***Essa é a quinta parte da série: Casada Caindo em Tentação com o Primo! - Pela narrativa de Janaína
Para uma melhor imersão, sugiro que leia as partes anteriores.***
O roteiro da noite, foi o mesmo de ontem. Jantamos, esperei o Caio voltar do bar e subimos juntos. Desde domingo, quando Augusto chegou, eu estava precisando transar... nem que fosse com meu marido. Na verdade, a coisa mais natural do mundo seria transar com ele. Mas, novamente, sua expressão de cansado, e com umas pingas na cabeça, só o fez desmaiar de sono. Fiz um esforço enorme pra dormir cedo e pensar o mínimo possível em sexo, pois sabia que se começasse a me tocar, terminaria indo pra casa dos fundos, encontrar o macho que me comeria de jeito.
Antes de pegar no sono, me virei de lado e olhei para o Caio, que parecia estar num sono pesado. Nos últimos dias eu fui submissa a outro homem, debaixo do nosso teto. Deixei ele me chupar, me bolinar, beijar minha boca, aceitei falar os impropérios que ele quis e ainda chupei seu pau até ele gozar na minha cara. Não contente, engoli sua porra e adorei o gosto. Será que já passou pela sua mente, que sua esposa tinha se tornado uma pervertida, submissa à outro macho?
E assim, finalmente consegui dormir.
Novamente, despertei antes do celular tocar. Ouvi o barulho vindo do banheiro, esperei até que Caio saísse, ouvi o carro saindo da garagem e me levantei. Passei uma água no rosto, me certifiquei que Caio realmente havia saído e sequer hesitei. De pijaminha vermelho, blusinha e um shortinho de pano mole, com a popa da bunda de fora, saí pro corredor estreito e fui pros fundos da casa. Entrei sem bater. Levei meu celular ouvi ele despertar, seis horas da manhã. Augusto havia acabado de acordar, estava sentado na cama, com aquele semblante de que havia despertado há menos de um minuto. Assim que me viu, esbugalhou seus olhos e perguntou:
--Você gosta de vir me dar bom dia, né prima safada?
Eu dei um sorriso, nao respondi.. quando ele me viu naquele shortinho, não pensou duas vezes, pegou na minha mão, me trazendo pra perto do seu corpo, colocou a mão na minha buceta e percebeu que estava sem calcinha. Abaixou o short e meteu a cara na minha buceta. Começou a chupar intensamente, agarrando minha bunda grande com as duas mãos. Eu gemia copiosamente, ele pegou minha perna esquerda, me fazendo ficar com o pé em cima da cama, enquanto o pé direito, seguia no chão e assim, continuou a me chupar. Não demorou nem um minuto, eu forçando minha buceta na sua boca, gozei de forma desesperadora. Ele sentiu meus espasmos e falou:
-- Você me deve uma gozada. Vou te cobrar mais tarde.
Eu retomei os sentidos falando:
-- Toma logo o seu banho, que eu vou me arrumar.
Antes de sair, ele me agarrou pela cintura e me deu um beijo delicioso. Parece que ele gosta de me beijar, logo depois de me chupar.
Fui correndo pra casa, arranquei a roupa e tomei meu banho relaxada.
Que tipo de pessoa eu sou? Espera o marido sair pra trabalhar, pra ir pra casa do primo gozar na boca dele. Depois do banho, coloquei um outro vestido no mesmo tamanho do que usei ontem, só que este era todo preto, mas tambem era solto e vinha até a metade das minha coxas. Em cima, deixava um pouco mais evidentes os meus peitos médios.
Saí de casa novamente e voltei pra chamar o Augusto. Demorei mais do que deveria no banho, já eram dez pras sete. Minha avó já deveria estar con o café pronto, e se passasse das sete horas, ela já nos chamaria.
Entrei sem bater de novo e Augusto já estava trocado, outra camisa abotoada, cor vinho, e uma calça preta . Entrei no quarto falando:
-- Já que está pronto, vamos descer logo que minha avó já arrumou o café.
Ele me olhou e respondeu:
-- Vamos, mas só depois disso!
Me deu um novo beijo demorado e falou no meu ouvido:
-- De hoje você não escapa!
Ouvir aquilo me fez sentir um arrepio intenso. Demos uma espécie de selinho de despedida e descemos pro café.
Quarta-Feira com a manhã da mesma maneira que nos outros dias.
Café e dirigir até a federal.
Durante o trajeto, suas maos foram nas minhas coxas e logo na minha buceta, não contente ele falou enquanto me bolinava:
-- Seus peitinhos estão deliciosos com este vestido.
