UM MECANICO EM VACARIA.

Um conto erótico de KLAUDIO
Categoria: Gay
Contém 800 palavras
Data: 18/03/2026 14:47:46
Assuntos: Gay

Voltando da viagem, atendi uns clientes e parei no Hotel, era meio de tarde em Vacaria /RS. Afinal, estava viajando a muitas horas e tinha permissão da empresa para parar e descansar. Quase quatro da tarde eu já estava tomado banho e comecei meu passeio pelo Bate-papo. Sem pretensão nenhuma, apenas por passar o tempo.

Mas, o que tem que acontecer, acontece. Mesmo com poucos participantes, logo apareceu um tal de José. Disse também estar passando o tempo, devido a chuva.

Estava sozinho na mecânica, onde é proprietário e reformador de carro.

Cara bem apresentado, uma idade boa e um corpo até desejado. Casado, mas esposa pouco o procurava para sexo e ele, fogoso como era, queria sempre. E raramente ela liberava a porta dos fundos para ele. Por isso, à vezes, se aventurava no BP. Eu disse que passava o tempo e as vezes, me aventurava a ser psicólogo de maridos carentes e de cacete gostoso.

Foi quando então, ele me propôs ir ao seu encontro, na oficina. Disse que não poderia vir ao hotel, pois era conhecido na cidade. Mas lá, tinha um certo ambiente que eu poderia, se quisesse, mamar ele e quem sabe, ele poderia me comer.

Nesse momento, eu tive que pensar muito. Afinal, tudo aquilo estava ficando arriscado. Mas, era a única oportunidade que eu tinha. Concordei. Ele me passou o endereço e disse que em 30 minutos eu chegaria lá .

Vesti uma calcinha vermelha de renda e meia 7/8 para ser mais puta e logo estava eu, entrando na oficina de José.

- Ola. Seja bem vindo.

- E ENTÃO, O QUE VAMOS FAZER? SOU DE POUCAS PALAVRAS. E JÁ VIM PRONTO.

José me levou para a sala preparada, com um sofá dobrável.

- Pode ser aqui, no sofá?

Sentei no sofá e ele foi ao banheiro para tirar a roupa. Disse ter tomado um banho pouco antes de chegar, mas que preferia relavar o pau. Era notório pelo cheiro de sabonete que tinha naquele corpo pouco peludo.

- POSSO ME PREPARAR? Perguntei a ele.

-Sim. Vou demorar uns dois minutos aqui.

Uns três minutos ficou lá dentro. Tempo pra eu pensar no que fazer. E fiz.

Logo ele voltou pelado, balançando o cacete para todos os lados.

Me viu sentado no sofá, calcinha vermelha enfiada no rabo, meia renda 7/8 e uma máscara de óculos no rosto. Era minha fantasia se concretizando mais uma vez.

-Nossa, você veio a caráter. Estilo putinha.

- ME CHAME DE PUTINHA.

José me apresentou seu cacete grosso e de cabeça pontuda com pentelhos aparados. Aproximou de meu rosto e passou em meus lábios.

- Pode chupar. Chupe o quanto quiser. Era isso que vc queria??

-SIM. Respondi antes de abocanhar de uma só vez aquele pau carente. Até poderia adivinhar o quanto o cacete não encontrava a bucetinha lisa da esposa dele.

- Delicia de chupada. Chupa minha putinha. Duas decida no pau dele e já estava duro demais. Babei bastante, para descer minha boca e ele socou fundo. Como se quisesse furar minha garganta.

- Porra, assim eu não aguento. To na seca e acho que vou gozar logo.

-NÃO ESTRAGA MEU TESÃO. AGUENTE UM POUCO MAIS .

E ele aguentou. Fodeu minha boca até o limite de minha garganta e eu chupei ele até as bolas.

- Fica de quatro, minha putinha. Se for pra gozar, quero gozar dentro desse cuzinho.

No sofá mesmo eu me ajeitei e aguardei a entrada do cacete. O que recebi foi uma linguada de cima a baixo em meu rego e logo a ponta encapada do cacete, com gel, encontrou meu cuzinho e sem muita cerimonia , forçou a entrada.

- Oh rabão... falou enquanto escorregava para dentro.

Rebolei devagar quando senti todo o cacete enterrado. Esfreguei minhas nádegas nos rentes pentelho dele, demonstrando que estava gostando. Cadenciei uma dança devagar, jogando a bunda pra cima e para baixo, levando meu empalador a ficar alucinado. Ele me segurava pelas ancas e socava mais forte.

Apenas pude baixar a cabeça e receber as estocada por uns minutos.

Mas, devido a seca de sexo, José logo tremeu e enterrou tudo o que tinha e deixou no fundo da caminha, seu gozo.

-Po cara. Queria segurar mais. Mas seu cuzinho piscando em meu pau, me forçou o gozo. Delicia mesmo.

Apenas tirei a camisinha do pau e com a boca, limpei aquele cacete. Mesmo estando no tesão danado, eu sabia que aquela trepada era o que eu ele precisava. E eu também. José foi ao banheiro lavar e secar o pau e quando retornou eu estava pronto para sair. E Assim eu fiz, sem falar nada. Apenas me despedi com um olhar de agradecimento. José não sabia o que esperava depois dessa transa. Eu sabia o que tinha conseguido. Ele não só havia gozado. Ele tinha literalmente se acabado em mim.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive NINA - KLAUDIA a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de NINA - KLAUDIA NINA - KLAUDIA Contos: 76Seguidores: 29Seguindo: 1Mensagem * Sou tal qual muitos, buscando por prazer, com segurança* ESTÁ AFIM??? ENTRE EM CONTATO. SOU DISCRETO E VOU TE RESPONDER - CTBA/ PR

Comentários