Houve um dia em que pequei uma irmã do meu marido pagando boquete pra um cara no pátio da casa dela, ela se assustou e desligou o celular e veio falar comigo enquanto o carinha pulou o muro. Ela falou que dava umazinha quando o marido viajava. Ela ainda falou que deixaria eu dar uma trepada com o tal carinha.
– Ambas somos casadas – respondi de forma irritada e fui embora.
Enfim, duas semanas depois ela viajou com o marido dela, e numa saída da faculdade onde estudo encontrei o tal carinha passando quase frente casa dela. Ele interrompeu minha caminhada e falou que morava em outro país e notei que ele era bonito e seu português era de nível legível.
O cara era bom de papo, mas, infelizmente, a conversa foi interrompida por chuvas. Sem muito tempo para pensar entramos no pátio da casa da cunhada. Deveria haver constrangimento. Mas invés disso a conversa tornou-se mais descontraída e num rompante de cinismo afirmei ter visto o pau dele.
– Então dar a buceta!
Eu estava excitada, mas não é assim que se fala com mulher de respeito. E pior, fiz alegações de casada. Mas não tive minhas súplicas atendidas. Então fui levada pelas mãos para outro lado da árvore, enquanto isso a chuva, agora torrencial, alargava partes da rua.
O homem não foi rude e ainda assim eu olhava de forma assustada ao redor. Ainda atenta a rua tive blusa e sutiã levantados e mamada nos bicos dos seios. Subitamente nos beijarmos e nossas línguas deslizaram uma sobre a outra num prenúncio de um banquete com trocas prazerosas de salivas.
Então, escutei um devasto e indigno pedido.
– Asiaticazinha, vem beber leitinho de pica, vem!
O pedido extrapolava os limites. Mas o cara, abrindo a calça e colocando uma das minhas mãos por dentro de sua frouxa cueca. Leitores, sou uma exemplar esposa de respeito, mas não sou um cubo de gelo.
Sou mulher e gosto de rolas, por isso segurei firme na pica e o punhetei fervorosamente usando mãozinha de manivela.
– Seu pau é pesado! Exclamei.
– Então mama logo e teu marido nunca saberá, vai!
Reponde infantilmente que meu marido podia descobri que bebi outro leitinho de pica!
Falei isso olhando ao redor e sem que ele respondesse minha negação eu olhei para ele e disse que chuparia, mas teria que ser nosso eterno segredo.
Meu coração estava a mil de adrenalina…
Decidi me agacha e lubrificar com a língua toda extensão do pênis até surgir gotas de espermas na ponta. O fato e que abocanhei a grossa mamadeira conhecida mundialmente como ‘ mamadeira alargadora de boquinha.’
Vocês podem pensar que eu estava dando somente prazer ao cara. Lerdo engano, pois sou mulher que ama chupa pica, contanto que seja limpa e cheirosa. Além disso, é relaxante o sentir deslizando, e trazendo os lábios para o lado de dentro, criando um alargamento entre boca e bochechas juntas.
Ou seja, ao abocanhamos o pau inflamos as bochechas e na saída desinflarmos as bochechas e fechamos gradativamente a boca usando os lábios para pressionamos o pau. É como bater punheta com a boca.
Enfim, o ato contínuo alternado é bom demais. Enfim, saber chupar pica é uma arte!
Então, em meios aos meus deleites prazerosos a pica do macho pulsou, anunciando que, se eu continuasse a proeza, eu seria recompensada com os almejados e saborosos leitinhos cremosos garganta abaixo.
Seria certo uma mulher casada beber leitinho de outro machos? Esse era meus pensamentos, infelizmente, ou felizmente, não puder pensar muito, pois mãos grandes mãos do carinha segurou meu rosto agarrando enquanto eu mamava seu grande pau ereto lentamente.
Ele me chamou de casada chupadora de pica e tinha que bebe leitinho, isso me excitou e passei a mamá-lo rapidamente com força.
Segundos depois fluídos dos gozos do homem molhando a minha língua e fui bebendo gala leitosa, borrando os meus lábios ainda pintados com meu batom de brilhos labiais.
E confesso que olhei para a aliança de casamento e confesso que gostei de beber gala. Além disso, meu marido vez ou outra insinua que eu deveria dar um tempo e ser pelo menos por um dia uma vadiazinha putinha.
Agora, já que gostei de trepar e de certa forma obedecer ao marido, faltava perder a posso de mulher de respeito e engolir leite de pica na buceta.
Pose de mulher de respeito não cabia mais, não naquele momento, além disso, supostamente, não havia ninguém vendo.
