A FAXINEIRA TITULAR

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Heterossexual
Contém 999 palavras
Data: 18/03/2026 10:39:18
Assuntos: Heterossexual

Recado de Fernanda, minha faxineira assexuada: preciso falar com você pessoalmente. Posso dar um pulinho no seu apartamento hoje à tarde? Cismei: que diabos estaria acontecendo? Mil e duzentas hipóteses, cada uma mais estapafúrdia que a outra, passaram pelo meu conturbado cérebro. Mas respirei fundo, procurei manter a calma, fiz um breve retrospectivo em busca de alguma merda que eu pudesse ter feito, e, nada constatando, respondi na tranquilidade: “Tudo bem, pode ser hoje à tarde”.

Uma manhã cheia de trabalho, compromissos e estresses profissionais, e deixei de pensar em o que minha colaboradora poderia querer falar comigo, de tão urgente. Almocei, fui para casa, despi-me e até sesteei, acordando com o interfone me avisando de sua chegada. Momentos depois, a campainha anunciou sua presença. Abri a porta e…

Takiparil!… Como Fernanda estava gostosa! Sem a roupa de trabalho, estava enfiada numa saia curtinha, expondo as grossas e aveludadas coxas, e realçando a bunda grande; uma blusa super decotada enfatizava a delícia dos seios, cujos mamilos proeminentes me certificaram não haver sutien. O cabelo molhado, ela toda rescendia a frescor. Para mais observação ou dizer alguma coisa, não tive tempo, porque ela literalmente se jogou em cima de mim, grudando seu corpo ao meu, sua boca à minha, sua língua vadiou sobre a minha, num beijo como poucos que experimentei até hoje.

Tomado de surpresa, mas adorando, fechei de qualquer jeito a porta e me agarrei àquela mulher, minha rola já completamente tomada pelo tesão e rígida entre suas coxas. Decerto haveria uma razão para aquele inusitado comportamento, explicação que naturalmente viria a seu tempo, porque o tempo agora era de agarração e safadeza.

Logo retirei sua blusa, que me revelou seios médios, apropriados a uma mulher de quase quarenta anos - eu nunca os tinha visto; baixei sua saia minúscula e uma calcinha também diminuta cobria o mínimo de uma buceta que manchava aos pingos a peça íntima. Arrastei-a para o quarto e nos jogamos na cama, ela agarrada firmemente ao meu pau, depois sugando-o com furor, rabão pra cima, mostrando-me o fio dental da calcinha sobre o buraquinho do cu, e o vazamento de tesão da xoxota.

Num movimento de malabarismo, joguei-a de costas sobre a cama e fui descendo minha boca pelos seios rígidos, e chegando à buceta alagada. Gostosura infinita, chupei, suguei, me lambuzei, enquanto ela se remexia e gemia, numa agonia boa. Voltei para sua boca, com a minha toda melada de seu lubrificante e ela experimentou seu gosto na minha língua, enquanto meu pau se enterrava facilmente em sua buceta. Ela gania e dizia safadezas, que me faziam mais e mais me excitar. As estocadas e nossos sons descontrolados eram a trilha sonora ideal de nossa batalha libidinosa, até quando ela explodiu, num grito gutural de fêmea que goza e num espasmo de corpo que a fez se retesar inteira.

Na iminência de eu também gozar, retirei-me dela, ficando minha rola, brilhante de seu líquido, palpitando, ansiosa, entre nossos corpos. Ela ofegava e exibia um sorriso que era pura felicidade. Foi se acalmando, aos poucos, nós dois abraçados, sentindo o calor de nossos corpos e o coração descompassado pelo esforço da trepada. Deitados lado a lado, ela foi falando, como se fosse a continuação de uma conversa anterior, que nem existiu:

“Recebi alta das minhas sessões de terapia e terminou o tratamento com os remédios. Voltei a sentir tesão”. Mas, igual a uma represa rompida, a retomada de seu apetite sexual foi avassalador, como a compensar tanto tempo em que estivera adormecido. Contou-me que, na primeira siririca que tocou, após a alta, quase que ela se arrebentava toda de prazer. “Foi quando Sueli chegou e me contou que vocês se pegaram, e fez questão de entrar em detalhes. Meu corpo teve uma reação tão forte, que não me segurei e agarrei Sueli, e fiz ela me comer por todos os buracos… A coitada nem entendeu direito o que estava acontecendo. Só que, ao gozar duas vezes com ela dentro de mim, eu não estava satisfeita e meu priquito exigia mais rola. Foi aí que me comuniquei com você.”

Eu estava estupefato com aquele relato, e cada vez mais convencido de que nada que rolasse com uma ou com outra ficaria entre nós - elas eram íntimas confidentes. Mas minha rola, ainda tesa e pulsante, gritava que precisava gozar, e essa narração de Fernanda deixara-a ainda mais indomável.

Seguindo puramente meus instintos, virei Fernanda de bruços e deliciei meus olhos com aquele bundão e aquele cuzão piscando, no qual caí de língua, sugando o mel que descia em abundância de sua buceta. Ela voltou a gemer forte e não mais me contive: enterrei minha vara naquele buraco delicioso e receptivo, que me engoliu por inteiro, quente, apertado e lubrificado que estava.

Estoquei-a aos gritos (dos dois) e ela remexia os quadris sinuosamente, até que finalmente explodi intensamente, derramando, aos jatos, meu suco no seu rabo. Ela gozava mais uma vez, acompanhando meu orgasmo. Após a última golfada, meu pau ainda se manteve duro e enterrado em seu cu, enquanto eu praticamente desfalecia sobre suas costas suadas e perfumadas.

Alguns minutos depois e Fernanda se remexia de novo, onça acesa, a querer mais vara. Eu não sabia se teria competência para outra rodada, então mergulhei minha boca sobre sua buceta e ela gemia loucamente de novo, até que a fiz gozar violentamente mais uma vez.

Encaminho-nos ao chuveiro, aos abraços, amassos, desejos e beijos, onde mais uma vez ela gozou num oral caprichado que lhe apliquei. Esparsos comentários, cheios de segundas intenções, mas sem avançar para nova foda (eu não daria conta, com certeza), e concluimos nosso banho. Ela se vestiu e se dirigiu à porta. Acompanhei-a, abraçamo-nos mais uma vez, beijamo-nos… Ela desgarrou de mim, olhou-me nos olhos, sorriu, e, com os olhos brilhantes, apenas disse: “Obrigada, Cláudio! Muito obrigada!” Apertou-me mais uma vez contra seu corpo, e, ao transpor a porta, concluiu: “Quando precisar de faxina, só chamar!”

E desceu as escadas, lépida e fagueira…

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