A cachorrinha do sogro - final.

Um conto erótico de Hot Wife
Categoria: Heterossexual
Contém 6683 palavras
Data: 19/03/2026 11:48:46

ATENÇÃO: Este conto é uma continuação do conto:

Conto ref: https://www.casadoscontos.com.br/texto/Ter saído da cidade pequena dos meus pais - e dos pais do Caio foi ótimo. A situação com meu sogro chegou muito perto de sair do controle, mas, incrivelmente soube mantê-ló ainda que nesse momento em especial meu sonho seja sentir novamente o gosto daquele pinto gordo nojento..

Muita coisa aconteceu desde nosso último encontro. Para além dos 27 anos que temos hoje, acredito que a nova esposa do meu querido sogro tenha realmente transformado a vida dele, assim como transformei a minha quando, depois de mais de cinco anos, decidi dar uma segunda chance (ele me deu) ao amor calmo da minha vida.

E cá estamos nós sentados em um carro, indo em direção ao perigo.

Todos nossos encontros posteriores foram tranquilos. Acredito que o período de tesão inexplicável tenha durado até os 17 anos…ou quando minha mãe descobriu que minhas calcinhas estavam chegando um pouco mais molhadas do que o normal em casa.

Por fim, Caio melhorou. Apesar de seu fetiche incontrolável em pés, hoje nossa vida sexual é ativa e saudável. Me pergunto se quando eu era mais nova, meu problema eram os hormônios, ou realmente o pau do seu pai seria o maior que eu teria visto (até então…).

Queria dizer que essa história de amor foi ininterrupta, mas ao fazer 19 anos, a faculdade e todas suas distrações pareceram mais interessantes que meu ingênuo namorado. Caio sempre foi muito bom. Submisso como eu normalmente não gostava, mas fiel e disposto a me fazer feliz e gozar onde fosse.

Lembro de uma cervejada específica, estávamos próximos ao final do último semestre da faculdade. A engenharia já tinha me levado alguns fios de cabelo, mas os neurônios prontos para agir pelo mal sempre estiveram ali, e lembro que, antes de tomarmos dois shots e nos enfiarmos em uma salinha que só os donos do bar deveriam ter acesso, ele derrubou bebida em meus peitos e ficou por lá apreciando a ideia que pareceu genial até para um dos funcionários, o qual viu e quando notei, pedi que ficasse de canto apreciando o que estava vendo - afinal, não era todo dia que ele viria peitinhos duros cheios de bebida colorida escorrendo.

Caio notou, ele pensou em brigar com o cara mas me achou tão vagabunda por estar sentindo tesão em um estranho me vendo… Mal sabia ele de tudo que aprontei com meu público fiel - meus vizinhos - assistindo literalmente de camarote ... .enfim.

Como eu contava, terminamos, vivi, experienciei tudo que pude - pouco, sendo sincera, meu espírito indomável ficou no passado, mas não deixei de procurar outros Orlandos.

Por um tempo, mantive um hiperfoco específico em pessoas como ele. Conforme fui amadurecendo física e financeiramente, comecei a frequentar lugares que destoavam totalmente do que se espera de alguém como eu, mas meu objetivo era claro, alguém tão sujo, baixo e roludo quanto O ROLÃO..

Na faculdade, fiz questão de fazer amizade com o dono da loja da esquina de casa. Não era exatamente um bar, mas o ambiente com certeza destoava de minhas roupinhas apertadas e de tecidos propositalmente finos, afinal, antes da visão completa, eu queria que todos eles me imaginassem e desejassem da forma mais suja.

Daniel, o “senhor” em questão tinha 47 anos, um casamento estranho e um filho que era louco para me comer. Por vezes pensei em quão interessante poderia ser dar para pai e filho, mas me contive; o mundo - e meu bairro não estavam prontos para tanto. João, seu filho, me viu chegando e correu pra loja. Eram quase 23h, eles fechariam em breve, mas era sexta, aqueles homens poderiam mudar o rumo do meu dia. Perguntei se ainda tínhamos tempo para uma cerveja, João sorriu e disse - eu infelizmente preciso sair, mas meu pai tem todo tempo do mundo, ainda mais agora que ele está oficialmente solteiro.

A notícia soou como uma inundação. Descobrir que o cara de quem era inexplicavelmente a fim, apenas porque ele me lembrava meu (s)ogro, estava solteiro e carente me deu um misto de dó e tesão inexplicáveis.

Preciso agradecer a Gabi do passado por ter arrumado o apartamento. A tal cerveja de fato rendeu uma longa conversa na qual eu prestei pouca atenção porque meu tesão era a única coisa que falava naquele momento. O casamento estranho na verdade era uma separação, a qual se tornou divórcio e meu velho, apesar de simples, não era de todo ruim.

A bebida entrou e minhas pernas começaram a propositalmente abrir. Um balcão nos separava, e para além do decote que revelava muito mais do que deveria, escolhi usar uma saia pequena o suficiente para que quem me visse, tivesse certeza de que a causa da separação era eu.

