Para entender essa historia, entra no meu perfil e leia a primeira parte, tenha uma deliciosa leitura.
Continuando…
O sol do segundo dia entrou pelas frestas da persiana como se quisesse derreter tudo. Acordei com o corpo grudado suado, o samba-canção que eu vestia, parecia que tinha acabado de lavar de tão molhado que estava. Meu pau acordou pesado, latejando devagar só de lembrar da noite anterior com a Isabel gemendo baixinho contra a parede da varanda, as coxas tremendo enquanto eu enchia ela até a porra escorrer quente pelas pernas dela. Meu pau ainda sentia o aperto gostoso daquela buceta…
Fiquei deitado mais uns minutos, respirando fundo, imaginando o que aquele calor ia trazer hoje. O prédio inteiro estava em silêncio absoluto. Só o meu coração batendo forte. Até que batidas na porta vieram. Quatro toques rápidos, seguidos de uma risadinha baixa que eu já conhecia.
Abri.
Isabel estava na frente, mas hoje tinha algo diferente. Um vestidinho leve de algodão bege, daqueles soltos que vão até o meio da coxa, sem sutiã. O tecido fino colava nos seios toda vez que ela respirava, os mamilos escuros marcando claramente. O decote era baixo o suficiente para mostrar o vale suado entre eles. Atrás dela, Laura sua filha, carregava uma sacola de pano. A filha usava um short lycra preto de academia bem justo, e curtinho, daqueles que ficam na bunda parecendo mais uma cueca boxer do que qualquet outra coisa. e uma blusinha regata branca fina. Quando Laura se mexeu para entrar, o short lycra subiu um pouco e eu vi a calcinha rosa de renda por baixo — fina, quase transparente no centro, com um lacinho pequeno na frente. Meu pau deu um salto imediato. Só de ver as marcas deixadas pela calcinha.
— Trouxemos café da manhã de verdade hoje — disse Isabel, entrando e já fechando a porta atrás de si. — Pão, queijo, banana e um restinho de café morno na térmica. A Laura insistiu em vir. Ta bem? Disse que não queria ficar sozinha em casa. Laura sorriu tímida, mas os olhos dela subiram para o meu peito suado por um segundo a mais. Eu nem sequer me lembrava mais como estava vestido, apenas de samba-cançao. Meu pau estava meia bomba quase entregando meu estado de tesao.
— Oi… espero que não esteja incomodando. O calor tá insuportável lá em casa.
— Nunca incomoda — respondi, já sentindo o pau inchar. — Senta aí no sofá, meninas. Eu acendo o fogão a gás pra esquentar o café.
Elas sentaram. Isabel sentou do lado esquerdo. Laura do direito. O vestidinho de Isabel subiu um pouco quando ela cruzou as pernas — a calcinha preta de algodão com borda de renda aparecendo na lateral da coxa foi logo percebido por mim, Laura cruzou as pernas também, sua calcinha rosa de renda marcando perfeitamente sua bucetinha…
Enquanto o café esquentava, Isabel virou o corpo para minha direçao.
— Sabe o que eu pensei a noite toda vizinho? — perguntou ela, voz baixa, mas com intenção clara. — Se o apagão durasse um mês, eu viria aqui todo dia pedir “ajuda”. Isso nao te incomodaria,? a gente depender do seu cuidado?
respondi, olhando para as duas. — . Vocês estão bem? Isso pra mim é o que importa, gosto mesmo de ajudar, ativa minha mente e me deixa mais produtivo, alem das oportunidades de estar sempre perto de pessoas maravilhosas que sao nossos vizinhos e vizinhas…
.
— Verdade meu bem, Estamos melhor agora com voce nos ajudando. Ontem você me ajudou bastante…
Laura olhou pra nos dois e corou de vergonha, mas não desviou o olhar. Nisso algo caiu da mão dela no chão. Ela se abaixou para pegar. O shortinho subiu inteiro na bunda —sua calcinha rosa aparecendo pra fora do short, o lacinho mostrando, o tecido grudado na pele suada. Ela demorou mais do que precisava, sabendo que eu estava olhando. Quando levantou, nossos olhos se encontraram. e eu vi ela mordendo o lábio inferior.
