O CURRAL DA VACA HUMANA

Um conto erótico de Rico Belmontã
Categoria: Zoofilia
Contém 1437 palavras
Data: 19/03/2026 07:16:01

No fim de uma estrada de terra poeirenta, onde o sol queimava a pele e o ar fedia a bosta seca, a fazenda sem nome se escondia entre o mato alto e o mugir do gado. Não havia placas, mapas ou testemunhas. Só o silêncio cortado por gemidos guturais e o ranger de madeira velha. Ali, num curral fétido, um grupo de homens — ex-boiadeiros de mãos calejadas, fazendeiros falidos com olhos famintos, velhos tarados de barbas ralas e psicopatas mascarados de caipiras — criou um inferno secreto. Eles chamavam aquilo de “o culto da fertilidade”. O resto do mundo chamaria de abatedouro humano.

No centro disso tudo, acorrentada como uma rês, estava Ela. Antes, uma nutricionista de cidade grande, cheia de sonhos e cabelos bem penteados. Agora, era só “a Vaca”. O nome verdadeiro se perdeu nos primeiros meses, quando a drogaram com um chá amargo e a prenderam num cercado de tábuas tortas, sobre um chão de palha suja. Seu corpo, antes cuidado, agora era uma máquina de pura carne: coxas grossas, peitos inchados, mamilos queimados com ferro quente, marcados com ferro em brasa como se fosse gado. Um avental rasgado cobria o mínimo, deixando a bunda exposta, vermelha de palmadas e arranhões. Sinos de ferro tilintavam nos tornozelos a cada passo arrastado. Uma coleira de ferro apertava o pescoço, com uma argola onde às vezes amarravam uma corda.

O Ritual Diário

A rotina era um pesadelo sem fim. De quatro, ela rastejava na palha, o corpo brilhando de suor e sujeira. Eles a alimentavam com um líquido viscoso, uma mistura de vitaminas e hormônios bovinos que injetavam com seringas de gado. “Pra engordar a fêmea”, diziam, rindo com hálito de aguardente. Ordenhavam seus peitos com mãos ásperas, apertando até ela gemer de dor, o leite pingando em baldes enferrujados. “Olha só essa vaca lactante!”, gritava um deles, um velho chamado Neco, enquanto lambia os dedos melados.

Então vinha a foda. Era brutal, animalesca, sem pausa. Eles a montavam como touros no cio, um após o outro, às vezes juntos. Um boiadeiro chamado Tatu, com uma cicatriz cortando o rosto, agarrava os quadris dela e metia com tanta força que a madeira do curral rangia. “Toma, sua puta reprodutora!”, Ele berrava, cuspindo na cara dela enquanto a piroca grossa arrombava seu cu, o som molhado ecoando no cercado. Outro, um magrelo chamado Dito, enfiava o pau na boca dela, segurando a cabeça como se fosse uma bola. “Chupa, vaca! Engole até o talo!” Ela engasgava, saliva escorrendo pelo queixo, enquanto um terceiro, o gordo Zé Boi, deitado embaixo dela, martelava sua buceta até o útero, o barrigão dele batendo nela com estalos suados.

Às vezes, eram quatro. Dois paus rasgando a buceta ao mesmo tempo, um socado no cu, outro na boca. As mãos dela, trêmulas, seguravam mais caralhos, punhetando até os caras gozarem, o esperma espirrando na palha, no rosto, nos peitos. Eles mijavam nela, rindo, chamando de “batismo da rês”. Ela gritava, o corpo convulsionando, mas não havia escapatória. Amarravam a coleira, os sinos tocavam, e o ciclo seguia.

A Colheita

Quando ela engravidava, tudo mudava — mas não para melhor. A barriga crescia, redonda e pesada, e os homens a tratavam com um cuidado doentio. Davam mingau de milho com mel, esfregavam óleo de coco na pele esticada, nos lábios da xoxota e nas pregas do cu, lavavam-na com baldes de água morna. Mas a foda não parava. Agora, era “sagrada”. Eles lambiam a barriga, chupavam devagar os mamilos inchados, metiam a pica com uma reverência perversa. “Abençoando o rebanho”, diziam, enquanto, um a um, gozavam dentro dela, a porra entupindo a buceta, escorrendo pelas coxas.

O parto era um ritual à parte. No curral, sob uma lona suja, ela paria de quatro como uma vaca, gemendo como um animal. O bebê saía, coberto de sangue e muco, e era levado por uma figura encapuzada cuja autoridade ninguém questionava. Ela chorava, berrava, tentava rastejar atrás da cria, mas um choque elétrico no pescoço a derrubava. Tatu a segurava pelos cabelos e metia na xoxota dela de novo, enquanto ela soluçava. “Cala a boca, vaca. Já já vem outra cria.”