Daniel foi respeitoso até onde dava, mas nenhum homem resiste a sensação de saber que tem uma bucetinha piscando por ele. Em algum momento, pedi mais uma cerveja, e ele propôs que eu fosse até o freezer pegar. Coitado, diferente do meu velho original, ele era contido, ou ao menos parecia, pois quando atravessei o balcão, notei que seu zíper estava entreaberto e seu pau - igualmente gordo - estava marcando e muito.

Como disse, ainda bem que arrumei o apartamento. Não perdi a chance de realizar meu fetiche em lembrar de tempos literalmente mais simples e não resisti em mamar ele no banheiro duvidoso de sua loja - e como no passado, o gosto nojento de suor e urina estavam lá. Ele não era porco, de forma alguma, seu perfume era bom, mas acredito que o conceito de estar em um bar - ou quase isso, implica nesse cheiro característico.

Meu apartamento acordou com um misto desse cheiro e suor. Não resisti, cheirei suas roupas e cueca e tive vontade de me masturbar para aquele homem que me levou direto pra 5 anos atrás. João, seu filho, tinha mandado uma porrada de mensagens pra ele, que por acaso dormia de uma forma nojentamente sexy. Seu corpo fora de forma me excitava de uma forma estranha e pensar que dessa vez, eu poderia mostrar a putinha que sou sem nenhuma vergonha ou medo do Caio escutar era aliviador. Fui tomar banho e rezei para que ele acordasse e me comesse com aquele cheiro de quem já me comeu.

Comecei a ficar excitada com tantas lembranças. Por um momento, quase esqueci que estava no carro indo para nossa cidade, e que as longas 4 horas iam com certeza ser como uma viagem no tempo. Queria dizer que estava entediada, mas o tempo livre me lembrou de tanta coisa boa, que senti que minha calcinha estava ligeiramente molhada. Pensei em pedir ao Caio para me tocar, mas isso era tão Gabi do passado. Meu tesão em ver Caio sendo bobinho me levou literalmente a ficar de quatro por 5 horas me masturbando na frente de um nerd só para sentir o prazer de que alguém ainda inferior a ele me humilhasse. Lembrei que terminamos quando finalmente me convenci que era errado o que fiz com ele, então não seria justo pedir para ele me tocar com lembranças que aconteceram não exatamente quando ele estava aqui.

E ainda bem que não.

Ainda tínhamos mais ou menos uma hora e meia de viagem e o caminho conhecido começou a me lembrar da deliciosa fase do final do ensino médio. Meu lance com o pai dele tinha acabado alguns meses antes do fim do ensino médio, e, mesmo na faculdade e longe da nossa cidade, ainda sofri quando soube que ele encontrou uma namorada que, para além de tirá-lo do vício da bebida, também tirou o pau mais suculento que já vi na vida de mim. Fiquei aliviada pois as coisas começaram a ficar intensas demais, mas a Gabi de hoje adoraria reviver tudo o que minha versão ninfeta viveu…

Passei por uma boqueta/bar de beira de estrada com uma mesa de bilhar na área “exterior” parecido com a do bar do Rolão. Fechei os olhos e lembrei de uma situação na qual a mesa de bilhar do bar foi palco de um dos maiores shows que já fiz. Lembro como se fosse de como ele arrancou meu shorts, cuspiu na minha buceta e disse que na próxima me levaria pro banheiro para me comer num lugar que combinasse mais comigo - me molhei de tesão de novo - tanto agora, no carro, quanto no dia…molhado o qual logo seu pau sentiu, e eu senti um dos maiores orgasmos da vida.

Nesse dia, pra casa com uma dor ao sentar característica de quem tinha feito anal a noite toda, e um pensamento latente de terminar com o Caio. Eu era nova, inconsequente, meu sogro estava transando comigo e eu sequer conseguia achar isso errado. Caio deveria desconfiar, mas isso só tornava tudo melhor. A cada putinha que aquele homem dizia, mais eu queria me comportar como uma. A cada boa ação do Caio, eu queria ter uma ação pior com seu pai que já estava a ponto de afinar sua pica grossa de tanto me comer.

Caio me cutucou e comentou algo sobre alguém do ensino médio. Minha mente estava há um milhão de quilômetros, e acabei respondendo de qualquer jeito. Esqueci seu pai por um momento, mas o caminho seguiu me deixando nostálgica. Meu tesão virou um misto de medo e saudade dos últimos dias na nossa cidade, e acabei lembrando da nossa última festa por aqui.

Antes de ir embora do interior, em uma festa de despedida, Caio e eu bebemos demais e fomos pra sua casa. Não lembro ao certo de como voltamos, mas lembro de Caio me jogar no banco de trás de seu carro e me comer como nunca antes. Acredito que minhas meias tenham deixado ele com mais tesão do que o normal, afinal, tirá-las e lamber lentamente meus pés parecia sua única preocupação naquele momento.

