Apuros com a dupla personalidade de minha filha, uma recatada, outra vadia – 06 – Ciente que seu corpo já tinha feito sexo, Amanda também quis

Um conto erótico de Pai Protetor
Categoria: Heterossexual
Contém 5028 palavras
Data: 17/03/2026 08:43:55

TERÇA-FEIRA PELA MANHÃ

Na manhã seguinte uma surpresa quando encontro Amanda que voltou mais rápido do que as últimas vezes, talvez lutando para assumir depois de nossa conversa. Fiquei feliz, satisfeito que estava por foder Diana deliciosamente no dia anterior e poderia começar o processo de tentar fazer amor com Amanda.

Normalmente elas se localizavam no tempo com um relógio grande com as horas e o dia no quarto delas, que Diana nem olhou quando apareceu em minha cama na manhã anterior.

– Oi papai. Fiquei menos tempo fora essa vez, falou começando a me ajudar com o café.

– Talvez porque você gostou de nossa aproximação.

– Pode ser sim, mas também pode ser por tudo que me contou sobre o que você e a Diana fizeram. Preciso pensar mais sobre isso.

Não quis forçar a barra logo pela manhã.

– Pense com calma filha. Sei que foi muito para sua cabecinha.

– Você fez sexo com ela ontem? Estou toda dolorida.

– Fizemos. Me perdoe te deixar assim.

– Não estou machucada, só dolorida. Acho que preciso me acostumar, né? Por vontade sua ou dela?

Sorri.

– Acordei com ela nua em minha cama muito cedo.

– Ela é mesmo uma vadia invadindo sua cama assim.

– Porém, a tarde fui eu quem quis e tomei a iniciativa. Depois aconteceu a noite uma última vez. Daí estar dolorida. Não sei o que dizer, falei envergonhado.

Amanda arregalou os olhos.

– Não precisa dizer nada. Sei que o que você faz é também para me proteger. Ela deve ser muito atraente e provocativa, falou como se o corpo atraente não fosse dela também, mas nada comentei sobre isso.

– Sim, ela é.

Começamos o café da manhã com Amanda pensativa. Eram muitas informações para processar sobre ela, que ela não conhecia, o que devia ser angustiante.

Quando a deixei no portão do colégio, seu beijo na bochecha foi casto e logo as amigas vadias de Diana perceberam que naquele dia era Amanda e nem a cumprimentaram, pelo menos enquanto a observava.

Amanda já tinha me confessado que as amigas de Diana tentaram a converter uma vez, mas como não conseguiram desistiram e esperavam a volta da amiga, mas o que percebi foi que naquele dia elas tinham um olhar de deboche para Amanda, talvez porque soubessem o que Diana tinha feito com aquele corpo e Amanda era toda ingênua e recatada.

TERÇA-FERIA A TARDE

Após buscar Amanda nas aulas, almoçamos conversando deliciosamente como pai e filha, depois ela foi fazer suas coisas e mais tarde jantamos e assistimos TV sem que ela tocasse mais no assunto sobre Diana. Eu ainda pisava em ovos pensando em como a seduzir sem a deixar pressionada e triste.

TERÇA-FERIA A NOITE

Já em meu quarto para dormir, ela bateu na porta pedindo licença para entrar e como sempre, permiti.

– Papai, você já vai dormir?

– Você sabe que não consigo dormir cedo. Não são nem 10 horas ainda. Só parei de ver TV porque achei que você queria falar com a amigas, como faz todas as noites.

– Hoje não. Hoje quero conversar só com você, posso?

– Você sempre pode amor. Venha aqui, falei batendo a mão no colchão ao meu lado.

Mesmo tendo cama de casal, nunca consegui dormir no centro sempre preferindo um lado.

Amanda se sentou, mas diferente de mim com as costas na cabeceira se sentou como índio virada para mim. Não sabia se já tinha tomado banho, mas estava com o mesmo vestido recatado e romântico com o qual foi as aulas. Decote careca com golas, mangas curtas bufantes, ajustado ao tronco e larguinho do quadril para baixo chegando até as canelas em um tecido molinho parecendo amassado com fundo floral. Nos pés, uma meia branca de cano curto com babadinhos.

