Apartamento faxinado e limpo. Brilhando e cheiroso. Uma mensagem de Fernanda, no zap:
“Cláudio, boa tarde… Precisando de faxina?”
“Oi, Fê! Estou não, minha linda. O ap tá nos trinques de limpeza…”
“Ah, tá… Valeu, então…”
“Mas preciso de você, já que está disponível nesta tarde… Vem?”
Vários emojis: corações, alegria, bombas explodindo…
“Vou sim… Su pode ir junto?”
Santo quer reza? Imagine se eu não quereria as duas, para uma tarde de fodelança e safadeza!
“Claro que pode! Estou esperando…”
Ato contínuo, um banho caprichado, para ficar cheiroso, gostoso e fresco. Vesti uma minitanga masculina transparente, fio dental enterrado entre as nádegas, e aguardei.
Ao discreto e rápido toque da campainha, abri a porta. Estavam lindas. Fernanda com um short de malha que desenhava nitidamente a buceta carnuda e denunciava a calcinha minúscula que usava. O já famoso decote exagerado, expondo boa parte dos seios. Sueli usava uma blusinha fina, colada ao corpo, que decalcava os seios miúdos, e um short jeans curto e rasgado. Cabelos soltos e cheirosos, as duas.
Ao me verem com a escrota peça de roupa, fizeram um escândalo silencioso - enquanto a porta estava aberta. Fernanda, ainda vivendo em seu rompante pós tratamento sexual, avançou para mim, pendurando-se em minha boca, num beijo extraordinário, enquanto massageava meu pau, por cima da peça, deixando-a estufada, sendo em seguida arrancada com ânsia, deixando-me nu e armado, pronto para a guerra que se prenunciava. Quando ela me largou, entrando pelo apartamento adentro, foi a vez de Sueli, mais contida, mas também com sede de pau, agarrar-se com vontade a minha rola e beijar com sofreguidão minha boca.
Segundos depois, Fernanda já estava só de calcinha. Minúscula mesmo. Toda enfiada no rabo, e, na frente, as beiras do priquito escapando pelos lados. Estava claramente excitada, xoxota brilhando, líquida. Eu estava agarrado com Sueli, tirando-lhe sensualmente a blusa, fustigando seus mamilos com a língua. Fê veio pra nós e baixou o short de Su, expondo uma rola completamente dura e palpitando. A mão de Su já acariciava meu pau com suavidade e vigor.
O pacote humano dos três rebolaram até a cama, onde pousaram, agarrados. Eu catei a boca de Fê, desci para seus seios, mas estava hipnotizado pelas beiradas de priquito alagado escapando da calcinha. Desci para lá, aspirei profundamente o perfume da fêmea no cio, arranquei com os dentes a calcinha e mergulhei a língua no quente aquoso de sua xoxota. Ela remexia-se e grunhia safadezas, enquanto puxava Su para sua boca.
Momento seguinte, Su soltou-se de Fê e senti sua língua molhada encharcando meu cu, que eu estava de rabo para o alto, enquanto sugava a xoxota de Fê. Logo sua rola rígida foi se penetrando em mim, e chegando ao fundo, passando a estocar, enquanto eu remexia os quadris. Putarias pornográficas misturavam-se aos gemidos dos três.
A explosão de gozo de Fernanda em minha boca foi estupenda. Seu corpo todo se remexia fortemente, como possuído por seis mil demônios. Sueli empolgou-se com o gozo da amiga, acelerou os movimentos e gozou espetacularmente dentro de mim - senti seus jatos me inundando e descendo pelo meu entrecoxas em seguida.
Capturei Sueli, voei em cima dela, beijando-a com frenesi, enquanto sentia Fernanda recobrindo meu pau com sua boca, massageando-o com sua língua elétrica, num boquete do outro mundo. Su deitou-se de costas, abrindo as pernas e apresentando-me um cuzinho rosado e depilado, movimentando-se sozinho, a pedir pica. Satisfiz seu pedido, deitando-me sobre ela e enterrando minha rola naquele buraquinho lubrificado e apertado.
Sem minha rola na boca, Fernanda tomou conta do meu cu, sugando o resto de porra que Su deixara ali, e aproveitando para massagear minhas pregas com sua língua poderosa, e sua própria buceta com seus dedos experientes. Eu fodia o rabo de Su, alucinadamente, enquanto esta se requebrava como uma enguia, gemidos e palavrões cabeludos e depilados enchendo o quarto.
Até que gozei estrepitosamente dentro de Su, arrancando da minha garganta um grito gutural de um gozo violento, gozei como quem morre várias vezes por segundo, despejando todo o meu tesão naquele poço de carne em que estava enfiada minha rola. Fê também gozava escandalosamente, com os dedos ágeis sobre o grelo e enfiando-se na xoxota alagada.
Mas Fernanda era insaciável, o tratamento para a volta da libido deixava-a uma fera faminta por sexo. Queria rola dura dentro de si. A minha era impraticável, estava em estado de descanso do guerreiro, depois de comer Su, mas o desta, não, já se fazia rígido mastro novamente, que a juventude e o frescor lhe permitiam isso. Agarrou-se, então, com Fernanda e a rola deslizou para dentro desta, que urrava de prazer.
Era um quadro divino poder observar aquelas duas mulheres deliciosas e ansiosas se comendo em minha cama, aos gritos e movimentos agitados. Minha boca vadiava da boca de uma para a de outra, do cu de Sueli aos seios rígidos de Fernanda. Até que Fê explodiu mais uma vez, gozando canalhamente, agarrando-se feito uma sanguessuga ao corpo carnudo de Sueli; esta explodia mais uma boa porção de seu sêmen na buceta encharcada de Fernanda.
Todos se quedaram, fatigados e ofegantes, corpos misturados e entrelaçados sobre a larga cama. Os demônios, vibrantes e felizes, rodeavam-nos. Recuperávamos nossas forças, com as mais idiotas caras de gozados, sentindo o calor e a maciez de nossas peles se roçando, roçando… a princípio displicentemente, mas aos poucos com método e mais intensidade e objetividade e tesão… Logo estavam todos acesos de novo e as safadezas recomeçaram e mnais gemidos, putarias, enfiadas, chupadas e prazer… muito prazer…
