A quarta-feira amanheceu diferente. Nina não era mais a mesma garota que havia chegado à faculdade dias atrás, assustada com a própria sombra. Havia uma nova eletricidade correndo por suas veias, um misto de poder e perversão que ela estava adorando alimentar.
Antes de ir para o campus, ela parou em uma farmácia. Comprou uma pílula do dia seguinte, engolindo-a ali mesmo com um gole de água mineral. O descuido da noite anterior estava resolvido. Em seguida, foi até o balcão e comprou uma cartela de anticoncepcional.
Quando encontrou Artur perto da entrada da universidade, ela o beijou com carinho e tirou a pequena caixa da bolsa, mostrando para ele.
— O que é isso, princesa? — Artur perguntou, ajeitando os óculos, confuso.
— Anticoncepcional, amor — Nina abriu o seu sorriso mais doce, passando a mão pelo peito do namorado. — Eu decidi que vou começar a tomar. Sabe... eu gostei muito do que a gente fez ontem à noite. De sentir você gozando dentro de mim. Quero que a gente possa fazer isso sempre, sem medo.
Os olhos de Artur brilharam. O ego do garoto inflou instantaneamente, sentindo-se um verdadeiro garanhão por ter "convencido" a namorada certinha a dar aquele passo no relacionamento. Ele a abraçou pela cintura e beijou seu pescoço.
— Eu também adorei, princesa. Você é incrível.
Nina retribuiu o abraço, o rosto escondido no ombro dele. Ela sorriu uma segunda vez, mas não era um sorriso doce. O veneno escorria pela sua mente. Ela havia acabado de massagear o ego do namorado e, ao mesmo tempo, preparado o terreno perfeito.
Ela estaria livre para tudo.
Eles caminharam de mãos dadas pelo pátio central. Perto do bloco de Educação Física, o grupo caótico de sempre estava reunido. Betão estava no meio deles, rindo alto de alguma piada. Nina apertou a mão de Artur, mantendo a pose inofensiva.
Quando se aproximaram, Betão cruzou o olhar com Nina. O sorriso cínico estava lá. Ele não disse nada. Apenas checou a hora no relógio escuro no pulso, deu um tapinha nas costas de um dos amigos e se afastou do grupo, caminhando em direção ao bloco de Fisiologia.
Babi, que estava sentada na mesa, acompanhou o gigante com os olhos e, no mesmo segundo, virou o rosto para Nina. A veterana deu uma piscada lenta e maliciosa, cheia de segundas intenções.
O celular de Nina vibrou no bolso da saia.
Ela soltou a mão de Artur com a desculpa de procurar algo na bolsa e olhou a tela. O coração disparou.
@alberto.betao: Sabe a professora de fisiologia? Tô indo encontrar ela naquele mesmo banheiro que eu peguei a Babi no primeiro dia. Se quiser assistir ao show, pode ir. Eu sei que você estava olhando daquela vez, ruivinha.
Nina engoliu em seco. O ar faltou. Ele sabia. Ele sempre soube. A ideia de que ele havia transado com a amiga sabendo que ela estava escondida espiando a deixou tonta de tesão.
O celular vibrou de novo.
@alberto.betao: Encara isso como um momento educativo. Pra você aprender o que é sexo de verdade, e não aquilo que você faz com o Tutu.
Nina sentiu o orgulho ferido e os dedos digitaram rápido, movidos pela adrenalina de estar bem ali, a poucos metros do namorado.
@nina.mel: Você é um doente, exibido. E eu estou muito satisfeita com o meu namorado.
Nina respondeu dura e direta.
Mas por dentro já sentia a calcinha molhar.
@alberto.betao: Então eu te lanço um desafio. Chama o Tutu pro banheiro do lado. Se ele for homem e te pegar lá dentro, eu retiro o que disse e te deixo em paz. Se ele não for... bem, a porta do meu reservado vai estar encostada. E você é minha convidada. A não ser que queira participar…. Aí vc me avisa pelo celular que eu troco a professora por você na mesma hora!
Nina guardou o celular, a respiração curta. O desafio estava feito. A humilhação de Beto precisava ser rebatida. Ela virou-se para Artur e o puxou pela mão com força.
— Vamos sair daqui, amor — ela sussurrou, a voz urgente. — Você me deixou doida ontem. Eu tô muito excitada.
