Dei pro meu pai

Um conto erótico de Abgab22
Categoria: Gay
Contém 2948 palavras
Data: 18/03/2026 01:35:33

Depois da punheta que bati com o meu pai, a gente não tocou no assunto, mas, nesse caso,eu senti que ficou no ar como se fosse qualquer coisa comum do dia a dia.mas pra mim, aquilo tinha mudado a forma como eu me comportava na casa dele. Nunca fui de ficar nu na frente dele, mas, desde aquilo eu passei a ficar ,foi de brincadeira de apertar no meu pau até chegar a apertar a minha bunda, a partir do momento que meu pai "descobriu" que eu sou um tarado punheteiro, perdi a vergonha de ser flagrado por ele ou de andar sem roupa na casa.

Um adendo aqui que eu lembrei numa punheta uma vez eu estava com meu primo mais velho no quarto assistindo algo, meu primo era praticamente meu babá quando não tinha minha mãe ou meu pai em casa. Nessa situação, meu pai entrou no quarto exibindo a pica para pegar uma cueca. Ali eu não senti nada, mas enquanto eu tava batendo uma, acabei gozando mais rápido.

Ao relato

De lei, vesti um short sem cueca pra seguir caminho pra casa do meu pai. No caminho, parei para fazer algo que sempre quis: exibir a pica no mictório. Eu nunca tinha feito isso, mas a integração tem um banheiro muito bom, que daria pra evitar problemas e ainda disfarçar a tempo — e ainda mais sem segurança o que só melhorava .Fiquei um tempo no mictório e a pica começou a saltitar as veias de tão excitado que eu estava. Uns ou outros chegavam e saíam, até que eu fiquei sozinho novamente.

O movimento estava lento, então comecei a bater uma, porque decidi que, se não tem quem mame, tem quem limpe a minha porra. Mas tive que parar quando o cara da limpeza entrou — um rapaz ainda novo, talvez não mais que eu, mas ainda assim novo. Fiquei receoso e saí do mictório para uma das cabines que não tinha tranca e comecei a bater uma bem forte ali querendo gozar e aliviar o tesão. Pra minha surpresa, ele abriu uma fresta da porta suficientemente pra me ver. Eu continuei ali me tocando, fingindo que não notei que ele estava abrindo a porta. Ele parou na porta com o esfregão; naquele momento pensei que ele queria me empatar, mas eu não deixei me intimidar "se tá manjando agora cê vai ver" foi o que eu pensei. Até que ele fala:

— Opa, eu vou só passar o paninho aqui e repor o papel higiênico, foi mal atrapalhar aí.

Percebi a deixa dele e respondi:

— Relaxa, mano, tá de boa.

Na maior cara de pau, ele repôs o papel higiênico olhando para o meu pau. Continuei ali enquanto ele passava o pano no chão e assistia, até que ele saiu. Não pude ficar muito ou esperar por ele, porque logo eu teria que ir para a casa do meu pai e eu queria chegar antes dele pois eu queria ser pego por ele. Subi ônibus e fui rumo a casa do meu pai

Chegando lá fui tomar banho e sentei no sofá da sala com o pau de fora. Fiquei jogando e o tesão se distraiu por um momento. Meu pai chegou, e foi aí que eu lembrei do tarado que eu era, mas continuei jogando para parecer que eu não ligava muito. Quando ele entrou, colocou umas sacolas e o capacete na mesa.

— E aí, filho? — disse ele, estendendo a mão pra puxar pra um abraço.

— Opa, pai. O senhor tá bem?

— Tô bem. Tu já comeu?

— Ainda não, só tomei banho e sentei mesmo.

— Tô vendo. Cuidado para não cair.

— Cair? — perguntei.

Nessa minha resposta, ele pegou no meu pau, deu um puxão e uma bombadinha e começou a rir.

Eu ri e entrei na onda, falando que, se ele vacilasse, eu ia puxar o dele também. Ficamos conversando sobre múltiplos assuntos enquanto eu permanecia exibindo minha pica.

Como de costume, meu pai perguntou se eu estava fudendo alguma novinha ou novinho por aí, naquele tom de brincadeira e conversa safada. Falei que fazia um tempo que não, e que estava mais na punheta. Daí do nada ele perguntou se eu já tinha batido uma para não deixar o saco inchado e, brincando dessa forma, eu falei que até ia, mas fiquei com preguiça. Depois do que aconteceu entre a gente, para mim as brincadeiras ficaram bem mais intensas.entao aquela conversa me levou num rumo em que meu pau começou a crescer e eu não queria disfarçar.

