Entre as curvas e cheiros de mamãe. pt 3 - Entre perdão e transgressão

Um conto erótico de Yan
Categoria: Heterossexual
Contém 3418 palavras
Data: 17/03/2026 15:41:00
Última revisão: 17/03/2026 15:42:23

Papai estava ali, sorrindo como se nada tivesse acontecido, vestindo aquela máscara de que estava tudo bem. Ele se aproximou sem qualquer cautela; por um segundo, achei que tentaria me abraçar. Recuei instintivamente, fechando a cara. Ele percebeu a rejeição e estancou o passo. Disse que precisávamos conversar, que queria contar o seu lado da história.

Mamãe soltou uma risada seca, balançando a cabeça em descrença.

Antes que ele prosseguisse, eu me antecipei: não tínhamos nada para falar com ele. Segurei o braço dela e a puxei em direção ao elevador.

— Vamos conversar mais tarde, por favor. No jantar — ele implorou. — Eu fico, se prometerem me escutar. Só mais uma vez...

Mamãe me consultou com o olhar antes de se voltar para ele. Disse que pensaríamos no assunto, mas sem promessas.

***

Entramos no quarto do hotel em silêncio, a porta se fechando atrás de nós com um clique que pareceu mais alto do que deveria. O ar-condicionado soprava frio, mas eu ainda sentia o calor da praia na pele, misturado com a raiva que queimava no peito. Meu pai. A cara de pau dele de ter aparecido ali, no mesmo hotel, depois de tudo. Depois do que ele fez com a gente. Depois de ter traído a confiança dos dois, de ter nos colocado nessa situação insuportável. O que ele poderia dizer no jantar que mudaria alguma coisa? Que palavras apagariam a tristeza que eu carregava desde que soube da traição, ou a raiva que crescia toda vez que pensava nele?

Me joguei sentado na beira da cama king size, lençol branco impecável, olhando pro carpete bege sem ver nada. Perdido. Zangado. Confuso. Mamãe — minha mãe — não falou quase nada no elevador. Apenas entrou no banheiro assim que chegamos, fechando a porta com delicadeza.

Ouvi o chuveiro sendo ligado. O som da água caindo forte. E, como se um interruptor tivesse sido acionado na minha cabeça, a raiva deu espaço pro desejo. Imaginei ela ali, nua debaixo da água, ensaboando o corpo voluptuoso. Pernas grossas brilhando de sabão, bunda grande e redonda se movendo enquanto ela passava a esponja, seios volumosos e deliciosos balançando de leve com o movimento dos braços. Axilas lisas, recém-depiladas, talvez ainda com resquício de suor da praia misturado ao hidratante de baunilha que ela sempre usava. Queria estar ali junto com ela. Queria sentir a pele quente e molhada dela contra a minha, as mãos nos seios pesados, a boca nos mamilos marrons que eu já tinha provado mais cedo na praia, antes de tudo ser interrompido por ele.

Se meu pai não tivesse aparecido... se ele não tivesse cortado o clima da viagem... talvez estivéssemos transando agora mesmo no quarto, sem culpa, sem medo. Mas ele estava aqui. No mesmo hotel. Pedindo pra conversar. Como se palavras pudessem consertar o que ele quebrou.

O chuveiro desligou. Alguns minutos depois, a porta do banheiro abriu.

Ela saiu enxugando os cabelos com uma toalha pequena, usando uma camisola roxa decotada e curta que mal cobria as coxas grossas. O tecido fino grudava de leve na pele ainda úmida, marcando os seios deliciosos, mamilos endurecidos pelo ar frio do quarto. Pernas grossas e torneadas brilhando de hidratante, bunda grande desenhada perfeitamente sob o tecido curto. Axilas lisas e cheirosas expostas enquanto ela esfregava a toalha nos cabelos negros molhados. O perfume de baunilha subiu forte, misturado ao cheiro limpo e quente da pele dela pós-banho.

Nossos olhos se encontraram. Olhar cúmplice. De quem transgrediu juntos mais cedo na praia, de quem sabia exatamente o que o outro queria. Sorri sem querer. Ela retribuiu, sorriso suave e carregado de promessas.

Sentou ao meu lado na cama, coxa grossa roçando na minha. O cheiro de baunilha me envolveu inteiro.

— O que você está pensando? — perguntou, voz baixa e carinhosa, mão descansando de leve na minha coxa.

Respirei fundo. A raiva voltou, misturada com tristeza.

— Que meu pai não deveria estar aqui. Não depois do que ele fez. O que ele poderia dizer no jantar que mudaria alguma coisa?

Ela assentiu devagar, olhos compreensivos.

— Eu entendo. Eu também não queria que ele estivesse aqui. Mas... apesar de tudo... acho que você deve ouvir o que ele tem a dizer. Nem que seja pela última vez.

Fiquei sem entender. Como ela conseguia ter tanta complacência com aquele homem? O homem que traiu a confiança dos dois, que nos colocou nessa situação.

— Como você consegue? — perguntei, voz baixa. — Depois de tudo...

Ela tocou meu rosto com os dedos quentes. O cheiro delicioso de hidratante da pele dela me desarmou na hora. Ela se aproximou, boca perto da minha.

— Porque, apesar de tudo, eu acho que a gente deve descer. Jantar com ele. E depois subir de novo... pra aproveitar a viagem. — Ela fez uma pausa, olhos nos meus. — Não tenha medo. Nada vai mudar entre nós. Nada.

E então me beijou.

Beijo quente, de língua. Lábios macios se abrindo, língua invadindo minha boca com fome, gosto de pasta de dente de menta misturado ao baunilha da pele dela. Minhas mãos foram instintivamente pro corpo dela — cintura fina, subindo pros seios por cima da camisola roxa. Apertei de leve, sentindo o peso macio, os mamilos endurecendo na palma.

Ela gemeu no beijo, mas afastou minha mão devagar, sorrindo.

— Sem pressa — sussurrou contra meus lábios. — Toma um banho. Você tá só água do mar. Depois... a gente aproveita.

Ela se levantou, rebolando sensual, bunda grande marcada na camisola curta, e foi até o espelho arrumar os cabelos.

Eu fiquei ali, pau duro latejando na sunga, cheiro de baunilha e tesão no ar, sabendo que a noite ia ser longa.

E que meu pai... bem, meu pai podia esperar.

***

Entramos no restaurante do hotel por volta das 20h30. Uma chuva forte começou a cair lá fora, batendo nas vidraças grandes que davam para a praia escura. Escolhemos uma mesa no canto, isolada, com vista para o mar agitado e algumas figuras distantes caminhando sob guarda-chuvas na areia molhada. O lugar estava meio vazio — turistas fugindo do temporal, poucas mesas ocupadas, luz baixa de abajures amarelados, música suave de piano ao fundo. Meu pai sentou primeiro, nervoso, mexendo no celular como se procurasse algo que justificasse a presença dele ali. Eu me sentei de frente pra ele. Mamãe sentou ao meu lado, perto o suficiente pra que eu sentisse o calor do corpo dela e o perfume sutil de baunilha misturado ao cheiro leve de suor limpo que ainda grudava na pele dela.

Ninguém falou nada no início. O garçom veio, anotou os pedidos com pressa — filé com fritas pra mim, salmão grelhado pra ela, algo leve pro meu pai que mal olhava pro cardápio. Ele saiu. Silêncio pesado. Eu olhava pros lados, torcendo pra que aquela situação constrangedora terminasse logo. Meu pai mexia no celular, olhando de relance pra nós, suor na testa apesar do ar-condicionado. Mamãe parecia totalmente desinteressada: olhar cansado, suspiros leves, braços cruzados sob os seios corpulentos que marcavam o vestido azul estampado de alça fina e decote discreto. Não estava produzida como na primeira noite — quando jantamos só nós dois e tudo começou —, mas ainda assim estava charmosa pra caralho. Brincos de argola grandes balançando de leve, colar praiano simples no pescoço, maquiagem sutil realçando os olhos escuros e os lábios carnudos. Fatal. Em alguns gestos — a forma como passava a mão no cabelo, como cruzava as pernas grossas —, eu via olhares furtivos pra mim, cúmplices, como quem dizia “isso aqui é temporário”.

Quando o garçom trouxe a comida, meu pai finalmente respirou fundo e falou:

— Eu... eu peço desculpas. Pelo erro que cometi. Não deveria ter me envolvido com a namorada do meu filho. O trabalho estava me sobrecarregando, eu estava fraco... seduzi. Eu sei que nunca vou poder me desculpar de verdade, mas espero que vocês reconsiderem. Somos uma família.

A raiva subiu quente no meu peito. Como ele tinha coragem de dizer aquilo? Como se palavras apagassem a traição, a dor que ele causou na gente? Fiquei quieto, olhando pro prato, garfo parado na mão.

Mamãe revirou os olhos, voz seca e cansada:

— Sério que você enfrentou essa estrada toda pra dizer isso, Otávio?

Ela continuou, sem alterar o tom:

— Você poderia ter esperado a gente voltar da viagem. Sinceramente, eu não vejo propósito nessa cena toda que você tá criando aqui.

Meu pai baixou a cabeça, voz tremendo:

— Eu só... quero que a gente tente de novo. Pela família. — Ele olhou pra mim. — Filho... me perdoa. Eu não vou atrapalhar a viagem de vocês. Amanhã de manhã eu vou embora. Mas espero muito que vocês possam voltar pra casa comigo. Pra gente tentar reconstruir.

Olhei pra ele sério. Raiva pulsando.

— Eu não quero ir embora ainda.

Depois olhei pra mamãe, esperando a resposta dela. Ela sustentou meu olhar por um segundo — cúmplice, quente —, depois virou pro meu pai.

— Você perdeu seu tempo aqui, Otávio. Vai embora daqui.

Ela se levantou. Pegou meu braço com firmeza, dedos quentes na minha pele. Caminhamos juntos até o elevador, deixando meu pai sozinho na mesa, prato intocado.

No elevador, silêncio. Só o som da chuva batendo nas janelas do hotel. Ela não soltou meu braço.

Entrei no quarto atrás dela, fechando a porta com um clique que pareceu ecoar demais no silêncio. Meu pai ainda estava lá embaixo, provavelmente olhando pro prato intocado, mas aqui dentro o mundo era só nós dois. A raiva dele ainda queimava no meu peito, mas o desejo por ela apagava tudo aos poucos, como uma chama que consome o resto.

Ela foi direto pro espelho da penteadeira, começou a tirar os brincos de argola grandes, dedos delicados soltando as peças uma de cada vez. O vestido azul estampado ainda marcava o corpo voluptuoso: decote sutil deixando os seios cheios quase escapando pelas laterais quando ela se movia, tecido colado nas curvas das coxas grossas, bunda grande desenhada perfeitamente a cada passo.

— Que cara de pau do Otávio vir aqui — disse ela, voz baixa e cansada, olhando pro reflexo. — Depois de tudo... ainda acha que pode consertar com um jantar.

Eu me sentei na beira da cama, olhando pra ela. Ciúme subiu quente. Imaginei os dois voltando pra casa juntos, dividindo a mesma mesa, a mesma cama. Nada mudaria? Eu teria que dividir ela com ele, mesmo escondido? Raiva misturada com medo. Raiva porque ele não merecia. Medo porque, no fundo, eu sabia que ela era dele antes de ser minha. E isso doía mais que qualquer coisa.

Ela percebeu meu olhar. Virou devagar, sorriso maroto se abrindo nos lábios carnudos.

— Hoje foi um dia e tanto lá na praia, não foi? — perguntou, voz suave, quase sussurrada.

Eu sorri, apesar de tudo.

— Foi o melhor dia da minha vida.

Ela se aproximou devagar, sentou ao meu lado na cama. Coxa grossa roçando na minha, calor do corpo dela me envolvendo. Tocou meu rosto com os dedos quentes, cheiro delicioso de hidratante de baunilha subindo da pele ainda úmida do banho.

Olhou bem nos meus olhos.

— Você sabe que nunca pode contar nada disso pra ninguém, né?

Assenti.

— Sei. Nunca mencionaria essas coisas com ninguém.

Ela sorriu, se inclinou. Beijou minha boca. Beijo quente, de língua. Lábios macios se abrindo, língua invadindo devagar, gosto de vinho do jantar misturado ao baunilha da pele dela. Minhas mãos foram instintivamente pro corpo dela — cintura, subindo pros seios cheios por cima do vestido azul. Apertei de leve, sentindo o peso delicioso, mamilos endurecendo na palma.

Ela gemeu no beijo, mas segurou minha mão devagar, afastando.

— Calma... — sussurrou contra meus lábios. — Seu pai tá em algum quarto nesse hotel agora. Vamos com calma.

Eu respirei fundo.

— Não me importo.

Ela riu baixo, se deitou de costas na cama, esticando os braços acima da cabeça. Lençóis bagunçaram um pouco, axilas lindas expostas: lisas, depiladas perfeitamente, pele branca brilhando com resquício de hidratante e suor sutil do jantar quente. O cheiro subiu devagar — baunilha misturada ao odor natural, quente, feminino, delicioso.

— Tenho que tomar cuidado com as posições que deixo os meus braços — brincou ela, voz rouca e provocante. — Já que você é assim...

Fiquei em silêncio. Sabia exatamente do que ela falava. Meu fetiche por axilas femininas. Ela sabia. E brincaria comigo por causa disso.

— Assim como? Estranho? — perguntei, voz baixa, já sentindo o pau endurecer na calça.

Ela sorriu, manteve os braços erguidos, sem intenção de abaixá-los.

— Assim: homem de verdade. — Ela fez uma pausa, olhos nos meus. — Daqueles que sabem saborear o corpo de uma mulher com todos os sentidos. Que sentem fome pelo suor feminino.

Meu pau pulsou forte.

— Aquela foi a primeira vez que alguém beijou e lambeu minhas axilas — continuou ela, voz baixa e sincera. — Foi tão estranho... diferente. Mas também foi gostoso. Muito gostoso. Me senti adorada. Como se eu fosse... a deusa de alguém.

Eu fiquei excitadíssimo. Olhei pra ela: corpo exuberante esticado na cama, seios grandes escapando pelas laterais do vestido azul, mamilos marcando o tecido, pernas grossas ligeiramente abertas, bunda grande desenhada no colchão. Como um monumento daquele podia estar dando mole pra mim? Ainda mais sendo minha mãe?

Me aproximei devagar. Sentei na beira da cama.

— Sempre gostei de cheiro de mulher — falei, voz rouca. — E o seu... é o mais gostoso que eu já senti.

Ela mordeu o lábio inferior, olhos brilhando.

Não aguentei. Me inclinei pra beijar a boca dela de novo. Ela sorriu triunfante, mas afastou o rosto de leve.

— Não.

Retirou minha camiseta com movimentos lentos, jogando no chão. Mãos no meu peito nu.

— Deita.

Obedeci. Deitei na cama. Ela subiu em cima de mim, dedilhando meu peitoral definido.

— Nada como ter 20 anos... — sussurrou, voz dengosa, unhas arranhando de leve os músculos.

— Você é mais bonita que mulheres da minha idade — respondi, voz tremendo.

Ela continuou dedilhando, descendo pela barriga, relaxando meus músculos com toques leves. Um relaxamento que me acalmava e excitava ao mesmo tempo. Ela abaixou a cabeça, respirou fundo no meu peitoral. Eu tremi. Lábios tocaram rapidamente minha pele, sentindo o cheiro do meu busto. Tocou depressa, depois demorou mais. Logo passou a língua lentamente em um dos mamilos.

Tremor delicioso percorreu minha espinha. Me assustei de leve.

— Calma... — sussurrou ela. — Confia em mim.

Continuou lambendo e chupando meu busto, língua quente e macia, hálito agradável e feminino. Ao mesmo tempo, mão acariciava minha barriga, descendo devagar até a cintura da calça. Entrou, retirou meu pau enorme e grosso pra fora. Começou a punhetar devagar enquanto chupava meus mamilos.

Senti o toque gostoso das mãos dela, língua quente, respiração dela no meu peito. Ela desceu os beijos pelo tronco, abdômen, chegou até meu pau. Olhou pra cima, fome nos olhos.

— Aproveita que não é todo dia que alguém ganha uma mamada da própria mãe — sussurrou. — Ainda mais de uma mãe gostosa.

Abocanhou. Chupou com vontade, fome, gosto. Como se meu pau fosse seu alimento preferido. Língua circulando a glande, sugando forte, descendo até a base, engasgando de leve mas continuando. Uma mão no saco, acariciando, outra na base punhetando o que não cabia na boca. Baba escorrendo, cada gota de saliva e lubrificante que saía dali.

Eu tremia. Nunca tinha recebido um boquete tão gostoso. Nenhuma das minhas namoradas chegou perto daquela chupada.

Quando eu estava quase gozando, ela parou. Tirou a boca devagar, olhando pra cima com sorriso safado.

— Ainda não é pra gozar.

Nem eu queria. Eu estava tomado pelo tesão. Já tínhamos passado da fase da vergonha inicial, da culpa avassaladora que me consumia dois dias atrás na praia. Agora só restava desejo puro. Mas eu ainda não queria gozar. Antes eu precisava sentir aquela buceta. Precisava meter nela, sentir ela me apertar, gozar dentro. Não aguentava mais.

Virei o rosto pra mamãe, voz rouca:

— Deixa eu comer você?

Ela sorriu carinhosamente, mão subindo pro meu rosto, dedos traçando minha bochecha.

— A gente já fez muita coisa que não deveria... — sussurrou, voz suave. — Mas eu não sei se teria coragem de ir até o fim com você.

Eu me apoiei no cotovelo, olhando nos olhos dela.

— A gente já foi até aqui. Já chupamos, já gozamos um no outro. Por que não se permitir? Eu nunca vou contar nada a ninguém. Prometo. Eu juro.

Pedi quase implorando, voz tremendo de tesão e desespero.

Ela beijou minha testa devagar, acariciou meus cabelos carinhosamente.

— Melhor não...

Frustração me acertou como um soco. Tristeza, raiva contida, tesão reprimido. Baixei a cabeça, tentando processar. Ela pediu desculpas baixinho, mão no meu ombro.

— Desculpa... eu sei que você quer.

Levantei o rosto. Ela sorriu suave.

— Mas a gente pode continuar fazendo outras coisas.

Ela se levantou da cama devagar. Ficou de pé na minha frente. Retirou o vestido azul sensualmente, deixando-o cair no chão. Os seios grandes apareceram, balançando de leve, mamilos marrons duros. Lembrei de como era bom mamar deles na praia, língua circulando os bicos, sentindo o peso delicioso na boca. Depois ela retirou a calcinha devagar, revelando a buceta grande, volumosa, com alguns pelos negros cacheados. Lábios grossos e úmidos, clitóris inchado visível. Corpo voluptuoso inteiro exposto: pernas grossas, bunda grande, cintura de quem se cuida, contrastando com as curvas generosas.

Olhei pra ela ali, sem roupa, vontade de comê-la aumentando ainda mais. Pensei: “Preciso avançar mais. Mesmo que não coma a buceta dela hoje, preciso chupá-la. Preciso sentir aquela carne nos meus lábios.”

— Deixa eu chupar você então? — pedi, voz baixa.

Ela pensou um pouco, sorriu, acentindo com a cabeça.

Manda eu continuar deitado. Se ajeitou em cima de mim. Percebi na hora: ela pretendia fazer um 69. Deitou de forma invertida, corpo voluptuoso pressionando o meu, peso delicioso me cobrindo. A grande buceta foi entregue a mim, depositada em cima do meu rosto. Cheirei fundo. Cheiro doce de buceta, mas com certo sal devido aos pelos negros que ali continham. Aroma quente, feminino, excitante pra caralho.

Senti ela abocanhar meu cacete, boca quente envolvendo tudo de novo, chupando com vontade. Segurei a bunda grande dela com as duas mãos, abrindo de leve, e comecei a saborear a buceta corpulenta. Língua traçando os lábios grossos, sentindo o azedo levemente adocicado dos fluidos vaginais. Consumi, degusti, me empanturrei dela. Enchi a boca daquela carne quente e molhada, melando meu rosto inteiro, deixando que ela me cubrisse, melasse meus lábios, meu queixo. Ela gemeu com meu pau na boca, rebolou algumas vezes, quadris subindo e descendo devagar.

No ápice das lambidas, sugadas e cheiradas, senti o cheiro do cu dela. Um cu limpo, mas com arroma de sexo — quente, íntimo, proibido. Ergui mais o pescoço, encontrei o cuzinho amorenado entre as grandes nádegas gordas. Buraco acanhado, anatomia bonita e delicada. Toquei com a ponta de um dedo. Ela não disse nada. Passei a massageá-lo devagar. Ela mesma se ajeitou, abriu mais as nádegas, deixando eu explorar. Alcançei com a boca, língua roçando o anel apertado. Ela tremeu, gemeu alto com meu pau na boca. Abriu mais as nádegas com as próprias mãos. Chupei, tentei penetrar com a língua, ela gemeu rouco, se arrebitou.

No auge do tesão, comecei a mexer no clitóris dela com os dedos enquanto comia o cu com a boca. Língua tentando penetrar o anel quente, dedos circulando o clitóris inchado. Ela largou as nádegas, voltou a segurar meu pau, chupou com mais força.

E ali, com a boca no rabo da minha mãe, enquanto ela chupava meu pau, gozei. Jatos quentes enchendo a boca dela. Ela tomou tudo, engolindo devagar, gemendo abafado.

Depois ela se deitou ao meu lado, ofegante. Olhou pra mim.

— A gente vai acabar fazendo besteira...

Eu sorri, mão na bunda dela.

— Não tô nem aí. Topo qualquer coisa com você.

Ela ficou me olhando por uns segundos.

— Tem certeza que é isso que você quer mesmo?

Sem me dá tempo para responder, ela se levantou, caminhou nua pelo quarto. Contemplei suas pernas grossas, bunda grande balançando, seios inchados tremendo de leve, e buceta carnuda entre as coxas. Ela pegou o celular na mesinha.

— Otávio ligou quatro vezes — disse, voz neutra.

Sentei na cama, coração apertando.

— E você... pretende voltar com ele?

Ela parou. Olhou pra mim, sorriso lento.

— Quem tá com o gosto da minha bunda na boca agora?

Me beijo na boca e voltou pra cama, deitou ao meu lado, corpo quente colado no meu. Abraçou-me forte.

Dormimos assim aquela noite. Abraçados. Como se o mundo lá fora — meu pai, a namorada, a culpa — não existisse mais.

E eu sabia que, a partir daquela noite, nada seria como antes.

Em breve volto para contar o que aconteceu no dia seguinte.

Prometo a vocês.

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