Rufus resolveu dar espaço e tempo pra Gislaine e Sara, ficando a semana toda sem ir na casa delas. Pediu desculpas por não ir trabalhar pelo celular: "Desculpa, Sara… preciso de uns dias. Semana que vem tô de volta." Sara compreendeu e agradeceu: "Tudo bem, Rufus… cuide-se." Ele perguntou: "Você tá bem? E a Gislaine?" Sara respondeu: "Estamos bem, sim… mas por que perguntou por mim primeiro? 😏" Ele levou na zoeira: "Haha, só pra te irritar… beijos." Ficou por isso mesmo, mas Rufus sentia falta delas, refletindo sobre o drama familiar.
Na sexta-feira à noite, resolveu visitar sua namorada e sogra. É recebido com um beijo acalorado de Gislaine, que o abraça forte: "Estava com saudades, amor… nunca fiquei tantos dias longe de você!" Ela o leva direto pro quarto, trancando a porta e despindo-o com urgência. Eles fodem gostoso – Gislaine começa montando nele na cama, rebolando na boceta úmida com estocadas profundas, gemendo: "Ahh, Rufus… enche minha bocetinha, vai!" Rufus segura os quadris magrinhos dela, acelerando o ritmo, sentindo as paredes apertadas pulsarem enquanto ela goza tremendo, sucos escorrendo pelas coxas. Trocam para missionário: ele a penetra ritmado, sugando os peitinhos rosados, estocadas que a fazem gritar de prazer, unhas cravando nas costas dele. Por fim, ela pede: "Agora meu cuzinho, amor… me fode gostoso!" Rufus lubrifica com saliva, penetrando devagar o anel apertado e quente, acelerando em estocadas fortes, os quadris colidindo enquanto ela rebola e goza horrores: "Ahh, que delícia, goza dentro!" Ele finaliza enchendo o cu dela de jatos quentes, ofegantes e colados.
Após o namoro gostoso, tomam um banho juntos – água quente lavando os corpos suados, beijos suaves e mãos explorando, rindo baixinho. Rufus percebe que Sara não está e pergunta por ela. Gislaine diz: "Mãe foi visitar meu pai… e a gente vai amanhã! Comprei sua passagem de surpresa, amor." Rufus fica empolgado: "Sério? Perfeito… tinha um churrasco na casa dos meus pais amanhã, mas não tô a fim." Rufus ouviu durante a semana toda seus pais dizendo para ele deixar Gislaine e esquecer dela – eles não gostavam dela. Ela só tinha ido duas vezes na casa de Rufus e se sentiu mal recebida. O pai dele sabia que Gislaine era "putinha" por tê-la fodido meses antes dela namorar Rufus, e a mãe descobrira pelas mensagens no celular do marido. Gislaine sabia que seu sogro era um safado hipócrita e a sogra, uma corna mansa que se fingia de santa. Rufus amava seus pais, mas eles eram chatos na maior parte do tempo e, por não à tratarem bem, então preferiu seguir o namoro sem mais levá-la em casa.
No dia seguinte, viajam logo cedo e são muito bem recebidos por Eliseu e Sara na casa simples em Cabo Frio. Eliseu os abraça: "Que bom que vieram!" Apresenta seu "amigo": "Esse é Jorge." Jorge era um homem de 40 anos, mais jovem que Eliseu – mulato, levemente gordinho, cabeça totalmente raspada, mas com uma barba cheia bem feita. Muito simpático, tratou de deixar todos à vontade: "Relaxem, gente… sintam-se em casa!" Logo estavam todos conversando na sala, rindo de histórias leves.
Eliseu chama Gislaine para conversar à parte no quarto, e Rufus fica na sala com Jorge, batendo papo sobre futebol e a vida na praia, enquanto Sara faz o almoço. Cerca de 1h depois, Gislaine volta sorrindo, visivelmente chorosa, e Eliseu também aparenta ter chorado muito. Mas ambos visivelmente mais leves e felizes. Rufus a abraça e beija: "Tudo bem, amor?" Ela assente: "Te amo… agora tá tudo bem, a gente tá bem."
À tarde, curtem a praia próxima – sol quente, ondas suaves. Gislaine e Sara estavam um espetáculo: Gislaine de biquíni fio-dental vermelho, destacando a pele branquinha e magrinha, curvas suaves com bunda empinada e peitinhos firmes; Sara de biquíni preto cavado, realçando o corpo maduro e curvilíneo aos 40 anos, seios fartos transbordando e quadris largos, com uma tatuagem discreta na coxa. Jorge, Eliseu e Rufus estavam de cueca – sungas improvisadas, corpos relaxados ao sol. Na água, Rufus e Sara conversam e brincam, espirrando água um no outro, enquanto Gislaine se queima ao sol, quase cochilando na toalha.
Sara diz a Rufus: "Tô feliz por Gislaine e Eliseu enfim acertarem tudo, sem mais segredos." Ele concorda: "É… foi importante." Sara pisca: "A casa é pequena… você, eu e Gislaine vamos dividir o quarto por causa do ar-condicionado. Dormir na sala não rola." Rufus pergunta, na zoeira: "Sem maldade nisso, né?" Sara ri: "Nenhuma, mané!" - Apesar de seus olhos dizerem o contrário. Rufus não entende completamente pra onde aquilo tudo se encaminha, mas não vê com maus olhos. Aquele fim de semana se revelava bem mais do que apenas dias de acertos familiares…