A TRAIÇÃO QUE REVELOU TUDO. (4º PARTE)

Um conto erótico de Antonio
Categoria: Heterossexual
Contém 2374 palavras
Data: 19/03/2026 10:47:55

Não fiquei surpreso ao ver que ela mudou seu semblante ante minha rejeição ao convite, mas em questão de segundos ela voltou a se portar como a mulher controladora de suas ações que tinha conhecido momentos antes. Ofereci uma carona ao que ela rejeitou dizendo que pediria um carro de aplicativo. Fiz companhia a ela até a chegada do mesmo e então pegando meu carro me dirigi até minha casa.

No caminha até minha casa, dirigindo por alamedas tranquilas, com a imagem na minha mente daquela mulher, ia me perguntando como pude recusar aquela proposta, tenho certeza que os dois queríamos o mesmo, ir para um motel e termos uma quente noite de sexo, mas da minha parte isso teria que esperar mais algum tempo, pois antes tinha que ter mais informações sobre ela, e isso depois desta noite seria com certeza algo mais fácil de ser conseguido, afinal, já tinha mexido a estrutura que possuía para conseguir o que precisava.

Chegando em casa, apensar de não ser tão tarde assim, encontrei com Juliana sentada no sofá da sala, com a tv ligada em algum programa qualquer, mas o olhar dela estava fixo em um ponto qualquer da parede, perdida em seus pensamentos, pois nem percebeu minha entrada, não fosse eu me sentar ao seu lado.

Juliana, virou lentamente seu rosto para meu lado, nem de longe lembrava a mulher por quem eu havia me apaixonado. Agora era uma pessoa sem brilho, triste, olhos fundos, só não estavam vermelhos, pois acredito que não haviam mais lagrimas a serem derramadas. Claro que isso me incomodava, e eu não via a hora de resolver tudo aquilo, mas se ela não podia me contar, o que a deixava daquela forma, eu da minha parte, fazia o mesmo jogo não querendo revelar o que estava acontecendo, mas eu sabia que em breve, tudo se resolveria de uma forma ou de outra, e aquele quebra cabeças tomaria forma. Claro que ainda sem saber os motivos, mas eu sentia que seu primo era a chave para decifrar todo aquele mistério que envolvia minha esposa.

Perguntei como ela estava, depois de alguns instantes onde eu observava seu rosto, ela foi sucinta em sua resposta, como em todas as outras vezes que tinha lhe dirigido a palavra. Para não me aborrecer disse que iria tomar um banho e me deitar. Ainda assim, antes de levantar, beijei-lhe o rosto e próximo do seu ouvida disse que amava. Percebi seu corpo tremer levemente, e sua mão se mover até minha perna e a apertar, mas isso durou um tempo muito curto.

Depois disso me levantei e fui até meu quarto, me banhei e deitei. Por vários minutos meus olhos não se fecharam, e minha mente ficou tentando encontrar uma resposta para tudo que se passava ali naquela casa. Infelizmente ainda não tinha informações sobre seu primo, mas sentia que isso duraria muito pouco agora, era só questão de tempo.

Como em outros finais de semana, aquele foi apenas mais um, onde nos comportamos como dois adultos que vivem na mesma casa, sem palavras carinhosas, sem toques, apenas uma relação protocolar.

Na semana seguinte na empresa, Helena, continuava com suas mensagens me enviando a cada instante, mas havia uma mudança de estratégia, ela agora era direta, me cobrando de sairmos novamente, para nos conhecermos mais intimamente, que estava louca para me ter dentro dela, pois queria saber se eu era realmente tão gostoso como aparentava ser, que queria gozar muito em meu pau. Algo tinha ocorrido, pois era nítido que o tempo dela estava diminuindo, e deveria estar desesperada, para agir daquela forma, nem parecia a mesma pessoa, cheguei a pensar que a vida dela dependia daquilo.

Depois três dias evitando responder para Helena, resolvi combinar com ela para a sexta feira de sairmos, propus um local para um jantar, mas ela foi muito direta, dizendo que não queria ir para algum restaurante, disse que queria me devorar, literalmente. Marcamos então o horário e o local onde eu a pegaria para sairmos. Nesse meio tempo que demorei a responder, ela chegou a insinuar algo sobre minha masculinidade e sobre minhas preferências sexuais, eu apenas ri e disse que ela descobriria tudo isso no dia marcado.

