***Essa é a quarta parte da série: Casada Caindo em Tentação com o Primo! - Pela narrativa de Janaína
Para uma melhor imersão, sugiro que leia as partes anteriores.***
Chegamos na cozinha de minha avó para jantar, meu pai e minha avó já estavam sentados a mesa nos esperando. Talvez, mais um pouco e eles subiriam pra nos chamar e me flagaria naquela posição indígna.
Mas a sorte parece estar do meu lado nesta semana. Tudo acontecendo para meu primo conseguir o que ele quer... no jantar, eu tentei ao máximo agir com a maior naturalidade possível, meu pai puxava assunto e eu tentava interagir normalmente, até conseguia, mas logo meu olhar encontrava o de Augusto e eu já me lembrava do gosto da sua porra... da forma com que ele apertava a minha bunda de fora, e claro, do seu pau enorme ereto por minha causa.
Tudo isso com meu marido jogando sinuca no bar... tadinho... ele não merece isso. O que estou fazendo essa semana? Eu nunca fui uma mulher infiel, mas esse meu primo está testando meus limites... por sua causa, eu corro o risco de estragar a vida estável que tenho meu marido e minha família.
O melhor a se fazer, é evitar ao máximo às investidas de Augusto. Mas como? Amanhã vou levá-lo e buscá-lo no curso... e se eu não resistir ao jeito que ele me trata? Me deixando tão submissa aos seus desejos. Em dois dias, avançamos tanto nessas safadezas, que o pior pode acontecer o quanto antes.
Ficamos um tempo na cozinha, lavei a louça pra minha avó, guardei as coisas, mas claro que com meu pai na cozinha, Augusto não tentou nada.logo meu marido chegou, já era umas oito e quarenta. Ele passou pela cozinha e eu falei que iria subir junto, deixei os demais conversando. Mas antes, falei pra Augusto que o esperaria às sete da manhã. Ele assentiu e agradeceu.
Subi com Caio, ele falava do campeonato, que ganhou os dois jogos e que amanhã teria mais. Se continuasse assim, se classificaria pra final.
Eu escutava aquela baboseira, mas com um tesão me consumindo. Logo tomei banho, vesti meu babydoll branco justinho, pra tentar aproveitar meu marido pra que apagasse meu fogo. Mas assim que saí do banho, ele estava deitado na cama sonolento... tentei puxar conversa mas ele dormiu no meio de uma resposta.
Cara, eu sei que meu marido é trabalhador e que nao tem nenhuma culpa pelo que está acontecendo, mas ele também não colabora. Há semanas não me procura, sequer me toca. Eu fiquei frustrada, fui pra sala e comecei a tocar uma siririca. Me aliviou um pouco, mas eu precisa de sexo... Aquele meu primo mexeu com meus hormônios de tal forma, que se Caio seguisse sem querer nada, eu iria pra um sexshop comprar um consolo ou um vibrador... só meus dedos já não me saciavam. Pensei na loucura de legar Caio dormindo, sair de fininho e ir pros fundos, ver se Augusto estava acordado e disposto pra apagar aquele incêndio na minha buceta que ele mesmo criou. Mas achei que era arriscado demais. Caio nunca acorda no meio da noite, mas vai que isso acontece justamente num momento desse?
Fui dormir com a xana pulsando, me lembrando de tudo o que acontecera naquele dia.
Já na terça-feira, acordei com o despertador do celular. Como no dia anterior, me levantei, e já havia notado que Caio tinha saído pro trabalho... tomei banho, borrifei um perfume, me olhei nua no espelho, me senti muito gostosa e óbvio que imaginei Augusto... senti vontade de me tocar, mas nao tinha tempo. Coloquei um vestidinho solto, de cor roxa, com umas estampas amarelas, ele ia até a metade das coxas. Olhei no relógio e já eram quinze pras sete. Tentei ficar em casa até o horário combinado com Augusto, mas a tentação venceu. Abri a porta, saí pro corredor estreito e caminhei até os fundos. Hesitei um pouco, mas olhei no relogio do celular e ja era seis e cinquenta. Não aguentei e bati na porta e assim ouvi aquele seu "Entre" dessa vez vindo do quarto.
Passei pela cozinha e fui no sentido do quarto. Assim que entrei, ele parecia ter acabado de tomar banho e estava usando só uma cueca box preta, disse num tom surpreso:
-- Bom dia, prima. Chegou mais cedo hoje.
