Parte 11: Confissões e Histórias

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1198 palavras
Data: 17/03/2026 10:41:06

O sexo foi intenso – Rufus gozando forte no cu de Sara, enchendo-a de jatos quentes enquanto ela gritava de prazer, os corpos suados colados na cama. Quando terminam, ofegantes e rindo baixinho, Rufus percebe o barulho de chuveiro ligado no banheiro principal. "Gislaine já tá em casa…", murmura ele, preocupado que ela tivesse ouvido algo ou estivesse irritada por eles estarem na cama novamente. Sara dá de ombros, apesar da expressão demonstrar um pouco de preocupação: "Se ouviu, paciência… ela que se vire com as próprias escolhas." Eles então tomam um banho juntos no banheiro do quarto dela – um banho rápido, com água quente lavando o suor e porra, beijos leves e mãos ensaboadas se tocando sem pressa, mas sem mais sexo. Pareciam dois namorados.

Quando enfim saem, Gislaine ainda está no chuveiro. Sara vai para a cozinha preparar um lanche simples – sanduíches e suco –, e Rufus vai pra sala, onde assiste TV. Quando Gislaine termina, saindo com olhos vermelhos e expressão abatida, Sara serve o lanche na mesa. O clima é tenso, com olhares evasivos e silêncio incômodo.

Rufus resolve quebrar o gelo: "Ei, amor… você chegou faz muito tempo? Tá tudo bem? Como foi o último dia… me conta se passou de ano!" Gislaine não responde de imediato, mordendo o lábio, mas enfim se abre, voz tremendo: "Mãe… você curte meu namorado quando eu não tô, né? Ouvi vocês no quarto." Sara ri, levemente debochada: "Ah, filha… se você não tivesse ido 'comemorar' com os amigos, isso nem teria rolado. A gente só foi pra cama depois do expediente – somos responsáveis, eu e o Rufus. Estávamos ansiosos por você, ele tava radiante pra te ver, mas você resolveu curtir e comemorar no pau de outros. Então, quem deu alegria pra ele fui eu… e muita, aliás."

Gislaine fica vermelha, mas nada responde, engolindo seco. Sara alfineta: "Não é por causa disso que você tá irritada, né? Tem mais…" Gislaine demora, mas enfim assume: "Ouvi o final de uma conversa de vocês… o que significava aquilo sobre meu pai?" Rufus suspira: "Não sabia como começar, mas… tudo bem." Sara incentiva: "Começa pelo começo, Rufus, sem medo." Ele explica: "Descobri algo sobre seu pai na última vez que ele esteve aqui. Ouvi, sem querer, seus pais transando e… bom, não sei como continuar..." Sara o encoraja: "Vai, conta… ela que faça a própria análise." Rufus prossegue: "Ouvi que a Sara fodia o cu do seu pai, e que possivelmente ele fosse gay. Um homem gay não assumido. Ao menos, não para todos."

Ele martelou isso na mente todos aqueles dias e enfim, naquela sexta-feira, resolveu falar com Sara. Ela, compreensiva mas um pouco apreensiva, perguntou se ele comentou com Gislaine, mas Rufus disse que não achava justo ou certo. Ela agradeceu e contou sua história pra ele. "Sara e Eliseu se conheceram no último ano do segundo grau, igual você e eu, amor", começa Rufus. Sara completa: "Eu me mudei pra escola dele após meu pai comprar uma casa na região. Viramos grandes amigos na mesma semana. Percebi que ele era diferente, e ele confessou pra mim que gostava de meninos. Nos meses seguintes, curtíamos juntos, saíamos… até namoramos o mesmo menino mais de uma vez." Rufus continua: "Pressionado pelos pais, Eliseu disse que precisava casar, mas não queria mulheres. Sara propôs casarem e fingirem uma família pros pais dele – ela não se importaria se ele saísse com homens, desde que ele não reclamasse dela fazer o mesmo. Ele aceitou na hora. Se gostavam muito."

