A porta abriu-se e o som ecoou pelo quarto antes de se dissipar no silêncio. No instante em que entrei, ela reagiu de imediato. Endireitou-se, o corpo a ficar rígido, como se já soubesse que estava a ser observada antes mesmo de levantar o olhar. Quando o fez, fixou-se em mim sem hesitar, mas havia tensão por trás desse gesto, visível na forma como mantinha os ombros contraídos e a respiração ligeiramente acelerada.
Entrei sem pressa e fechei a porta atrás de mim com um movimento controlado. Não disse nada. Limitei-me a observar. Primeiro ela, depois o quarto. Deixei o olhar percorrer cada detalhe com calma, sem saltar etapas. A cama, os lençóis, a cadeira, as taças. Tudo parecia no lugar, ou pelo menos perto disso. Mas o “quase” era sempre onde o erro se escondia.
Caminhei devagar, sentindo o peso de cada passo no silêncio do espaço. Ela não se mexeu. Nem um milímetro. Mas a respiração denunciava o que estava por baixo daquela imobilidade. Parei junto à cama, passei a mão pelo lençol e alisei-o com um gesto simples, mais para sentir do que para corrigir. Observei. Sem expressão. Depois virei-me para a cadeira, toquei na roupa, ajustei ligeiramente a posição e voltei a colocá-la exatamente onde estava.
Deixei o silêncio prolongar-se mais do que o necessário antes de voltar a olhar para ela.
— Então…
— Foi isto que achaste que eu queria?
Ela respondeu de imediato, como se estivesse à espera da pergunta.
— Sim… meu senhor.
Aproximei-me devagar, sem quebrar o contacto visual.
— Estava quase.
— Mas falhaste.
Vi o impacto. Pequeno, mas suficiente. Não foi no corpo — esse manteve-se firme — foi nos olhos. Perguntei sem pressa.
— Sabes onde?
Ela não respondeu. Não sabia. E isso era precisamente o problema. Observei-a com mais atenção, agora focado nela e não no espaço. A pele ainda húmida, o cabelo desalinhado, o detalhe que tinha sido ignorado.
— Achaste que era só o quarto?
— O espaço à tua volta está em ordem…
— Tu não.
Os ombros enrijeceram ligeiramente. Continuei, sem alterar o tom.
— E metade… não chega.
Afastei-me, peguei numa toalha e atirei-lha sem força, apenas o suficiente para marcar a ordem.
— Tens cinco minutos.
— Para ficares como deve ser.
— Cinco.
Dirigi-me à porta e parei antes de sair.
— Quando voltar, não quero dúvidas.
Saí e fechei a porta.
⸻
Quando regressei, não bati.
Abri a porta de forma direta, mais brusca do que antes, e entrei sem aviso. Ela sobressaltou-se, mas recuperou rapidamente a postura. Dei dois passos e parei, deixando o olhar percorrer o quarto novamente, mas desta vez de forma mais crítica.
O chão tinha marcas de água. A porta do duche estava entreaberta. A toalha mal pousada denunciava pressa. E depois… ela. A coleira ainda húmida, a corrente a marcar o chão.
Fiquei em silêncio, mas já não era o mesmo silêncio.
— Cinco minutos…
— E foi isto que decidiste fazer com eles?
Ela não respondeu. Não conseguia. Continuei.
— Isto parece-te “como deve ser”?
— Corres. Fazes à pressa…
— E pensas que eu não vou reparar.
Vi-a engolir em seco.
— Eu disse-te para perceberes.
— Não foi para entrares em pânico.
O quarto parecia mais pequeno agora. Mais fechado.
— Assim não vais lá.
Fiquei em silêncio por um momento, até que bateram à porta. Duas vezes. Seco.
— Sim?
A resposta veio do outro lado, sem que a porta se abrisse.
— Senhor, pedem-no na receção. É para atender um telefonema.
— Já vou.
Os passos afastaram-se e o silêncio voltou. Olhei novamente para ela.
— Eu vou…
— Mas volto.
