Pra entender, vai no meu perfil e leia os anteriores. Voces vao gostar muito.
No dia seguinte, amanheceu como se o sol tivesse decidido castigar o prédio inteiro. O calor já estava alto às 8h, o ar parado, denso, colando na pele antes mesmo de levantar da cama. Acordei suado, pelado com o pau semi-duro. O dia anterior ainda pulsava na memória: Laura gozando na minha boca depois do desafio safado do jogo de cartas, o corpo jovem dela tremendo enquanto eu chupava devagar e depois metia forte a lingua. Isabel voltando à noite, pedindo pra foder ela como se fosse a filha, os gemidos roucos enquanto eu enchia ela até escorrer. Meu pau latejou só de lembrar da voz dela: “Imagina que é a bucetinha da minha filha apertando você agora”.
Fiquei deitado mais uns minutos, respirando o ar quente, sentindo o cheiro residual de sexo, suor e vela derretida no quarto. O condomínio estava silencioso como sempre — só o meu coração batendo forte e o desejo acumulado.
Levantei, lavei o rosto, vesti um samba-canção limpo (mas já suando só de vestir) e comecei a arrumar a sala. A calcinha rosa de Laura ainda estava jogada na mesa desde ontem (depois do desafio e da chupada). Eu não tinha lavado nem guardado. O cheiro ainda subia sutil, me lembrando dela gozando na minha boca.
Enquanto dava um grau na casa, ouvi batidas na porta. Dois toques leves, pausa, mais dois — quase tímidos.
Abri.
Era a Laura sozinha.
Vestia um vestidinho leve de algodão amarelo-claro, daqueles soltos que vão até o meio da coxa, sem sutiã. O tecido fino colava nos seios pequenos, os seios pontudos marcando claramente. O decote largo mostrava a delicia que era o formato dos seios dela.
Quando ela entrou, sentou no sofá e o vestido subiu nas coxas e eu vi: calcinha branca de algodão simples com borda de renda, já úmida no centro. Meu pau deu um salto imediato.
— Oi…vizinho, — sussurrou ela, voz baixa, olhos brilhando de vergonha e tesão.
— Vim sozinha. Minha mãe tá descansando. Eu… não consegui ficar em casa. Depois de ontem… eu não paro de pensar em você.
— tudo bem, Laurinha. Pode vir aqui sempre que quiser.
Olhei pra ela no sofá, e suas pernas estavam juntas, mas o vestido subiu mais e a calcinha branca apareceu mais nitida, O tecido grudava nos lábios inchados e molhados desenhando perfeitamente sua bucetinha linda.
— Eu… trouxe isso — disse ela, mostrando uma garrafinha de água gelada. — Pra gente se refrescar.
E…sabe… ehhh… queria pedir uma coisa.
Ontem você me fez gozar tão forte… eu chorei depois em casa lembrando, chorei de alegria… Nunca tinha sentido nada igual. Hoje eu quero mais. Quero sentir você inteiro dentro de mim. Mas com calma. Eu nunca fui tão longe com ninguém. Só com um menino uma vez, e foi ruim. Eu quero que seja bom. Quero que você me ensine.
Meu pau latejou forte, marcando o samba-canção. Ela viu. Corou, mas não desviou o olhar.
— Vem aqui — falei, estendendo a mão.
Ela se levantou. Tirei o vestido devagar pegando em baixo na borda, e subindo até tirar pela cabeça. Ela Ficou só com a calcinha branca. Seios pequenos, mamilos duros. Barriga lisa, coxas firmes. Tremia levemente.
— Linda… voce é linda Laura — murmurei.
Ela abriu as pernas. E com o dedinho fez sinal pra eu ir até ela, direcionando o dedo apontando pra calcinha…
— ainda falta a calcinha vizinho.
Me ajoelhei, e beijei sua bucetinha por cima da calcinha, parei um pouco sentindo seu cheiro, depois fui puxando a calcinha pro lado. A Bucetinha tava molhada, brilhando. Toquei com os dedos devagar, circulando o clitóris. Ela gemeu baixo.
— ainn… isso, devagar… — pediu.
Chupei com muito carinho, bem intenso, até ela afastar minha cabeça, olhei pra ela, e fui com as maos, tirando sua calcinha completamente.
— tira seu short, quero ver ele
Quer? Tem certeza?
— sim, nunca me senti tão decidida como hoje. Quero ser sua… me mostra ele, deixa eu aprender a tr dar prazer tambem.
Tirei meu samba-cançao, e era apenas isso que tinha no meu corpo. Me aproximei e ela ficou na ponta do sofá com as pernas abertas e eu entre suas pernas em pé, meu pau estava a poucos centimetros do seu rosto.