Depois disso, ele foi tirando a roupa para tomar banho e quando ele ficou completamente nu ele se virou pra cama ficando de costas pra mim sentei na cama e mexi no celular pra disfarçar olhei pro pau dele e segurei, brincando disse" cuidado pra não cair" e bombei igual a como ele fez, ele deu um sorrisinho de ar e continuou no celular, descaradamente continuei apertando um pouco mais e logo soltei(meu pau subiu). Saí disfarçando e fui para a cozinha fazer algo para comer e, quando voltei, vi que ele estava na frente do espelho. Para puxar assunto, falei:

— Hoje tá muito quente, peguei o ônibus fervendo. Aguento usar roupa aqui não.

Ele falou:

— É, mas só não vai para a rua assim, não.

Falei brincando:

— Mas a melhor parte de ter pinto grande é sair na rua assim.

Ele riu, me chamando de FDP.

Então quis enfatizar que ele também tinha um grande e falei " mas não é a melhor parte ?"

Ele riu e falou " de ter pau grande? "

Eu" sim"

Ele " tu acha meu pau grande?

Eu: é enorme pai KKKKK

Passou um tempo assim e trocamos conversa,ele se vestiu mas eu acabei dormindo na cama e sem perceber , quando acordei, já era entardecer, quase noite. Me levantei e vi que ele não estava em casa. Pensei em reviver aquele momento em que eu e meu pai batemos uma e fui fazer a festa do gozo naquela casa. Cheguei num ponto em que comecei a ficar "burrão" de tanta punheta. Levantei e fui para o banheiro me limpar, pois agora eu queria muito sentir algo no meu cu. Peguei o tubinho daqueles pequenos de K-Med e voltei para a sala. Passei no pau para dar uma lubrificada e depois comecei a brincar com meu cuzinho. Coloquei fundo e comecei a brincar com força. Soltei uns gemidos e aumentei a TV; estava louco de tesão. A vergonha fugiu de mim, eu queria ser flagrado brincando com meu cuzinho pelo meu pai. Eu comecei a pensar em como queria ter ele metendo em mim, queria chupar ele e queria que ele me chupasse e tudo nessa loucura foi ficando gostoso.

E então, escuto o barulho da porta. Não tive coragem de deixar ele me flagrar, mas já era tarde; a posição que eu estava já revelava que eu estava brincando com meu cuzinho. Mudei rápido de posição e ele ligou a lâmpada, falando

—Kkkkkkkkk agora tas na punheta? Abaixa aí que tá alto.

Falei:

— Que susto, pai! Nem te ouvi chegar.

Ele riu. Abaixei o volume, mas pausei o vídeo. Era um pornô gay genérico, mas fiz questão de que fosse um cara maduro com um novinho para que desse pista para ele,eu queria que ele visse nas entrelinhas que eu queria brincar. Eu não sei para onde meu pai foi, mas ele foi tomar banho. Fiquei triste que ele me "deixou ali com o pau na mão e não quis brincar comigo". Reparei que ele estava demorando muito no banheiro; decidi minimizar a guia aberta da TV e peguei um lençol para me cobrir na sala. Ainda queria brincar com meu cu, mas não tinha como fingir que eu ia ser flagrado brincando com ele, já que o banheiro é no quarto do meu pai. Me cobri todo e comecei a brincar com meu cuzinho. O pau já estava babando — (lembro disso porque uma das melhores sensações para mim é sentir o pau estourando e babando com algo dentro de mim).

Nessa brincadeira gostosa, meu pai, pra tirar onda comigo, puxou o lençol revelando o que eu estava fazendo.

— Ô, pai, peraí pô!

Ele:

— KKKK, ihhh! Tá brincando com o cu, é?

Me cobri totalmente de novo e ele começou a brincar de puxar, etc. Eu não conseguia tirar o negócio de dentro de mim. Ele me agarrou e virou uma brincadeira de lutinha e, no fim, ele só me soltou e sentou do lado. Eu me sentei, mas ainda estava com o negócio dentro de mim, me cobrindo com o lençol. Perguntei onde ele estava para mudar de assunto, porque, por mais gostoso que eu estivesse achando, devo assumir que fiquei um pouco constrangido. Ele falou o que tinha feito, mas não dei muita bola, porque já estava pensando em como render mais assunto.

