Grazi, a amiga gostosa da minha mulher PT 3

Um conto erótico de Contador de aventuras
Categoria: Heterossexual
Contém 2013 palavras
Data: 17/03/2026 20:08:25

Depois do tiro ter saído pela culatra e a Grazi ter enviado aquela fatídica mensagem para minha mulher:

“Amiga, posso levar um contatinho pra dormir hoje na casa de vocês… Se não for abusar muito, é claro. Tô ouvindo você e o Rodrigo transando há dias e isso já tá me deixando doida. Acha que teria problema eu trazer o boy até aí?”

Eu visualizei e demorei alguns minutos para respondê-la. Queria uma forma de dizer que não sem parecer enciumado, como alguém com medo de perder sua conquista. No fim, decidi ligar para Suzana e perguntar o que ela achava:

“Amor, o que você acha?”

A Suzi respondeu: “Amoor kkkk, primeiro que eu tô morrendo de vergonha porque nunca tocamos no assunto de ela ter ouvido ou não, e estávamos conversando sobre isso agora em mensagem.”

“Sério? Como assim?” Agora eu estava curioso.

Suzana prontamente começou a contar a história: “Ela disse que tinha ouvido a gente transando semana passada, depois daquela bebedeira, e nos outros dias também… Falou que, para quem tava sem tempo nas últimas semanas, a gente andava bem ativo.”

Minha mulher falava aquilo rindo, não parecia irritada nem envergonhada. Na verdade, estava bem de boa. Acho que isso se dava pela intimidade que ela já tinha com a Grazi e pelas conversas que rolavam entre elas. Além disso, depois de cruzarmos a primeira linha — transar fazendo barulho para ela ouvir —, parecia que tudo tinha ficado mais tranquilo.

“Eu pedi desculpas por ela ter ouvido aquilo. Falei que a gente estava precisando desestressar e ela disse que também. Que tava conversando com esse boyzinho nos últimos dias, mas parece que ele não mora aqui na cidade. Só vem durante o dia para a faculdade e depois volta à noite de ônibus. Em uma dessas, ela queria saber se ele poderia ao menos dormir na nossa casa.”

Depois que Suzana me passou todas as informações, ela finalmente falou:

“Amorr, assim… Eu até que não vejo problema. Não é como se nós dois fôssemos inocentes, né? Ele vai na quinta. Porque sexta ele volta pra cidade dele, então no máximo eles vão ter o encontro deles e depois vir dormir aqui em casa. A Grazi disse que talvez eles vão pro motel, então não vão nos incomodar. Seria o mínimo a gente deixar, né?” Kkkkk

Bom, eu não tinha como discordar da minha mulher nesse ponto. Imaginar esse cara comendo a Grazi — que era meu alvo — na minha casa, com minha mulher por perto, era foda… Mas eu não podia impedir. E talvez eles fossem mesmo fazer tudo no motel para ter mais liberdade. Então concordei, desligamos e eu segui meu dia no trabalho home office. Estava em casa preparando uma campanha publicitária para uma empresa aqui da cidade. Era terça-feira quando a Grazi mandou essa mensagem para minha mulher, então até quinta eu sabia que ela seria comida por esse sortudo filho da puta.

Era quarta-feira e eu tinha aula na faculdade. Depois de deixar a Suzi no trabalho à tarde, eu estava indo para a faculdade de moto, quando no meio do caminho vi a Grazi caminhando sozinha por uma das ruas. Parei a moto um pouco depois dela, tirei o capacete e esperei ela chegar mais perto:

“Oi, Rô, tá indo pra aula também?”

“Tô, ó. E já tô atrasado pro primeiro horário.”

“Kkkkk normal, né? Eu tinha ido almoçar na casa de uma amiga, mas me perdi completamente no horário.”

“Bom, se eu tô atrasado, você também. Quer carona? A gente vai por dentro, não vai ter problema você ir sem capacete.”

“Na verdade eu não tô atrasada porque vou só fazer um trabalho daqui a meia hora com as amigas, mas não vou perder a oportunidade de uma carona. Posso subir?”

“Vem!”