– Tenho algo muito difícil para conversar com você papai, principalmente para alguém tímida como eu.

– Sei como é filha, pois não foi fácil contar tudo o que contei a você. Sou seu pai, nada vai me fazer deixar de te amar e não julgo, principalmente depois do que estou fazendo agora com a Diana. Seria muito hipócrita.

Amanda pareceu aliviada.

– É sobre o que você me contou que quero conversar. Não consigo parar de pensar nisso um segundo papai.

– Me perdoa filha. Não achei justo que você não soubesse, já que se trata de você, seu corpo, sua imagem pública. Sabia que poderia acontecer isso.

– Você fez o certo. Totalmente certo. Não seria nada justo eu não saber. Porém agora fico pensando se é justo ela usar meu corpo, se divertir, ter prazer com ele enquanto eu não tenho nada disso. Por mim, teria preservado minha virgindade a entregando a quem amo mais para a frente, mas agora nem a virgindade tenho para oferecer, falou magoada.

– A virgindade é só um detalhe filha. Ninguém vai deixar de amar seu todo, só por não ser mais virgem.

– Pode ser, mas sonhava perde-la com meu amor e depois ter essa memória e isso não vai acontecer.

Da forma que falou, Amanda já parecia ter um amor, o que era uma imensa surpresa nunca tendo comentado por ser tão tímida, mas poderia ser um dos estudantes.

– Você tem alguém com quem queria ter perdido a virgindade?

Amanda engoliu em seco se dando conta que tinha dado essa dica com o que falou e me olhava sem falar nada.

– Pode falar filha. Não importa quem seja, eu te apoiarei.

– Nem sei porque estou assim toda temerosa depois do que a Diana já fez. Desculpe papai, mas meu amor secreto é você há muito tempo.

Minha reação foi de espanto total porque Amanda nunca deu o menor sinal, aliás como Diana também não tinha dado. A resposta foi automática e sem pensar.

– Euuuuu?

– Sim papai. Você. Como não te amar? Você foi um pai maravilhoso cuidando sozinho de uma filha problemática com suas variações de personalidade tendo que se adaptar a cada uma. Você foi compreensivo, cuidou de mim, me amou e independente de ser meu pai é a pessoa mais generosa que conheço. Tentei me interessar por outros porque é errado sentir o que sinto por meu pai, mas quando são comparados a você nenhum chega a seus pés. Até em beleza, você é melhor que todos eles porque é lindo e tem um corpo perfeito. Minhas amigas babam por você. Você contou que a Diana confessou ser apaixonada por você, então deve ser pelo mesmo motivo que estou dando, provando que é verdade.

Mesmo se quisesse e eu não queria, não estava na situação de rejeitar minha filha, só por ser minha filha. Diana já tinha me feito passar por cima desse tabu por amor a ela, por amor a Amanda. Fora isso, tornaria muito mais fácil tentar a ajudar a ser uma pessoa normal que era meu maior desejo. Minha filha estava tensa esperando minha reação e eu queria alivia-la o mais breve possível.

– Eu sou o pai e homem mais privilegiado do mundo. Tenho uma filha maravilhosa com duas personalidades e as duas me amam como pai e como homem, falei sorrindo e me movendo em direção a ela a abraçando bem apertado.

– Privilegiado papai? Com todos os problemas que causo a você?

– Houveram momentos difíceis, mas minha preocupação é maior só pelos brancos de memória que atrapalham as duas. Se não tivesse isso, eu não me importaria.

A abraçando sabia que era a hora da verdade e tentei facilitar sua resposta sem ter certeza qual seria.

– Porque você me contou tudo isso filha?