Não me importei de estar na rua. Aquela merda de cidade quase não tinha habitantes e eu sabia que no máximo encontraríamos um amigo nosso, mas a essa altura do ensino médio, quem não tinha visto os lindos peitinhos cor de rosa da Gabi?

Chegamos em casa mais de meia noite. Caio ainda dormia no mesmo quarto nojento que seu pai, e acredito que ele já tenha se convencido que o sono do velho não podia ser tão pesado assim. Apesar de bebum, Orlando não tinha muito mais de 40 anos, então apesar do inchaço por conta da maldita cachaça, ele tinha seu charme - quase inexplicável. Confesso que por vezes procurei por sua roupa suja para cheirar e me esfregar.

Nos deitamos. Felizmente meu sogro estava mais bêbado do que eu, então todos dormimos rápido. Tudo ia bem, até que no meio da noite, um enjoo característico de quem exagerou me pegou e ou eu corria até o banheiro, ou a noite do Caio ficaria pior. Não lembro de chegar a vomitar, mas como que instantaneamente, meu sogro, pulou e chegou na porta do banheiro. Do jeito dele, ele se mostrou disposto a ajudar. Meu enjoo passou e acabei não me dando conta de que estava só com uma camiseta e sem calcinha quando corri pro banheiro. Meu sogro e eu não tínhamos nos encostado desde a última vez em que resolvi desafiar a sorte e pedir para que ele gozasse em uma calcinha minha que usaria mais tarde com seu filho depois dele apertar minha cintura fininha que ficou com uma marca clara da sua mão, e Caio questionou se estava tudo bem comigo. Inventei que estava usando cinta, e ele acreditou. É o coitadinho mais gostoso de todos, mas por isso e coisas como essas, acabamos terminando…

E é uma lembrança estranha de ter voltando pra esse mesmo lugar, dez anos depois, vendo que no fundo, eu gosto dele, do jeitinho dele. Caio sabe do que aprontei (não com o pai dele), mas parte das traições ele ficou sabendo. No fundo, sei que ele é cuck, pois inúmeras vezes, ainda agora que a vida foi generosa com ambos, Caio me viu usando roupas desnecessariamente apertadas para provocar os outros e sentiu conforto em ver outros homens me desejando.

Lembro de uma vez em um bar. Um casal de homens - acredito que bissexuais, começou a nos olhar. Caio sempre foi tímido…eu…bem, você sabe como sou, comecei a achar o movimento engraçado. Caio comentou que eles pareciam estar olhando pra mim, e não sei se pelas cervejas, ou por realmente gostar, ele puxou minha saia e ajeitou minha blusa. O movimento foi sutil mas senti um leve movimento na minha calcinha. O alcool me impediu de não sonhar com aqueles dois homens me comendo, até que um deles decidiu ir ao banheiro.

Esperei uma reação, Caio notou que quis me mexer, até que se ofereceu para ir ao banheiro comigo. Me senti frustrada, mas acompanhei meu namorado. No mesmo tempo, o outro homem também foi ao banheiro e entendi que o movimento não era comigo. Talvez meus peitos tenham dado tesão neles, ou era só cerveja…tanto fazia, até que descobri que entrar na cabine errada pode ser ótimo.

Caio me viu entrando na cabine onde um deles estava, notei quando abri a porta e rapidamente ele fechou a porta. Dei um gritinho, Caio apenas foi até a porta, deixou entreaberta, me disse que estava tudo bem. De forma estratégica, ele parou no mictório na frente da nossa cabine enquanto via a outro namorado, o qual parou ao seu lado e também começou a nos olhar enquanto abria o ziper da calça parou.

Eu não sei qual era sua intenção, mas ele definitivamente não parecia querer mijar.

Queria dizer que fiquei paralisada, mas em pouquíssimo tempo deixei aquele homem que nunca nem conheci se sentar no vaso e bater uma punheta enquanto me olhava. Eu já não era mais a Gabi de antes, mas meu charme se mantinha. Minha blusa logo caiu e ele apressou a punheta quando viu meus seios. Olhei para trás, tanto Caio quanto os dois homens se masturbavam olhando para a cena. Lembro de ver Caio olhando deliciosamente para o cara do seu lado que em algum momento, chegou perto o suficiente dele para que as mãos de ambos pudessem se encostar. O tesão tomou conta de mim - tanto agora no carro, quando naquele dia, e lembro que não hesitei em começar a rebolar na frente daquele desconhecido. Caio chegou perto, ainda duro, até que começou a se tocar com mais vontade. A curiosidade me levou a sentar naquele pau que nem achei tão glorioso, mas que de alguma forma, excitou meu namorado. Quanto mais fundo ele colocava, mais forte Caio batia punheta. Não lembrava de tê-lo visto tão excitado assim desde o fatídico dia da calcinha, e talvez, pela chance da lembrança, meu cuckzinho tenha sentido tesão em correr o risco de sentir cheiro de porra mais uma vez.