— Vê se corriges todas as asneiras que fizeste.
— Todas.
— Sim… meu senhor.
Saí.
⸻
Quando voltei mais tarde, entrei sem pressa. Desta vez, o ambiente era diferente. O olhar percorreu o quarto e não encontrou falhas imediatas. O chão estava seco, o duche limpo, a cama alinhada, a cadeira perfeita. Caminhei pelo espaço, toquei, observei, confirmei.
Voltei-me para ela.
— Agora sim…
— Está como deve ser.
Vi o alívio. Breve. Contido. Mas presente.
— Mas não foi à primeira.
O silêncio voltou a cair.
— E os erros…
— têm consequências.
Aproximei-me.
— Diz-me…
— Qual deve ser o teu castigo?
Ela hesitou. Os olhos baixaram.
— Eu…
— Não sei… meu senhor.
Fiquei a olhá-la durante um segundo. Depois afastei-me devagar, levei a mão ao cinto e soltei-o. O som do metal ecoou no quarto de forma seca e clara. Vi a reação dela. Pequena. Mas suficiente.
— Sabes contar até vinte?
Ela hesitou, claramente apanhada de surpresa pela pergunta.
— Sim… meu senhor.
Assenti.
Aproximei-me dela, segurei-a e fiz com que subisse para a cama.
Sem falar, movi o corpo dela até ficar de 4, bem na borda da cama de rabo virado para mim.
— Então vais contar.
Fiz uma pausa.
— Em voz alta, e se te enganares voltamos ao início!
— Sim… meu senhor. - o som saio da boca dela com o medo do que aí vinha
O meu braço desce como sinto e a primeira chocolate bate em cheio no rabo da milu.
—AI! Sai um grito de dor logo seguido de Um, com uma voz tremula de dor.
Os dedos agarram os lençóis a com toda a força possível…
Antes que conseguisse recompor-se, de conseguir respirar fundo a segunda chicotada está com mais força no rabo.
— Dois…e as lágrimas começam a escorre-lhe pelo rosto
Respirou fundo, tentando manter o controlo.
— Três…
— Quatro…
Cada número parecia mais difícil
— Cinco…
— Seis…
- Sete
Os olhos fixos num ponto como se isso a ajudasse a não falhar.
—oito
— Nove…
A voz tremeu ligeiramente.
— Dez…
As marcas começavam a ser visíveis na pele dela. Mesmo com uma pele negra, notava-se o vermelho de cada chicotada.
A chicotada seguinte foi mais forte e a ponta do cinto bateu bem direito na vagina dela. A dor foi forte e ela não resistiu. Rebolou pela cama e meio a gritar de dor meio a chorar a medida que afagava o corpo dizias
— Oooonzeeee…
Recuperou.
Ao perceber a sua falha, ficou assustada, com medo de ter de recomeçar e rapidamente voltou a posição inicial.
— Doze…
— Treze…
— Catorze…
— Quinze…
A tensão acumulava, a voz saía tremula
— Dezasseis…
— Dezassete…
— Dezoito…
— Dezanove…
Para finalizar o cinto caiu-lhe não sobre o rabo mas sobre as costas. Ela não esperava e a chicotada mais uma vez fe-la perder o controlo de si.
— Vinte! — saiu-lhe num grito contido.
A voz dela saiu carregada de tudo ao mesmo tempo — dor, desespero… e um alívio que não conseguia esconder completamente. Foi um som estranho, quase quebrado, como se não pertencesse a uma única emoção, mas a várias que se sobrepunham sem ordem.
Logo a seguir, o silêncio caiu sobre o quarto.
Pesado.
Imóvel.
Ela deixou-se cair sobre a cama sem qualquer tentativa de controlar o movimento. O corpo encolheu-se de forma instintiva, como se procurasse proteger-se de algo que já tinha passado, mas que ainda estava presente dentro dela. Os braços envolveram-se à volta de si própria, apertando com mais força do que o necessário, como se isso pudesse devolver algum controlo.
Ficou assim por um momento.