Artur se deixou levar, confuso com a súbita agressividade da namorada. Nina o arrastou pelos corredores vazios até chegarem à lateral do bloco de Fisiologia. O banheiro masculino ficava logo ali na frente.
Ela empurrou Artur contra o tronco de uma árvore grossa que os escondia da visão principal do corredor. Nina colou o corpo no dele, sentindo o volume inofensivo na calça do namorado, e o beijou com uma intensidade selvagem que nunca havia demonstrado antes.
Ela pegou a mão direita de Artur e a forçou contra o próprio seio, apertando-o através do tecido da blusa.
Artur arregalou os olhos, em pânico. Ele puxou a mão de volta imediatamente, como se tivesse tocado em fogo, olhando para os lados com terror.
— Você tá louca, princesa?! — ele ofegou, a voz esganiçada. — Alguém pode ver a gente aqui!
— Vamos ali naquele banheiro então, amor — Nina implorou, os olhos escuros, roçando o quadril no dele. — Vai ser rapidinho, ninguém vai ver. Por favor...
Artur balançou a cabeça vigorosamente, arrumando a própria camisa e empurrando Nina levemente pelos ombros, assumindo uma postura covarde de quem foge do perigo.
— Não, Nina! Minha aula começa em cinco minutos. O professor não tolera atraso. À noite a gente se vê lá no seu flat.
E, sem esperar resposta, Artur deu as costas e saiu andando rápido pelo corredor, quase fugindo da própria namorada.
Nina ficou encostada na árvore, os braços cruzados. Um misto avassalador de sentimentos a atingiu.
Primeiro, a raiva absurda de dar razão àquele ogro arrogante. Beto tinha previsto o movimento exato de Artur. O macho alfa conhecia a fraqueza do beta melhor do que ela mesma.
Segundo, a frustração de ter um namorado frouxo.
E terceiro... a oportunidade perfeita de ver Beto comendo a professora de Fisiologia.
Nina mordeu o lábio inferior. Já que ela estava ali, não havia como recuar. Ela caminhou pé ante pé, atravessou o corredor e empurrou a porta do banheiro masculino.
Assim que passou pela entrada, o som bateu nos seus ouvidos. Um barulho alto, úmido e obsceno de sucção, intercalado com engasgos abafados.
Ela caminhou devagar pelo piso de cerâmica. Os sons vinham do último reservado. A porta de madeira estava entreaberta. As duas cabines ao lado estavam trancadas, mas a penúltima, estrategicamente, estava com a porta completamente escancarada.
Nina entrou na cabine aberta para não fazer barulho e se escondeu. Quando ela levantou o olhar, percebeu a armadilha.
Havia um espelho grande acima das pias, logo em frente às cabines. Do ponto onde estava escondida, o ângulo de visão refletido pelo espelho era milimetricamente perfeito. Beto não havia apenas deixado a porta entreaberta; ele havia preparado o cenário para que ela assistisse de camarote, sem ser vista por quem estivesse de costas para a porta.
Refletido no vidro, Nina viu a cena. Beto estava de pé sem camisa.
Ele olhava para baixo, onde a professora loira — uma mulher na casa dos 40 anos, de aliança no dedo e cabelo amarrado num coque impecável — estava de joelhos, o rosto afundado na virilha do aluno. Ela engolia o gigante o máximo que podia, o pescoço esticando no limite.
Neste momento Betão que aproveitava quase que passivamente aquele boquete dedicado da professora levanta a cabeça e encontra a silhueta de Nina no espelho. Ela não fugiu. Manteve o olhar.
Ele se transformou. Deu um sorriso. Piscou pra ela e passou a socar seu pau no fundo da garganta da professora. Ele segurava ela pelos cabelos e fudia sua boca como se fosse uma buceta. Mas o olhar fixo em Nina.
Nina involuntariamente levar a mão no meio das suas pernas.
Sentia que seus sucos começam a escorrer.
Ela pegou o celular na mão.
“E se eu mandar mensagem agora… Será se ele trocaria mesmo ela por mim?”
Ela desbloqueou a tela.
Desistiu.
Artur chegou ao máximo de sua exibição: guiou a cabeça da professora para seu saco pesado e depilado. Ela experiente abocanhou suas bolas.
