IRMÃ DO MEU AMIGO, PUTINHA DA IGREJA PT 1

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 1189 palavras
Data: 17/03/2026 11:22:56

Meu nome é Murilo. Hoje eu tenho 40 anos, sou casado, tenho dois filhos gêmeos lindos — um menino e uma menina que são a minha vida. Trabalho num banco aqui na cidade, vida estabilizada, casa própria, carro na garagem, tudo no jeito. Mas tem uma história que eu guardo trancada no peito faz 22 anos, que às vezes volta na minha cabeça de noite e me deixa inquieto até hoje. Foi em 2004. Eu tinha 18 anos.

Naquela época eu tocava teclado na igreja evangélica do bairro. Era tecladista da banda de louvor, daqueles que ficavam na frente, suando pra caramba enquanto a galera cantava. Tinha acabado de comprar minha primeira moto, uma Titan 150 vermelha, parcelada no nome da minha mãe. Eu me achava o cara. Mas na verdade eu era tímido pra cacete com mulher.

E aí tinha a Karem.

Ela era a vocalista principal. Morena, cabelos ondulados com umas mechas loiras que ela mesma fazia em casa com aquelas tinturas baratinhas de farmácia. Tinha uns 1,70 de altura, corpo de falsa magra — sabe aquela que parece fininha de roupa, mas quando anda de short ou calça justa você vê que as coxas são grossas, a bunda empinada, redonda, daquelas que balança um pouco quando ela sobe no palco. Os peitos eram médios, mas ficavam bem desenhados nos vestidinhos que ela usava. Vestidinho meio infantil, sabe? Tipo saia rodada, babadinho na barra, estampa de florzinha. Parecia menina de 15 anos, mas ela tinha 18 na carteira. E o rosto... meu Deus, o rosto dela era perfeito. Olho castanho grande, boca carnuda, sorriso que iluminava o culto inteiro.

Ela namorava o Luis Carlos. O cara era alto, magro, cabelo penteado pro lado, sempre de camisa social abotoada até em cima. Pregava na igreja, fazia jejum de 40 dias, falava em línguas, era o xodó do pastor. O casal perfeito pros olhos da igreja: ele pregando, ela cantando “Raridade” ou “Além do Véu” com aquela voz doce que arrepiava a galera. Eu ficava lá no teclado, olhando pra ela de canto de olho, sentindo um aperto no peito que não explicava.

O irmão dela, Anderson, era o baterista. A gente era bem amigo. Ele que me chamava pra ensaiar na casa dele, a gente tomava guaraná e falava besteira depois do culto. Foi ele que me chamou pra aquela viagem.

Tinha uma igreja numa cidade vizinha, uns 80 km daqui, que convidou a Karem pra ministrar num culto de jovens. O pastor de lá queria “aquela voz ungida”. O Anderson me chamou pra tocar teclado pra ela. Ia eu, ela, o Anderson e o pai deles, seu Adenor.

Seu Adenor era policial aposentado. Se aposentou cedo, uns 50 anos na época, mas parecia de 40. Não tinha um fio de cabelo branco, corpo forte de quem malhava na academia da polícia a vida inteira. Dirigia um Corcel azul velhinho, mas bem cuidado. A mãe, dona Vanusa, era baixinha, magrinha, mas tinha o mesmo corpo bem feito da filha — só que mais maduro. Ela era quieta, mas às vezes soltava umas indiretas na conversa que deixava a gente sem graça.

Fomos os cinco no Corcel. Eu atrás, do lado da janela. Anderson no meio. Karem do outro lado. Seu Adenor dirigindo, dona Vanusa na frente do carona.

Na ida foi tranquilo. Cantamos hinos o caminho inteiro. Karem cantava solta, eu acompanhava no teclado portátil que levei no colo. Chegamos lá, o culto foi bonito. Toquei bem, as meninas da igreja de lá ficaram me olhando, dando risadinha, falando que eu era “muito talentoso”. Eu dava uma sorrisinha sem graça, mas por dentro me sentia o rei. Anderson percebeu e me zoou depois: “Tá famoso, hein, Murilo?”