-- É, pra te apressar. Antes que minha avó grite la debaixo que o café está pronto.
-- Já estou quase pronto, só preciso me vestir. Alias adorei esse seu vestidinho.
-- Deixa de besteira, primo. Você conseguiu terminar a atividade que precisa entregar hoje?
Perguntei aquilo para tentar agir normalmente, sem que ele percebesse que estava cheia de tesão, lhe vendo somente de cueca.
-- Consegui sim. Agora tem essa atividade que preciso continuar..
Ele falou aquilo e veio pra cima de mim... me pegou pela cintura e logo estava encoxando minha bunda, me segurando pela cintura. Eu deixei por alguns segundos, mas falei:
-- Para con isso, Augusto. A minha avó vai aparecer aqui. Se veste logo.
Ele sabia que nao tínhamos muito tempo, mas mesmo assim, ainda me fez um pedido:
-- Eu paro, mas você precisava falar! Disse ele, ofegante.
-- Falar o que, criatura? Perguntei
Ele subiu o meu vestido, tirou a jeba pra fora e respondeu, até mais ofegante:
-- Falar que você gosta que eu esfregue meu pau na sua bunda!!
Ele começou a esfregar o pau na minha bunda... instintivamente ao sentir aquilo, eu até dei uma empinada enquanto ele esfregava, mas logo falei.. olhando pra tras em direção ao seu rosto:
-- Eu gosto que você esfrega seu pinto na minha bunda!
Nao permiti que continuasse e dei um passo a frente, falando que agora era pra se trocar, antes que minha avó chamasse.
Ele assentiu, respirou fundo, mas antes que eu abaixasse o vestido, ele deu um tapa na minha bunda... fazendo um estalo alto, ainda falou na sequência:
-- Nossa, olha como balançou gostoso...
Depois caminhou pra pegar suas roupas e ainda me olhou dizendo:
-- Você é muito gostosa, prima. Muito!
Eu dei um sorriso que nao consegui segurar, antes dele vestir a calça jeans azul escura, ainda notei o volume do seu pau dentro de sua cueca. Logo ele vestiu uma camisa branca abotoada e fomos até a sala, ele pegou suas coisas e fez um sinal para descermos. Saímos pelo corredor, dessa vez eu nao dava passos rápidos, andava praticamente ao lado dele e antes de chegarmos à escada, ele apertou minha bunda, e me deu um sorriso safado... eu tentei segurar, mas retribuí o sorriso com o canto da boca.
Descemos às escadas e minha avó já nos esperava com o café pronto à mesa.
Tomamos o café, conversando normalmente, até meu pai se juntou à nós, porém, saímos antes, pois Augusto entraria às oito no curso e meu pai ainda tinha mais tempo pra ir pro seu trabalho.
Fez o mesmo ritual, jogou suas coisas no banco traseiro e sentou-se no banco do passageiro. Nos primeiros minutos, eu conduzia normalmente o carro, enquanto ele falava sobre sua aula que iria começar em breve. Até imaginei que nao aconteceria nada demais durante o trajeto... mas pensei errado... senti sua mão nao minha coxa e comigo de vestido, ele tinha o acesso mais livre do que ontem com o short. Sua mão grande apertava minha coxa grossa, mas seus dedos flertavam com minha virilha. Logo ele sentiu a calcinha, eu já estava molhada. E entao falou:
-- Meu Deus, se eu sentir isso agora eu perco a aula.
Disse num tom baixo, mas direto.
Eu entao baixei sua mao até a coxa e falei:
-- Entao pare com isso e me deixe dirigir.
Ele assentiu e continuou segurando minha coxa. Logo tirou a mao, e imaginei que era pra mexer no celular, mas do nada o vejo manuseando seu pau grosso. Eu olhei meio assustada, ele me encarou e eu nao consegui segurar o suspiro risonho... e entao ele falou:
-- Pega, Janaína!
Eu olhei já muito excitada, mas respondi:
-- Estou dirigindo...
Mas parece que a sorte desse rapaz é infinita... logo paramos num semáforo e entao ele pegou minha mão e levou até seu pau. Eu segurei e entao ele disse ofegante:
--Bate!
