A bunda que dividiu nossa casa - II

Um conto erótico de Gabu
Categoria: Heterossexual
Contém 1164 palavras
Data: 17/03/2026 11:27:36

A porta do quarto fechou com um clique. O ar-condicionado estava gelando, mas nossos corpos estavam quentes demais. Larissa parou no meio do quarto, de costas pra mim, ainda com aquela legging branca colada no corpo. O tecido estava molhado de suor nas coxas e na frente. Dava pra ver que ela já estava excitada.

Eu cheguei perto devagar. Coloquei as mãos na cintura dela, sentindo a pele quente por baixo da blusa. Ela não fugiu. Pelo contrário: empinou um pouco a bunda, roçando em mim. Meu pau duro encaixou bem no meio das nádegas dela, só com o tecido separando. O calor dali era forte, as nádegas macias se moldando em mim.

“Você disse que queria tomar banho”, falei baixinho no ouvido dela, boca encostando na pele suada. “Mas antes… deixa eu tirar essa roupa. Tá grudando tudo.”

Ela virou o rosto de lado e me olhou. Lábios entreabertos, respirando rápido.

Desci as mãos devagar até a borda da legging. Enfiei os dedos por baixo e puxei para baixo. O tecido demorou um pouco nas coxas grossas, mas depois desceu. A calcinha preta fio-dental apareceu toda: bem pequena e molhada no meio. Quando a legging chegou nos joelhos, as nádegas se abriram um pouco.

O cheiro subiu na hora: suor forte, buceta molhada, um pouco azedo do cu que ficou o dia todo apertado. Eu respirei fundo, sem esconder.

“Caralho, Lari… que cheiro bom.”

Ela riu baixinho, voz rouca.

“Você é doente, né?”

“Sou. E você tá gostando.”

Empurrei ela de leve contra a parede, de frente pro espelho grande. Fiquei atrás, colado. Levantei a blusa até os ombros, mostrando as costas suadas. Tirei o sutiã com uma mão só. Os seios médios pularam pra fora, bicos duros apontando pra cima. Apertei os dois com força, brincando com os mamilos. Ela gemeu baixinho e jogou a cabeça pra trás, encostando no meu ombro.

“Vai devagar…”, ela sussurrou.

“Não vou devagar.”

Desci a mão pela barriga dela até entrar na calcinha. Estava ensopada. Dois dedos entraram fácil entre os lábios inchados, sentindo o calor e o clitóris duro. Ela abriu mais as pernas. Comecei a esfregar devagar, em círculos. O mel dela escorria nos meus dedos.

“Tá pingando, safada.”

“É culpa sua… desde que entrei no carro.”

Ela se virou de repente, ficando de frente pra mim. Olhou nos meus olhos, depois desceu o olhar pro volume na minha calça. Sem falar nada, ajoelhou devagar no chão, bem na minha frente.

“Deixa eu provar agora.”

Desabotoou minha calça rápido, puxou a cueca pra baixo. Meu pau pulou pra fora: 19 cm grosso, duro, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Ela segurou na base com as duas mãos, como se não acreditasse no tamanho. Olhou pra cima, sorrindo safada.

“Caralho… é maior do que eu imaginava.”

Abriu a boca devagar e lambeu a cabeça primeiro, circulando a língua na glande, provando o gosto salgado. Depois envolveu tudo com os lábios, chupando devagar, indo e voltando. A boca quente e molhada escorregava fácil, ela gemia baixinho enquanto chupava, vibrando no pau. Uma mão massageava as bolas, a outra apertava a base, como se quisesse tirar tudo de mim.

Eu segurei o cabelo dela com uma mão, guiando o ritmo. Ela acelerou, engolindo mais fundo a cada vez, até encostar a garganta. Lágrimas escorreram no canto dos olhos, mas ela não parou. Saliva escorria pelo queixo, pingando no chão. O barulho era molhado, obsceno.

“Tá gostando da rola, safada?”

Ela tirou da boca um segundo, lambendo os lábios.

“Gosto pra caralho… quero engolir tudo.”