Enquanto isso Beto punhetava seu pau focado em exibi-lo para Nina que não piscava. O pau cobria toda a cara da professora.
Nina se segurava pra não gozar ali mesmo. Os bicos dos seios estavam tão duros que pareciam prestes a rasgar a blusa. Ela apertava as pernas uma contra a outra intensamente.
Lembrando da fuga patética do namorado minutos atrás, o tesão sádico tomou conta da sua mente. Abriu a câmera do WhatsApp e focou no espelho, bem no momento em que Beto mais se exibia, humilhando a professora ajoelhada.
Ela tirou a foto e enviou para Artur com configuração de visualização única. Em zoom.
Foco naquela rola enorme e babada.
“Você não quis vir no banheiro comigo. Acabei vindo sozinha e olha o que eu encontrei aqui. Sabe quem é?”
A resposta veio imediata:
“Nina?! É o Beto?? Onde você tá?”
“Beto não né amor. Betão… Você reconheceu foi?”
Segundos depois, ela tirou mais uma foto, dessa vez focando na loira agachada.
“Mas fique tranquilo, Tutu. Eu estou só assistindo. Quem está aproveitando o Betão é uma loira. Não uma ruiva.”
Quase instantaneamente, a tela do celular acendeu com o desespero de Artur digitando.
“Princesa! Sai daí agora!”
Nina sorriu no escuro da cabine.
“Presta atenção na sua aula, Tutu. Pensa que eu estou estudando aqui também. À noite eu te conto todos os detalhes.”
Ela guardou o celular bem a tempo de ouvir o rosnado grave de Beto ecoar pelo banheiro azulejado. Ele estava chegando no limite.
Ele deu um tapa na cara dela e ordenou.
— Hora do leitinho, professora.
Ela abriu a boca com a língua pra fora e se preparou enquanto massageava o saco pesado dele.
Betão punhetou seu pau algumas vezes olhando pra Nina, enfiou o pau até a garganta da professora e gozou fartamente.
— Engole tudinho minha professora puta. Não vai querer ir pra sala de boca suja né…
A boca da professora estava completamente cheia, transbordando porra pelo canto dos lábios. Era um leite grosso e volumoso. Bem diferente do seu namoradinho.
A cena era demais para Nina. Antes que a professora conseguisse se levantar do chão a ruiva saiu do banheiro, fugindo pelo corredor com as bochechas pegando fogo e a mente completamente corrompida.
Enquanto caminhava apressada pelo campus, o vento frio batendo no rosto suado, o celular vibrou na sua mão. Ela olhou a tela, ainda ofegante.
@alberto.betao: Gostou da vista VIP, ruivinha? Deixei o espelho no ângulo perfeito pra você.
Nina encostou na parede de um dos prédios, o coração martelando.
@nina.mel: Você é um doente, Alberto. E exibido. Trata todas as mulheres assim como putas?
@alberto.betao: Sim. Trato. Elas gostam. Acho que você também vai gostar…. Até porque você já tem seu namoradinho tratando você como princesa. Uma pena que você não me mandou mensagem. Podia ser você no lugar dela.
@nina.mel: Idiota.
@alberto.betao: Você que é curiosa. Frouxa e curiosa. Foi impressão minha ou você tirou uma foto do espelho pra guardar de lembrança?
Ela sentiu o rosto queimar por ter sido pega, mas a nova Nina não recuava mais.
@nina.mel: Mandei pro meu namorado. Pra ele ver o nível da nojeira de vocês.
Ela sabia que não devia. Mas citar o namorado naquele contexto deixou ela ainda mais molhada.
@alberto.betao: Hahaha. O Tutu deve ter infartado. Aliás, ele fugiu do desafio de novo, né? Te falei que aquele cara não dá conta do recado, princesa. Sábado na calourada eu te mostro o que é um homem de verdade.
Nina bloqueou a tela, incapaz de responder. Ele estava certo de novo.
O sinal bateu, indicando o fim das aulas da manhã. Enquanto caminhava em direção ao estacionamento, Nina presenciou a cena que mudaria sua visão de mundo para sempre. Saindo do bloco principal, caminhando de mãos dadas e sorrindo de forma polida, estava a professora de Fisiologia. O cabelo loiro perfeitamente alinhado num coque, a roupa impecável. Ao lado dela, o marido — um professor do departamento de História.