Eu comecei um movimento de forma lenta, sentindo aquele pinto massivo e duro feito pedra indo pra cima e pra baixo lentamente, mas ele sabendo que o semáforo iria abrir, pegou em meu braço, pouco acima do pulso e começou a movimentar rapidamente... conduziu a velocidade da punheta pelo meu braço. E eu deixei, segurando com firmeza, mas batendo no rítimo que ele queria.
Logo o semáforo abriu e eu voltei a conduzir o carro, tirando a mao do seu pau.
O caminho até chegar à universidade tem uma rua isolada, nao era um trajeto longo, mas eu queria sentir aquele pinto novamente na minha mão, antes que ele o colocasse pra dentro. Entao, assim que o carro chegou nessa rua, eu desacelerei a velocidade e voltei a pegar em seu pau... dessa vez sem que ele mandasse, e batia com rapidez aquela piroca imensa. Conduzia o carro só com a mão esquerda no volante, batia uma punheta pra ele com a mao direita e ainda olhava para minha mão esquerda no volante, com a aliança dourada que uso desde que me casei com Caio. Mas logo avistamos a federal e larguei novamente seu pinto, ele o colocou pra dentro e se ajeitou. Estacionei o carro em frente a fachada, falando:
-- Tá entregue!
Ele me olhou e disse:
--Até meio-dia! E aproximou seu rosto para me dar um beijo. Mas dessa vez, seu beijo nao foi no rosto. Ele veio na minha boca. Um selinho, mas me deu um segundo beijo onde senti sua língua. E ainda um terceiro, um pouquinho mais demorado. Assim, desceu do carro, pegou suas coisas no banco de tras e fechou a porta. Ainda o vi caminhando pra entrar pra universidade e percebi que naquele momento, ele já havia notado que eu estava entregue àquela situação. Ele já sentia que eu era dele. Já havia tomado minha posse.
Conduzia o carro de volta pra casa com meus pensamentos cheios de safadeza, misturada com remorso. Eu sabia que tudo aquilo era errado, mas não queria parar. Ceder às vontades de Augusto, estava me deixando em um grau de excitação extrema. Cheguei em casa, e fiquei de papo com minha avó na cozinha, ajudei ela picar alguns legumes e assim meus pensamentos se acalmaram um pouco. Mas o relógio trabalha sem descanso, logo chegou o horário de ir buscar aquele primo degenerado. Ainda sozinha no carro, passei pela mesma rua onde conduzi devagar, lembrei da punheta que bati pra ele, sem que me pedisse. Tocava uma pra ele, olhando pra minha aliança na mão esquerda.
Então cheguei ao meu destino e logo avisto Augusto se aproximando do carro. Novamente ele abriu a porta traseira, jogou suas coisas no banco e entrou pela porta do passageiro.
Assim que se sentou, me deu novamente um beijo... sem pedir... apenas beijou, como se fosse meu homem.
Fui saindo con o carro e perguntei sobre sua segunda aula. Ele falou que foi mais legal que a primeira, que aprendeu mais coisas... mas logo senti sua mão em minha coxa. Não demorou nada e sua mão já estava sobre a minha calcinha, ele sentiu em seus dedos, ainda por cima da calcinha a minha buceta úmida. Eu dei um suspiro longo,mas não o impedi. Ouvi ele dizer:
-- Vai ficar mais molhada ainda.
Eu nao olhei pra ele, segui dirigindo, mas ele colocou os dedos por baixo da calcinha, avançando pelos meus lábios carnudos. Assim que encontrou meu grelinho, começou a massagear... eu me contorcia de tesão, minha buceta passou a ficar encharcada... e logo precisei parar o carro num semáforo. Aí ele teve mais chance de avançar, pois eu me ajeitei no banco e ele aproveitou pra enfiar seus dedos... ele fazia um vai e vem que me deixava quase sem condições de dirigir. Seus dedos grandes estavam quase me fazendo gozar. Olhei pra ele com a respiração funda. Não dizíamos nada, e ele sentia minha xota pulsando em seus dedos. Aquilo durou por todo o trajeto, ele só tirou quando o carro chegou na rua de casa... ele tirou os dedos e levou a sua boca, lambeu o meu fluído... lambeu a lubrificação da minha buceta que saiu em seus dedos. Que homem pervertido. Nunca tive uma experiência assim com ninguém. Meu marido jamais fez algo parecido comigo, e eu permiti que meu primo da Capital deixasse ele enfiar seus dedos na minha buceta enquanto dirigia.