Em poucas sentadas fundas, meu desconhecido me empurrou e me disse que gozaria. Caio me colocou de joelhos em um canto e enquanto via os dois terminando suas punhetas incrivelmente deliciosas, gozou na minha boca. Sem nos falarmos, lavei minha boca e voltei pra mesa. Os dois pagaram a conta e foram embora e encarei meu namorado com medo do que viria. Caio sorriu, me chamou de suja e pediu outra cerveja. Nunca trocamos uma palavra sobre isso, mas isso me fez pensar no que ele diria se soubesse que sua namorada adoraria se exibir pra ele com o pai dele…segundo Caio, agora que ele está de novos hábitos, seu corpo, está mais bonito, sua vida é quase outra, então imagina como um homem com um pau daquele deve estar ainda mais gostoso…

Em uma questão de 15 minutos eu pensei em doze formas diferentes de como o ‘novo pai’ poderia me pegar. Me sinto estranha por não saber porque essa situação que deveria enojar me dá tanto tesão. Não gosto de pensar na traição, afinal eu nem conheço a nova esposa do meu querido sogrinho, mas conheço muito bem seu apelido e não acho que haja casamento que me impeça de querer relembrar…

- Amor, você quer passar na sua tia?

Me assustei ao notar que já estávamos perto da casa de Caio, e consequentemente de toda minha família. O ambiente me assusta, pensar no que o tempo pode ter jogado em ouvidos que não deveria me assusta ainda mais, mas até agora, tudo parece seguro..

Até que a quarentona loira mais gostosa que já vi saiu de trás do ogro que, por incrível que pareça, parecia outra pessoa. Tive medo da velocidade em que pensei que gostaria de verificar se seu pau também tinha mudado, mas apenas me comportei, apertei a mão de meu namorado e descemos do carro.

Meu sogro não conteve o sorriso ao me ver. Não vi maldade, mas vi uma calça que com certeza era da velha guarda, pois lembro de tê-la tirado algumas vezes. Me pergunto se ele fez de propósito, ou se ele só não liga para nada, como o xucro que era, e ainda usa as mesmas roupas de quando era gordo. Abracei ele, ouvi-lo me chamar de norinha me deu pânico e um misto de tesão com desespero, mas nada foi tão esquisito quanto a estranha atração que senti quando Vanessa se aproximou de mim. Ela era cheirosa, usava um conjunto de academia que marcava o suficiente para que eu tivesse imaginado quão gostosa aquela mulher ficaria saindo suada da academia.

Entramos, fomos recebidos com um jantar e uma conversa estranha foi forçada a acontecer. Atualizamos ambos de como foi nosso reencontro, falamos sobre as voltas da vida e sobre como agora éramos completos. De tempos em tempos meu sogro soltava uma piadinha menos escrachada que apenas eu entenderia, mas no geral, ele se comportou. Aparentemente o novo homem realmente surgiu, e fico feliz que uma mulher tão gostosa como Vanessa tenha dado jeito nele. Em algum momento, pensei em como seriam os dois fodendo, mas preferi me conter. Me prometi que dessa vez não machucaria o Caio e pretendo cumprir - ainda que a tentação de agora cinquenta e poucos anos esteja vivendo seu auge.

Nos instalamos, Caio foi visitar sua tia- ponto e virgula. Vanessa e eu cuidamos da louça e fofocamos. Tive cuidado de não usar nada muito apertado para não provocar, mas ao lavar as louças com minha “sogra” acabei derrubando água e minha camiseta branca revelou meus mamilos que marcaram a blusa. Como aparentemente apenas Vanessa e eu estávamos em casa, deixei ela me ajudar a me secar, mas senti que ela esteve - ou pudesse estar me secando.

Decidimos que tirar a blusa seria a melhor opção. Um copo escorregou como um jato dentro de uma panela e me molhou inteira, e por isso Vanessa, que foi de prontidão pegar outra blusa, me ajudou enquanto estive pelada e molhada. Propositalmente ou não, ela me pediu para deixar que ela me secasse e senti uma dedicação maior ao meu pescoço e seios. Gostei de seu toque, queria que ela tivesse me mamado, mas preciso lembrar que a vida não é um dos contos sujos que leio.

Deixei ela concluir o carinho que chamou de sacada, senti dedicação quando, posso estar enganada (ou não), mas senti ela me dar algo parecido com um belisquinho no mamilo, o qual molhou tanto minha calcinha que fiquei com medo de marcar a calça de tecido fino que eu estava usando. Vanessa sorriu ao terminar de me secar, me entregou a blusa e se afastou. Senti ela olhando fixamente para meus seios e decidi fazer uma gracinha e sacudi-los para ela. Tive medo - muito - de qual seria sua reação, mas já que ela estava olhando… Vanessa riu, disse que se eu fizesse de novo ela seria obrigada a fazer o mesmo e ameaçou colocar o seio mais redondo e gostoso que já vi para fora.