O casal perfeito da universidade.
Nina paralisou. A mulher que há vinte minutos estava engasgando no chão sujo do banheiro, engolindo a porra do aluno mais ogro do campus, agora desfilava como a esposa intocável.
A filosofia distorcida de Babi era real.
A hipocrisia era a regra do jogo.
Quando Nina chegou ao seu carro, notou algo estranho. Preso sob o limpador de para-brisa, havia um pequeno pacote pardo. Ela olhou para os lados, desconfiada, destrancou o carro e puxou o pacote.
Dentro, havia um pedaço de tecido preto, ridiculamente pequeno. Era um biquíni. O tecido era fino, quase uma segunda pele, e as tiras da calcinha pareciam fios de barbante. Junto com ele, um bilhete rabiscado com uma letra feia e apressada:
Pra você parar de usar roupa de freira. Quero uma foto sua vestindo isso ainda hoje.
O Tutu não precisa ver.
O predador havia invadido o mundo físico dela. Ele sabia qual era o carro dela. Ele mandava no que ela vestia. Ela jogou o pacote no banco do passageiro e acelerou, a calcinha molhada grudando no banco de couro.
À tarde, o shopping estava vazio.
Babi arrastou Nina por três lojas diferentes, rejeitando sumariamente tudo o que a ruiva escolhia.
— Princesinha, esquece essas saias rodadas — Babi decretou, jogando uma saia preta de couro minúscula por cima da porta do provador. — Você tem perna grossa e um peito que parece que vai rasgar a blusa. Tem que mostrar.
Nina cedeu.
Experimentou vestidos colados que subiam perigosamente pelas coxas, blusas com decotes que empurravam seus seios para cima e saias que deixavam pouquíssimo para a imaginação.
Ela comprou várias peças.
Comprou também um biquíni novo, menor do que os seus, mas ainda não tão obsceno quanto o presente que Beto havia deixado no seu carro.
Quando a noite caiu, Artur estava sentado no sofá do flat de Nina, as pernas balançando de ansiedade. Ele havia passado a tarde inteira atormentado pelas fotos do banheiro, mas Nina se recusou a tocar no assunto quando ele chegou. Em vez disso, ela exigiu que ele sentasse e assistisse.
— Fui ao shopping com a Babi hoje, amor. Quero te mostrar o que comprei — ela disse, sumindo no corredor.
Quando Nina voltou, Artur quase engasgou com a própria saliva. Ela usava a saia de couro minúscula e um cropped vermelho que mal segurava o volume dos seios. Artur não a reconheceu. A garota de vestidos floridos e saias comportadas havia desaparecido.
— Nina... princesa... isso tá muito curto — ele gaguejou, ajeitando os óculos, os olhos devorando as pernas dela. — Você vai usar isso na faculdade?
— Vou usar na calourada de sábado, Tutu — ela deu uma voltinha, sabendo perfeitamente o efeito que estava causando. — Gostou?
O namorado assentiu, hipnotizado. O ciúme brigava com um tesão incontrolável. Ele aceitou a submissão visual, babando pelo novo estilo vulgar da namorada.
Ela entrou e saiu do quarto várias vezes, desfilando roupas cada vez mais provocantes. Mas o golpe final foi guardado para o encerramento.
— A última peça, amor. Um biquíni novo.
Nina apareceu na sala. Artur parou de respirar.
Era o biquíni que Beto havia dado. O tecido preto e fino esticava brutalmente contra os seios fartos dela, marcando o contorno exato das aréolas e os bicos duros. A calcinha era tão estreita na frente que mal cobria a intimidade da ruiva, e as tiras subiam muito acima da linha da cintura.
— Tá... tá muito pequeno, princesa... — Artur sussurrou, a voz trêmula, a ereção rasgando o tecido da calça jeans.
— Amor, pega meu celular ali na mesa — Nina pediu, virando de costas e revelando que o biquíni sumia completamente no meio das nádegas dela. — Tira uma foto minha de frente e outra de costas. Quero ver como ficou.
Artur obedeceu cegamente. Ele pegou o celular, as mãos tremendo, enquadrou o corpo seminudo da namorada e tirou as fotos, achando que estava apenas prestando um favor inofensivo.
Nina pegou o celular de volta, sorriu para a tela e sentou no sofá ao lado de Artur, cruzando as pernas e abrindo Instagram de Beto.