Assim que descemos do carro, ele fez o ritual de pegar suas coisas no banco de trás e minha avó apareceu na garagem dizendo que o almoço logo estaria pronto, e como de costume, iria gritar do inicio da escada.
Augusto sorriu pra ela e disse que estava ansioso pelo almoço de sua tia Roae. Minha avó voltou pra dentro de sua casa e nós subimos as escadas. Assim que chegamos no corredor ele falou:
-- Vem comigo, só vou me trocar.
E entao eu respondi:
-- Não dá! Eu preciso ficar aqui, pra ouvir minha avó nos chamar pra comer. Se eu for com você, não dá pra ouvir de lá e aí ela tem que subir às escadas pra nos chamar.
Augusto assentiu e eu falei, antes de entrar:
-- Te chamo, assim que ela gritar que o almoço está pronto.
Ele apenas sorriu e foi pro fundo do corredor estreito pra casa onde estava morando naqueles dias.
Eu entrei e fui pro sofá. Abri minhas pernas, subi um pouco o vestido e senti minha buceta pulsando em desespero... passava a mão por cima da calcinha, a coloquei de lado e enfiei meus dedos massageando como Augusto fez no carro. Mas logo eu ouvi alguém bater na porta. Corri pra cozinha e abri a porta. Era ele... Augusto. Sem camisa e com uma outra bermuda tactel de cor marrom. Ele deu um sorriso de lado e disse:
--Vim esperar a tia Rose chamar pro almoço.
Eu nem disse nada, apenas dei um sorriso com o canto da boca e abri passagem pra ele entrar. Caminhamos até a sala e ele me agarrou por trás. Parecia um animal querendo me possuir. Eu não tinha mais forças pra impedí-lo, nao queria impedí-lo, queria serví-lo. Senti umas encoxadas na bunda, e logo subiu meu vestido, me fez sentar no sofá, se agachou e falou:
-- Eu preciso sentir a sua buceta na minha cara. Agora!
No sofá da minha casa, onde meu marido costuma assistir televisão e descansar depois de um longo dia de trabalho... estava eu, naquele momento, deixando meu primo colocar minha calcinha de lado, olhando minha buceta pulsando e antes de fazer o que queria, suspirou ofegante:
-- Você tem a buceta mais linda que eu já vi na vida!
E foi entao que senti sua boca sugando minha buceta. Minha pernas se abriam e ele chupava intensamente. Eu peguei uma almofada com as duas mãos e comecei a gemer e urrar mordendo a almofada para abafar o barulho que meu prazer intenso fazia. Num momento de euforia, larguei a almofada, segurei sua cabeça com as duas mãos e falei:
-- Eu vou gozar na sua boca!
Ele intensificou as sugadas e eu voltei a pegar a almofada rapidamente e gozei mordendo a almofada com toda força que minha arcada dentária tinha. Ele notou os meus espasmo ao gozar e começou a enfiar os dedos massagendo por dentro, e beijando minhas coxas.
Eu delirava, e sabia que em poucos minutos, minha avó nos chamaria, entao falei super ofegante:
-- Para que logo minha avó vai nos chamar.
Beijando minha virilha e minhas coxas grossas, ainda enfiando seus dedos, respondeu:
-- Assim que ela gritar, eu paro!
Eu soltei um: --Tá!
Aí ele falou, ainda me bolinando:
-- Você vai ter que falar de novo!!
-- Falar o que, seu cachorro? Perguntei, ainda em êxtase.
-- Vai ter que falar que você quer que eu chupe sua buceta!!
Eu, toda entregue, toda submissa, respondi o que ele queria ouvir:
-- Eu quero que você chupe minha buceta!!
-- Fala que você gosta de ser chupada pelo seu primo!
-- Eu gosto que meu primo chupe minha buceta!
Ele voltou a sugar os lábios inchados da minha buceta,que era um mar de fluídos e saliva do meu primo.
Fazia movimentos pra ele seguir me chupando, quando ouço minha avó gritando de lá de baixo. No susto me levantei rápido, olhei pro rosto de Augusto que estava lambuzado com minha lubrificação. Ajeitei a calcinha, baixei o vestido e corri pra porta pra gritar pra minha avó que já estava indo e só ia chamar o Augusto. Ela gritou de volta, concordando. Mal sabia ela que o Augusto já estava na minha casa, chupando minha buceta.