Terminamos a louça, nada de Caio ou de meu sogro. Fiquei aliviada que ele também saiu depois do almoço e ainda mais em paz quando Vanessa recebeu uma mensagem sua dizendo que ele estava na cidade ao lado procurando uma coleira para a nova cachorra deles. Estrela era um cachorro adorável com um potencial absurdo de ficar enorme - e por isso a tal coleira especial. Falamos sobre a vida, sobre rotina, sobre o Caio, sobre Orlando e sua mudança e sobre o que o motivou.

Vanessa contou que antes de conhecê-la, pouco depois da separação com o pai de Caio, Orlando teve um caso com uma garota que alguns anos depois apareceu grávida e disse que era dele. Senti nojo mas quis saber até onde iríamos. Será que ele comia ela enquanto me comia? Será que comeu ela por saudade de mim? será que ele era um predador de novinhas indefesas com aquele pau imenso?, quantas delas devem ter engasgado, quantas delas foram fodidas na mesa daquele bar imundo como eu? quem mais sentiu o gosto nojento de porra e mijo dele e ainda assim engoliu…? Vanessa continuou a história, mas tive dificuldade em acompanhar. Em resumo, a tal garota era 15 anos mais nova e o filho não era dele.

Vanessa apareceu depois, dado o burburinho, uma mulher de sua idade seria uma ótima opção, e foi. Vanessa era bonita, companheira, e talvez safada. Ainda não soube dizer se esse carinho todo era maternal ou se ela realmente tinha achado minha dupla atraente. Passamos a tarde fofocando no sofá, até que Vanessa pegou no sono. A admirei de longe, o bico do peito estava perto de sair do top de academia e legging marcava a buceta que parecia gostosa e suculenta. Estar ali me deixava libidinosa e sem nenhum escrúpulo e eu sabia disso, por isso evitei ao máximo voltar, mas talvez o destino estivesse me dando uma chance de dizer adeus a Gabi do passado.

Pesquei duas vezes, decidi ir pro banheiro tomar um banho e voltar para a realidade. Caio me mandou uma mensagem dizendo que chegaria em uma hora, e como sempre, perguntou o que eu queria comer; Gosto dele pelo espaço que me dá, e pela confiança que torna ele bobinho demais e ainda mais gostoso de trair…ou era. Era!

Entrei no box, e para minhas surpresa, Vanessa tinha deixado um de seus toys no banheiro. Fiquei excitada instantaneamente só de pensar nela esfregando aquilo na sua buceta inchada, ou no Orlando comendo ela por trás enquanto usa o vibrador. Por um momento, eu não sabia o que era meu corpo molhado da água do chuveiro ou o líquido denso que saia da minha buceta, a qual inclusive clamava de tesão e curiosidade em enfiar aquilo dentro de mim. Resisti por um tempo, mas não hesitei em esfregar o vibrador em mim. Esfreguei meus mamilos pensando em Vanessa chupando eles lentamente, desci o vibro e não resisti em lembrar de Orlando lambendo minha bucetinha que hoje em dia era muito gostosa. Ri quando notei que deixei estrategicamente pelinhos aparados na parte superior, do jeitinho que o ex ogro adorava.

Aquele banheiro, apesar de totalmente reformado, ainda me trazia lembranças. De tudo da casa, aquele era o único cômodo que se mantinha entre os da planta antiga e parecia que estar ali era um convite pro passado. Não tive escolha, lembrei do maldito Rolão do Rolão e precisei enfiar aquilo em mim com toda força que eu tinha. Fiquei viajando entre lembranças e sensações, até que notei que talvez estivesse demorando mais do que habitual - e talvez fazendo barulho.

Me contive, mas aproveitei o tamanho do banheiro para explorar novas posições de masturbação. Um espelho com vista para privada me deu vontade de me ver enquanto me masturbava, porque eu queria ter certeza de que ainda era uma putinha desrespeitosa que estava pra gozar lembrando do sogro nojento mijado gozando na sua boquinha. Olhava minha boca e pensava nela cheia de leite, olhava meus peitos e pensava neles cheios de baba minha porque eu nunca consegui engolir tudo sem engasgar, e no fim, não hesitei em cuspir naquela bucetinha que apesar de limpa, era usada de forma suja como sua dona.

Não lembro como, mas lembro de me apoiar na privada para ter mais conforto até que me surpreendo com Vanessa na porta. Me desculpei de prontidão, sem saber o que fazer, mas ela só riu e disse que não queria me atrapalhar. Fiquei desesperada, com vergonha, mas senti que era a única assim no recinto. Vanessa resolveu abrir a porta e para minhas surpresa ela usava um robe desses de descanso. Ela definitivamente não era daqui, e seu gosto revelava isso. Seu robe estava entreaberto e os peitos perfeitos quase que pulavam pra fora. Ia me vestir, mas ela me disse que queria entender porque o Orlando foi obcecado em mim por tempos.

