Cdzinha sendo enrabada pelo negao porteiro do prédio vizinho

Um conto erótico de Cdzinha Isa
Categoria: Crossdresser
Contém 1022 palavras
Data: 18/03/2026 02:40:42
Última revisão: 18/03/2026 03:18:35

Isso aconteceu no prédio onde eu trabalhava, o mesmo onde fui "enrabada" e virei "cdzinha" do filho do zelador, como contei na história anterior. Na época, eu trabalhava como porteiro noturno em um prédio no Alto do Ipiranga, em São Paulo. Fiquei lá por quase três anos, das 18h às 6h da manhã. Era final de 2002.

Eu pegava o ônibus no Parque Dom Pedro II, sentido Alto do Ipiranga. Um belo dia, comecei a conversar com um cara moreno, alto, devia ter uns 1,85m de altura e uns 100 quilos. Tinha um sorriso fácil e era todo desengonçado. Já fazia umas duas semanas que eu reparava que ele descia no mesmo ponto que eu. Até que um dia vi ele entrando em outro prédio, bem próximo ao que eu trabalhava.

Nesse dia específico, a gente acabou indo um atrás do outro na fila do ônibus e começamos a trocar ideia. Ele me contou que era do norte da Bahia, que tava em São Paulo fazia dois meses e morava numa pensão ali no Parque Dom Pedro. Tinha começado a trabalhar fazia uns 20 dias num prédio perto do meu. Por umas três semanas, a gente passou a ir junto pro trampo, pelo meno nas idas a gente ia junto, porque na volta pela manha eu precisava voltar correndo pra faculdade na Barra Funda.

Ele me disse que queria fazer um curso de vigilante, que gostava dessa área de segurança. Eu sempre tinha o costume de parar numa lanchonete duas esquinas antes do serviço pra comer um salgado. Quando ele começou a ir comigo, acabei pagando o salgado pra ele também e arrumei uma grana, até ele receber o primeiro salário completo. Ele tava sem grana, tinham dias que levava só bolacha recheada pra jantar. Eu tava mais tranquilo porque ainda recebia uma ajuda do meu pai, então dava pra dar uma força.

Ele já tinha percebido que eu gostava de homem. Não sou tão afeminado, mas tinha 22 anos, 1,65m de altura, meio loirinho e na época usava roupa sempre apertada, então até que dava pra perceber.

Um belo dia, rolou a deixa. Desceu uma moça na nossa frente no ônibus, com um bumbum bem avantajado, e ele começou a fazer comentários. Virou pra mim e disse:

— Você não gosta disso não, né?

Eu só dei uma risadinha e falei que bumbum eu também tinha. Ele respondeu:

— Não é igual o da moça, mas dá pra perceber que você tem... ainda mais com essa bermuda torando.

Começamos a falar um monte de besteira, até que ele soltou:

— Você também não aguentaria o que aquele bumbum da moça aguenta.

Paramos na lanchonete, pegamos salgado e uma Coca de 600ml. Quando coloquei a garrafa na mesa, ele disse:

— Sabe que a minha pica é do tamanho disso aqui?

Dali em diante, foi só putaria. Ele dizia que eu não aguentava, eu respondia que ele não aguentava três reboladas. Ele mediu a garrafa com a mão e completou:

— A minha é um pouco maior.

Levei na brincadeira, mas a mão dele era do tamanho da minha cara. Fiquei com um tesão danado e vi que ele não ia recuar.

Combinamos que na hora da janta ele me ligava pra vir até o meu prédio. Lá era tranquilo, eu trabalhava sozinho e não tinha câmera na guarita. Ele fazia ronda no outro prédio, e na hora da janta eles revezavam. Ele ficaria livre por quase uma hora e meia. Disse que costumava jantar por volta das 3h da manhã e me ligava assim que saísse.

Naquele dia, eu só tinha uma calcinha vermelha estilo tanguinha na bolsa. Depois das 2h, já coloquei ela e uma baby look, passei creme nas pernas e no bumbum e fiquei esperando, morrendo de tesão.

Quando ele chegou e viu que eu já tava de tanguinha, puta que pariu… Pensa num negão que amou. Já chegou dando uns tapas e falando:

— Sempre soube que você era uma vagabundinha.

Imagina aquelas mãos grandes apertando minha rabeta, ele dizendo que ia me arrebentar. Fiquei louco. Quando peguei na rola dele por cima da calça, senti que o volume era grande. Ajoelhei, puxei pra fora... Pensa numa rola pesada, macia. Ele não mentiu não. Comecei a mamar, e quando descia até o saco, a pika passava da minha testa. Ele esfregava na minha cara, batia, me xingava, e eu só mamando. Que delícia, pesada, macia…

Na hora de preparar o cuzinho, coloquei uma plataforma que a gente usava pra apoiar os pés e me encostei na bancada para ficar um pouquinho maior. Mas imagina um negão de 1,85m e 100kg querendo meter em cima de uma putinha de 1,65m e 70kg. Não tava aguentando quando ele foi colocando a rola, pedi pra ele sentar na cadeira e eu ir por cima.

Fui sentando de costa, sentindo cada centímetro entrando. Quando sentei até o saco, comecei devagar, subindo e descendo, sentindo tudo. Ele levantou, me segurou, me colocou de volta encostado na bancada e começou a socar gostoso. Eu gemia igual uma piranha. Depois me colocou de bruços e começou a bombar com tudo. A rola pesada batendo no fundo, o quadril dele estalando na minha bunda. Eu olhava pra trás e via aquele homem enorme metendo sem dó no meu cuzinho. Arrepio so de conta de tanto tesão.

Ele metia, me xingava, e eu já pedia pra ele gozar dentro. E ele:

— Você disse que eu não aguentava três reboladas? Então agora toma pika.

Meteu até gozar, mas tirou e gozou do lado de fora, lavando minha rabeta de leite.

Dali em diante, dei várias vezes pra ele. Quando a gente ia pra motel, era cada foda gostosa… Ajudei ele até conseguir fazer o curso de vigilante que ele tanto queria.

Em 2022, reencontrei ele no metrô Tatuapé. Hoje ele é casado, tem dois filho de 13 e 16 anos, trabalha como vigilante e também faz Uber. Trocamos WhatsApp e já dei pra ele quatro vezes nesse período. E disse: quando quiser matar a saudade, é só chamar. Essa rabeta aqui vai rebolar muito naquela pika pesada de novo.

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