Vizinho policial – da academia do prédio pro sofá dele

Um conto erótico de Daniel8
Categoria: Gay
Contém 2018 palavras
Data: 17/03/2026 18:25:24
Assuntos: Gay

Meu nome é Gabriel. 27 anos, gay, mas discreto pra caralho. Trabalho remoto como designer gráfico, moro num prédio novo no Noroeste de Brasília — daqueles com academia no subsolo, piscina na cobertura e silêncio absoluto depois das 22h. Sempre fui o cara invisível: short largo de tactel, camiseta oversized preta, fone de ouvido no máximo, olhar baixo no elevador. Nunca dei bandeira pra ninguém do condomínio. Nunca precisei. Meu tesão era controlado: apps de pegação fora do bairro, encontros rápidos em motel, e pronto. Ninguém sabia. Ninguém precisava saber.

Mas aí tinha o Sargento Marcos.

39 anos, PM casado, pai de um menino de 8 anos. Morava no 12º andar, eu no 9º. 1,89m de macho puro: pele morena queimada de sol das rondas a pé, barba cerrada com fios grisalhos nas costeletas que davam um ar de homem vivido, cabelo curto militar sempre penteado pro lado, peito largo que esticava qualquer regata ou camisa social, braços tatuados (uma águia no direito, uma cruz com data no esquerdo) cobertos de pelos pretos até o pulso, barriga de quem bebe cerveja no churrasco de domingo mas ainda faz 50 flexões com uma mão só. Sempre de aliança grossa de ouro no dedo anelar, relógio Invicta grande no pulso, e aquele olhar sério de quem carrega coldre na cintura 12 horas por dia.

A primeira vez que reparei nele de verdade foi numa terça-feira às 21h, na academia do prédio. Eu tava no banco de supino, última série de peito, suor escorrendo pelo abdômen marcado. Ele entrou. Short de tactel preto folgado, regata cinza já molhada nas axilas e no centro do peito peludo. Sentou no leg press bem na minha frente. Abriu as coxas grossas pra posicionar os pés na plataforma. O volume caiu pesado entre as pernas — pau grosso pro lado esquerdo, marcando o tecido como se não tivesse cueca por baixo, só o tecido fino do tactel separando a carne quente da vista. Cabeça inchada pressionando, ovos pesados delineados. Ele me cumprimentou com um aceno de cabeça e voz grossa:

— Fala, vizinho. Tudo na paz?

— Tudo, sargento. Força aí.

Só isso. Ele começou as repetições. Cada descida, as coxas abriam mais, o volume balançava levemente. Eu fingi focar no supino, mas meu pau deu sinal dentro da bermuda. Meia-bomba. Tive que ajustar disfarçado. Saí antes dele terminar.

Três dias depois, notificação no Instagram: Sargento Marcos me adicionou. Perfil dele era clássico PM raiz: foto de farda com boina, stories de churrasco com a família (esposa sorridente, menino no colo), post de treino pesado na academia da corporação. A mensagem veio natural, sem forçar nada:

Sargento Marcos (19:34):
E aí, Gabriel. Malhando vastante hein? Qualquer dica de exercício pra ombro eu aceito, tô sentindo dorzinha aí kkk

Respondi na hora, coração dando uma acelerada sutil:

Eu:
Haha valeu, sargento! O supino inclinado ajuda bastante. Se quiser, posso te mostrar na academia qualquer dia.

Sargento Marcos:
Boa! Tô precisando mesmo. Semana que vem tô de folga à noite, quem sabe a gente marca. Abraço, irmão.

A conversa começou 100% inocente. Ele mandava foto dele fazendo desenvolvimento de ombro em casa: “Olha o progresso, jovem”. Eu respondia com print do meu treino de tríceps. Falávamos de série, carga, proteína, dor muscular. Dez dias assim. Nada pessoal. Até que veio o primeiro áudio da viatura.

Sargento Marcos (23:12):
Tô aqui no turno da noite, irmão. Que tédio… tu tá fazendo o que agora?

Eu:
Estudando uns projetos. E aí, tá quente na viatura?

Sargento Marcos:
Quente pra caralho. Tô suado até a alma. Kkk imagina eu chegando em casa e jogando essa farda no chão…

Eu respondi com trocadilho leve:

Eu:
Imagino… deve ser um alívio tirar tudo, né? Soltar o corpo depois de um dia inteiro apertado.

Sargento Marcos:
Alívio grande mesmo… às vezes bate uma vontade de relaxar de verdade, sabe? Sem farda, sem pressão, sem ninguém olhando.

Eu:
Entendo. Eu também gosto de “relaxar” depois de um dia longo. Solto tudo.