Sara prossegue: "Minha filhinha amada, eu... também fui uma devassa na adolescência... igual você. Nenhum rapaz sério queria nada além de sexo comigo e eu sabia que casar com um canalha qualquer seria apenas dor de cabeça. Por isso, fiz essa proposta pro seu pai. Eu teria um grande amigo dentro de casa me ajudando em tudo, mas na cama, cada um teria sua própria vida. Uma vez casados, nos gostamos ainda mais… chegamos a fazer sexos esporádicos, e numa dessas, engravidei de você, filha. Mas depois dos seus 10 anos, Eliseu arrumou um trabalho bom em Cabo Frio e passa o mês todo lá, nos deixando no RJ. Teoricamente íamos nos mudar depois dele se ajustar e alugar uma casa grande o suficiente, mas ele arrumou um cara por quem ele, dessa vez, se apaixonou e que agora mora com ele, e o plano de reunir a família em Cabo Frio foi abandonado." Rufus adiciona: "Eliseu te ama, Gislaine… nunca quis abandonar vocês duas, mas indiretamente foi o que rolou. Basicamente, eles nunca foram um casal de verdade, mas estão separados desde então, apesar de casados no papel. Quando visita, ele pede pra relembrarem momentos, e transam, mas Sara diz que ele pede mais pra ela foder o cu dele do que o contrário. Ela curte só por carinho, mas como mulher, não gosta tanto." Sara confirma isso.

Enquanto conversavam sobre isso mais cedo, a mensagem de Gislaine chegou, avisando da comemoração com os amigos. Rufus ficou cabisbaixo, decepcionado pelas prioridades dela. Sara o agarrou: "Sem ela, eu serei sua mulher hoje." Após terminarem o expediente e fecharem a loja, ela o levou pro quarto e disse: "Seja meu homem nesse fim de tarde… coisa que Eliseu nunca foi." Rufus aceitou sem titubear, e eles foderam gostoso. Agora, contando com naturalidade e tesão, Sara descreve: "Comecei chupando esse pau delicioso dele, lambendo devagar da base até a cabeça, engolindo fundo até tossir de tesão… ahh, filha, ele é grosso e quente!" Rufus continua, voz rouca: "Eu a deitei de bruços, lambi aquela boceta carnuda e peludinha, circulando a língua no clitóris até ela gozar tremendo… depois penetrei devagar, estocadas ritmadas que viraram fortes, sentindo as paredes apertarem meu pau!" Sara ri, excitada: "Ele me virou de quatro, deu tapas na bunda – ploc, ploc! – e comeu minha boceta por trás, batendo os quadris, me fazendo gritar 'mais, menino, me quebra!'… gozei tanto!" Rufus prossegue: "Troquei pro cuzinho dela, lubrificado e apertado, entrei devagar e acelerei, fodendo fundo enquanto ela rebolava… ahh, o aperto era insano, quente e pulsante!" Sara finaliza: "Ele gozou no meu cu, enchendo de leitinho quente… delícia, filha, ele me fode como homem de verdade, não como o Eliseu!"

Gislaine ouvia confusa, uma excitação involuntária aquecendo seu corpo (imaginando as cenas, o tesão na voz deles a deixando úmida apesar de tudo), misturada a raiva pela traição com uma compreensão pela história familiar. Não acreditava naquilo – nem no sexo descrito com tanto tesão, nem no que ouviu sobre o pai. Sara pede: "Não odeie seu pai, filha… ele te ama, só vive uma mentira cansativa." Gislaine diz: "Não tô com raiva de vocês… afinal, transei com três mais cedo. Nem com raiva do papai; Mas estou confusa..." Ao final do lanche, ela pede pra dormir sozinha. Rufus se prepara pra ir pra casa, mas Sara diz: "Pode ficar se quiser." Ele prefere dar espaço: "Melhor assim… pra você e pra Gislaine", olhando fundo nos olhos dela. Gislaine então percebe que talvez suas escolhas estivessem entregando seu namorado nos braços de outra pessoa… E o pior: talvez ela estivesse realmente gostando de Rufus como nunca gostou de nenhum outro rapaz antes...

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Agora gislaine percebe o que está perdendo

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