– Não é evidente papai? Eu te amo e te desejo tanto. Esse é meu corpo e há tempos quero fazer amor com você e você já faz amor com ele, mas não faço parte disso. Por mim teria esperado mais, mas a Diana atropelou tudo. Faça amor comigo papai. Me dê lembranças maravilhosas, mas sou diferente dela e o que eu quero é fazer amor.

Afastei um pouco do abraço encarando seu rosto lindíssimo e enxergava nele a Amanda e não a Diana. Aliás sempre fui assim me adaptando rapidamente e totalmente a personalidade dominante no momento.

Amanda era meiga, gentil, dócil e por isso meu lábios foram lentamente até tocar os seus. Primeiro a beijei assim até que com delicadeza fui colocando minha língua dentro de sua boca, muito diferente daqueles beijos rudes em Diana.

O incrível era que estava sendo tão delicioso como os beijos extremamente fogosos em Diana. Com essa calma eu podia sentir melhor seu sabor e curtir sem ânsia porque eu não precisava controlar Amanda para não fazer besteiras.

Ela pegou o jeito e retribuía em um beijo amoroso já tomando a iniciativa de se agarrar a meu pescoço. Minhas mãos acariciavam aquele corpo tão conhecido, mas a sensações eram diferentes assim como os carinhos ficando só em suas costas e ombros.

Eu queira ir devagar para não a assustar, mas também para aproveitar aquela enorme diferença de personalidade das duas. Com Diana tendo que ser dominante, para ela não me escapar pelos dedos e com Amanda desfrutar do romantismo que nem com a outra mulher a quem amei, sua mãe, eu tive porque éramos muitos jovens e ansiosos no sexo.

– Hummmmmm. Mmmmmmm, ela murmurava em minha boca gostando do beijo e dos carinhos.

Com calma fui a deitando na cama e fui com meu tronco por cima mantendo o beijo no qual poderia ficar por horas, mas sabia que ela queria mais. Parei de a beijar e sorrindo para ela comecei a abrir os botões de seu vestido discreto e floral que iam do decote no pescoço até abaixo da cintura.

Ia sem pressa enquanto ela ofegava de excitação.

– Rápido papai. Você já conhece tudo mesmo.

– Conheço o corpo da Diana, não o seu e estou tendo o mesmo prazer de te desnudar pela primeira vez como tive com ela. Por isso sou privilegiado.

Ela entendeu meu ponto e sorriu enquanto eu lembrava que quando desnudei Diana pela primeira vez ela estava extenuada de tanto sexo e orgasmos.

A cada botão aberto eu dava um beijo na pele que era exposta com Amanda dando um gemidinho em cada um. Quando passei da tira que ligava os dois lados de seu sutiã abri em V todo o tecido até onde tinha desabotoado expondo seus seios enormes e maravilhosos em um sutiã que eu não conhecia só em tecido transparente, um tule sem nenhuma armação.

Ficava esplendidamente sensual com aquele tecido fingindo que cobria seus seios, aréolas e mamilos. Desconfiei que ela tinha vestido só para mim.

– Adorei seu sutiã filha. É muito lindo e sensual.

– São do estilo que gosto. Românticos. Só em tule ou em renda, sem enchimentos, armações, nada. Só consigo usar porque apesar de enormes meus seios são firmes.

Levei a mãos a eles os envolvendo e só os acariciando de leve. Eu os conhecia muito bem, mas não poderia usar minhas informações privilegiadas porque aquele era o momento de Amanda, só dela.

– Eles são divinos filha. Perfeitos, quentes se macios, dei um leve apertão antes de tirar minha mão.

– Ahhhhuuuu papai. É tão excitante. Achei que era cedo para fazer amor com você, mas agora acho que perdi muito tempo, falou se lamentando.

Eu sorri feliz.

– Esse é o momento perfeito meu amor. Você é uma mulher exuberante que está desabrochando.

Voltei a abrir seus botões até chegar na cintura da calcinha alta na linha do umbigo, também de tule branco. O último botão estava no alto de seu ventre, então não revelou sua intimidade que deveria estar exposta por aquele tecido transparente. Era hora de o tirar e revelar mais.

