IRMÃ DO MEU AMIGO, PUTINHA DA IGREJA PT 2

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 1349 palavras
Data: 18/03/2026 11:41:28

No outro dia eu acordei com a cabeça um nó só. Parecia que alguém tinha mexido no meu cérebro com uma colher. A imagem da mão dela apertando meu pau no carro, o sorrisinho safado, o jeito que ela fingiu que nada tava acontecendo... aquilo rodava na minha mente sem parar. Eu ficava deitado na cama, olhando pro teto, pau duro de novo só de lembrar, e pensando: “Murilo, isso é loucura total. Ela namora o Luis Carlos, canta na igreja, é tudo errado”. Mas o corpo não obedecia. Eu queria mais. Queria ela de um jeito que eu nunca quis ninguém.

O ensaio da banda era só no sábado à tarde. Faltavam quatro dias longos pra caramba. Eu não ia aguentar esperar. Fiquei andando de um lado pro outro no quarto, tentando me convencer que era melhor esquecer, mas não rolava de jeito nenhum.

O Anderson mandou um SMS (na época era só isso mesmo): “Mano, tô no papo com duas meninas daquela igreja que a gente foi. Elas tão afim, quer o número de uma?”. Eu respondi um “depois vejo”, mas nem tava ligando praquilo. Eu só pensava na Karem.

Foi aí que me veio a ideia. Ela fazia cursinho de enfermagem à noite, três vezes por semana, num prédio no centro. O Anderson tinha comentado uma vez. Tinha um curso de informática básico no mesmo horário, no mesmo lugar. Liguei na hora pra secretaria, me matriculei, paguei a taxa com o cartão da minha mãe (depois eu devolvia), e já começava naquela mesma noite.

Cheguei lá nervoso, coração acelerado. A sala era apertada, ventilador barulhento, uns 20 alunos. Eu ficava olhando pro corredor toda hora, esperando ver ela passar. No intervalo, saí pro pátio só pra respirar um pouco. E lá estava ela, do outro lado, conversando com o Luis Carlos. Ele com a mão na cintura dela, os dois rindo. Meu peito apertou forte. Achei que tinha perdido tudo de vez. Ela nem me viu. Desisti, peguei a mochila e fui embora.

Mas quando saí de moto, vi ela sozinha no ponto de ônibus. Sozinha. Sem o namorado. Sem ninguém.

Meu coração disparou de novo.

Parecia que o destino tava me dando uma chance.

Eu parei a moto do lado dela, tirei o capacete. “Oi, Karem. Tá esperando o quê?”

Ela olhou pra mim, deu aquele sorriso que me deixava sem chão. “Meu pai. Ele vem me pegar de carro, mas às vezes demora. Senta aqui do meu lado.”

Eu sentei no banco do ponto, bem pertinho dela. As pernas tremendo um pouco. Comecei a puxar assunto bobo: “Ei, aquele hino ‘Mais Perto Quero Estar’, você canta bonito demais. E ‘Raridade’ também... nossa, fica perfeito na sua voz.”

Ela riu baixinho, olhando pro chão. “Você fica reparando na minha voz, é?”

“Fico. Fico reparando em tudo.”

Ela virou o rosto devagar e me olhou bem nos olhos. “Não vai perguntar mais nada?”

Eu engoli em seco. “Perguntar o quê?”

“Por que eu fiz aquilo no carro ontem.”

Meu rosto queimou. “Por quê... por que você fez aquilo no carro?”

Ela deu um sorrisinho lento, daqueles que vão crescendo e deixando a gente louco. “Porque eu quis. E quero de novo. Muito.”

Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, a mão dela já tava na minha coxa. Subiu devagar, apertou por cima da calça. Meu pau acordou na hora, endurecendo rápido, crescendo dentro da cueca. Ela massageava devagar, sentindo o formato todo, apertando a cabeça com o polegar, depois descendo até a base e subindo de novo.

“Aqui no meio da rua?”, eu falei, voz saindo rouca, olhando pros lados com medo.

“Que que tem?”, ela respondeu, rindo baixo, voz manhosa. “Ninguém tá olhando. E eu gosto de ver você assim... todo duro por mim.”

Ela apertou mais forte, subia e descia a mão inteira agora, sentindo ele pulsar contra a palma. Eu tava louco, pau latejando forte, marcando na calça jeans, babando pré-gozo na cueca. Ela apertava a cabeça com os dedos, massageava em círculos, depois voltava a bater devagar. Eu mordi o lábio pra não gemer alto.