— Desculpa vizinho, tá difícil se concentrar com esse calor.
Verdade Laurinha, mas, relaxa, aqui pode ficar a vontade.
Depois Comemos devagar o café da manha, e o dialogo foi fluindo natural entre nos.
Algum tempo depois, eu pedi licença, pra tomar um banho, entrei no banheiro, e fui tomando meu banho, a porta estava um pouco aberta, nada que pudesse ser visto da sala, mais ai a Isabel veio até a porta, abriu mais e ficou no meio dela, puxando assunto comigo, e aproveitando pra me admirar, a agua caia sobre meu corpo, tirando a espuma do shampoo, eu estava de frente pra Isabel nesse momento, meu pau estava duro, e eu alisava gostoso olhando pra Isabel. Ai no meio da conversa ela acabou contando uma fantasia antiga dela:
— Quando eu era mais nova, sabe vizinho, sempre imaginava e desejava alguém me observando enquanto eu me trocava ou tomava banho sabia. Eu era danadinha na juventude rsrsrs… Nunca contei isso pra ninguém… até agora. Rsrsrs…
Laura arregalou os olhos.
— Mããããee…
Isabel riu, mas continuou olhando para mim.
Coitado mãe, parece que nunca viu um homem pelado, ele deve ta constrangido. Com voce contando suas intimidades mae…
Relaxa filha, só tem adultos nessa casa.
— É verdade Laura, obrigado pela preucupaçao, mais confesso que gostei de ser observado durante o banho, — falei isso dentro do banheiro, enquanto amarrava a toalha na cintura e passava pela porta me roçando na Isabel. Apareci na sala e falei.
E você, Laura?
Que tem eu?
Tem alguma coisa que nunca contou? Algum segredinho? Rsrsrs
Laura hesitou, um pouco, depois falou baixo:
— Às vezes eu… ahhh que vergonha gente rsrs… vaaai, ta bom… eu me toco pensando em alguém me vendo. Pronto falei. Rsrs…
Nessa hora percebi que precisava vestir logo alguma coisa, pois o meu pau estava duro, marcando a toalha, entao fui ao quarto e vesti outra samba canção. Voltei perfumado, o cabelo penteado. E me sentei proximo a elas, Isabel percebeu que gostei da intimidade da Laura, e passou o dedo devagar na minha coxa, subindo até roçar o volume.
. Isabel sugeriu:
— Vamos jogar baralho? Tenho um na sacola. Verdade ou desafio, ou quem perde tira uma peça de roupa… só pra passar o tempo mesmo. O que acham ?
. Sentamos no chão em círculo. Primeira rodada:
Logo de cara a Isabel perdeu. Rindo de vergonha, ela Tirou o vestido devagar pela cabeça. Ficou só de calcinha preta e sutiã? Não — sem sutiã. Ela estava sem nada por cima, seus Seios pesados livres, os biquinhos duros. Que delicia de ver…
Na Segunda foi a Laura que perdeu. Ela Tirou a regata. Ficou só de short lycra e calcinha rosa visível na cintura.
Na terceira eu perdi. Tirei a minha camiseta. Meu peito brilhava de suor. As duas olharam sem disfarçar.
Ai veio a quarta rodada —dessa vez foi um desafio de Isabel para Laura:
— filha, Passa a mão na parte de cima da coxa dele por 20 segundos.
Laura hesitou, mas respirou fundo e veio até mim. A mao delicada dela foi tremendo, me tocou e foi subindo devagar. Quando chegou perto do pau, parou. Os Dedinhos dela roçaram o volume duro por cima do tecido. Ela congelou. Olhou nos meus olhos. Sua respiração estava pesada. Mas não tirou a mão. Vinte segundos pareceram uma eternidade. Meu pau latejava contra os dedos dela. Isabel assistia, mordendo o lábio, adorando.