Sem saber o que fazer.
Sem saber o que vinha a seguir.
A respiração estava completamente descompassada, irregular, a subir e a descer sem ritmo, denunciando o esforço e a tensão que ainda não tinham desaparecido.
Observei-a em silêncio durante alguns segundos, deixando que aquele estado se instalasse sem interferência. Não havia pressa. Havia mais valor em perceber do que em agir.
Depois sentei-me ao lado dela.
O colchão cedeu ligeiramente com o meu peso, e senti a mudança imediata no corpo dela. Não se afastou, mas também não relaxou. Manteve-se tensa, como se estivesse à espera de algo que não conseguia antecipar.
Passei a mão pelo braço dela, devagar, num movimento controlado, quase neutro. Não foi um gesto impulsivo, nem emocional. Foi deliberado. Como se estivesse a avaliar. A perceber.
Ela reagiu.
Quase impercetivelmente.
Não houve recuo.
Nem resistência.
Mas houve incerteza.
E isso… via-se.
A minha mao percorreu-lhe o corpo com calma, como se estivesse a verificar o impacto do que tinha acabado de acontecer.
Inclinei-me ligeiramente.
— Não gosto de ter de fazer isto… — disse, num tom mais baixo.
— Mas é necessário.
A mão não parou.
Percorria-lhe o braço, os ombros… descendo lentamente.
Agora já não era apenas um gesto.
Era deliberado, tocava-lhe no corpo todo colocando-lhe uma mão entre as pernas.
Ela reagiu.
O corpo voltou a enrijecer.
A respiração mudou.
Ainda sentia o impacto do que tinha acontecido momentos antes.
Mas agora havia outra coisa.
Confusão.
Os meus movimentos tornaram-se mais presentes. Coloquei dois dedos no clitoris dela e comecei a masturba-la.
Sem pressa.
Como se estivesse a testar até onde ela ia reagir.
Ela não se afastou.
Mas também não relaxou.
Ficou ali.
Presa entre duas sensações opostas.
O corpo queria reagir.
A mente resistia.
Virei-a na cama.
Sem força excessiva.
Mas sem lhe dar escolha.
Ficou de costas.
Agora mantinha uma mão no clitoris outra a massegar as mamas com aqueles mamilos já bem duros
O olhar perdido por um instante.
As mãos procuraram instintivamente um ponto de apoio.
Continuei em dizer nada.
Ela tentou controlar a respiração.
Mas não conseguia.
Havia um conflito evidente.
Cada toque parecia empurrá-la para um lado… e puxá-la para outro.
Quando se sentiu excitada percebeu o que estava a acontecer, reagiu.
O corpo fechou-se.
As pernas contraíram-se.
Como se tentasse recuperar controlo.
— Abre - A voz saiu baixa, mas firme.
Ela não hesitou, e obedeceu
A minha excitação também aumentava, estava novamente excitado.
Empurrei-a para o centro da cama
Segurei-lhe as pernas, abria-as com calma sem qualquer resistência e a minha boca foi direta ao clitoris dela.
A bucetinha dela estava já molhada, e a minha língua começou a saborear cada cm dela. Chupei, lambi calmamente por longos minutos.
O corpo dela ia reagindo e ficando cada vez mais excitada.
A respiração tornou-se irregular e mesmo sem olhar diretamente para mim, percebia-se que na sua cabeça havia confusão.
Continuei, mas agora introduzi um dedo e calmante na buceta dela…
Senti uma reação quase instantânea nela.
Os olhos fecharam-se por um instante.
Como se procurasse afastar-se daquele momento
De repente houve uma mudança, a respiração prendeu e os dedos contraíram-se.
O corpo arqueou ligeiramente.
E depois… veio-se, veio-se de forma intensa, Inesperada, escontrolada. Gemeu e desta vez não vou controlado, gemeu alto enquanto todo o corpo tremia.
Quando voltou a relaxada, um se tento de vergonha tomou conta dela, respirou fundo e ficou imóvel por um segundo.