O silêncio permanecia. Ficamos no celular por um tempo, mas o meu pau ainda estava duro, porque eu não parava de sentir o que estava no meu cuzinho. Aquilo ali era a brecha para uma segunda chance de brincar com meu pai e, dessa vez, eu queria muito chupar ele, mas estava nervoso com a reação dele. Falei:

— É nove horas, o senhor vai para a cama já?

Ele falou:

— Oxe, tá me expulsando é?

Bati a doida na cabeça e falei:

— É que eu tô nu e de pica dura aqui embaixo, quero passar e gozar.

Foi quando meu pai, do jeito mais sério possível, apenas falou:

— Oxe, bate uma e goza. Que besteira! Aqui a gente já não bateu uma? Até na minha pica tu pegou.

A gente não tinha conversado isso é ele falando daquela maneira natural foi o que me fez querer provocar mais a situação.

— Tá certo.

Abri a guia da TV e coloquei a pica para fora do lençol. Comecei a bater uma, e tudo isso com algo no meu cu. Eu quis deixar explícito que eu estava com algo no cuzinho, mas estava sem coragem de olhar para ele. Foi quando eu vi que ele estava olhando para baixo, uma visão onde media com o meu pau e o meu cu. Ele estava vendo o que eu estava fazendo e isso me deu um frio na barriga. Meu pai estava me vendo brincando com meu cuzinho. Abri mais a perna e, dessa vez, fui puxando para fora e metendo tudo de uma vez em mim. Deixei um gemidinho abafado sair e tudo isso olhando pra tv. Meu coração estava a mil e, de repente, tive que parar para não passar mal; minha pressão obviamente subiu.

Falei:

— Consigo gozar com o senhor olhando não.

Ele não falou nada, apenas ficou sério e levantou. Percebi que ele estava de pau duro e ia sair pois achou que eu queria ficar só. Falei:

— Bate uma comigo, eu boto um que você curta.

Isso saiu da minha boca. Ele só tirou a cueca e sentou no braço do sofá, do lado onde eu estava, e enquanto eu ia botando um vídeo que ele gostasse, ele me fez uma pergunta que eu quase não respondi:

— Tu já deu o cu para alguém?

Falei:

— Já, mas não fizeram muito bem.

Por algum motivo, quis mentir que nunca dei mas falar que "já, mas que não tinha gostado", foi o que saiu da minha boca , não sabia se aquilo poderia deixar ele triste. Essas coisas passaram tipo paranóia na minha cabeça, mas eu não quis mentir, porém omiti que amava sentir no cu.

Ele falou:

— Bota lá no vídeo que tu estava vendo quando eu cheguei.

E, cara, isso para mim foi muito específico fiquei pensando em como deu certo puxad aquilo. Quando eu botei, meu pai levantou, sentou do meu lado e começou a bombar o pau mas nada de tocar uma.

Ficou um silêncio enquanto o vídeo rodava mas aí

Ele quebrou o gelo:

— Tu queria ser quem ali?

Fiquei nervoso mas quis dar mais pista:

— O cara que tá dando.

Ele falou:

— Tu daria para esse cara?.

Falei que não sabia, mas que estava a fim de dar. Ele perguntou se eu uso camisinha ou não; eu disse que usava.

— Já gozaram dentro de você?

Falei:

— Não nunca deixei.

— E na cara?

Nessa hora a mesma coisa aconteceu quis omitir mas só deixei sair

— Já.

—E tu já tomou porra?

— também.

Meu pai fazia essas perguntas de pica dura, não se tocava e ficava olhando para a televisão. Isso deixou difícil entender se ele estava querendo fuder ou só estava curioso e com tesão. Me aproximei do meu pai e me deitei com a cabeça no peito dele. Ele colocou o braço por cima de mim e ficamos assim. Foi aí que eu tive coragem de pegar no pau dele. Comecei a admirar e bater uma para ele, até que finalmente tive coragem e comecei a chuparl. Ele não impediu ou fez protesto. Acho que, com ele, pedir seria mais constrangedor; fazer o faria não querer negar. Então comecei a chupar ele. Meu pai não fazia nada além de deixar, e eu quis sinalizar para ele lenfiar um dedo no meu cuzinho. Comecei a me dedar enquanto chupava ele e funcionou: ele deu um carinho e começou a pressionar para entrar em mim. Como eu já estava fora de mim, falei para ele ir mais fundo e ele foi.