A cachorra estava usando um vestido preto, sem decote, mas não precisava. Os seios avantajados marcavam muito o busto e os malditos mamilos apareciam de novo. Pqp, parecia fazer de propósito para provocar qualquer um a tentar comê-la. Ela sentou na moto e, naquele momento, o universo me abençoou: quando abriu a perna para subir, consegui ver a calcinha rosa da desgraçada. Foram poucos segundos, mas o suficiente para deixar meu pau firme igual barra de ferro.

Ela encostou os seios nas minhas costas, tentando ficar o mais colada possível. Tinha medo de cair.

“Eu posso segurar em voc…”

Eu interrompi:

“Você deve, Grazi! Se segura kkkkk.” E assim partimos, passando por algumas ruas por dentro do bairro para evitar radar ou muito movimento, já que ela estava sem capacete. Ela segurava firme em mim e aquilo estava me deixando doido. Porém, parou por aí. Chegamos na faculdade, dei um beijo no rosto dela e fomos resolver nossos assuntos.

Já era por volta das 19h quando liguei pra Suzi. Ela disse que ia voltar de Uber por causa da chuva. Eu estava de moto, então teria que esperar a chuva passar porque não tinha capa de chuva. A chuva na cidade tinha começado às 18h e não parava. Esse período era horrível: alagava tudo e travava quem andava de moto, bicicleta ou não tinha transporte.

Encontrei a Grazi conversando com um cara negro, alto, magro — que parecia ser o felizardo que ia conseguir comê-la. Sentei um pouco distante deles para não atrapalhar. Estavam bem próximos, mas não passava disso: sem beijos nem nada, porém dava pra sentir o tesão no ar.

Depois de alguns minutos ela me viu, deu um selinho na boca dele e o cara saiu.

“Oi, Rô, tá esperando a chuva passar também?”

“Pior que tô. Vai pra casa de quê?”

“Eu ia de mototáxi de novo, mas tô achando que não vai dar certo. A chuva vai alagar tudo.”

“Pois é, tô pensando na minha moto. Não queria correr risco de ter problema andando pela cidade assim.” Sim, nós ignoramos qualquer assunto sobre o boy dela até aquele momento, mas a curiosidade foi maior e, em tom de brincadeira, eu falei:

“Quem era o felizardo, Grazi?”

“Só um amigo… rs. Na verdade, um contatinho. Só que tô achando que, se eu quiser algo, eu que vou ter que rebolar pra conseguir.”

“Como assim?” perguntei, curioso.

“Pô, a Suzi falou com você sobre um amigo que eu gostaria que dormisse lá, né? Esse é ele. Queríamos sair, fazer uma coisa diferente, mas como ele não tem lugar pra ficar, decidi perguntar pra vocês se era possível ficar lá.” Obviamente ela ignorou completamente as outras coisas que tinha comentado com minha mulher. “Agora ele tava falando que tá duro, teve um problema aí, e achava que não ia dar certo. Até disse que poderíamos só ficar lá e assistir um filme, mas ele achou melhor esperar pra conseguir um pouco mais de dinheiro pra bancar tudo, sendo que eu disse que a gente poderia dividir algo, sabe?”

“Então o cara tá fazendo cu doce e perdendo a oportunidade de ficar contigo? Eu tô emprestando minha casa pra um frouxo?” kkkk

A Grazi também riu e disse: “Parece que sim, né? Acho que vou continuar em jejum.”

“A mulher parecia estar infeliz mesmo!” pensei. Então achei a oportunidade. Percebi que bastava jogar uma frase simples e ver se colava:

“Então é por isso que tá usando essa roupinha pra matar um? Se o cara não se esforçar um pouco mais pra te comer, com lugar pra curtir e dormir garantidos, ele tá maluco.”

Ela ficou corada, mas deu um sorriso lindo com aquela boca perfeita e falou:

“Nem todo mundo tem a sorte que a Suzi tem, né? E olha que ela me passou uma rasteira…”

“Como assim?”

“Sabia não? Pensei que ela tinha te falado. Eu tinha pedido pra ela me ajudar a tentar ficar contigo antes de vocês começarem a namorar. Só que ela disse que você tinha demonstrado interesse nela, então acabei perdendo kkkkk.”

Eu fiquei surpreso. Não sabia disso. Eu realmente sempre tive tesão na minha mulher e, na época em questão, dava muito em cima da Suzana porque queria comer ela e não queria me arriscar pegando alguma amiga e perdendo a oportunidade. No final das contas, acabei perdendo a Grazi.