Na sexta feira durante o expediente recebi o material que estava aguardando, devo admitir que era muito interessante o que constava nele, e como se fosse magica, eu agora sabia mais sobre ela do que ela mesma sabia. Agora fazendo a jogada certa eu poderia confronta-la e descobrir o que de fato estava acontecendo, e ela iria me dizer, com certeza agora ela iria contar tudo o que eu precisava saber.

Após o expediente sai e fui encontrar Helena, e como eu imaginava, ela estava ainda mais linda do que no dia que fomos jantar, estava ainda mais provocante. Ela vestia um vestido vermelho com um decote que exibia aqueles seios que pareciam querer pular para fora do vestido, deduzi que ela estava sem sutiã. Os cabelos encaracolados soltos, o batom vermelho nos lábios, meias finas, e salto deixando ainda mais sensual. O sorriso, a sim aquele sorriso que podia desarmar qualquer um. Helena, literalmente estava vestida para matar.

Parei onde ela estava me esperando. Logo que entrou ela simplesmente pegou em meu rosto com as duas mãos e meu deu um selinho, se afastou e novamente se aproximou e me beijou, um beijo de pura necessidade, desejo, de tesão. Eu não podia rejeitar mesmo que quisesse aquele beijo, mas já sabia que ela estava expondo para que alguém em algum lugar ai perto pudesse fotografar ou mesmo filmar. Eu apenas participava agora do jogo e deixava que ela impusesse sua vontade e seu plano, eu apenas deixava ela me guiar através dele, como um diretor dirigindo a um filme.

Depois que ela me soltou daquele beijo, perguntei se poderíamos ir, ela concordou, dizendo estar sedenta por mim. Colocou sua mão sobre meu pau, e passou a língua por seus lábios.

- Gostei do que senti, você tem ai um belo brinquedo Antônio.

- Você logo vai descobrir do que ele e capas! Eu disse a ela.

- Não vejo a hora, ela disse dando um leve aperto nele.

Em poucos minutos estávamos entrando num luxuoso motel. Já havia feito a reserva do triplex. Peguei as chaves e fomos. Estacionei e assim que a porta da garagem se fechou Helena tirou seu vestido, ficando totalmente nua, pois estava sem calcinha, me olhou séria e disse:

- Me come agora, não vou aguentar mais um minuto, eu quero gozar nesse seu pau.

Como recusar um pedido desses. Tirei minha calça junto com a cueca e meu pau pulou para fora.

Quando Helena viu, seus olhos brilharam.

- Eu sabia que era grande, mas não imaginei que era tanto assim, grosso e ainda por cima lindo. - Abriu sua bolsa tirando uma camisinha e colocando em meu pau. - Gosto de estar sempre prevenida para essas ocasiões.

Ela se moveu para cima de mim, ficando com minha cintura entre suas penas. Só tive tempo de afasta meu banco o máximo possível, ela pegou no meu pau apontou para sua bucetinha que percebi estava úmida, escorrendo seus fluidos. Começou a descer lentamente, sentindo-o entrar dentro de si. Ela era apertada para meu calibre, então para não se machucar ela descia e parava para se acostumar. Foram longos segundo até estar totalmente dentro dela. Helena me olhou e começou a subir e descer lentamente, saboreando todo o prazer que estava sentido. Os gemidos começaram, primeiro baixo, como a velocidade, e a medida que a ela aumentava a velocidade, seus gemidos também iam aumentando o tom. Não demorou e Helena, começou a tremer, gemer e se contorcer, ela estava gozando. Apoio sua cabeça em meu ombro e ficou ali aproveitando até os últimos resquícios do prazer que conseguira.

Já refeita, levantou sua cabeça e me encarando disse, puxando o máximo de ar que conseguiu:

- Nunca ninguém me fez gozar assim, eu tinha certeza que você era gostoso, mas não esperava por isso, disse soltando o ar vagarosamente.

Então depois dessas palavras ela aproximou seu rosto do meu e me beijou. Um beijo de agradecimento, não de luxuria, mas com calma, com carinho.

Se afastou de mim, e aquele sorriso lindo voltando a seu rosto.

- Vamos ficar aqui, ou você prefere agora entramos para continuarmos, disse eu com o pau ainda dentro dela mais duro do que jamais esteve.

Helena me deu um selinho desceu do meu colo sentando ao meu lado, sem dizer nada, apenas pegou suas roupas, abriu a porta me encarou.