Voltei pra sala e Augusto estava se recompondo. Olhei pro seu rosto e falei:
-- Pronto pra almoçar?
Ele se aproximou e respondeu:
-- Eu estou sempre pronto.
E me deu um beijo, agora de língua, demorado. Segurava minha nuca e eu retribuía àquele beijo delicioso. Ele acabara de sugar minha buceta e eu estava beijando sua boca. Já me sentia tão pervertida quanto ele.
O beijo terminou, saí do seu abraço e descemos pra almoçar.
Novamente, tentamos agir de maneira natutal durante o almoço. Acho que me sentia mais relaxada. A gozada na cara de Augusto me fez bem. Não me saciou, mas me deu uma boa aliviada. Nao estava tensa na cozinha, como no dia anterior, entao a conversa fluía melhor durante o almoço. Assim que terminamos de comer, eu como uma boa neta, tirei a mesa e fui lavar a louça. Minha avó e meu primo seguiram conversando. Mas enquanto lavava uma travessa, minha avó se levantou dizendo:
-- Me deem licença que eu vou ao banheiro.
Augusto disse:
-- Claro, tia Rose.
Eu nem me virei, só abaixei a cabeça e segurei o riso, pois senti a malicia na voz de Augusto, ao saber que minha avó se ausentaria por alguns minutos.
Logo que ela deixou a cozinha, ele veio atrás de mim, enquanto eu seguia lavando a louça. Senti suas mãos na minha bunda, tirou seu cacetão pra fora e disse no meu ouvido:
-- Olha cono meu pau fica desesperado quando estou com você.
Eu olhei, balancei a cabeça e dei um sorriso tímido. Ele queira aproveitar aquele pouco tempo que tínhamos, entao pegou minha mao e me fez segurar seu pau. Mas falou, enquanto eu segurava:
-- Bate gostoso!
Eu estava segurando um prato rente à pia, ele estava ao meu lado, ficamos de frente um pro outro e eu punhetava seu pau grosso olhando em no seu rosto... isso durou uns dois minutos e eu falei:
-- Minha vó já vai voltar.
Entao, olhando em meus olhos com um semblante de prazer, respondeu:
-- Entao fala logo que você gosta de bater punheta pro seu primo!
Eu nao perdi tempo e falei o que ele mandou:
-- Eu gosto de bater punheta pro meu primo!
Finalizei a frase, larguei seu pau e voltei a lavar o prato. Ele voltou pro seu lugar e logo minha avó retornou pra cozinha.
Ainda ficou um tempo na cozinha, mas logo falou que iria subir, com a mesma justificativa do dia anterior. Agradeceu o almoço e subiu.
Eu queria muito subir em seguida. Mas não tive coragem, esperei o tempo passar na sala da minha avó. E a rotina do dia anterior se manteve. Em torno das cinco da tarde, meu amado marido chegou. Eu novamente fui ao seu encontro, dei um selinho, com a mesma boca que havia beijado Augusto há poucas horas.Subimos juntos e ele como de costume, falou do seu trabalho, e foi direto pro banho. É triste dizer isso, mas eu estava louca pra ele se arrumar logo e ir pro seu joguinho no bar, pra eu me ver sozinha no andar de cima novamente. Não demorou muito e ele já estava pronto e empolgado pra mais um jogo de campeonato de sinuca de boteco. Antes de sair, ele falou:
-- Vou chamar o Augusto novamente, vamos ver se ele topa, hoje.
E saiu pela porta em direção aos fundos. Se ontem eu quis que Augusto aceitasse, hoje eu torcia pra ele recusar novamente.
Logo vejo Caio saindo da casa dos fundos, caminhando pelo corredor estreito. Parou na porta da nossa cozinha, onde eu estava em pé e falou:
-- Ele ta ocupado com o trabalho dele. Volto no mesmo horário de ontem, tá?
-- Claro, amor.
Ele me deu um selinho e eu não entrei.
O vi descer as escadas. Ouvi o barulho do portão batendo... sabia que ele já tinha ido pro seu jogo. Fiquei algum tempo na porta pensando se deveria ir até Augusto, mas era melhor esperar minha avó ou meu pai gritar pra irmos jantar. Quando pensei eu voltar pra sala, vejo Augusto saindo da casa dos fundos... caminhando a passos largos pelo estreito corredor. Quando se aproximou, eu perguntei:
-- Decidiu ir pro boteco, hoje?