Até que, em um momento, ele levantou e me colocou para mamar ele mesmo,ele me engasgou e me deixou sem ar, enquanto ele socou em mim meu pai agarrou no meu cabelo e foi afundando e cara eu gostei ,eu gostei muito mesmo ,pode ser errado pode ter justificativa ou sei lá eu não queria pensar em consequência e muito menos ele. Eu queria dar para ele, então me deitei na posição de frango assado e foi quando ele começou a chupar meu cuzinho,vou ser sincero ,foi a primeira vez que alguém fez isso em mim ,ele começou a bater uma enquanto fazia isso. Não deu muito tempo e ele começou a bater uma na entrada do meu cuzinho, e gozou. Caraa porra quente do meu pai no meu cuzinho foi incrível e depois de gozar, ele pincelou a cabecinha dele no meu cu enquanto eu dava umas leves reboladinhas. Ele deu uma metidinha da cabeça do pau dele dentro de mim. Eu pedi para ele ir botando mais e ele foi. Dessa vez ele estava sério; talvez o auge do tesão dele tivesse passado e ele estivesse já com pouco fogo, mas ele foi botando mesmo assim já que eu pedi. Ele começou a meter de leve em mim, o suficiente até eu acabar gozando. Depois disso, ele tirou e foi para o quarto. Não me levantei; fiquei, dessa vez, chocado o suficiente para entender que meu pai empurrou o pau dele em mim, que eu mamei a pica dele e que ele me chupou.

Isso tudo me deixou com mais tesão ainda.

Já era tarde da noite, fiquei assistindo até ver se ele voltava ou para dar tempo de ele acabar dormindo. Não quis encarar ele diretamente. Quando deu umas meia-noite, quase uma, meu tesão foi voltando. Fui para o quarto para "dormir". Vi que meu pai ainda estava pelado. Cheguei perto e fiz alguns barulhinhos para ver se ele acordava. Ele acordou, mas não falou nada, pegou o celular. Enquanto eu tomava banho, me enxuguei e, bem sonso, fui para a cama pelado e virei de costas para ele. Deitei do lado dele e meu tesão voltou mais forte. Me cobri e continuei de costas para ele, até que escuto o barulho do celular sendo deixado de lado. Meu pai puxando o lençol para se cobrir comigo e me abraçando por trás. Cara, que sensação incrível: o meu pai pelado me abraçando. Aquilo foi tão emocionante para mim que me senti absurdamente amado. Eu não queria sair dali. Foi incrível ter um homem grande daquele jeito abraçado comigo.

Meu fogo subiu. Não sabia se ele queria, mas arrisquei, porque se ele soubesse que eu queria, era capaz de ele fazer. Encostei minha bunda no pau dele e dei umas reboladinhas. O pau dele já estava meia bomba, o suficiente para eu saber que ia endurecer. E quando ficou duro, eu peguei o pau dele e botei apenas na portinha do meu cuzinho ele ficou brincando e empurrando de levinho,até que ele foi fazendo força gradualmente. Foi aí que eu entendi que "sim, ele quer, Ajustei direitinho e continuei naquela esfregada e quando ele começou a empurrar finalmente entrou a cabecinha tinha atravessado até a ponta da metade e no momento que ficou confortável, ele assentou o pau dele até o fundo e quando entrou ele começou a estocar tudo dentro de mim e a meter bem devagar. Ele mordeu meu ombro enquanto fodíamos de ladinho e ficamos nessa mesma posição por muito tempo.

Eu já não aguentava mais levar pica no cu, já tinha gozado mas ainda tava muito gostoso, era o típico sexo preguiçoso e ficou assim até que enfim ele gozou dentro de mim.

Ele tirou o pau dele e se deitou do meu lado e eu fiquei ali na cama. até que ele olhou o celular e se levantou para ir ao banheiro. Aproveitei a situação o mais rápido possível e quis ver como eu fiquei e gravei o esperma dele saindo do meu cuzinho. Infelizmente, depois desse dia nós nunca transamos diretamente, mas ele me deixa pegar no pau dele e chupar. Tô amando fazer isso com ele e sempre quis contar para alguém, mas, como não quero julgamentos, prefiro escrever aqui onde outras pessoas curtem o mesmo que eu.

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