– Se sente um pouco para tirarmos esse vestido, filha.

A ajudei a se levantar e a sentar com os seios expostos naquele sutiã em uma imagem erótica arrebatadora, de dar água na boca. Levei as mãos a seus ombros para puxar pelos braços as alças com mangas curtas bufantes daquele vestido romântico, mas parei quando ela fez uma pergunta.

– Como você a chama nesses momentos, falou se referindo a Diana.

– Quase sempre como filha. É safado ao estilo dela. Também excitante por ser algo que não deveríamos estar fazendo.

– Já percebi que chamar de filha e papai é excitante mesmo, mas você poderia me chamar de Amanda? Quero me diferenciar dela.

Entendi seu desejo e vamos falar a verdade, não precisaria a chamar de filha para saber que era minha filha.

– Está bem Amanda. Vai parecer que estou chamando sua atenção porque só usava seu nome para isso, brinquei.

– Por isso você nunca usava né. Sou um boa filha.

– A melhor de todas, sorri.

Puxei as mangas pelos braço e quando saíram a parte de cima do vestido com aquele tecido macio caiu em volta de sua cintura revelando a visão de seus seios incrivelmente firmes e estufados como se fossem duas meias bexigas no peito levemente em direção ao alto porque era para onde seus mamilos apontavam.

De novo os espalmei os acariciando de leve, só que desta vez girei suavemente a ponta do dedos em suas aréolas tocando os mamilos. No desespero elas levou as mãos sobre as minhas me fazendo apertar seus seios.

– Papaiiiiiiiiii. Você está me maltratando. Eles são muito sensíveis. Annnnhhhhh.

– Que bom Amanda. Assim quando eu usar meus lábios, minha língua e minha boca neles daqui a pouco, quem sabe você goze. Agora se deite e vamos tirar esse vestido, falei puxando minhas mãos e as suas.

– Meu deus papai. Estou prestes ter um orgasmo e você nem começou ainda.

– Orgasmos ou gozos, vou te dar muitos Amanda. Você goza se tocando?

– Não muito. Acho que fico com remorso por pensar em você e aí não é sempre que acontece.

Ohhhh deus, o que acontecia? Vadia ou recatada minha filha conseguia ser a deusa da luxuria me arrebatando.

Com ela deitada, a ajudei levantar o bumbum do colchão e fui puxando o vestido por suas coxas torneadas e longas. Ao mostrar a calcinha na altura de sua virilha, aquela fenda tão conhecida ficou aparente pela transparência, mas a sensação era completamente diferente tendo aquele tecido por cima.

Se Amanda tinha uma personalidade recatada e outra vadia, ela criou em mim também duas personalidades sexuais. Uma que já tinha mais romântica tratando a mulher como sempre preferi e a outra criada por seu álter ego Diana, que me fazia desejar e agir como um devasso, claro com os limites que a paternidade me impunha.

Com Amanda eu podia ser eu mesmo, mas nos momentos certos eu também comecei a gostar de ser devasso com Diana.

– Você não vai precisar mais pensar em mim Amanda, porque agora você vai me ter quando quiser. Isso se você quiser continuar....

Amanda riu alto.

– Ainda não aconteceu quase nada e esse já é de longe o melhor momento de minha vida. Claro que vou continuar papai. Estou com o único homem que amo e desejo.

Tirei a camiseta mantendo a boxer e o calção do pijama, abri suas pernas e me deitei entre elas a beijando novamente e dessa vez ela logo agarrou meu pescoço. Pela diferença de altura ela sentia meu pau duro como aço, esfregando em suas coxas.

– Hummmmm. Hammmmmm, Amanda gemia dentro de minha boca com nosso beijo amorosamente fogoso.

Ao parar ela tentou me puxar de volta, mas quando percebeu minha língua correndo por seu queixo, pescoço e ir descendo ela sabia onde eu chegaria e aceitou. Comecei a subir por sua montanha carnuda por cima daquele triangulo de tecido transparente preso por uma tira em cada ombro descendo nas costas e outra por baixo dos seios indo também para suas costas.