Depois do culto trocamos telefone com umas meninas lá — na época era só número de celular e MSN Messenger, nada de WhatsApp. Anotamos tudo em pedacinho de papel.

Na volta... aí mudou tudo.

O Anderson quis ir na janela dessa vez. Disse que queria sentir o vento. Karem veio pro meio, do meu lado. Seu Adenor dirigia devagar porque a estrada era escura, esburacada, sem iluminação nenhuma. Dona Vanusa já estava cochilando na frente.

Eu cansei. Fechei os olhos um pouco, tentando dormir. O balanço do carro, o ronco do motor velho... pegou no sono mesmo.

De repente senti um peso na coxa.

Abri os olhos devagar. A mão dela. A mão da Karem. Bem em cima do meu pau, por cima da calça jeans.

Ela apertou. Forte. Não foi carinho, foi aperto mesmo, decidido.

Eu acordei de uma vez, coração na boca. Olhei pra ela rápido, achando que era sonho. Ela estava olhando pra frente, como se nada estivesse acontecendo. Mas o canto da boca dela subiu num sorrisinho safado, daqueles que a gente vê e já sabe que tem coisa errada ali.

Meu pau respondeu na hora. Cresceu, endureceu, ficou preso na cueca apertada, marcando na calça. Eu era bem dotado, e naquela idade aquilo ficava gigante quando acordava. Tentei disfarçar, cruzei as pernas, mas não tinha jeito. Ela apertou de novo, devagar, sentindo o volume todo. Os dedos dela passearam por cima do tecido, medindo, apertando a cabeça.

Eu olhei pro lado. Anderson estava com a cabeça encostada no vidro, dormindo. Na frente, seu Adenor concentrado na estrada, dona Vanusa roncando baixinho.

Ninguém viu.

Ela virou o rosto devagar e me olhou nos olhos. Aquele olhar... não era de menina de igreja. Era de mulher que sabe exatamente o que tá fazendo. Ela mordeu o canto do lábio de leve, depois sussurrou tão baixo que só eu ouvi:

— Calma... ninguém vai saber.

E apertou mais uma vez, agora deslizando a palma da mão devagar, pra cima e pra baixo, só o suficiente pra me deixar louco.

Eu não conseguia respirar direito. Meu coração batia tão forte que parecia que ia explodir no peito. Tive medo de gemer, medo de mexer, medo de tudo. Mas ao mesmo tempo eu não queria que ela parasse. Nunca.

A mão dela ficou ali uns bons minutos. Às vezes apertava mais forte, às vezes só ficava parada, sentindo ele pulsar. Quando a estrada deu uma trepidação maior, ela aproveitou o balanço e apertou tudo de uma vez. Eu quase soltei um “ai” baixo.

Chegamos na cidade. Seu Adenor parou na frente da casa deles primeiro. Karem tirou a mão devagar, como se nada tivesse acontecido. Desceu do carro sorrindo, disse “obrigada pela viagem, meninos”, deu um beijo na bochecha do pai e entrou.

Eu fiquei lá, sentado no banco de trás, pau latejando, cueca molhada de pré-gozo, tentando entender o que tinha acabado de acontecer.

Anderson desceu também. Seu Adenor me levou até perto da minha casa. Eu agradeci, desci rápido, pernas bambas.

Cheguei no meu quarto, tranquei a porta. Tirei a calça. Meu pau tava vermelho, inchado, babando. Pensei nela. Na mão dela. No sorrisinho. No vestidinho subindo um pouco quando ela desceu do carro.

Bati uma punheta tão forte que quase doeu. Gozei em menos de um minuto, pensando nela me apertando, pensando no que podia acontecer se a gente ficasse sozinho.

E aí eu soube: aquilo não ia parar ali.

Tinha começado.

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