Dito isto, eu me levantei e arriei a calça e calcinha até os joelhos e de frente para o macho o meu corpo foi amassado e meus os úmidos lábios vaginais esticaram-se prazerosamente para agasalhar suavemente todo o grosso intruso.
Não posso escrever o que ele sentiu, mas mal a adrenalina que sentir por esta traindo meu marido com um desconhecido eu passe a meter o pau fortemente na buceta e me aproximei de um gozo tão forte que cravei minhas unhas em sua costa.
E, mesmo estando em pé, continuei com os quadris ritmicamente para trás e para frente. Talvez seja loucuras, mas senti os jatos de porra desse macho inundando minha buceta, servindo como depósito de porra.
Ele usou uns dedos na buceta e usou espermas para alisar meu cuzinho e como esposa recatada que acabou de fodeu a buceta, porque não dar o cu? Afinal o cara era jovem e viril e ainda estava de pau em pleno riste.
Sei que muito bem que cometia traição, mas meu amado marido nunca saberia de nada disso. Então balancei a cabeça sinalizando gestualmente um “sim, eu dou pra você”
Caminhamos pelo jardim até ao pátio. Então o carinha pôs minha mochila no chão e deitei, a calça atrapalhava, mas não ia tira lá toda. Eu virei de costa e esfreguei salivas na entrada da perseguida rosquinha e mesmo dei gritinhos, sentindo dores agudas e, piorando a situação, houve um estrondo de relâmpagos e trovões, provocando perdas de energias elétricas.
Então leitores, no silêncio sinistro da escuridão eu estava deitada no chão, era se como homem estranho encima de mim fosse um violador obtendo proveito da situação pra fuder o cuzinho de uma mulher de respeito e bem-casada.
Em meio aos meus pensamentos se eu dava ou não o rabinho, sentir a grossura da cabeça do pau dilatar um pouquinho as minhas lubrificadas frágeis pregas e eu já não possuía autoridades e nem modos de impedi-lo. Entretanto, vimos um empata foda (uma pessoa na frente da casa).
Rapidamente minha mente se encheu de luxuria e coloquei as mãos para trás para simular estar pressa para ser fodida no rabo e completando o cenário fantasioso pedir para ter a boca tampada para eu não gritar por ajuda pra pessoa que ainda estava perto da casa.
Enfim, devo ter atingido algo extremamente excitante na mente do cara, pois ele tapou suavemente minha boca e seu pau passou a comer meu cu de forma rítmica, mantendo cuidado para entrar mais alguns centímetros a cada estocada.
Uns dois minutos o peso do corpanzil jovem e viril foi arriando sobre mim, forçando meu corpo frágil contra o chão, e o POTENTE pauzão foi depositando seu sêmen no meu orifício, alargando e enchendo tudo.
Não tenho como negar que perdi a compostura e rebolei rapidamente ao sentir as golfadas de porra alojando-se nas partes mais profunda de minha bunda. Então olhei para fora e que a pessoa tinha ido embora e a rua não estava tão alargada, pois havia apenas chuviscos. Eu me levantei puxando a calcinha e abotoando a calça.
O carinha , que eu nem lembrava o nome dele, acendeu um cigarro e dei uma tragada e me despedir com um prolongado beijo de língua e na saída da casa olhei para os lados e corri pra casa com medo de o meu marido chegar em casa antes de mim.
É aqui que começa situações inesperadas …
Estando na casa fui direto pro quarto e tirando as roupas molhadas me jogando nua na cama. Esse foi meu primeiro erro por não ter percebido que meu marido já estava em casa. E pior, ele entrou sem roupas e colocando o pau duro na minha buceta. Fui questionada perguntou do motivo da buceta estava tão úmida.
Tentei alegação de excitação por ele, mas ele me virou de costas na cama e meteu no meu cuzinho e passou fácil.
E vocês acham que ele me ralhou? Diabo de danação. A gente pode morar tanto tempo com um homem e não desconfiar que ele(s) tem fetiches de manso.
Eu fingir estar irada e falei pro meu marido que vi uma amiga traindo o marido. Então leitores, o fato é que às vezes fantasiamos outro homem me comendo ou uma mulher fodendo com meu marido em nossa cama.
Óbvio que sabíamos que eram apenas momentos de fantasias excitantes de cama sem causar prejuízos ao casal.
Mas a fantasia de cama tornou real… então voltando ao assunto.
No início meu marido ficou em silêncio, mas depois ele falou que sempre teve o desejo de me comer depois que eu desse pra outro, mas nunca havia me revelado tal confissão por medo deu não entender. Então ele me pediu pra confessar como foi que aconteceu e se eu já dava a buceta e cu a muito tempo.