Ele mandou um áudio rindo rouco:

— Hehe, entendi, irmão. Cuidado que o tédio da viatura tá me deixando safado.

Mudou de assunto na hora, mas na semana seguinte veio foto dele em casa: regata branca justa, peito peludo brilhando de suor, aliança visível na mão que segurava uma long neck gelada.

Sargento Marcos:
Olha o calor que tá hoje. Tô derretendo aqui sozinho. A patroa viajou com o moleque pros pais dela em Anápolis.

Eu:
Sozinho no 12º? Que perigo kkk

Sargento Marcos:
Perigo nenhum… mas tô precisando de companhia pra tomar uma cerveja gelada e conversar de homem pra homem. Desce aqui qualquer dia?

Aceitei. Sexta à noite, 20h30. Subi pelo elevador com o coração na boca. Toquei a campainha. Ele abriu de short de moletom cinza folgado e regata branca justa. Cheiro forte subiu: perfume amadeirado barato misturado com suor limpo do dia, um toque de cigarro. Me deu um abraço de macho — peito largo colado no meu, mão grande nas minhas costas, apertando firme.

— Entra, Gabriel. Fica à vontade, irmão.

Sentamos no sofá. Cerveja gelada na mão. Conversa fluiu fácil: o estresse da PM (“tô de plantão dobrado essa semana, irmão”), minha vida de designer (“trabalho de cueca em casa, inveja boa”), futebol (“o último clássico foi foda, né?”). Depois da terceira lata, o papo pesou.

Ele olhou pra mim, sério, mas ainda com aquela pose de macho raiz:

— Sabe, Gabriel… eu sou casado, hétero pra porra, tenho filho, casa, responsabilidade… mas desde que te vi naquela academia… não consigo parar de pensar em ti. Na tua cara bonita, no teu corpo definido, na tua bunda dura que marca na bermuda. Tô curioso pra caralho. Nunca fiz isso na vida. Mas contigo… porra, eu quero tentar. Só nós dois. Sem ninguém saber. Sem mudar nada.

Meu pau pulsou forte na calça. Me aproximei devagar. Ele me puxou pela nuca. Beijo veio forte — barba áspera roçando minha pele lisa, língua grossa invadindo devagar, gosto de cerveja e cigarro. Gememos juntos, mãos apertando costas, peito colado no peito.

Ele me levantou do sofá, me levou pro quarto. Cama de casal arrumada, foto da família na cabeceira. Ele tirou minha camisa devagar, beijou meu pescoço, desceu pro peito.

— Caralho… tua pele é macia pra porra, jovem… — murmurou rouco, lambendo meu mamilo direito. — Cheiro de homem limpo… me deixa louco.

Desceu a mão pro meu short. Apertou meu pau por cima do tecido.

— Tá duro assim por minha causa? Olha o volume… tá latejando na minha mão.

— Tá… desde o primeiro dia na academia, sargento… te olhando malhar, imaginando isso.

Ele riu baixo, macho até o osso.

— Então me chama de Marcos agora. E me mostra o que essa boca safada sabe fazer com o pau do policial casado.

Abri o short dele devagar. O pau saltou pesado: 21 cm, grosso pra caralho, veias saltadas como cordas, cabeça vermelha inchada brilhando de pré-gozo, pentelhos pretos molhados de suor. Cheiro forte subiu — suor de homem depois de um dia longo, tesão acumulado, virilidade pura que fez minha boca encher d’água.

Segurei na base. Quente, pesado, pulsando forte na palma.

— Isso… segura firme, Gabriel… sente como tá grosso? Chupa devagar… quero sentir cada centímetro na tua boca quente.

Ajoelhei. Abocanhei a cabeça. Quente, salgada, latejando na língua. Gosto forte de macho. Ele gemeu rouco, mão grande na minha nuca.

— Porra… que boca gostosa… engole mais… assim… caralho, tu mama melhor que qualquer mulher… tá sentindo como tá pulsando na tua garganta? É pra ti, irmão… todo pra ti.

Desci devagar. Boca cheia. Ele empurrou levemente, fodendo minha boca ritmada. Saliva escorrendo pelos cantos, baba pingando no chão. Ele gemia baixo, voz rouca:

— Isso… engole tudo do pai… porra, que garganta apertada… nunca senti uma boca assim… tô ficando viciado em ti, sabia? Chupa mais forte… mama o pau do casado… vai, engole até os pelos…

Acelerei. Língua girando na glande, sucção forte na cabeça. Ele apertou minha nuca, meteu mais fundo.

— Caralho… tô quase… quer meu leite na boca?

— Quero… goza na minha boca, Marcos… enche…

Ele acelerou. Pau inchou. Respiração travou.

— Tô gozando… porraaa… toma tudo… caralho… engole… tá saindo grosso… sente o jato quente?