Paralisei. O que ela queria?, ela ia começar me beijar ali? também ia me jogar na parede? qual era seu plano?. Reagi de forma estranha, mas Vanessa me tranquilizou. Seu vibro em cima da toalha evidenciava que antes do susto, eu estava me curtindo e ela disse que minha bucetinha rosa fez ela entender porque ele foi obcecado. Queria fazer perguntas, mas em pouquíssimo tempo ela me perguntou se podia, e continuou me masturbando.

Queria dizer que me sentia uma cachorra incontrolável. Caio poderia chegar a qualquer momento, mas só de pensar nele me vendo molhada com uma mulher, minha buceta piscou. Vanessa começou a dar sinais de tesão, mas ela parecia contida. Pedi um minuto a ela, liguei pra Caio enquanto ela me masturbava e me senti nos velhos tempos. Todo aquele tesão estava quase estourando minha blusa, e foi difícil manter o ritmo conversando com Caio vendo Vanessa hipnotizada em minha bucetinha.

As notícias não eram as melhores, ele e meu sogro tinham saído para tomar uma cerveja e voltariam em breve. Vanessa se manteve firme, já eu, não consegui manter minha postura. Pensei em quão humilhado aquele ogro do passado se sentiria em saber que eu poderia fazer a mulher dele gozar só me vendo, e a situação não parou de me excitar. Encerrei a ligação e propus para Vanessa exatamente o que ela queria.

• Você quer descobrir como é?, vou te mostrar assim como ele viu.

Levei Vanessa pra sala e lembrei da segunda vez que meu sogro me comeu. Coloquei uma música, torci para que eu ainda soubesse dançar e coloquei Vanessa sentada para me observar. Naquele momento, a loira ainda coberta deixava o tecido revelar um pouco da sua bucetinha e marcas absurdas de seus mamilos na roupa. Queria chupá-la, mas também queria ver até onde ela iria, e para minha surpresa, Vanessa gozou intensamente só me ver rebolando.

Cheguei perto de gozar também, aquela mulher toda totalmente derretida pela ninfeta que o marido dela fodia. Será que ela também engasgava com o pau dele?, será que ela ia escorrer meu gozo na sua boca?, muitas perguntas, nenhuma resposta, além a do corpo de Vanessa que ainda estava em êxtase, por todo período enquanto continuei a dança.

Sem dizer nada, Vanessa foi ao banheiro e com o mesmo vibrador sujo de mim, Vanessa começou a se masturbar. Seus deliciosos seios vieram à mostra quando ela caminhou até onde eu estava, até que, da mesma forma que eu, Vanessa apoiou sua perna na privada, cuspiu em sua buceta incrivelmente inchada e começou a se tocar.

Gozei na frente dela como ela gozou na minha. Não sei explicar, mas o combo de vontade absurda de tocá-la, fodê-la, ensinar pra ela o que é um orgasmo e o fato dela me querer como seu marido me excitaram de forma inexplicável. Não sabia se ela se tocava pensando em mim sendo enforcada por ele nos mais diversos lugares dessa casa que um dia foi…uma casa de homens. Ou se sentia atraída por mim… pensei em chamá-la para me comer, pensei em comê-la, pensei em tanta coisa, mas só a deixei com ela. Me lavei e disse que ia deixá-la sozinha. Ela pediu para mais uma vez me ver, repetiu a cena do cuspe e me pediu para sair. Não sei o que a motivou, mas passei bons momentos depois pensando no quanto queria ter mamado aquela mulher.

Caio e Orlando chegaram alguns minutos depois. Vanessa já estava no sofá, conversávamos sobre qualquer coisa. O clima não esteve tenso até que Orlando chegou com seu cheiro de passado. Ele já não bebia como antes, mas a sensação de que talvez ele pudesse estar confuso e pudesse se sujar - e me sujar novamente me deram um tesão absurdo. O que era aquilo ?, eu acabei de tirar a roupa na frente de Vanessa e queria mais?, eu não via a hora de ir embora ou de ao menos ir pro meu quarto transar com Caio. Ele era bom, ele era bom.

Duas horas de conversa depois, uma atualização enorme sobre todas as pessoas que conhecíamos e não conhecíamos e algumas cervejas, começamos a pensar em nos deitar. O dia foi longo - MESMO - e eu precisava descansar.

Tomei mais um banho. Ouvi a porta do quarto de meus sogros se trancar e instantaneamente pensei neles transando. Caio estava empolgado contando do encontro com uma centena de pessoas e me perguntou como foi a tarde. Pensei em perguntar sobre a novinha que seu pai pegou, mas tive medo de chegarmos em mim… Pedi para o Caio pegar água pra mim, ele ignorou, e fui dormir com sede.

Talvez ter gozado tanto nesse dia tenha me deixado seca. Acordei com muita sede e pude ouvir gemidos comprimidos no quarto do lado. Os dois estavam transando violentamente e eu estava aqui descansada e com tesão. Me recusei a pensar em me masturbar novamente, então decidi levantar e tomar minha água.