— Tá sentindo ele filhinha? perguntou Isabel baixinho pra filha.
Laura não respondeu. Só respirou mais fundo e tirou a mão devagar, como se nao quisesse parar. Na rodada seguinte eu perdi pra isabel. Ela maliciosamente, me desafiou pra eu tirar o short da filha com a boca, depois a calcinha e chupar a bucetinha dela por 3 minutos.
Mãããeee… kkkkkk que loucura..
Faz filha. Vai ser bom.
Eu tomei coragem e me aproximei dela e fiz um carinho nas pernas dela, ela tremia de tesao. Com carinho puxei seu short até embaixo, ela abriu as pernas ajudando. Joguei o short pra longe, e entao peguei em sua cintura segurando o elastico da calcinha, fui puxando devagar, tirei, levei ate o nariz e cheirei sua calcinha. Que cheiro gostoso. Que delicia… O cheiro era como se alguém tivesse aberto uma fruta madura demais no calor: doce, suculento, com um toque ácido e pegajoso que faz a boca encher d’água. Mas era melhor que isso — era o aroma vivo de buceta excitada: mel quente misturado com suor de pele, o almíscar natural de uma mulher que ficou horas com a calcinha colada na xota inchada, o perfume que só sai quando o tesão vence a vergonha. Inspirei e senti o pau pulsar, querendo provar a fonte.
A minha vontade de enterrar o rosto ali e não sair mais.
Me abaixei, e depois de inspirar fundo aquele cheiro quente e viciante — seu melzinho salgado misturado com o suor da sua coxa, o almíscar cru de uma buceta que passou o dia inteiro latejando de tesão —, larguei a calcinha úmida no chão e ajoelhei devagar entre as pernas dela. Ela estava deitada de costas para o sofá, as pernas abertas, joelhos dobrados, a bucetinha exposta, e brilhando de tesão . Os lábios estavam abertos como se pedissem por minha boca, o clitóris pequeno e duro pedindo pra ser chupado. O cheiro que subia dali era ainda mais intenso, sem o tecido no meio: puro, direto, quase sufocante. Era o mesmo perfume da calcinha, mas vivo, pulsante, vindo direto da fonte — doce e ácido ao mesmo tempo, com aquele fundo quente de pele excitada que faz a língua formigar antes mesmo de tocar. Passei as mãos pelas coxas internas dela, sentindo o suor escorregadio, a pele arrepiada. Ela tremeu e abriu mais as pernas, um gemidinho baixo escapando da sua garganta. “Vai… por favor”, sussurrou, com a voz rouca, quase implorando.
Aproximei o rosto devagar, deixando a respiração quente bater primeiro na sua bucetinha molhada. Ela arqueou as costas só com isso. Então encostei a ponta da língua na entrada, lambendo de baixo pra cima, devagar, sugando todo o mel que escorria. O gosto explodiu na minha boca: salgado doce, quente, levemente ácido, como se eu estivesse provando o desejo dela concentrado. Era grosso, pegajoso, escorrendo pela língua enquanto eu lambia mais fundo, abrindo os lábios com a ponta da língua pra sentir a textura macia e quente por dentro.
Ela gemeu mais alto, e suas mãos agarrando meu cabelo, puxando minha cabeça contra ela. “Assim… fode com a boca vizinho…”, Laurinha pediu com a voz tremendo. Rodeei o clitóris com a língua em círculos lentos, depois rápidos, sentindo ele pulsar contra mim. Cada lambida fazia mais mel escorrer, molhando meu queixo, pingando no chão. Enfiei a língua fundo, fodendo ela com movimentos ritmados, enquanto o polegar roçava o clitóris de leve. O corpo dela convulsionava: suas coxas tremendo ao redor da minha cabeça, o seu quadril subindo pra encontrar minha boca, sua respiração curta e desesperada.