Como se não tivesse compreendido o que tinha acabado de acontecer.
Tinha tido o primeiro orgasmo na vida.
Estava confusa, sem saber como reagir. Tudo o que sentia era novidade.
Perguntei
-gostaste ?
Observei-a.
Em silêncio.
Depois inclinei-me ligeiramente.
— Gostaste?
A pergunta ficou no ar.
Ela não respondeu de imediato, A mente ainda tentava acompanhar o que o corpo tinha sentido.
Engoliu em seco. E envergonha disse
- sim- baixinho
Havia vergonha, confusão, e algo mais difícil de explicar.
- Eu sei que gostaste. Agora volta para o teu lugar.
Levantou-se ligeiramente.
Ainda com cuidado.
Aproximou-se, sem me olhar diretamente.
Ajoelhou-se ao lado da cama.
A cabeça baixa.
Os ombros tensos.
— Obrigada… meu senhor — disse, com a voz baixa.
Sem saber se tinha feito bem.
Mas tentando acertar.
Observei-a por alguns segundos. Mantinha-se ajoelhada, com a cabeça baixa, numa postura que já não era apenas reação — era expectativa. Estava à espera. Não de uma ordem específica, mas de algo que desse continuidade ao momento, que definisse o que vinha a seguir.
Afastei-me ligeiramente, criando distância suficiente para quebrar qualquer sensação de proximidade imediata. O silêncio voltou a instalar-se no quarto, mais controlado desta vez, menos caótico, mas ainda carregado do que tinha acabado de acontecer.
— Vou ter de sair.
A voz saiu simples, sem carga desnecessária, mas suficiente para cortar o momento.
Ela não levantou o olhar de imediato, mas percebi que estava atenta. O corpo não se moveu, mas a forma como respirava denunciava isso. Estava a ouvir. A registar.
— Só volto no final do dia.
Fiz uma pausa curta, deixando que as palavras ganhassem peso antes de continuar.
— Tens tempo.
— Tempo suficiente para fazer tudo… como deve ser.
— À primeira.
A palavra ficou no ar, mais pesada do que qualquer explicação.
Ela assentiu de imediato.
— Sim… meu senhor.
A voz saiu baixa, mas desta vez havia mais controlo. Menos hesitação. Não confiança — ainda não — mas intenção.
Aproximei-me da porta e parei antes de sair. Não me virei completamente, apenas o suficiente para garantir que a minha presença ainda ocupava o espaço.
— Não quero dúvidas quando voltar.
Abri a porta.
E saí.
A porta fechou-se atrás dele, e o som permaneceu no quarto durante um breve instante antes de desaparecer no silêncio. Milu não pensou imediatamente no que tinha acontecido. O corpo reagiu primeiro. Levantou-se e percebeu que ele lhe tinha tirado a coleira, sentiu-se estranha sem estar presa aquela corrente.
Voltou a realidade !
Havia uma tarefa clara, mesmo que nunca tivesse sido explicada por completo, e ela sabia que não podia falhar outra vez.
Começou pela cama. Alisou o lençol com cuidado, passando as mãos uma, duas, três vezes, até sentir que não havia irregularidades. Recuava sempre um passo para observar, inclinando ligeiramente a cabeça, procurando um defeito que talvez nem existisse. Ajustava milímetros, voltava a alisar, voltava a recuar. Depois passou para a cadeira. Pegou na roupa, dobrou-a com atenção, desfez, voltou a dobrar, tentando acertar na forma exata que ele esperaria encontrar. Não havia referência, apenas uma ideia difusa de “como deve ser”, e isso obrigava-a a pensar mais do que alguma vez tinha pensado numa tarefa tão simples.
O chão veio a seguir. Ajoelhou-se e passou a mão devagar, como se pudesse sentir com os dedos aquilo que os olhos não captavam. Não encontrou nada, mas mesmo assim limpou, repetindo o gesto até ter a certeza — ou até sentir que já não conseguia melhorar mais. No duche, secou cada superfície com um cuidado quase obsessivo, certificando-se de que não ficava qualquer vestígio de água. Por fim, pegou na coleira e secou cada elo com atenção, demorando-se mais do que em qualquer outra tarefa, como se intuitivamente soubesse que ali podia estar o erro que a condenaria.