Zé Jurubeba

Entre os homens, Zé Jurubeba era o pior. Um velho de uns 60 anos, com uma barba rala e olhos fundos, ele era o único que parecia ver algo além dos buracos nela. Enquanto os outros a fodiam e cuspiam na cara, ele acariciava o cabelo sujo dela, sussurrava coisas doentias. “Você é especial, fêmea. Uma obra-prima da putaria rural.” Ele a beijava, mesmo com o gosto de esperma dos outros na boca dela, e lambia o suor do pescoço como se fosse um amante terno. Ela tremia, não de prazer, mas de nojo e medo.

Zé tentava convencê-la de que ela gostava. “Você nasceu pra isso, vaca. Pra ser usada, parida, fodida até virar deusa.” Ele a fodia mais devagar, quase carinhoso, mas não menos brutal. Segura os seios doloridos dela como se fossem troféus, apertava até ela gemer, e gozava dentro do cu olhando firme nos olhos dela. “Minha rainha do curral”, ele murmurava, antes de escarrar no chão, guardar o pau melado e sair.

O Clímax do Ritual

O ápice vinha num ritual que eles chamavam de “a grande celebração”. Era uma orgia de 24 horas, um delírio de libertinagem bovina e loucura. Eles preparavam o curral com velas fedorentas de sebo de carneiro e uma mesa de madeira tosca, onde misturavam sêmen fresco com leite de vaca em uma tigela de metal. “O batismo da vaca”, anunciavam. Ela era arrastada de quatro, nua, os sinos tilintando, e jogada na palha. Eles derramavam o líquido viscoso sobre ela, lambendo-a enquanto riam. Um ferro quente marcava sua coxa com um símbolo, e ela urrava de dor, o cheiro de carne queimada enchendo o ar.

A orgia começava. Eram dez homens, talvez mais. Eles a cercavam, paus duros, olhos vidrados. Tatu a virava de bruços e socava a rola inteira no cu, enquanto Dito enfiava na buceta, os dois se revezando em estocadas violentas numa dupla penetração desumana. Zé Boi forçava a boca dela, o caralho grosso quase rasgando os lábios. Outros se masturbam ao redor, gozando no cabelo, nas costas, nas pernas dela. Ela era girada, torcida, dobrada em posições impossíveis: pernas atrás da cabeça, braços presos nas costas, bunda empinada enquanto dois paus arregaçavam a buceta ao mesmo tempo. O curral fedia a suor, porra e sangue. Agora eram dois paus rasgando o seu cu enquanto outro caipira enfiava três dedos na buceta.

Ela quase desmaiou. A língua pendia, os olhos viravam, o corpo tremia em espasmos. Mas então, algo quebrou. No meio da dor, do esgotamento, ela gozava. Um orgasmo brutal, animalesco, que a fazia gritar como uma fera enlouquecida, esguichando um caldo grosso buceta afora. Os homens pararam, chocados. Ela riu, um som rouco e insano, e puxou Tatu pelo pescoço. “Me fode mais forte, seu filho da puta! Arromba os buracos dessa vaca-puta!”

A Transformação

A partir daí, ela mudou. Não era mais vítima. Ela se tornou a Vaca Suprema, a rainha do curral. Pedia mais, exigia mais. “Me encham de porra, seus caipiras de merda!”, berrava, rindo enquanto chupava um pau e esfregava outro na cara. Implorava por socos na costela, por marcas roxas, por dedos de cinco caras diferentes no cu, por jatos de porra na boca. Bebia o líquido viscoso com uma colher de pau, lambendo os lábios. Fingia resistir só pra levar um tapa na cara que a fazia gemer de tesão. “Me marca toda, caralho! Me faz sangrar de tanta porrada!”

Os homens, antes senhores, viraram escravos. Brigavam entre si pra meter num buraco dela, se ajoelhavam, imploravam. Zé Jurubeba, o mais obcecado, tentava mantê-la só pra si, mas ela o humilhava, mandando ele lamber o chão onde a buceta dela esguichou o gozo. “Você é meu boi agora, velho de merda”, ela dizia, montando o pau enrugado dele como se fosse um pangaré, as unhas cravadas nas costas dele.

O curral virou um reino de depravação. Ela comandava as orgias, escolhia quem a fodia, quem gozava, quem lambia. Organizava “torneios” onde os homens competiam para ver quem a fazia gozar mais rápido. O chão de palha ficava coberto de fluidos, o ar pesado com o cheiro de putaria e loucura. Ela era a deusa do cio eterno, uma máquina de foder que ria enquanto o mundo ao redor desmoronava.

E a fazenda, antes um segredo, virou lenda. Um lugar onde a carne humana era rainha, a insanidade de uma mulher e a tara de uma bando de desajustados era a única lei.

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