Com um toque, enviou as duas fotos tiradas pelo namorado com a legenda.
“Não gosto de ficar devendo. Obrigado pelo presente. Não precisava.”
A resposta foi imediata.
@alberto.betao: Puta que pariu. Ficou perfeita. Quem tirou essas fotos maravilhosas, ruivinha?
@nina.mel: O Artur tirou pra mim.
@alberto.betao: Não conheço nenhum Artur. Quem tirou?
Nina deu uma risada baixa, os olhos brilhando de malícia. Ela cedeu ao jogo de dominação.
@nina.mel: Foi o Tutu, Betão. O Tutu tirou as fotos.
@alberto.betao: Agora sim. Diz pro Tutu que eu vou precisar agradecer a ele pessoalmente em outra oportunidade, por estar oferecendo a namoradinha dele tão bem embalada pra mim.
O pânico e o tesão colidiram no estômago de Nina.
@nina.mel: Não, Beto! Por favor, deixa ele fora disso.
Ele respondeu apenas com um emoji rindo.
Nina bloqueou a tela, jogou o celular no tapete e virou-se para Artur, que ainda a olhava com cara de cachorro abandonado.
A noite de tortura dele estava apenas começando.
Ela o puxou para o tapete felpudo da sala, fazendo-o deitar de costas. Tirou lentamente toda a roupa dele sem falar nada.
Ela sentou sobre o peito dele, as coxas nuas apertando o tronco magro do garoto.
— Lembra que de manhã eu te mandei aquelas fotos do banheiro? E que você fugiu de mim? — ela sussurrou, aproximando a buceta (ainda cobertos pelo biquíni do Beto) do rosto do namorado.
— Lembro, princesa... me desculpa, eu fiquei com medo... — Artur murmurou, inebriado pelo cheiro dela.
— Tudo bem. No final me diverti bastante no banheiro com Betão — Nina sentiu o corpo dele tremer. — Na verdade, assistindo o Betão.
Ela guiou a cabeça de Artur para o meio das suas pernas, afastando a tira minúscula do biquíni negro.
— Eu quero que você me chupe agora, Tutu — ela ordenou, a voz grave. — Incrível como a professora conseguia engolir o pau dele quase todo né Tutu. Será que eu conseguiria?
Artur esboçou interromper a chupada pra falar alguma coisa.
Mas ela agarrou os cabelos dele e afundou seu rosto em sua buceta.
— Hoje eu quero que você goze na minha boca Tutu. Quero beber sua porra como a professora bebeu a porra do Betão.
Ela desceu do rosto dele, foi pertinho do ouvido dele e falou a frase que marcou Artur.
— Quero beber sua porra como eu bebia do meu ex namorado lá no interior.
O corpo de Artur tremeu por inteiro. Nina chegou a achar que ele iria gozar sem nem encostar no pau dele.
Ela ficou de 4 ao lado de Artur chupou seu pau lentamente. Enfiou todo na boca e brincava com a língua. Só tirava da boca para fazer uma provocação
— O seu pintinho cabe todo na minha boca Tutuzinho, que delícia. — O máximo da humilhação transvestido de elogio.
— Assim eu não vou aguentar muito tempo minha princesa. — Falou entre gemidos.
— Então me da sua porra meu amor. Goza pra mim. — Nina colocou o pau todo dentro da boca com facilidade e recebeu a porra de Artur no fundo da sua garganta.
Mas ao contrário do que viu mais cedo no banheiro, a gozada rala mal cobriu a sua língua. Ela engoliu meio decepcionada.
— Acho que vou continuar com sede. — Falou entre risos. — Pega meu vibrador e vem me fazer gozar enquanto eu lhe conto uma história do meu ex.
Artur levantou correndo em direção da mesinha de cabeceira. Quando voltou pra sala a cena era enlouquecedora.
Nina completamente nua sentada no sofá olhos cerrados, deslizando dois dedos dentro de sua buceta.
Ele assistiu por alguns segundos. Quando ela abriu os olhos foi Artur em pé no meio da sala.
Boca aberta.
Vibrador na mão.
Pau duro.
Ela riu.
— Tá gostando de assistir sua namoradinha amor? Senta aqui e vem me chupar que quero lhe contar uma história…