Jorrou forte. Jatos quentes, grossos, enchendo minha boca. Sabor salgado forte, leite grosso escorrendo pelos cantos. Engoli tudo, lambendo a cabeça até a última gota. Ele tremia, mão tremendo na minha nuca.

— Porra… nunca gozei tanto… — sussurrou ofegante.

Me levantou. Beijou forte, língua invadindo minha boca ainda com gosto dele.

— Agora é minha vez… quero teu cu.

Me virou de bruços no sofá. Puxou meu short e cueca. Cuspiu na mão grande, passou no meu cu devagar. Dedo grosso entrou.

— Relaxa… respira… teu cu tá quente pra caralho… apertado… me apertando o dedo… isso… abre mais…

Segundo dedo. Eu gemia, quadril rebolando involuntário.

— Tá sentindo? Dois dedos do sargento te abrindo… preparando pra pauzão…

Tirou os dedos. Posicionou a cabeça grossa. Empurrou devagar. Pressão na entrada, depois abrindo.

— Ai caralho… tá me abrindo todo… — ele rosnou, voz de macho. — Que cu gostoso… tá me sugando… porra, tô inteiro dentro… como tá se sentindo, meu garoto?

— Cheio… perfeito… latejando… fode devagar primeiro… quero sentir cada veia…

Ele começou estocadas lentas, longas, profundas. Cada movimento batendo na próstata, prazer subindo pelas pernas. Mão grande apertando minha cintura, outra batendo meu pau junto.

— Isso… sente o pau do casado te fodendo… tu é meu agora, tá entendendo? Ninguém mais vai ter isso… porra, tô me interessando pra caralho por ti, Gabriel… nunca senti um tesão assim… me aperta mais… assim… rebola pra mim…

Aumentei o ritmo. Barba áspera roçando minha nuca enquanto ele gemia no meu ouvido:

— Tá sentindo como tá latejando dentro de ti? Tô batendo fundo… tua próstata tá inchada… goza pra mim… quero sentir teu cu apertando enquanto eu gozo…

— Tô quase… mais forte… mete tudo…

Ele acelerou, estocadas fortes, pele batendo molhada de suor.

— Tô gozando… porraaa… toma meu leite quente… caralho… tá saindo tanto… sinto teu cu pulsando… ordenhando tudo…

Jorrou dentro — jatos quentes, grossos, enchendo meu interior. Senti cada pulsada, o calor se espalhando. Gozei na mão dele, jatos fortes espirrando no sofá.

Ele ficou parado, abraçando minhas costas, beijando minha nuca com barba áspera.

— Porra… nunca gozei assim… — sussurrou, ainda ofegante. — Tu me pegou, Gabriel. Tô interessado pra caralho em ti. Mas continua sendo nosso segredo, hein? O pai aqui ainda é casado e machão… mas contigo eu quero repetir toda vez que a patroa viajar. Quero te foder na cama de casal, na cozinha, na varanda… onde der.

Saí devagar. Ele virou, me puxou pro peito peludo e suado. Ficamos abraçados, respirando pesado.

Diálogo pós-sexo:

Ele passou a mão no meu cabelo, pau semi-duro ainda encostado na minha coxa.

— Caralho, Gabriel… tu é perigoso, hein? — riu baixo. — Nunca imaginei que ia gostar tanto disso. Tô com o corpo todo arrepiado ainda. E tu? Tá se sentindo como?

— Melhor impossível, Marcos. Tô apaixonado pra caralho… mas discreto, como sempre.

Ele apertou minha bunda, voz grave e séria:

— Então fica assim. Amanhã de manhã eu desço pra academia cedo. Se te ver lá, a gente finge que é só treino… mas à noite, se a patroa não voltar cedo, tu sobe aqui de novo. Quero te foder na minha cama dessa vez. Quero te ouvir gemendo meu nome enquanto eu meto fundo. E quem sabe… na próxima eu te deixo experimentar meter em mim. Mas devagar… o machão aqui ainda manda.

Eu ri, ainda sentindo ele latejar dentro de mim.

— Fechado, sargento. Mas da próxima… quem sabe eu te mostro como é levar também.

Ele riu alto, me deu um tapa forte na bunda, ecoando no quarto.

— Vai sonhando, garoto. O pai aqui ainda é o que manda. Agora vai tomar um banho que eu te levo até o elevador. Ninguém precisa saber de nada… por enquanto.

Saí do apartamento dele com o gosto dele na boca, o cheiro dele na pele, o cu latejando de prazer e o coração disparado. O policial do 12º andar tinha me pegado de jeito. E eu já contava os minutos pro próximo plantão dele viajar.

Aquilo era só o começo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Daniel8 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários