A colega de faculdade bonitona.

Um conto erótico de Hugo
Categoria: Heterossexual
Contém 978 palavras
Data: 18/03/2026 14:11:21

A Grazy era minha colega de faculdade, eu sempre tive atração por mulheres do meu convívio, primas, amigas, colegas de trabalho e dos estudos, da academia. Sempre foi assim, tinha muito mais vontade de comer uma amiga "pangaré" lá da roça do que uma panicat por exemplo. Mas a Grazy era diferente, em dois sentidos, primeiro porque ela era um avião, loira natural, alta, corpão e rabão e segundo porque convivia muito com ela, dei carona pra ela nos primeiros semestres, e não tinha química nenhuma entre nós. Acho que o meu desinteresse era porque eu sabia que estava fora do radar dela, eu sempre fui bonito e tal, mas era pé-rapado, e ela era interesseira assumida, desde que a conheci ela namorava um coroa empresário.

Já estávamos lá pelo décimo semestre que ela plantou uma sementinha, ela soltou perto de mim que quando estava sozinha, ficava completamente pelada em casa, eu conhecia a casa dela devido às caronas, perguntei se os vizinhos não viam pelas grades do portão, ela disse que deviam ver, mas que o bairro era tranquilo. Isso já me deu um puta tesão, topar com um mulherão daquele peladona devia ser bem agradável. Fui percebendo que ela oscilava entre dias em que estava com fogo no rabo e dias que estava mau humorada. Quando via que ela tava quente eu soltava um monte de putaria perto dela, e ela gostava do assunto, soltei que as mulheres diziam que meu pau era bonito. Nem pensava em comê-la, como eu disse, ela só largaria o corou por outro cara mais rico (o que realmente aconteceu no futuro), mas esse papo era gostoso. Outra vez ela soltou, que não entendia porque as mulheres não gostavam de tomar no butico. Tentou se justificar dizendo que, se os gays gostavam então deveria ser bom. Nessa época ela quase não tinha amizades na turma, principalmente entre as mulheres, ela tinha um perfil meio conflitiva e a ganância dela afastavam as pessoas. Eu não ligava pra nada, nessa época eu tava sempre enrolado com 2 ou 3 mulheres, às vezes 4, raramente só uma, só me preocupava em passar nas provas, a última coisa que queria era rolo com mulher comprometida, conhecia até o namorado dela (gente boa, não merecia o que aconteceu).

Fomos para o estágio em traumatologia, ou seja, as bagaçeiras. Eu preocupado, estudei muito. Dei novamente carona pra ela. Quando descemos do carro no estacionamento, ela pediu para mostrar pra ela onde era o ponto em que se avalia abertura anterior da pelve. Eu toquei em mim, um pouco acima do pênis. Ela pediu então que eu mostrasse nela, enfiei um pouco a mão na calçada dela e toquei em cima do ponto, certinho.

- É aqui.

Ela: - acho que é mais pra baixo.

Eu: - acho que não.

Ela: - acho que s...

Antes dela responder novamente eu saquei e fui abaixando até meus dedos encontrarem buceta dela. Abri levemente com os dedos indicador e e anelar e passei a dedo médio bem no meio dos pequenos lábios. Abaixei mais um pouco e enfiei do dedo bem fundo na buceta encharcada dela. Vimos que alguém se aproximava, nos recompomos e fomos para o hospital.

O dia foi pauleira, nem tive como perguntar: "O que foi aquilo lá no estacionamento?". Quando saímos ela só falou rapidamente que o namorado dela iria buscá-la e eu fiquei só na punheta naquele dia.

Quando voltamos à faculdade ela me tratava friamente, eu até pensei: o que ela queria que eu fizesse? Botasse o mangote pra fora e tentasse comer ela lá mesmo?... Depois desencanei, descontei tudo no toba de uma das piriguetes que eu pegava, a única que dava o cú e tratava a Grazy da mesma forma que tratatava qualquer uma. Até que num dia, ela me pediu ajuda com uma matéria. Eu pensei, tomara que ela esteja pelo menos pelada quando eu chegar lá. E não estava, mas estava linda. Eu fui logo falando bobagem pra quebrar o gelo. Foda-se quero pelo menos que não seja um clima de velório.

- Achei que ficasse pelada em casa.

- Posso ficar se você quiser.

- pode ficar então.

- Wooolll.

Aquele mulherão estava pelada bem diante dos meus olhos, somente um filetinho de pêlos na buceta rosinha dela. E ela gargalhando da minha reação. Quando ela se virou que eu vi aquele rabão incrível, eu não resisti, agarrei ela por trás. Ela prontamente, foi se afastando.

- Aqui não.

- Aqui não.

Pegou apenas a bolsa, o vestido, e sentou completamente pelada no banco do passageiro do meu carro.

Levei ela para um local aqui na cidade, que funciona como um mirante, acho que poucos o vêem dessa forma, pouquíssimos vão lá, mas dá para ver a cidade toda.

Descemos do carro e fomos nos beijando na boca e nos agarrando. Essa parte é boa demais. Logo eu também estava pelado. Ela se deitou no capô do meu Paliozão e eu chupei a bucetona dela com as pernas arreganhadas, dei umas lambidas no cu também mas elas não deixou mais. Ela se debruçou sobre o carro e eu peguei ela por trás, que bucetona gostosa e suculenta que ela tem, ela parecia gozar, e gozar novamente, minha rola pulsava dentro daquela buceta carnuda. Gozei feito um cavalo dentro daquela bucetona. Trocamos mais alguns beijos e fui levála de volta. Quando parei o carro ela disse:

- Não vai me ajudar com a matéria?

- Putz, tem a matéria.

- É, tem a matéria!!

Ela, que ainda estava pelada, continuou pelada. Sugeriu que eu ficasse pelado também, eu obviamente fiquei e passamos uma agradável tarde pelados conversando sobre avaliação do paciente no trauma.

Por fim ela revelou que só deu pra mim porque ficou curiosa pra ver se meu pau era bonito. Depois de anos fiquei sabendo que ela e o marido frequentavam casas de swing. Não sei se já frequentava nessa época.

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