Ele achou que era uma espécie de sinal e respondeu alto:
-- Ah, o Caio está aí ainda?
Eu sorri com o canto da boca e falei:
-- Não. Já foi.
Entao ele foi entrando, sem pedir licença. Eu entrei em seguida, passei a chave na porta e o segui até a sala.
Com aquele corpo incrível no centro da minha sala, ele falou:
-- Vamos esperar a Tia Rose nos chamar pra jantar.
Eu concordei e entao ele veio pra perto de mim, me agarrou de frente e me deu um longo beijo. Agarrava minha bunda com as suas mãos por cima do vestido e minhas mãos foram instintivamente em seu pau. Ele tirou pra fora, eu segurei, bati por alguns segundos e foi então que ele falou:
-- Agacha!
Aquilo foi uma ordem. Eu sequer me fiz de tonta dessa vez. Me agachei e senti seu pau bater na minha cara. Ele esfregou aquele pinto grande no meu rosto, eu coloquei a mao e o ajudava a esfregar o seu cacete pela minha cara, quando ele voltou a ordenar:
-- Pede.
Eu nao entendi e perguntei:
-- Pede o que?
-- Pede pra chupar o pau do seu primo!
Não adiantava mais tentar outra coisa, eu queria seguir acatando as suas ordens e respondi:
-- Primo, deixa eu chupar seu pinto?
Ele ainda esfregando aquele caralho endurecido no meu rosto, falou ofegante:
-- Chupa essa rola, prima deliciosa!
Na mesma fração de segundo, abocanhei aquele pau massivo. Chupava com toda a saliva que tinha disponível. Ele gemia, tentava nao fazer aquilo muito alto, mas gemia com sua rola dentro da minha boca. Eu tirava, cuspia, voltava a chupar.. engasgava, tossia e voltava a mamar. Num momento que tirei pra cupir no caralho dele, lambia a cabeça, quando ele mandou:
-- Fala que você gosta mamar a rola do seu primo.
-- Eu gosto de mamar a pica do meu primo.
Respondi esfregando seu pau na minha cara que ja estava toda lambuzada com a minha saliva. Em um determinado momento, ele passou a ditar o rítimo, começou a foder minha boca com força, eu engasgava, ele esperava eu terminar de tossir e ele voltava a foder a minha boquinha. Quando muito ofegante, me deu uma nova ordem.
-- Fala que você quer que eu goze na sua cara!
-- Eu quero que você goze na minha cara!
Ele começou a foder minha boca com mais força e aí, ouvi um gemido prolongado. De forma abrupta, ele tirou a rola da minha boca e jorrou tudo que seu saco tinha disponível em meu rosto. Minha cara estava coberta com sua porra quente. Ele deu um passo pra tras, e eu ainda ajoelhada, consegui olhar pra cima em direção ao seu rosto e fui passando os dedos com cuidado e levando até a boca. Ele ficou boquiaberto me vendo empurrar seu esperma pra dentro da minha boca. Eu sentia o gosto novamente. Dessa vez, a quantidade era maior, o gosto parecia mais fresco... quando fiz menção em levantar ele falou:.
-- Ainda tem um pouco na testa. Eu passei a mao na testa e veio mais gozo nela. Lambi tudo e mandei garganta abaixo.
Me levantei e pedi outra vez pra ele ir pra porta, ver se alguém aparecia.
Fui pro banheiro, me olhei no espelho e ainda tinha resquícios de gozo, aproveitei aqueles últimos espermas, sentindo um gostinho do prazer do meu primo e finalmente lavei o rosto, joguei bastante água, enfreguei as maos e me recompus. Ajeitei o cabelo e voltei pra sala. Augusto voltou de onde vigiava a porta quando me viu, e fomos pra sala. Demos um novo beijo antes de sentamos no sofá. Não deu cinco minutos de conversa e ouvi minha avó gritando de lá debaixo. Nos levantamos quase que ao mesmo tempo,demos um beijo rápido e descemos pra jantar.
***Essa foi a parte quatro da série: Casada Caindo em Tentação com o Primo. - Com a narrativa de Janaína.
Espero que estejam curtindo, tentarei postar a próxima parte em breve***