Os dias viraram uma mistura deliciosa e perigosa de putaria sem freio. Eu tinha que me dividir entre as duas — Fran e Larissa — e isso acabou rachando a casa ao meio, transformando num campo minado de tesão, ciúmes e obediência.
Fran ainda era a parceira “oficial”: voltava do trabalho exausta, tomava banho, se jogava na cama e abria as pernas com aquele gemidinho manhoso, pedindo pra eu meter devagar no começo, depois socar forte até ela tremer e gozar baixinho, mordendo o travesseiro pra não acordar a vizinhança. Duas, no máximo três vezes por semana. Era carinho misturado com foda rápida, rotina de casal. Mas a Larissa… puta merda, a Larissa tinha virado minha puta particular.
Ela se apaixonou de forma doentia, obsessiva, submissa até os ossos.
Mandava mensagens sempre: “dono… volta logo…”. “Minha bunda tá com saudade do seu tapa… tô pingando aqui pensando em você me arrombando… por favor não me deixa sem você hoje…”
A casa dividiu territórios invisíveis. Fran ficava com o quarto principal, a sala de TV, a cozinha — o espaço “normal”. Larissa se restringia ao quarto dos fundos, ao corredor escuro, à área de serviço transformada em masmorra improvisada. Larissa mordia o lábio e se masturbava escondido ouvindo os gemidos abafados da Fran no quarto ao lado.
Chegava do trampo e o ritual começava. A porta da Larissa entreaberta, luz baixa, ela já de quatro no chão frio da área de serviço: coleira de couro com argola grossa, plug de raposa no rego aberto, rabo enorme empinado como altar. Aquela bunda de cavala absurda dominava tudo — redonda, pesada, empinada naturalmente, branca até eu chegar, depois vermelha, roxa, marcada pelas minhas mãos e chicote. O rego profundo engolia plugs, dedos, pau inteiro; as coxas grossas afastadas deixavam a buceta inchada pingando pelas curvas.
Nem tirava a calça toda. Abria o zíper, cuspia no pau latejando e socava direto no cu dilatado, até as bolas baterem na buceta melada.
“Caralho, que cu guloso nessa bunduda… sua vadia…”
Ela empinava mais, rebolando devagar, rabo tremendo em ondas:
“Me arromba, dono… fode fundo nessa cavala… eu te amo tanto… me usa como sua puta…”
Eu agarrava as ancas largas, apertando até marcar os dedos, puxava a coleira como rédea, estapeava forte — tapas estalados que faziam a carne balançar por segundos, deixando vergões que viravam roxos. Quanto mais batia, mais ela chorava de tesão:
“Me castiga mais… judia dessa bunduda… marca ela pra todo mundo saber que sou sua… eu gozo só de apanhar pro seu pau…”
Alternava sem piedade: metia no cu até o gozo subir, tirava e enfiava na garganta até engasgar e lacrimejar, voltava pro rabo, estapeava a cara deixando a bochecha vermelha, apertava os bicos duros até ela gritar. Gozava onde quisesse — fundo no cu, enchendo até transbordar pelo rabo; na cara, vendo ela lamber tudo com devoção; na bunda toda, porra branca escorrendo pelas curvas enquanto ela ficava de quatro, ofegante, usada.
Fechava a calça, dava um último tapa violento na cavala marcada e ia pro quarto descansar. Larissa ficava ali, pingando porra, tremendo, bunda roxa e quente, olhos vidrados de amor doentio.
No outro dia, depois de uma surra violenta — chicote nas nádegas até linhas roxas finas aparecerem, tapa-seios apertados até os bicos ficarem inchados, pau socando o cu sem dó até ela gozar sem permissão e gritar meu nome —, eu a deixei de quatro na cama do quarto dos fundos. Bunduda empinada, porra escorrendo em fios grossos pelo rego, nádegas quentes pulsando.
Puxei a coleira devagar, forcei a cara no colchão e enfiei quatro dedos no cuzinho aberto, mexendo a porra pra dentro enquanto batia ritmado na cavala — tapa, tapa, tapa — a carne tremendo violentamente.
“Você me ama mesmo, Larissa?”
Ela soluçou, rebolando contra minha mão, voz quebrada de tesão e devoção:
“Eu te amo mais que tudo… mais que minha vida… sua puta, sua cavala apaixonada… me usa até eu não existir mais… me destrói todo dia… por favor… nunca me solta…”
Tirei os dedos, posicionei o pau na entrada melada e meti devagar, sentindo ela se abrir toda. Depois socava com força bruta, puxando a coleira até o pescoço arquear, estapeando a bunduda sem parar — som ecoando, carne ondulando, marcas brilhando de suor.
“Vai gozar assim, vadia apaixonada? Goza enquanto eu te quebro.”
“Vou… vou gozar te amando… gozando no seu pau… sou sua… só sua… pra sempre…”
Ela convulsionou, gritando meu nome, cuzinho apertando em espasmos enquanto gozava descontrolada. Acelerei, enfiei até o talo e jorrei fundo, enchendo o rabo dela mais uma vez, porra quente transbordando pelas nádegas enormes.
Tirei devagar, vendo o cuzinho piscar e a porra vazar. Dei um último tapa estalado na cavala roxa, me deitei ao lado e puxei a coleira até o rosto dela ficar perto.
“Boa menina. Minha puta apaixonada. Minha propriedade”
Ela sorriu entre lágrimas, bunduda tremendo, marcada, pingando, olhos vidrados de amor absoluto.
“Eu te amo, dono… me usa amanhã… e depois… e sempre… nunca me solta… por favor…”
Eu sorri, dei um tapa leve na cara só pra ver o brilho nos olhos aumentar, e respondi baixo:
“Nunca vou soltar você, Larissa. Essa bunduda, esse cu, esse coração doente que bate por mim… tudo meu. Você é minha. Pra sempre.”
Ela fechou os olhos, suspirou tremendo, murmurou quase dormindo:
“Pra sempre… sua…”
E assim continuou: eu me dividindo entre as duas, Larissa rastejando, bunduda oferecida, coração escancarado. Minha puta. Minha cavala. Minha obsessão eterna. Sem fim à vista.