Foi quando ele tirou a mao da minha xota, abaixou a alça direita do vestido, começou a apertar meu peito e falou:
-- Pede pra eu mamar na sua teta!
O cara me tratava como uma vaca mesmo... "teta"... mas eu que estava com a buceta molhada, não me recusei e falei:
-- Chupa minhas tetas!
Ele agarrou a outra, baixou a alça esquerda, e mamou no meu peito direito, massageando o esquerdo. Em um momento, ele parou pra respirar e disse:
-- Fala que você gosta!!
-- Do que? Perguntei
-- Que você gosta de dar de mamar pro seu primo!
-- Eu gosto de dar de mamar pro meu primo!
Aquela submissão, mesmo dizendo coisas bobas aumentava muito o meu tesão. O desgraçado foi mamando meu peito até a rua da universidade. Eu que precisei falar que já estávamos na rua... se nao falasse nada, era provável que estivesse mamando até agora. Mas puta que pariu, até chupar meus peitos, ele sabia fazer melhor que o meu marido... me peguei várias vezes gemendo com a sua boca sugando meus peitos enquanto dirigia.
Assim, nos despedimos com o já tradicional beijo na boca. Depois que ele pegou suas coisas no banco traseiro, saí com o carro pra fazer o caminho de volta. Durante o trajeto, pensava naquelas palavras que me disse no quarto, que "de hoje eu não escapava". Minha buceta pulsava só com a expectativa. Comecei a pensar como aquilo havia evoluído tão rápido. Eu já não hesitava em nenhum momento que ele investia. Já acatava a toda ordem que ele me mandava dizer. Já tomava iniciativa de ir até ao seu quarto, sem bater na porta.
E o mais assustador, eu já nao tinha mais nenhum remorso. Eu já queria tanto quanto ele.
O tempinho que tinha, era o respiro com minha avó de manhã, ajudava ela a preparar o almoço e minha mente conseguia se distrair sem pensar em sexo. Mas Augusto seguia na minha mente, até chegar o horário de ir buscá-lo.
Eu contei os minutos pra chegar às onze e quarenta, pra ir buscar aquele safado.
Assim que estacionei em frente a Federal, ele já apareceu. Ritual de jogar suas tralhas no banco traseiro e entrar pela porta do passageiro.
Me olhou, me beijou e já agarrou minha coxa, como se fosse uma propriedade dele. Estávamos um pouco mais falantes no caminho de volta. Mas mesmo assim, falando sobre seus assuntos do seu terceiro dia de curso, ele abriu o ziper de sua calça e me fez bater uma punheta pra ele durante um sinal vermelho. Quando estávamos chegando na minha rua, ele falou:
-- Hoje você dá um jeito de subir depois do almoço.
-- Melhor não. Minha avó pode desconfiar. Nesses dois dias eu fiquei lá embaixo depois do almoço e só subi depois do Caio chegar.
-- Vou dar um jeito nisso. Você vai entender o sinal.
Nao entendi nada, mas nao questionei. Chegamos e novamente desceu do carro, pegou suas coisas no banco traseiro e minha avó que fechava o portão falou que logo o almoço seria servido e chamaria quando estivesse pronto.
Subi as escadas com a bunda rebolando em sua cara de novo.
Ele nem olhou direito e foi como um foguete pra casa dos fundos. Eu entrei em casa, fui pra sala e fiquei pensando na desculpa que daria pra minha avó pra subir depois do almoço.
Nao demorou nada e ouvi a porta se abrir. Assim como eu, Augusto também já entrava na minha casa, sem bater.
Eu estava sentada na sala e ele já estava sem camisa e com seu short tactel azul escuro.,com o volume apontando a ereção em seu short.
Eu tentei conversar, dizendo:
-- Ué, achei que você queria algo só pra depois do almoço.
Disse aquilo com uma cara de sapeca.
Ele notou minha feição de sem vergonha, tratou de colocar seu pau pra fora e já punhetando, falou:
--Vim esperar a Tia Rose chamar.
Eu dei aquela suspirada risonha, olhei pro seu cacete e nem esperei ele mandar. Me ajeitei sentada no sofá, segurei seu cacetão, dei uma bela lambida na cabeça e comecei a mamar... ele movimentava sua pélvis contra o meu rosto, eu entrava em êxtase quando ele forçava uma garganta profunda. Em um momento ele tirou da minha boca e começou a surrar minha cara com força com aquele pau. Logo em seguida, mandou:
-- Chupa as bolas!