Fiquei na cozinha por um tempo. A casa que agora era muito maior ainda parecia aconchegante. Tive medo da minha presença trazer algum prejuízo pra eles. Não queria de forma alguma voltar do nada e foder tudo, mas pelo jeito, a vida queria que sim,

ou que eu fodesse com todo mundo.

Um destrancar de portas e alguns passos me separaram de meu sogro. Como que de propósito, ele foi para cozinha vestindo nada além de uma cueca que cobria um pau inchado e veiudo - como eu me lembrava ser - porém ainda mais cheio pois ele parecia não ter gozado ainda.

Lembrei constantemente de nossa última vez. Lembro de vê-lo gozando em uma calcinha minha no banheiro do bar, calcinha essa que Caio tirou algum tempo depois e desconfiou de que eu poderia estar com algo - e nesse momento, mais do que algo, eu estava com alguém, que era seu pai e isso precisava acabar. Dei pra ele na rua aquele dia e a gozada foi minha punição por ser tão putinha. Era delicioso ouvi-lo me chamar assim, e só de pensar em ouvir isso hoje em dia teria um peso diferente, eu acredito ter encharcado minha calcinha.

Ele parou perto de mim e riu. Entre qualquer palavra que achei que poderíamos trocar, putinha foi a primeira e tive medo do que viria a partir daí;

• Orlando, eu acho que a gente não….

• Fez minha mulher gozar, putinha? sua bucetinha peluda fez ela ficar como eu ficava? olha como você me deixou agora!

Pensei em resistir mas não só olhei, como toquei. Pensei em chupar aquela pau pronto para gozar o quanto antes, mas preferi pegá-lo e olhar pra ele com a mesma carinha de antes. A chave do meu quarto estava na mão dele, e eu não acreditei que ele trancou o Caio pra dentro do quarto. Senti um arrepio e tive medo do que isso poderia dar, mas meu tesão estava gritando naquele dia - ainda mais tão perto do banheiro.

Me sentia hipnotizada e não conseguia largar seu pau que pulsava. Tudo nele parecia delicioso, ainda mais agora que eu não sabia se a Vanessa tinha ideia disso e que o Caio dormia como um anjo. Será que ele gostaria de ver o pai dele batendo punheta pra mim? será que ele ia gostar de ver meus peitinhos balançando no colo dele?;;; Pensei em um milhão de coisas, até que fui interrompida por uma sensação de molhado e minha mão.

Olhei incrédula, mas o ogro nojento do meu sogro tinha acabado de mijar propositalmente na minha mão. A quantidade necessária para que a cueca dele deixasse a cabeça de seu pau à mostra e minha mão mijada, como no dia em que ele me fez pegar e engolir o pau dele mijado.

Pensei em tirar minha roupa e dar pra ele na mesa. Pensei em irmos pro banheiro, pensei em muitas coisas mas só consegui esfregar minha mão em meus mamilos e chupá-los em seguida. Seu pau pulsava, ele ainda não estava se masturbando, mas fazia um carinho constante naquele pau que já não era tão glorioso, mas que estava mais inchado do que nunca. Pensei em fazer ir fazer xixi e deixar ele gozar na minha buceta mijada, mas fomos interrompidos por uma série de latidos incessantes.

Voltei pro quarto para acordar o Caio, sem sucesso. Meu sogro voltou vestido e me chamou para ir com ele ver o que poderia estar incomodando a Estrela e aproveitou para levar a coleira para o armário da parte de fora da casa. Chegamos na garagem, Estrela tinha ficado presa em um fio e por isso se agitou, mas foi bom saber que não era nada. Aliviados, íamos voltar até que meu sogro me puxou pela cintura e me disse que se ouvimos latidos, era um sinal de que deveríamos por a coleira na cachorra. Me virei para pegar a Estrela até que notei que ele estava me segurando por trás - pelo pescoço…

E tive um pouco de medo de como Vanessa e ele conversaram sobre mim.

Sem nenhuma opção. Refém do meu corpo, prendi meu cabelo e deixei ele colocar a coleira na cachorra nova dele. Tudo me dava pânico e tesão e tive medo do que aconteceria. Voltamos para casa e Vanessa estava na cozinha. Pensei em pular e correr, mas ele me puxou pela coleira e disse que agora ia por a cachorra onde ela deveria estar.

Em um movimento rápido, Vanessa foi garantir que Caio estava apagado e me levou pro banheiro. Entendi que talvez ela quisesse reviver a cena como foi com o marido, mas logo entendi que Vanessa estava ali para nos ver. Orlando por um momento voltou a ser o ogro de sempre e tirou sua cueca mijada e deu pra mim. Não soube o que fazer, mas como antes, acabei cheirando e passando ela no meu corpo.

Vanessa se sentou, abriu seu robe e me pediu para olhar pra ela. Pensei que poderia ir até ela, e nisso ela aproveitou para me masturbar. A aquela altura, o aperto da coleira era tanto que todas as partes do meu corpo já estavam inchadas - inclusive meu clitóris.

