Hoje quero contar do dia em que transei com um negão.
Eu sou casado com mulher, e por isso não sou assumido. Mas nos últimos dias, o desejo é o tesão por um sexo selvagem, e a vontade de me sentir preenchido estavam me consumindo.
Até que o vi no supermercado. No corredor de leite (o que é irônico), ele passou por mim e percebi que estava me olhando. Moreno, 1.85 de altura, sorriso bonito, corpo atlético, cerca de 40 anos. Nós encaramos e ali posso dizer que já sabia que estávamos atraídos um pelo outro. Usei a desculpa de perguntar a ele qual leite ele achava melhor. Ele me respondeu, meio desconfiado, mas sorridente. Conversamos um pouco, e sem saber o que dizer, virei para ir embora.
Nesse momento, ele segurou meu braço e disse as seguintes palavras: “Sei que pode ser inconveniente, mas não tinha como notar a forma como me olhou. O que acha de tomarmos um café?” Nessa hora meu corpo gelou, e a única coisa que eu consegui fazer foi aceitar o convite.
Mil coisas passavam na minha cabeça. Fomos à padaria do próprio supermercado, e ao sentar pedimos dois cafés. Enquanto bebíamos, ele me disse que também era casado, mas que estava muito interessado em mim. O ápice veio quando ele me olhou e disse quase sussurrando: Eu quero comer você, agora. Se você quiser, estarei pronto esperando no meu carro, uma Hilux prata, no estacionamento. Não demore. Ele saiu.
Naquele momento o frio passava pela minha espinha, o tesão subia, e tive que esperar um pouco pra conseguir me controlar. Em seguida fui ao estacionamento e entrei no carro. Quase que instantaneamente ele me puxou e me deu um beijo de perder o fôlego. Tinha uma pegada impressionante. E um volume também.
Não resisti e abri sua calça. Seu pau devia ter 19cm, e com muita vontade engoli ele todo. Mamei ele e ouvi seu gemido me dava mais tesão ainda. Ele disse que ia me levar pra sua casa, e já que não era longe dali, e tomado pelo tesão, fui chupando aquele pau delicioso até chegar lá. Estava duro feito uma pedra.
Quando entramos na casa dele, ele me virou, me colocou de 4, abaixou meu short e cueca juntos, e passou aquela língua deliciosa no meu cuzinho. Não consegui controlar o gemido alto. Ali a putinha que existe dentro de mim já tinha tomado conta.
Puxei ele pro quarto, o mandei deitar e subi por cima dele, colocando meu cuzinho na sua cara enquanto mamava ainda mais aquela pica deliciosa. Foi o melhor 69 da minha vida.
Foi então que ele me colocou de ladinho, abriu minha bunda e roçou seu pau na entradinha do meu cuzinho. Quase que por extinto, eu mesmo pressionei meu rabo naquele pau pois tudo que queria era sentir ele todo dentro de mim. Ele me xingava, dizia que era sua putinha, e que ir me foder gostoso.
Começou a estocar aquela pica dentro de mim devagar primeiro, até eu acostumar. Eu me sentia a maior vagabunda do mundo. Olhei pra ele e sorri, pedindo pra meter mais forte. Ele sorriu e me deu um tapa me chamando de vagabunda. Eu adorei. Fodemos bastante. Ele me colocou de frango assado, meteu forte e me enforcou. E eu só conseguia gemer alto. Ele me colocava em várias posições e eu era só uma boneca, completamente dominada por aquele macho gostoso.
Por fim, me colocou de quatro, e metia no meu cu incessantemente, dando tapas na minha bunda, me xingando exatamente do jeito que eu gosto. No fim, fiz meu pedido mais ousado:
“Enche meu cuzinho de leite”, implorei.
Ele não só atendeu, como depois de gozar, esperou sua porra escorrer, passou o dedo recolhendo uma parte e colocando na minha boca. Ali, gozei sem ao menos me tocar. E a partir daquele dia, passei a ser a putinha daquele negão. Vivemos muitas aventuras, inclusive em menages, comigo usando langeries, enfim.
Histórias pra outros contos.