— nossa, que lindo. Grande… cabeçudo rsrsrs… posso pegar?
Ela nem esperou eu responder, foi pegando e alisando, passando a mao por todo o pau, nas bolas, ai ela foi chegando perto, senti seu nariz tocar a cabeça do meu pau, chega me arrepiou. Ela passou o nariz por toda a extensão do meu pau, depois subiu com a lingua. Quando chegou na ponta abriu a boca e botou o maximo que deu, sua boca salivava, entao ela foi chupando e dando linguadas, depois chupou minhas bolas bem gostoso. Quando eu tava quase pra gozar, afastei ela peguei ela no colo e levei pra meu quarto.
Deitei ela na cama. Abri suas pernas. Esfreguei o pau na entrada molhada. E Entrei devagar — só a cabeça.
Ela soltou um suspiro longo.
Ahhhhh… —
— Entra… me enche toda…
Ela falou gemendo com a voz bem dengosa.
Continuei e fui metendo Centímetro por centímetro, até estar todo dentro. Parei um pouco e deixei ela sentir um pouco… A bucetinha apertada pulsava ao redor da rola. Comecei bombando devagar, fundo, sentindo cada dobra. Cada pedaço, cada centimentro da sua bucetinha… O som molhado preenchia o quarto: ploc… ploc… ploc… Suor escorrendo entre nossos corpos, pingando da minha testa nos seios dela. Aumentei o ritmo com estocadas mais fortes, mais profundas. A cama rangia. Ela ja gemia alto.
— Mais forte… por favor… me fode gostoso… assim… assim! Isso… minha buceta ta pegando fogo… ainnnm
Depois virei ela de lado e meti por trás, com uma mão no clitóris, a outra segurando o seio pequeno dela brincando com o biquinho durinho e pontudo. Ela tremia inteira. O som das minhas bolas batendo na bunda dela era obsceno, molhado.
— Tá me fazendo gozar … — avisou ela.
Ahhhhh, ainnnn…. Que pau gostoso… isso… forte…
A bucetinha apertou forte. E então senti um jorro quente escorrendo pelo meu pau. Ela gozou gemendo meu nome, seu corpo convulsionando.
Continuei metendo mesmo ela tendo seu orgasmo.
— Quero gozar dentro… posso? — perguntei.
— Pode… ainnnn… isso… goza… enche tudo… quero sentir sua porra quente dentro de mim.
Meti fundo mais um tempo e gozei forte. Jatos grossos, quentes, enchendo ela até transbordar. A porra misturada com o mel dela escorreu pela coxa.
Caímos abraçados, suados, ofegantes.
— Isso foi… incrível — murmurou ela. — Eu quero mais viu. Quero que você me coma com minha mãe olhando um dia.
Beijei a testa dela.
— Amanhã… quem sabe. Ainda teremos bastante tempo, agora voces são de casa, podem vir aqui quando quiserem, eu posso dormir algumas vezes com voces.
Ela se vestiu devagar, quando foi pegar a calcinha, eu segurei na sua mão e pegeuei dela.
— deixa aqui comigo, quero cheirar ela mais tarde.
Beijou minha boca e saiu.
Eu fiquei sozinho, com meu pau ainda latejando, e o cheiro dela no quarto.
Umas duas horas depois, bateram na porta. Três toques firmes.
Abri um pouco, pois estava só de cueca boxer.
Era Carla, a empregada/cuidadora da Dona Helena do apartamento ao lado.
— Desculpa incomodar — disse ela, voz baixa.
Oi Carlinha, incomoda nao. Entra ai…
Ela abriu a porta toda, quando entrou disse:
Ops, te tirei do descanso né. Desculpe. Disse ela me vendo apenas de cueca.
— que vergonha carlinha, desculpe, vou botar uma roupa e ja volto.
Enquanto isso ela disse o que precisa de mim.
— O gás da cozinha da Dona Helena acabou. O botijão tá vazio. Ela tá sentindo o calor demais e precisa do fogão pra fazer um chá. O senhor… poderia ajudar a trocar? Eu não consigo sozinha.
Voltei de short e camiseta . Enquanto pegava a ferramenta para eu ajudar com a troca do gas.
Carla estava perto da mesa. Seus olhos caíram na calcinha branca de Laura, ainda jogada ali. Ela congelou por um segundo. Não falou nada. Mas vi o pescoço dela corar, o peito subindo e descendo mais rápido. Ela desviou o olhar rápido, mas voltou a olhar de novo, como se não conseguisse evitar.
— Pronto — falei. — Vamos lá?
Ela assentiu, mas o olhar voltou pra calcinha por mais um segundo antes de sairmos..
Continua