Ele arqueou seu corpo e a base do seu pau enorme ficou em cima do meu nariz, passando pela minha testa, enquanto coloquei suas bolas na minha boca... mamei devagar.. nunca havia chupado um saco na minha vida, mas nem pensei em recusar quando pediu. E é óbvio que veio mais uma ordem:
-- Fala que você gosta! Disse ele num tom ofegante.
Tirei o seu saco da mimha boca e perguntei:
--Do que?
-- Fala que você gosta de mamar as bolas do seu primo! Disse bem ofegante.
-- Eu gosto de mamar as bolas do meu primo! Falei, bem submissa.
Eu me sentia uma safada com aquela submissão. Eu estava adorando chupar o saco do Augusto,mas ouvi o berro de minha avó.
Tirei as suas bolas da minha boca, fui até a porta e gritei de volta que iria chamar o Augusto. Ouvi minha avó concordar com um novo berro e voltei pra sala. Augusto já tinha posto seu pau pra dentro. Olhei pro seu rosto e falei:
-- Bora almoçar?
Ele só assentiu com a cabeça, me abraçou e me beijou, apertando minha bunda com força.
Eu não queria descer, mas não dava pra ficar mais tempo.
O almoço foi agradável, como sempre. O jeito carismático de Augusto, prendia a atenção de minha avó. Depois de um gostoso almoço, assim que terminamos de comer, me levantei pra lavar a louça. Augusto se levantou quase junto comigo, dizendo:
-- Tia Rose, queria ficar mais tempo conversando, mas preciso enviar umas coisas pro trabalho e tem uma atividade do curso que preciso fazer pra entregar amanhã. Conversaremos mais no jantar, tudo bem?
-- Claro meu sobrinho, fique a vontade. Quando a janta estiver pronta, nós te chamaremos.
E assim, Augusto deixou a cozinha e foi em direção a escada. Nao notei sinal nenhum e segui lavando a louça. Nao tinha muita coisa e enquanto lavava, pensava em alguma desculpa convincente para falar pra minha avó que precisava subir pra casa... pensei em algo como faxina, lavar roupa... mas nao cheguei a definir, quando vejo Augusto na porta da cozinha dizendo:
-- Prima, o Wi-fi não ta chegando no quarto. Não sei onde reinicia o roteador. Tem como você me ajudar? É que justo hoje por causa do trabalho, preciso da Internet funcionando.
Pois lá estava o sinal do miserável. Eu assenti dizendo:
-- Claro. Só estou terminando de lavar a louça e já vou lá, aquele roteador é enrolado mesmo.
Minha avó que estava na cozinha falou:
-- Não deixe ele esperando. Eu termino de lavar a louça, minha neta. Falta pouca coisa.
Secando minhas maos, ouço Augusto dizendo:
-- Ai gente, desculpe o trabalho que estou dando pra vocês.
Que pilantra, pensei.
-- Tem trabalho nenhum, meu sobrinho. Fique tranquilo. Respondeu, minha avó.
Eu sorri e subi na frente de Augusto, com o bundão balançando.
Assim que chegamos no andar de cima, ele pegou na minha mão e quase corremos até a porta dos fundos. Ainda segurando minha mão, passamos pela porta, Augusto trancou por dentro e fui puxada pro quarto.
Entramos no quarto e ele falou:
-- Agora você vai me pagar aquela sua gozada de hoje cedo.
Minha buceta já estava completamente lubrificada, ele abaixou seu shorts com o pau desesperado, beijou minha boca subindo meu vestido, eu levantei os braços, deixando ele tirar o meu vestido, abaixei a calcinha, me virei pra fechar a porta do quarto que ainda estava aberta, senti um tapa na minha bunda quando ele disse:
-- Rabuda gostosa!
Depois do tapa barulhento, ele pegou em minha cintura me inclinou, me deixando com as maos apoiadas na cama e minha bunda empinada, toda exposta pra ele. Sentia minha xota pingar de tesão quando ele esfregou a cabeça do seu pau na minha buceta... eu ja gemia só dele brincar de esfregar seu pinto nos meus lábios vaginais... mas em segundos ele disse:
-- Pede!
Já ofegante.
-- O que?
Nao sabia exatamente o que queria que eu falasse.
-- Pede pro seu primo socar o cacete na sua buceta!
Ordenou
-- Primo, enfia esse pau na minha xota! Falei quase gemendo.
Menos de um segundo depois da minha frase, ele entrou. Seu pau finalmente estava dentro da minha buceta, mesmo bem lubrificada, aquela rola grossa e gigantesca teve um pouco de dificuldade pra entrar... há semanas eu não fodia com meu marido, entao ouço ele falar enquanto forçava.
