chora por uma rola. A buceta dela esta toda melada. Ela agora não tem mais aquela bucetinha que você comia de vez em quando. Vou comer ela todo dia que vierem aqui. Vou comer ela e a Carola da procê." Não respondi nada e continuei a curtir a chupada. Elza: "Se a comadre e Piu deixar vou te dar sempre. Deixa Piu?" Ele: "Ela e ele vão deixar amor. A partir de agora eu e ele trepamo com cês."Ele levantou, pôs ela de quatro e meteu nela. Ele não cansava. Tirou o pau da buceta dela e meteu no cu. Depois arrastou ela para a cama, deitou na beirada, mandou ela sentar nele e virar o cu para mim. Ele: Vem compadre, como o cu de sua mulher, fica tranquilo que já arrombei ele procê." Fui até ela e enfiei meu pau no rabo daquela puta. Porra, o rabo estava largo mesmo. Mesmo assim tava bom comer ela. Ela gemia e pedia mais pau. Fizemos ela de recheio ele gozou na buceta dela e eu no cuzão. Mais tarde foi a vez de ele gozar no rabo dela e eu na buceta. Nunca pensei que Elza gostasse tanto de uma vara. Despedimos dele e fomos embora. Depois que os filhos foram embora, minha mulher entrou no quarto de comadre e ficou muito tempo lá dentro. Elza saiu do quarto e disse que comadre queria falar comigo. Entrei, ela pediu para eu fechar a janela que dava para a rua. Ela estava sentada na cama com uma camisola transparente e maquiada. Tava bonita a danado. Ela: "Compadre, desculpa pelo aborrecimento que te causei. Era para ser segredo. Quase arrumei uma morte. Compadre seu amigo não fica muito tempo sem trepar. Ia acabar um dia ele ofendo vocês, isso ia me machucar muito. Então insisti com comadre, para me fazer este favor. Até ela aceitar. Prometi a ela que quando melhorasse ia arrumar um jeito de dá procê, afinal eu sabia que ela ia gostar, e eu que dou a vida por uma rola ia ter duas. Compadre não foi uma nem duas vezes que vi ocê olhando para minha bunda. Tá mais tranquilo compadre, vou te recompensar." Eu: "Acho que estou. Mas foi um baque. Pensei em matar eles. Acho que está tudo bem. Ela gostou da rola dele e agora vai querer dividir com você." Ela: "Sem problema, vou ter você. É um homem bonito, cheiroso, educado e seu pau não é tão menor que o dele. E passe a mão nele, olha como já esta duro. Chega aqui mais perto compadre. Passe as mãos nos meus peitos." Eu me aproximei e passei a mão naqueles peitos morenos e lindos. Ela parecia gostar. Os bicos ficaram duros. Ela abaixou meu calção, pediu para eu colocar meu pau na boca dela e começou a me chupar. Não parava. Sugava e apertava minhas bolas. Eu: "Comadre vou gozar." Ela: "Goza amor, goza tudo na boca de sua comadre." Eu gozei muito na boca dela. Ela engoliu minha porra toda. Olhou para a porta e disse: "Comadre a porra de compadre é doce feito mel. Quero todo dia após o banho, vai me fazer bem." Assustei com minha mulher em pé na porta com a saia levantada tocando uma siririca. Ainda me chamou para chupar sua buceta. Deste dia em diante, quando não tinha visita, após o banho eu ia no quarto de comadre para ela tomar minha porra. Tinha dias que eu trepava com Elza na beirada da cama dela e na hora de gozar eu gozava na boca de comadre. Elza sempre tinha que passar lenço umedecido na xoxota dela que ficava molhada. Quando ia só o compadre ele metia na Elza e comadre me mamava e de vez em quando ele gozava na boca dela. Após mais de 2 meses ela foi liberada para andar. E logo estava boa. A primeira coisa que ela fez foi dar para mim. Hoje quase que todos os dias a gente transa. Sempre trocamos os casais.

FIM.

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