O tempo passou sem que ela tivesse consciência disso. Quando terminou, parou no centro do quarto e deixou finalmente o corpo abrandar. Respirou fundo e olhou em volta com mais calma. Tudo estava no lugar. Tudo parecia certo. Pela primeira vez desde que ele tinha saído, permitiu-se um pequeno alívio — breve, cauteloso, quase desconfiado.
E foi nesse momento que a mente começou a recuperar o controlo.
As imagens regressaram de forma desorganizada, mas insistente. A noite na floresta, a captura, o quartel, o primeiro olhar dele. Depois vieram os momentos mais recentes — o duche, a pressa, o erro que nem tinha percebido na altura. A forma como tentou fazer tudo bem… e mesmo assim falhou. O olhar dele, a forma como falava, como decidia sem hesitar. Tudo voltou com uma clareza desconfortável.
O último momento com ele voltou-lhe à cabeça com uma clareza inesperada. Ficou excitada e desejou sentir novamente a sensação de ter um orgasmo.
Sentiu-se molhada e pela primeira vez e por breves momentos, pensou em masturbar-se.
Abandonou a ideia, estava sozinha e tinha de aproveitar o momento, talvez tentar uma fuga.
Levantou-se devagar. Não por falta de força, mas porque cada movimento já vinha acompanhado de intenção. O corpo começava a alinhar-se com a decisão que ainda não estava totalmente consciente, mas que já existia. O olhar foi direto à janela. Já a tinha visto antes, mas desta vez não era curiosidade. Era cálculo.
Aproximou-se.
Cada passo mais pesado do que o anterior, não pelo esforço, mas pelo que significava. Quando chegou, parou. Olhou para o exterior com atenção, mais do que tinha feito antes. O pátio mantinha-se igual. Movimento normal. Rotina. Ninguém a olhar. Ninguém atento.
Inspirou fundo.Quase sem som.
Levantou a mão até ao fecho.
Hesitou.
Um segundo.
Talvez dois.
O medo apareceu de imediato, rápido, instintivo. Não como dúvida, mas como alerta. E se estivesse trancada. E se fizesse barulho. E se alguém visse. Tudo passou pela cabeça num instante.
Mas não recuou.
A mão fechou-se com mais firmeza.
Rodou o fecho devagar, testando primeiro, sentindo a resistência. Depois aumentou ligeiramente a pressão. O metal respondeu com um ruído leve, quase impercetível, mas naquele silêncio pareceu maior do que devia.
Parou.
Imóvel.
O corpo inteiro em escuta.
O coração acelerou.
Esperou.
Nada.
Nenhum som.
Nenhuma reação.
Engoliu em seco.
Tentou outra vez.
Mais devagar.
Mais controlado.
O fecho cedeu ligeiramente.
Um clique curto.
Quase inexistente.
Mas suficiente.
Os olhos abriram-se um pouco mais.
Estava a resultar.
A tensão mudou.
Já não era apenas medo.
Era possibilidade.
Empurrou a janela ligeiramente. O ar entrou de imediato, frio, real, diferente do ambiente fechado do quarto. A respiração alterou-se, mais rápida agora, não por pânico, mas pela proximidade de algo que até ali parecia impossível.
Estava perto, uito perto.
Só mais um pouco, agarrou com as duas mãos as laterais da janela e no momento que ia dar impulso ao corpo para subir …
A porta abriu-se.
O som cortou tudo de forma abrupta, limpa, sem aviso.
Ela congelou no mesmo instante.
Aamão ainda na janela.
O corpo completamente imóvel.
Virou a cabeça devagar.
Demasiado devagar.
E viu-me.
Ali.
A olhar para ela.
O que acontecerá a seguir ?
Se querem saber mais, escrevam-me pata diofer66@gmail.com