– Não amor que isso? - Falei com voz fofa tentando me fazer de desentendida.
Eu estremeci de medo enquanto olhava diretamente para o semblante dele. Então escutei a frase que jamais pensei ouvir dele. – Não quero ser um corno enganado e conta que não vou de ralhar.
– Que você está falando, sabes que sou mulher de respeito, né? - Eu disse rindo ainda sentindo medo.
– Olha meu - Ele me respondeu esfregando o pau bem duro na minha testa.
Claro que tentei negar tudo, mas como se cheguei em casa com o cuzinho arrombado e a boceta cheia de porra?
Pra piorar a situação, ele meteu na boceta de novo e fazia um suave som divino de chec, chec, chec…
Então no carinho excessivo dele comigo dizia queria saber quem foi o felizardo. Acabei revelado que fiz, mas foi só uma vez e que ele não conhecia o rapaz e nem morava no país que só estava de passagem. No decorrer do assunto ele fez eu contar partes, inclusive do anal.
– ... Aí eu fiquei nessa posição deitada no chão e… ele arriou o corpo e o pauzão entrou tudinho até chegar no fundinho do meu cuzinho.
Nessa mesma noite eu posso jurar que nunca havia visto o meu marido meter na minha boca e buceta com tantas vontade, aliás ele gozou cinco vezes. Após a foda corri para o banheiro e fiquei muito tempo lá.
No decorrer das semanas tentei evitar olhar para meu marido. Todavia, fui surpreendida com insistentes pedidos dentro de casa.
– Ibidinha me conta mais detalhes… você gozou e lambuzou no pau dele?
E quando eu achei que não teria mais surpresas, eis que meu amado maridão vem com ideias de puta e corno
– Têm amigos pra comer sua buceta?
Eu abaixava os olhos meio envergonhados. Então ele sugeria que eu fizesse inocentes selfies de amigos. Então ele sugeria.
– O que acha desse? – dizia ele e eu sempre colocando um defeito.
Mas com o tempo escolhi e flertei com um amigo. Combinei com meu marido de encontrar esse amigo num feriado a noite numa praça com poucas pessoas a frequentar enquanto o meu marido ficaria escondido dentro do carro.
Obviamente que namorei um pouco o amigo na praça e eu virava o rosto na direção do carro, pois tínhamos um acordo fidedigno caso meu marido quisesse desistir era só tocar a buzina.
Mais o silêncio se dava na região. Então, num correto da praça, fiquei agachada e dei poderosas chupadas, o show foi pro meu amado marido entender que se uniu com uma linda mulher fã adoradora de chupar rolas.
Chupar pica é uma arte, enfim, leite pastoso de pica é bom demais. Então, após o gozo me recompus e meu amigo foi embora, excitada pelos inéditos fetiches de trair de forma consentida, eu caminhei até o carro enquanto ia limpando os lábios.
O mais incrível foi que meu marido foi logo me beijando de forma muito gostosa e retribuir com adrenalina a mil.
No calor da excitação, ele diz somos um casal e só devo dar satisfações a ele. Por fim, enquanto íamos para casa( nosso ninho de amor), ele me pede para fazermos sacanagens em nossa casa com mais tranquilidade. E tem problema nisso? Não… pois assim é só um sair e o homem que amo vem de pau duro me comer.
Obs: Tenho preferências fetichistas que é ser chupada e chupar rolas, pois eu abertamente no texto digo que sinto prazer em beber leitinhos de pica.
OBS2:☛ Hoje, quero convidar você querido leitor a entrar em um dos meus textos “0 𝘼𝙈𝙄𝙂𝙊 𝘿𝙊 𝙈𝙀𝙐 𝙈𝘼𝙍𝙄𝘿𝙊 𝙈𝙀 𝙀𝙉𝙍𝘼𝘽𝙊𝙐”
Situado no ranking do site. Você pode comentar, votar oou apenar visitar que já está de bom grado.
O texto (embora falte algumas correções) é uma tentativa de traduzir sentimentos em frases, de transformar experiências em imagens que possam tocar quem lê.
Cada frase foi escolhida para criar uma atmosfera que acolhe e provoca ao mesmo tempo.
Por isso, deixo aqui meu convite: venha conhecer meu texto. Permita-se ser levado pelas páginas, pelas emoções, pelas perguntas que surgem. A literatura só se completa quando encontra leitores, e eu espero que você seja um deles.
Valeu!⚤
Ibida