Voltou a mamar com vontade, cabeça subindo e descendo rápido. Eu sentia a língua dela rodando em volta, os dentes roçando de leve, o aperto da garganta. Meu pau pulsava na boca dela, quase gozando.

“Para… senão gozo agora.”

Ela tirou devagar, lambendo da base até a cabeça, deixando tudo melado de saliva. Levantou olhando pra mim, boca inchada, olhos brilhando.

“Agora me fode de verdade.”

Ajoelhei atrás dela. Tirei a calcinha e a legging até os pés. Abri as nádegas com as mãos, olhando tudo. O rego brilhava de suor, o cu rosado piscando, a buceta inchada e molhada escorrendo pelas coxas. Cheiro forte, de mulher excitada.

Enfiei o nariz no meio e respirei fundo. Depois passei a língua de baixo pra cima: da buceta até o cu. Ela tremeu toda e gemeu alto, mãos na parede.

“Porra, Gabriel… isso…”

Abri mais as nádegas e chupei o cu com vontade, enfiando a língua devagar. Enquanto isso, coloquei três dedos na buceta, mexendo com barulho molhado. Ela rebolava na minha cara, gemendo sem parar.

“Me come… me come logo…”

Levantei. Tirei a calça rápido de novo. Esfreguei o pau melado de saliva dela no rego.

“De quatro primeiro?”

“Quero tudo. Mas começa me abrindo com esse pauzão.”

Coloquei a cabeça na entrada da buceta e empurrei devagar. Ela era apertada e quente. Entrei até a metade e parei. Ela gemeu alto.

“Devagar… tá grosso demais…”

“Você aguenta.”

Empurrei mais e entrei todo. Fiquei parado um segundo, sentindo ela apertar em volta de mim. Depois comecei a meter devagar, saindo quase todo e voltando fundo. Cada estocada fazia barulho, pele batendo em pele. Ela rebolava pra trás, acompanhando.

“Mais forte… me fode forte…”

Segurei os quadris dela e acelerei. Socava fundo, a bunda tremendo a cada impacto. O cu piscava como se pedisse.

Tirei de repente. Ela reclamou. Coloquei o pau melado na entrada do cu.

“Relaxa… vou devagar.”

Ela respirou fundo e empinou mais. Empurrei a cabeça. No começo resistiu, depois cedeu. Entrei aos poucos. Quando entrei metade, parei. Ela gemia alto.

“Caralho… tá me rasgando…”

“Você pediu.”

Empurrei o resto e entrei todo. Fiquei parado, sentindo o aperto forte. Depois comecei a mexer devagar. Ela relaxou e começou a rebolar.

“Vai… fode meu cu… me arromba…”

Acelerei. Socava mais forte, pau entrando e saindo do cu. Levei a mão na frente e esfreguei o clitóris rápido. Ela tremeu toda.

“Tô gozando… tô gozando no cu…”

Senti ela apertar mais forte. Não aguentei e gozei dentro, enchendo o cu dela. Quando tirei, escorreu um pouco.

Caímos na cama, suados e ofegantes. Ela virou de lado, sorrindo safada.

“Nunca gozei assim no cu, Gabriel.”

“Primeira vez?”

“Não. Mas nunca com um pau tão grande. Doeu no começo… depois virou loucura. Quase desmaiei.”

Apertei a bunda dela com força.

“Você rebolou bonito, safada. Parece que nasceu pra isso.”

Ela riu rouca.

“Talvez eu tenha nascido mesmo.”

Olhou o celular: 18:58.

“Merda… aula às 19h30.”

“Vai mesmo?”

“Tenho que ir. Se faltar hoje, perco ponto. O estágio depende disso.”

Ela correu pro banheiro, tomou banho rápido, saiu cheirosa, com legging preta agora.

No carro, ficamos quietos. Chegamos na faculdade às 19:18. Ela desceu, virou na janela.

“Não conta pra ninguém. Nem pra Fran.”

“Nosso segredo.”

Deu um beijo rápido com língua e saiu correndo, bunda balançando.

Fiquei olhando até ela sumir.

Meu pau latejou de novo na calça.

Isso não ia parar ali.

• continua…

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