Eu mordia de levinho, beijava e até lambia por cima do tecido achando terrivelmente excitante. Minha mão apalpava o outro seio tentando replicar minha boca. Seu corpo esbelto e sinuoso já tremia todo e tinha a certeza que quando mamasse naqueles mamilos sensíveis, Amanda gozaria.

Ela estava tão próxima de um orgasmo que não toquei em seus mamilos por cima do tecido ou não chegaria a eles sem obstáculos antes que ela gozasse. Depois de matar minha vontade temporariamente nos dois, levei as mãos aos decotes daqueles triângulos e os puxei para a lateral sem nenhuma resistência expondo quase todo o seio e seus mamilos que eram meus alvos.

– Por favor papai, por favor, eu preciso tanto gozar, falou se soltando nas palavras.

O modo de pedir era diferente pois até no implorar Amanda falava suave, quase rouca. Sensual. Diana era um furacão implorando agitada como se fosse morrer se não conseguisse. Sexy. Ambos os modos deliciosos.

Assim que toquei seu mamilo com a língua, ela começou a tremer e percebendo que não havia tempo o coloquei entre os lábios e os suguei, mas nem de perto com a mesma força que sugava o mamilo de Diana.

– Papai. Papai. Estou gozando, falou baixinho não se excedendo nem no orgasmo que era muito poderoso pelo tanto que seu corpo tremia. Aproveitei que era longo e fui para o outro mamilo dar o mesmo, enquanto meus dedos acariciavam o de antes.

Eram a mesma pessoa, o mesmo corpo, mas é complicado explicar o sentimento de que pareciam ser duas mulheres distintas. Não só nos comportamentos, nas atitudes, nas roupas, mas também nos orgasmos. Somente quando me lembrava que conhecia aquele corpo, era que eu pensava que ela era também a Diana.

Quando terminou, me levantei ficando ajoelhado entre suas pernas admirando aquela obra prima se recuperar, o que não demorou.

– Foi maravilhoso papai. Continua, pediu animada.

– Antes de continuar, quero te falar uma coisa. O que vou fazer agora, ainda não fiz com a Diana. Simplesmente não apareceu o momento certo e íamos fazendo outras coisas, então estou feliz e animado por fazer com você primeiro.

– Não acredito papai. Com o furacão que ela é pensei que nada comigo seria inédito.

– Tem outra coisa que vai ser inédito e ela vai ficar brava por não ser a primeira. Dormimos juntos no hotel, mas aqui em casa ainda não porque eu temia que você voltasse e me encontrasse a seu lado, mas como agora isso não vai importar mais, a partir de hoje vocês vão dormir aqui e é você quem vai estrear.

Amanda sorriu, mas uma lágrima escorreu.

– Obrigado papai. Sei que você está se esforçando muito para mostrar que não prefere ela. Te prometo que nunca mais vou falar isso.

Me deitei de bruços entre suas coxas e afastei sua calcinha transparente extremadamente melada. Eu conheceria o sabor de minha filha sabendo que não tinha como ser diferente uma da outra e tinha certeza que que grudaria em mim como meu sabor preferido.

Antes inalei profundamente seu perfume de mulher que era maravilhoso e inconfundível. Abri aquelas pétalas olhando o interior e seu orifício me lembrando de que tinha o fodido de todas as formas possíveis e ainda não o conhecia de perto, bem como seu cheiro.

Ao dar a primeira lambida, um choque subiu por meu corpo sentido o sabor diferente de tudo o que eu conhecia, mesmo se comparado a outras mulheres e sua mãe. Eu tremia emocionado porque nenhum sabor tinha sido tão bom, e ser o de minha filha era de fazer o coração apertar no peito.