O cheiro agora estava em todo lugar — na minha cara, no meu nariz, na minha boca. Era impossível separar: suor, tesão, buceta aberta, mulher no limite. Ela apertou minhas orelhas com as coxas, corpo inteiro arqueando, e gozou forte. Um jorro quente escorreu na minha língua, grosso e doce, enquanto ela gritava baixo meu nome, tremendo inteira.
— isso vizinho aainnnn, to gozaaando… que issoo… hummmm
Fiquei ali, lambendo devagar enquanto ela curtia o orgasmo, saboreando cada gota, sentindo o gosto mudar sutilmente — mais doce, mais suave, mais dela. Meu pau latejava dolorido dentro do short, babando, mas eu continuei, paciente, lambendo até ela parar de tremer e abrir os olhos, olhando pra mim com uma mistura de gratidão e fome.
— Sua boca… — murmurou ela, voz fraca. — que foi isso gente?
Levantei com o rosto molhado, sorri devagar e subi pra beijar a boca dela, deixando ela provar o próprio gosto na minha língua. Foi o melhor desafio que ja participei kkkkk
O Calor estava demais. Laura sugeriu descansarmos um pouco, Viramos o sofá em cama improvisada. Deitamos os três. Laura no meio. Com a Bunda dela contra mim. Agora ela ali peladinha só pra mim. Eu sentia o calor da bucetinha dela. Isabel por trás de mim, mão entrando no meu short, apertando o pau por baixo devagar enquanto Laura “descansava”.
— Ela tá sentindo sua pica latejando meu bem — sussurrou Isabel no meu ouvido. — Aposto que ela vai ficar viciada no seu pau, igual eu to, louca pra te dar de novo…
No fim da tarde elas foram embora. Laura mandou mensagem no celular (ainda com bateria): “Amanhã eu venho sozinha. Quero que você me ajude com uma coisa que não consigo fazer no escuro sozinha. Por favor.”
A noite Isabel voltou sozinha. Bateu urgente.
— A Laura apagou. Eu não aguento mais esperar.
Encostei ela na parede do corredor interno. Tirei o vestidinho dela devagar. A Calcinha preta encharcada. Afastei pro lado e enfiei dois dedos fundo. Ela mordeu meu ombro.
— Me fode forte hoje — pediu ela, com a voz rouca. —
Me fode, como se você estivesse transando gostoso com q Laura o tempo todo.
Virei ela de costas. Ela Empinou a bunda. E Entrei de uma vez, 19 cm até o fundo. Metendo forte. Depois levei ela pra minha cama, mandei ela ficar de quatro, fui até ela, abri sua bunda, e chupei bem gostoso sua buceta e seu cuzinho apertado. Passei uns 3 minutos chupando ela até ela virar pra mim e implorar pra eu meter logo…
— mete safado, me te gostoso.
— Enche essa buceta que passou o dia inteiro sonhando com a pica do vizinho bonzinho — ela sussurrou entre gemidos. —
Eu meti gostoso e forte de uma vez só. E fui cadenciando os movimentos firmes e intensos em sua buceta.
— Ainnnn, isssso… assim que eu gosto.
— Imagina que é a bucetinha da minha filha apertando você agora.
Quando ela falou isso, nao aguentei, Gozei forte. Jatos grossos, quentes, enchendo tudo. Escorreu pela coxa dela quando saí. Ela gozou junto, tremendo inteira, apertando meu pau como se quisesse sugar até a última gota. Depois, ajoelhada, lambeu o pau devagar, limpando tudo com a língua.
— Amanhã… a Laura disse que vem sozinha — disse ela, sorrindo safada. — E eu vou deixar. Cuida dela meu bem, ela só ficou com um rapaz até agora e nem foi muito bom, ela nao para de falar na chupada que voce deu nela, ela nunca gozou tao gostoso na vida dela…
E o segundo dia terminou assim. O calor ainda sufocava, o silêncio ainda reinava, mas o tesão entre nós três já estava fervendo de verdade.
Continua…