“Eu não sabia disso… E se fosse diferente, né? Acho que essa é uma das coisas que nunca vamos saber, não é?”

Estávamos em um local mais afastado da faculdade, perto do estacionamento. Tínhamos ido caminhando até lá porque eu queria ver se o local tinha alagado, pra não ter prejuízo com a moto. A Grazi chegou mais perto de mim e disse:

“É melhor a gente parar de conversar sobre isso, porque eu não tô normal. O tesão pode falar mais alto.”

“Eu quero que teu tesão fale mais alto, Grazi. Me desculpa, mas eu já não aguento mais te ver toda gostosinha andando lá em casa. E aí tenho que gastar toda a energia e o tesão no rabo da Suzi enquanto me imagino te comendo.”

Ela ficou surpresa ouvindo aquilo. Imaginei que tinha ferrado tudo. Pqp. Acabei de perder qualquer chance. Aquilo tinha saído da zona do flerte e virado uma declaração. Que merda eu tinha feito. Mesmo sabendo que ela não contaria pra Suzi, eu teria perdido qualquer possibilidade. Tinha cruzado a linha rápido demais.

“Ai, Rô… (ela mordeu os lábios) É melhor a gente não cruzar esse limite, a gente não sabe aonde vai parar.”

Eu não queria sair por baixo, então falei:

“Hoje você vai ficar só escutando do quarto de novo então?”

Ela deu um sorriso sem jeito e envergonhado:

“Do quarto não… Detrás da porta! E olha que eu não me orgulho disso. Mas quando o tesão bate, a gente não se responsabiliza pelos atos…”

Eu taquei um beijo nela. Não aguentei. Pqp. Os seios dela encostados no meu peito, ela me agarrou com força. Meu pau já estava duro há horas; agora sentia a barriguinha dela. Botei a mão por cima da calcinha, consegui sentir muito bem o tecido e desci logo mais um pouco: estava molhadinha. Que safada.

Minha língua invadia a boca dela enquanto eu massageava sua buceta. Ela rebolava os quadris, quase se rendendo e pedindo pica. Olhei nos olhos dela e falei:

“Eu quero muito te comer hoje, antes daquele broxa com quem tu tava conversando.”

Ela suspirou fundo: “Que se foda! Prova isso aqui, seu filho da puta.”

A desgraçada pôs dois dedos dentro da buceta, lá no fundo, tirou e botou na minha boca. Eu chupei igual maluco, como se tivesse andado no deserto por dias e aquilo fosse o único gole de água.

“Eu quero mais, Grazi, me dá mais!” E ela fez de novo: botou os dedos na buceta e depois na minha boca. Eu chupei enquanto a chuva caía forte lá fora.

“Tá gostoso, né? A Suzi já provou também. A gente não ficou só nos beijos não. Tua namoradinha já chupou minha buceta. Nada mais justo que você também fazer isso, Rô?! Provar do meu melzinho.”

Eu estava com tanto tesão que a surpresa daquela frase não conseguiu me impedir de chupar os dedos dela, com o gostinho salgado da buceta.

Segurei a mão da Grazi pelo pulso, empurrei ela contra a parede e sussurrei no ouvido:

“Hoje à noite eu quero te comer! Vai pro quarto cedo. Eu vou comer a Suzana e depois vou te fazer uma visita. Não vou deixar aquele frouxo te comer antes de mim, entendeu? Eu mereço mais que ele!”

Ela respondeu: “Pode deixar. Vou pegar um Uber pra ir pra casa. Vou fazer algo com a Suzi pra gente jantar e vamos te esperar chegar. Não demora.”

Ela me deu outro beijo na boca e saiu… Eu não acreditei no que tinha acontecido. Não sabia se mais tarde nosso encontro ainda estaria de pé ou se foi só uma frase soltada na hora do tesão. Mas também sabia que, depois do que fizemos, ou a gente cruzaria ainda mais aquela linha, ou fingiríamos demência. Eu torcia pela primeira opção…

E naquela noite meus amigos… minha mulher foi dopada de antialérgico, virou corna na nossa cama, e levou no cu de madrugada.

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