- Vamos entrar, ainda quero muito dessa delicia dentro de mim.

Descemos do carro e entramos no triplex nos agarrando beijando, mãos tocando o corpo um do outro, explorando, conhecendo, sentindo. Ela era muito gostosa, seus seios eram grandes com aréolas cor de mel que chupei, suguei, beijei, mordi, enquanto fazia isso em um, com uma das mãos apertava e beliscava a ponta do bico do outro. Me deliciei naqueles peitos. Então a jóquei na cama me posicionei entre suas pernas e comecei a chupar sua bucetinha que pingava seus fluidos, como se fosse uma fonte, e ali eu lambi, beijei, a fodi com minha língua dentro dela, até tocar seu clitóris, onde suguei, mordi com meus lábios, lambi, deixando-a quase louca de prazer. A cada toque Helena gemia de prazer, se agarrava ao lençol de olhos fechados, a boca aberta, a respiração acelerada, como se estivesse a um pequeno passo de gozar novamente. Então em poucos segundos ela novamente gozou, dessa vez em minha boca. Foi um orgasmo tão violento que ela fechando suas pernas, prendeu minha cabeça, como se não quisesse que eu saísse daquela posição.

Helena, alguns segundos depois de voltar ao normal, relaxou suas pernas e consegui sair daquela posição. Por uns instantes a observei enquanto ainda aproveitava os resquícios daquele orgasmo de olhos semi-serrados.

- Você sabe mesmo levar uma mulher as alturas, disse ela com aquele sorriso que nunca abandonava seu rosto.

Me deitei ao seu lado de costas, enquanto meu pau apontava para cima. Logo ela esticou sua mão para pegar nele e começar uma punheta lenta, que as vezes era substituída por apertos, fazendo o pré-gozo sair de dentro de mim, e ela aproveitava para passar o dedo e ficar deslizando pela cabeça umedecendo com aquele liquido. Ela sabia mesmo o que fazia.

Ficamos assim por algum tempo até ela levantar e dizer que queria me dar os mesmos prazeres que havia proporcionado a ela. Helena, se posicionou ao meu lado de quatro deixando aquela bundinha arrebitada próxima a minha cabeça, enquanto ainda segurando meu pau, o deixava parado apontando para cima e começava a abaixar o rosto para começar uma chupada épica, que só não me fez gozar porque antes mesmo de eu avisar ela simplesmente se moveu sentando sobre mim e o conduzindo para dentro de si, mas não sem antes colocar uma nova camisinha.

Assim que se ajeitou sobre mim com meu pau dentro de si, ela começou a subir e descer. Foram bons momentos assim, até eu a tirar de cima e a colocar de quatro. Me coloquei atrás dela, apontei para sua bucetinha e comecei a entrar dentro dela. Aquela visão da sua bundinha, mas o entra e sai de dentro dela, me levou muito rápido ao ápice, e para minha surpresa ela também chegou junto comigo. Gozamos muito, eu mesmo não lembrava de ter tido um gozo como aquele, e pelo visto, Helena teve um até maior que os dois anteriores.

Segundos depois ambos caímos para o lado. Eu ainda dentro dela, até meu pau amolecer e sair por conta própria.

Foram minutos até estarmos totalmente recuperados. Ela se virou de cotas na cama, ainda um pouco ofegante, mas estava satisfeita, e isso era nítido em seu rosto. Me olhando no fundo dos olhos.

- O que eu não daria para ter você comigo sempre, mas sei que você é casado e sua mulher tem muita sorte de ter você, ainda?

Ao dizer apenas aquela parte final da frase e a palavra “AINDA”, Helena rapidamente colocou a mão sobre a boca, tentando prender, suprimir de alguma forma, mas já era tarde, a palavra encheu o ambiente e olhei sério para ela.

- O que você quer dizer com esse, “sorte em me ter, ainda” Helena?

Seu semblante mudou rapidamente, a deixando seria, como ainda não a tinha visto, como se tivesse dito algo que poderia lhe custar muito caro, de alguma forma.

Sem me responder, ela tentou mudar, tirar o foco da minha pergunta, se levantando e dizendo que iria explorar o ambiente, pois nunca havia entrado num local como aquele antes.

Mas antes mesmo que ela saísse da cama, segurei em sua mão, a impedindo de levantar.

- Me diz Helena, o que você quis dize com isso?

- Por favor Antônio, não quis dizer nada, ela respondeu não me convencendo.