Eu só não podia gemer com a língua ocupada, mas a cada toque dela, aqueles gemidos que Amanda dava eram os ecos de meus gemidos suprimidos. Eu a saboreava como se saboreasse o prato do melhor Chef do mundo, mas ainda melhor, inesquecível e impossível de apagar da memória.

Eu lambia como um gatinho toma seu leite enquanto Amanda delirantemente se retorcia toda em nossa cama, nossa cama. Fora sua mãe e ela pequena dormindo entre nós por malandragem ou por medo do escuro, de raios, de fantasmas, nunca nenhuma outra mulher esteve nela.

– Papai. Papai, gritou levando as mãos a minha nuca. Assim eu vou gozaaaaaar.

Fazer minha filha gozar e ser feliz era meu lema de vida, estando ela em qualquer de suas personalidades.

Por sua excitação da primeira vez, tudo acontecia mais rápido do que eu gostaria, mas sabia que teria muitas outras oportunidades para saborear com mais calma seu corpo. Fui para seu clitóris o lambendo da mesma forma que lambi seu mamilo. Sem ansiedade, sem pressa, sem pressão. Apenas suavemente e assim ela explodiu em um gozo imenso não conseguindo nem explanar que gozava poderosamente, mas seu corpo convulsivo e incontrolável deixava claro o poder de seu prazer.

Para não a deixar desconfortável tocando seu clitóris sensível, fiquei lambendo seu buraquinho recolhendo o mel que vertia em abundancia matando minha necessidade. Enquanto seu gozo se acalmava, de novo me ajoelhei entre suas pernas a espera de também ter meu prazer.

Dessa vez, ela não demorou nada para reagir.

– Papai, depois de tudo que já senti eu preciso muito fazer amor como você. Sei que vai ser maravilhoso e você já sabe que pode ir até o fim porque tomo pílula. Pelo menos isso aquela maluca está fazendo direitinho, falou sorrindo.

Quando abaixei meu short e minha cueca, meu pau que estava de lado saltou mostrando toda sua plenitude em tamanho e diâmetro. Amanda ficou sem palavras pensando em algo.

Eu não ia me curvar e a penetrar, mesmo sabendo que ela aguentaria, antes dela aceitar que eu fizesse isso.

– Meu deus. É muito grande papai. Não, é imenso. Foi isso que você falou, quando disse que a Diana teve uma surpresa que não esperava?

– Foi sim Amanda, falei envergonhado.

– Dá muito medo, mas ele já entrou aqui muitas vezes, não entrou, perguntou mostrando sua bucetinha.

– Muitas.

– E pelas dores que senti sábado à tarde, ela quis também por trás, não quis?

– Sim, ela quis, mas comprei um lubrificante para ajudar.

– Ela é mesmo uma vadia. Não acredito que entrou lá trás. Na verdade, não acredito que entrou nem na frente, mas as dores que senti naquela tarde comprovam que entrou. Bom, para compensar as memorias que não tenho, pelo menos não senti as piores dores também, falou com um sorrisinho.

Me lembrei na hora de Diana falando o mesmo enquanto tentava me convencer fazer sexo com Amanda, mas não contaria a ela esse pedido, já que estava acontecendo.

– Doendo ou não, eu quero papai. Vem, faz amor comigo e me faz sua.

Afastei sua calcinha macia e fui me inclinado empunhado meu pau, até que toquei sua fenda escorregadia e após uns escorregões o encaixei em seu buraquinho. Para Amanda seria só a primeira vez, mas eu já tinha usado e abusado daquele buraquinho nos últimos dias, as últimas vezes na tarde a na noite anterior e ela nunca sentiria a mesma dor que Diana sentiu na primeira vez. No entanto mesmo sendo o mesmo corpo, por sua maior fragilidade emocional, Amanda sempre foi mais reativa a dor.

Assim que comecei a empurrar, ela já cravou as unhas em minhas costas.

– Aiiihhhhhhhhhh papai. Dóiiiii.

Nem tinha entrado um terço da glande ainda, mas quis deixar uma válvula de escape, o que sempre ajudou com ela.