10 segundo e o vibrador revelou o que não era segredo. Estive com tanto tesão por tudo que minha bucetinha pingava só de olhar pra ambos. Perguntei se poderíamos folgar minha coleira e recebi um puxão como resposta. Pisquei com tanta força que me impressionou não terem ouvido a um km de distância. Vanessa começou a se tocar com o vibrador sujo do meu gozo enquanto Orlando segurava seu pau que parecia implorar por um boquete. Tive medo de perguntar o que ele queria, até que o vi puxando a coleira para o mesmo canto onde ele enfiou seu pau em minha garganta da ultima vez. Me espremi no canto do banheiro enquanto via ele abrindo minhas pernas pronto para me comer como nas últimas vezes.

Enquanto um filme ousava passar em minha cabeça, ele me colocou de quatro e enfiou seu pau no meu cu sem nenhuma dó. Pensei em gritar, mas estive tão molhada que de alguma forma ele deslizou. Vanessa se levantou, veio pra minha frente e continuou se masturbando. Ver uma mulher daquele tamanho em cima de mim, estava inchando minha buceta e fazendo meu cu piscar de uma forma que Orlando se achou no sentido de ir mais e mais fundo. Segurar os gemidos era um desafio, mas o fator respiração por estar sendo puxada por uma coleira tornava-os abafados. Antes de gozar, o pau de Orlando inchou tanto que meu cuzinho apertado começou a incomodar. Fiquei ainda mais excitada com a ideia de ser literalmente arrombada, e tive medo de gozar. Orlando me virou de frente e sujou toda minha coleira de porra. Lambi minha boca que também tinha resquícios e Vanessa continuava firme em sua performance. Impecável, ela continuava maltratando aquela buceta que estava mais inchada que a minha que ainda não tinha gozado com Orlando, mas que estava a ponto de só de tê-lo visto me humilhar mais uma vez.

• Tá pronta pra marcar nossa putinha?

• Desde que soube que ela ia chegar

Congelei - isso foi planejado?, será que o Caio também sabe?, pensei em entrar em parafuso, mas quando menos esperei o vibrador gozado de minha sogrinha estava sendo posto em meu clitóris, assim como seu peito em minha boca para ser chupado.

Orlando não deixou barato, a cada tentativa, um puxão na coleira. O medo de me marcar e Caio desconfiar era tanto que tive que me contentar com pouco. Suas breves passadas eram parecidas com a passada de mão que ela me deu na cozinha quando me viu pelada. Gostei de pensar nela com tesao em mim, então pedi para Orlando me deixar que ele me guiasse até um lugar específico, nosso quarto.

Orlando ficou receoso, então tiramos a coleira, mas o coloquei pra dentro. Caio roncava como um porquinho indefeso, enquanto seu pai acabava de entrar no quarto. Como só eu não tinha gozado ainda, escolhi sentar meu sogro no pé da cama e deixar ele prontinho pra engasgar comigo como ele fez comigo há 10 anos atrás.

Esfreguei minha buceta com toda força que podia enquanto via o pau do homem mais nojento que conheci endurecer. Ele pensou em se tocar, mas proibi, disse que além de putinha, eu também sabia mandar e que agora ele quem faria o que eu quero. Desobediente, Orlando continuou alisando seu pau enquanto eu estava prestes a gozar. Caio se mexeu, nós ficamos em pânico, mas ele voltou a roncar. A situação quebrou meu tesão, mas não o de seu pai que sussurrava pra mim que era uma delícia ter a putinha dele de volta.

Peguei uma calcinha minha, dei pra ele, e como no dia da despedida, abri minhas pernas e coloquei meus peitinhos de fora pra que ele me olhasse. O tempo até que me fez bem, eu continuava recebendo elogios sobre meus peitos, e pelo jeito, meu sogro também os adorava. Comecei a brincar com meu mamilo e não demorou para que ele começasse a gemer. Com minha calcinha passando para cima e para baixo daquele pau enorme, eu começava a ficar mais e mais excitada pensando em vesti-la depois. Lembrei de Vanessa, e até agora não sei se ela está dormindo ou se continuou se tocando pensando em nós. Orlando arfou como um porco nojento e eu lembrei da repulsa que sentia daquele homem. Meu cu estava piscando e com sede de mais, mas me contive. Dali em diante, só Caio me comeria e eu me prometi isso. Abri minha boca e pedi pro meu sogro me engasgar como no passado. Do lado do filho, como antes, ele enfiou o pau fundo da minha garganta e gozou tanto. Escorrida e com cheiro do que não deveria. Me sequei na calcinha e coloquei depois. Orlando disse que se possível ele estava cansado de ter ereções. Ri, mandei ele sair e me deitei suja ao lado do meu namorado. Fiz como Vanessa, cuspi em minha bucetinha e fui dormir.

- Mô, acorda, você precisa comer e nós vamos sair pra passear com a cachorra. meu pai colocou a nova coleira nela.

- Ah, é

- Sim, você quer comer?

- Sim, tô morrendo de fome rs.

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