-- Caralho, que bucetinha apertada!
Ele forçou mais, segurou com as duas mãos as laterais do meu quadril e começou a forçar o vai e vem... logo aquele aperto foi cedendo e comecei a urrar de tesão. Ele começou foder com força, percebendo o encaixe mais fácil. Eu delirava, sentindo aquele pau enorme entrando fundo na minha buceta, quando ele voltou falar:
-- Tá gostando de foder com o seu primo?
Junto dos gemidos, eu respondi:
-- Muito!
Ele ofegante e com o pau furioso me castigando, seguia falando:
-- Então pede mais!!
-- Primo, me dá mais rola!!
E ele seguiu: -- Toma, sua vadia!! É rola que você quer, né?
Eu com a cara na cama, com a bunda pra cima, sentindo seu caralho me fulminar por dentro, respondia gemendo:
-- Sim! É rola que eu quero!!
Ele bombou mais um pouco e tirou. Parece que tirou pra nao gozar. Antes que eu perguntasse qualquer coisa, ele me virou de frente, deitou minhas costas na cama, levantou minha perna direita e subiu seu corpo. E assim, afastou minha perna esquerda o máximo que pôde e começou a invadir minha buceta com seu pau novamente. Comigo deitada, com a minha perna direita pra cima, apoiada em seu ombro, ele começou a me foder em cima da cama. Aquela posição estava me fazendo delirar... ele socava seu pau grosso na minha buceta quando senti meu primeiro orgasmo. Apertei o colchão com as maos e tive espasmos nas pernas,enquanto gritava de tesâo.
Ele sentiu que eu havia gozado e falou:
-- Gozou no meu pau, né, sua vadia?
-- Gozei. Respondi ofegante.
-- Você sabe por que? Perguntou.
-- Nâo sei, por que? Perguntei
-- É por que você é minha prima vadia!! Fala!!
-- Olhei no seu rosto e enquanto ele enfiava seu pinto na minha buceta pulsando, e falei:
-- Eu sou sua prima vadia!
Aí ele entrou em éxtase e começou a socar com mais força. Mas ele precisava falar mais:
-- Onde tá seu marido?
Respondi ofegante: -- Trabalhando.
-- E você tá fazendo o que agora? Perguntou enquanto socava seu pinto em minha xana.
-- Estou sendo a vadia do meu primo!!
Respondi, gemendo.
Aquelas palavras sujas que saiam da minha boca, me levaram mais uma vez ao orgasmo, nunca tinha gozado tanto em tao curto espaço de tempo. O desgraçado levantou a minha outra perna e começou a bombar na posição de frango assado. Assim que ajeitou o rítimo olhou pra minha cara e disse:
-- Você sabe o que você é agora?
-- Uma vadia! Respondi.
-- Sim, mas agora você também é a puta do seu primo! FALA!! Ordenou num tom mais alto!!
-- Eu sou a puta do meu primo!!
-- De novo!!
-- Eu sou a puta do meu primo!
-- Mais alto!!
--EU SOU A PUTA DO MEU PRIMO!!! Gritei.
Falei gozando de novo. A frase saiu junto con meu orgasmo. Ele sentiu os espasmos e também gritou ao gozar... logo senti minha buceta como se fosse um mar de porra, misturado com meus fluídos.
Ele se deitou do meu lado logo depois que tirou seu pinto ainda duro de dentro de mim. Foram os melhores quarenta minutos da minha vida.
Olhou pro meu rosto, passou a mao no meu cabelo, me deu um beijo...e eu sorri com seu carinho. Antes de levantar, eu falei.
-- É melhor eu descer, vai que minha avó resolve aparecer aqui e encontra a porta trancada.
Ele me deu um novo beijo e assentiu.
Me levantei, peguei minha calcinha e meu vestido no chão, me vesti e antes de sair do quarto, falei com uma cara de safada:
-- A sua puta deve voltar depois que o marido dela for pro bar, jogar sinuca.
Ele deu um sorriso sarcástico e balançou a cabeça assentindo.
Fui à passos largos pra mimha casa, entrei no banheiro, tirei o excesso de porra que ainda gotejava de dentro da minha buceta e por fim, desci pra casa da minha avó, pra esperar meu marido chegar.
Naquele momento, eu era oficialmente, a puta do meu primo!
***E essa foi a quinta parte da série Casada Caindo em Tentação com o Primo. - Com a Narrativa de Janaína
Aproveito para agradecer os feedbacks que recebi nos comentários das partes anteriores. Muito bom saber que estão gostando.
Tentarei postar a próxima parte em breve***