– A qualquer momento que você queira parar, eu paro. Você não é obrigada a fazer isso.

– Eu sei que você jamais me machucaria papai.

– Jamais Amanda, falei empurrando mais um pouco.

– Uuuuuiiiih. Também sei que meu corpo já o teve muitas vezes, mas é assustador.

– Você jamais gostou de dor. Melhor parar Amanda. Você está muito tensa.

– Nãoooo. Não gosto de dor desnecessária, mas essa é necessária e sei que vai ser maravilhoso no fim. Só vá devagar.

Não que diminuiria a dor, mas um beijo poderia a distrair e relaxar, então me deitei sobre aqueles peitos deliciosos e iniciei um beijo amoroso e fogoso. Amanda relaxou, mas mesmo assim demorei minutos para penetrar curtindo cada segundo, cada compressão em meu pau e cada pulsação. O sexo romântico também tem suas vantagens.

Amanda gemeu de dor... e de prazer o tempo todo da penetração em minha boca e quando senti seu colo de útero e meu pau todo dentro, parei o beijo.

– Deuuuuuuusssss, foi tudo não foi? Parece que vou explodir, repetiu o que Diana tinha dito.

– Foi sim. Você é a única mulher que já o aguentou inteiro. Não foi da primeira vez, mas devagar eles foram se encaixando melhor até que foi tudo.

Amanda demonstrou seu ciúme muito mais cedo do que Diana, mostrando seu apego ao romance, ao príncipe perfeito.

– Ahhhhhhh. Não me fale de....outras mulheres papai. Se conseguir, nem da.... Diana. Sei que é....irracional, as tenho ciúme de todas...., inclusive dela.

– Com essa mulher, eu seria tolo falar de outras.

– Então ela está moldada para seu membro enorme?

– Sim Amanda. Meu pau... meu pau está muito feliz de ser a sua a única onde ele pode ser massageado inteiro.

– Acho que já me acostumei papai. Agora goze. Sei que você está com vontade.

– Primeiro vou te fazer gozar, mas prometo que vou gozar também.

Na primeira tirada e enterrada Amanda já gozou. Um gozo intenso a fazendo girar os olhos e gemer em seu modo contido. Conforme acelerei um pouco ela gozou de novo, gemendo dessa vez um pouco mais alto. Acelerei mais um pouco colocando mais virilidade chegando ao limite do que eu preferia no sexo romântico com as mulheres. Com meu pau, não precisava exagerar, mas com Diana eu tinha ido muito além. Porém a deliciosidade daquela bucetinha era a mesma tão apertadinha e aconchegante.

Os orgasmos de Amanda vinham deliciosamente um após o outro em cascata e ao invés de irem perdendo força, iam aumentando, talvez por ela estar se soltado. Seus gemidos não eram mais contidos.

– Papaiiiii. Os orgasmos não param.

– Se sentir que estão parando, vou gozar para que não parem, a provoquei.

– Uhhhhhhhhhhhhhhh. Assim é ..... que nunca vão parar.

Apesar de estar tendo um orgasmo continuo e estar muito forte, estava ainda muito longe dos orgasmos explosivos de Diana, daqueles que ela gostava se sentindo minha vadia. Segundo a terapeuta, só dando a Amanda o que Diana gostava era o que poderia a fazer ir embora, mas estava muito longe ainda.

Eu não iria forçar a barra de modo algum e mesmo que tivesse pressa que Amanda voltasse a ser uma pessoa normal, aproveitaria cada momento de prazer e conexão com minha filha sendo ela Amanda ou Diana.

Era hora de gozar e me deixei ir a avisando.

– Eu vou gozar filha, você é deliciosa.

– Goza papai. Quero saber como é.

Como ela já vinha de um orgasmo muito longo, eu não precisava tentar o prolongar e assim que o primeiro jorro saiu com muito volume e potência, estacionei meu pau na portinha de seu útero para que ela sentisse ainda mais meus jatos.