Eu ainda segurando seu braço, a encarava sério, olhando fundo em seus olhos.

- Está bem, pode ir até o banheiro tomar um banho, quando voltar a gente conversa e depois da nossa conversa, você vai poder explorar todo o quarto o quanto quiser, até entrar na piscina.

Helena, saiu rápido da cama em direção ao banheiro, o clima tinha acabado, e enquanto ela tomava seu banho, fui até meu carro, peguei uma pasta e voltei. Ela demorou alguns minutos. Como eu também precisava de um banho segui até lá, a encontrei debaixo da água, olhando para o nada, apenas deixando a água cair por sobre seu corpo, percebi os olhos um pouco avermelhados. Entrei no box, e então ela me encarando me pediu desculpas, dizendo que não poderia dize nadar sobre aquilo. Eu apenas a encarei e continuei a me lavar. Logo depois saímos os dois nos enxugando indo para o quarto. Perguntei se ela queria comer ou beber algo, ela respondeu que não.

Olhando para a cama arregalou seus olhos quando viu a pasta com seu nome sobre ela.

- São algumas informações bem interessantes que consegui sobre você, disse eu a encarando.

Continua.....

ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDIDENCIA.

FICA PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESSE TEXTO, EM QUALQUER MEIO SEM A PREVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 38 estrelas.
Incentive P.A.Z.world a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Gostaria de lembrar que existe uma trama ocorrendo, a mulher dele aparece com marcas pelo corpo, do nada o primo aparece e ela muda o comportamento, depois uma mulher aparece do nada na vida do nosso diretor e tenta um aproximação, será que tudo isso esta relacionado? Ele até onde sabe tem algumas informações que não foram reveladas, qual a melhor forma de descobrir a trama se não é se deixando levar, as vezes os meios justificam o fim.

Legal da parte de vocês as teorias e comentários...quem sabe amanhã publico o próximo capitulo...vamos aguardar mais comentários.

Valeu pessoal.

1 0
Foto de perfil genérica

Sim, com certeza! Somos todos passageiros dessa nave.

O comandante é você.

A nós cabe curtir o passeio.

Mas sabe como é... Tem gente (eu???) que não resiste a dar um pitaco no caminho dos outros... 😝

O passeio está incrível.

Mesmo que tenhamos passado a toda por esse buraco, se o pneu aguentou, bora pra frente!

0 0
Foto de perfil genérica

Muito bom. Um dos poucos contos que o corno não é frouxo do pau pequeno. Quanto a traição ela merece, faz quanto tempo que ele está sem sexo por causa dela.

0 0
Foto de perfil genérica

Já eu estou conjecturando q Helena tem um acordo com o primo safado, o cara tá comendo a mulher do Antônio..

Juliana está na jogada p ficar com a grana do Antônio…

0 0
Foto de perfil genérica

Entendi que ele jogou conforme o que descobriu.

Mas não entendi por que teve que trair a esposa.

É uma pena.

Parecia um personagem de caráter...

0 0
Foto de perfil genérica

Também achei desnecessário mas convenhamos que ele também vem sendo traído e como casal eles já não hesitem mais.

0 0
Foto de perfil genérica

Ainda assim não é a ordem correta.

Se ela o está traindo, a traição dele só o rebaixa.

Se o casal já não existe, a ordem correta é desfazer a união e depois fazer o que quiser.

O comportamento narrado não é incomum. Mas é decepcionante.

0 0
Foto de perfil genérica

Eu também não achei legal ele ter feito isso, mas nesse caso é entendível.

É quase certo de que ela traiu ele, visto as marcas roxas no quadril e tals, mas mesmo que não tenha feito, o fato de que ela está escondendo algo que claramente está destruindo o casamento, se é que já não destruiu, também é uma forma de traição.

Então como eu disse, não acho certo o que ele fez, mas na situação dele, não dá para dizer que não entendo, ainda mais com o que quer que seja que ele descobriu com essas investigações, pelo que vejo ele não teria feito isso de forma imprudente, desde o início ele sempre se mostrou alguém precavido que age com calma, e hoje se mostrou estar um passo a frente, vide que sabia o objetivo dela de alguém fotografar eles juntos, e também a forma como ela se surpreendeu com a pasta com seu nome. Mas veremos o que está acontecendo.

1 0
Foto de perfil genérica

Sim

É evidente que se trata de um estrategista.

0 0