De repente, vi luz de farol vindo devagar pela rua. “Carro vindo.”

Ela nem tirou a mão de primeira. Só quando o Corcel azul do seu Adenor encostou mesmo, ela soltou devagar. “Se esconde.”

Eu me abaixei rápido, fingindo amarrar o cadarço. O carro parou. Seu Adenor abriu a janela. “Entra, filha.”

Karem se levantou, abriu a porta de trás, mas antes de entrar, se abaixou e deu um selinho na boca do pai. Na boca. Demorado. Lábios colados uns segundos, como se fosse normal.

Meu estômago revirou. Seu Adenor, o homem sério da igreja, o policial aposentado que todo mundo respeitava... dando selinho na própria filha?

Eles saíram. Eu fiquei ali, parado, olhando o carro sumir na escuridão. Confuso pra caralho. “Que porra é essa?”

Resolvi ir atrás. Liguei a moto, mantive distância. Não era pro caminho da casa deles. Pegaram uma rua lateral, foram pro campinho velho, aquele com o vestiário abandonado de time de várzea. Lugar escuro, sem luz, ninguém passava ali à noite.

Eles pararam o carro atrás do vestiário, bem escondido.

Eu encostei a moto num matagal uns 50 metros antes, desliguei o farol, tirei o capacete e fui a pé, pé por pé, coração na garganta. Cheguei perto, me escondi atrás de uma pilha de tijolos velhos e espiei.

A porta de trás do carro tava aberta. Luz interna acesa. Karem de joelhos no chão de terra, entre as pernas do pai. Ela tava chupando o pau dele com uma vontade louca. Engolia tudo, tirava devagar, lambia a cabeça inteira, depois enfiava de novo até a garganta. Olhava pra cima e falava: “Tá gostando, papai? Gosta de ver sua filhinha te chupar assim? Gosta da boquinha da sua menina?”

Ela batia punheta forte enquanto chupava, segurava a base com violência, apertava, depois lambia as bolas, voltava pra cabeça e engolia tudo de novo. A pegada era bruta, quase agressiva. Ela puxava o pau pra fora, batia na língua dela, depois enfiava fundo, gemendo baixinho. Seu Adenor gemia rouco, mão na cabeça dela, guiando o ritmo, empurrando um pouco mais fundo.

Eu tava em choque total. Paralisado. A menina que eu era apaixonado, a que cantava hinos com voz de anjo na igreja... ali de joelhos, chupando o próprio pai como se fosse a coisa mais natural do mundo. E ela tava no comando. Ela decidia o ritmo, apertava, lambia, falava sacanagem.

Ela parou um segundo, olhou pra ele: “Papai, quer me fuder hoje?”

Ele respirou fundo, voz tremendo. “Hoje não, filha. Estamos atrasados. Sua mãe já fez janta.”

Ela fez biquinho, voz manhosa: “Mamãe não liga. Vem comer meu cuzinho... você gosta tanto de meter no cuzinho da sua filhinha.”

Meu Deus. Ela dava o cu pro próprio pai. E pedia com aquela voz doce, quase infantil.

Ele balançou a cabeça. “Não, filha. Vamos embora. Amanhã a gente vê.”

Eles começaram a se ajeitar. Eu me abaixei mais, coração disparado. Mas na hora de sair correndo, o capacete que eu tava segurando na mão escorregou. Caiu no chão.

Puta que pariu.

Eu pus o pé em cima na hora, abafou o barulho. Ficou ali, em cima do meu pé. Meu coração quase explodiu. Fiquei imóvel, suando frio.

Karem olhou pro lado. Eu juro que ela viu o capacete vermelho brilhando um pouco na luz fraca do carro. Ela parou uns segundos, olhos fixos na direção. Mas não disse nada. Só entrou no carro, fechou a porta. Seu Adenor ligou o motor e eles saíram devagar.

Eu fiquei ali uns minutos, tremendo inteiro. Peguei o capacete, corri pra moto. Voltei pra casa com a cabeça girando.

Aquela noite eu não dormi quase nada. Fiquei pensando: quem era aquela menina de verdade? A Karem da igreja? Ou essa que chupava o pai com tanta vontade, batia punheta violenta e pedia pra levar no cu?

E o pior: mesmo depois de ver tudo aquilo, eu ainda queria ela. Queria aquela boca. Queria sentir ela chupando assim pra mim.

Por pouco eu não fui pego.

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