Deu certo, porque incrivelmente ela teve um último orgasmo sobre o anterior mais forte do que todos.

– Papaiiiiii. Estou gozandooo mais uma vez. Tão forteeee. Tão quente seu espermaaaaaa.

Amanda mostrou naquela noite que apesar de recatada não era inocente, usando palavras e termos que nunca trocamos e ela nunca falou em minha frente. Inocente seria eu se achasse que tendo amigas na mesma idade, não falavam dessa forma, mesmo se todas fossem recatadas.

Voltei a beija-la naquele que romanticamente era o maior orgasmo de minha vida. Com Amanda não teve subterfúgios. Foi puramente amor e sexo e foi isso que deixou tão gostoso.

Quando terminou, ela tinha os olhos fechados, parecendo desfalecida e então me movi para sair de dentro e de cima dela, mas ela me abraçou me segurando.

– Não tire papai. Fora o sexo, estou adorando o contato de nossos corpos. Acho que vamos ser bem mais carinhosos de agora em diante, sorriu.

– Vou adorar Amanda.

– Ahhh papai. Fiz besteira. Ficou muito chato você me chamar de Amanda. Me chama de filha, falou sorrindo.

– Que alivio. Também achei chato, falei sorrindo.

– Nós fizemos mesmo isso papai? Nós fizemos amor? Achei que nunca conseguiria por você não aceitar, mas nesse caso a Diana ajudou.

– Nós fizemos filha. Não está arrependida?

Ela riu.

– Só de não ter feito antes. Poderia ter sido eu a perder a virgindade, brincou feliz.

Não iria contar a ela minha conversa com a Terapeuta, mas podia usar argumentos sobre os quais conversamos como se fossem divagações minhas.

– Uma hora vocês vão voltar a ser uma e com sorte as memorias das duas serão preservadas para apagar os brancos que cada uma tem. Aí as memorias de perder sua virgindade serão suas.

– E todas as memórias das safadezas dela com você. Se ela for embora, você vai querer que eu aja como ela as vezes?

Eu não poderia perder esse gancho de forma alguma. Diana faria falta, mas após uma tristeza temporária, ficaria maravilhosamente bem com Amanda e quem sabe ela estivesse lá também, mas não foi o que falei pensando na conversa com a Terapeuta.

– Se eu quiser, você faz isso? Você é tão recatada.

– Ahhh papai, não é hora de perguntar isso depois dos orgasmos que me deu e ainda estando dentro de mim.

Eu já tinha plantado a ideia em sua mente de que uma hora poderia fazer com ela o mesmo que fazia com Diana, então não era hora de pôr mais pressão.

– A verdade filha é que sempre preferi fazer amor como fizemos. Só a Diana me fez fazer de outro jeito. O nosso pareceu de recém-casados apaixonados, brinquei.

– Sou apaixonada por você e adoraria ser sua esposa, falou timidamente.

– Ser esposa é muito restritivo no seu caso, porque você é minha tudo. Tudo mesmo. Você pode ser o que quiser minha e não precisa de nenhum papel para isso. Prova disso é o que te falei que a partir de hoje você vai dormir comigo aqui em nossa cama.

Senti seu canal comprimir meu pau. Suas lágrimas escorriam emocionadas.

– Estou tão feliz. Podemos fazer amor mais uma vez, perguntou com um sorrisinho safado, impensável em ver em sua rosto como Amanda.

– Que bom que você pediu pois te quero em meu colo enquanto brinco com seus seios. Tanto quanto o papai e mamãe é bem uma posição de casais.

– Então vamos papai, falou empolgada me empurrando de cima dela.

*****

Próximo Capítulo - 07 – Amanda vai deixando de ser recatada

Sinopse - Amanda gosta do sexo e vai querendo novidades e mais intensidade, mostrando que talvez chegue a querer um sexo vadio como Diana gosta

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Comentários

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cara eu estou conhecendo a série hoje, e já li todos até aqui! muito foda, você como sempre não decepciona! ansioso pelos próximos.

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