Eram quase seis da manhã.
A primeira luz do sol atravessava a janela do quarto, filtrada pelas cortinas gastas. Linhas pálidas de luz estendiam-se pelo chão de madeira até ao tapete.
Acordei devagar.
Durante alguns segundos permaneci deitado, sem me mexer. O corpo ainda pesado do sono, a mente a despertar aos poucos.
Respirei fundo e pasei a mão pelo rosto.
As memórias da noite anterior regressaram lentamente.
Depois olhei para o chão.
Milu estava no tapete.
A manta cobria-lhe parte do corpo. Estava encolhida, os joelhos puxados contra o peito, como alguém que tenta ocupar o mínimo de espaço possível.
A coleira continuava presa ao pescoço.
A corrente seguia pelo chão até ao pé da cama.
A luz da manhã iluminava-lhe metade do rosto.
Estava acordada mas a fingir que dormia. Provavelmente não dormiu nada naquela noite!
Bati levemente com os dedos no colchão.
— Milu, disse com uma voz ríspida!
Ela mexeu-se.
Primeiro apenas um reflexo.
Depois os dedos apertaram a manta.
Os olhos abriram-se de vagar e nesse momento tudo voltou.
O corpo enrijeceu imediatamente.
O medo apareceu-lhe no olhar.
Levantou a cabeça, sem dizer uma palavra!
Observei-a em silêncio por breves instantes. Gosta do que via.
Mesmo sem olhar diretamente para mim, o corpo dela denunciava tudo.
A tensão nos ombros.
A forma como segurava a manta com força.
Mas havia outra coisa.
Algo mais subtil.
Ela estava a pensar.
Via-se no modo como os olhos se moviam ligeiramente, como se tentasse compreender a situação em que se encontrava.
O medo estava lá.
Apontei para a cama ao mesmo tempo que afastava os lençóis do meu corpo.
— Anda cá.
Ela hesitou.
— Por favor… — disse ela de repente, a voz a tremer. — Eu fiz tudo o que me mandou ontem. Tudo.
Respirou fundo, como se procurasse forças para continuar.
— Deixe-me ir embora… por favor. Eu só quero voltar para casa.
Os olhos estavam agora húmidos. A voz começou a falhar.
— Eu não sei nada. Eu juro que não sei nada. Eu não vi nada, não ouvi nada…
Engoliu em seco.
— Eu não vou contar a ninguém. Eu prometo. Nunca vou falar do que aconteceu aqui.
As mãos tremiam ligeiramente enquanto apertava a manta contra o peito.
— Por favor… deixe-me ir
Sorri. Um sorriso calmo. Frio.
Ela percebeu imediatamente que aquilo que pedia jamais iria acontecer.
— Será que tenho de repetir?
A corrente arrastou-se pelo chão com um leve ruído metálico enquanto se aproximava.
Parou ao lado da cama.
Durante um instante ficou imóvel.
— Mostra-me o que é ser uma escrava obediente — disse eu.
Depois apoiou as mãos no colchão e subiu lentamente, como um animal assustado que obedece sem ter outra escolha, chupou-me com movimentos mecânico e evitando ao máximo o contacto da boca com o penis.
Aproximei-me e agarrei-lhe o cabelo, puxando-a até ficar completamente encostada a mim.
Ela deixou escapar um pequeno gemido de dor.
Inclinei-me até ficar com o rosto muito perto do dela.
Os nossos olhos encontraram-se.
— É melhor começares a aplicar-te mais — disse em voz baixa. — Estou a perder a paciência contigo.
Virei-a e empurrei-a para o colchão.
Ela ficou imóvel, o corpo rígido, como se cada músculo esperasse o que viria a seguir.
O meu penis foi procurando aquela bucetinha e assim que encontrei Meti com força, com toda a força que uma animal tem pela manhã.
Os braços esticaram-se sobre a cama e os dedos agarraram os lençóis com força, amarrotando o tecido entre as mãos.
Um suspiro dolorido escapou-lhe dos lábios.
— Está… a doer… — murmurou, quase sem voz, quase sem conseguir respirar.
Mas naquele momento eu só sentia prazer em possuí-la daquela forma… a bruta como uma escrava
Ao fim de alguns minutos naquela posição, saí de cima dela, mandei-a ficar de 4 e com a luz do sol a entrar pela janela puder ver realmente o corpo dela.
Uma negra com uma pele brilhante, com um corpo escultural minha frente para meu prazer
foi assim que a possui mais uma vez, e mantive-me assim por longos minutos. Por vezes com um ritmo mais acelerado, por vezes lentamente a ver o meu pau a entrar e sair naquela lábio bem vermelhos e agora já bem humedecidos. Ela gemia a cada penetração mais violenta tentando sempre abafar a voz na almofada.
Sentia que não ia aguentar muito mais.
Afastei-me dela de forma brusca.
Levantei-me e deitei-me na cama, deixando o corpo cair contra o colchão.
Depois estalei os dedos.
Um som seco.
Ela sabia.
Vi isso no olhar.
Hesitou, mas rapidamente, aproximou-se.
Sempre com cautela.
Depois, muito lentamente, aproximou-se mais e aninhou-se entre as minhas pernas, e colocou de imediato o meu pau na boca e começou a chupar. Agora chupava com muito mais mestria. Sentia os seus lábios a apertar o meu pau, os movimentos já não eram mecânicos e variavam entre mais rápido e mais lentos, por vezes engolia tudo, outros vezes ficava só a sugar a cabeça do meu pau.
Fiquei a observá-la em silêncio, a sentir o prazer daquele momento e da minha conquista, até que ao fim de uns minutos explodi, num orgasmo mais calmo agora mas ainda assim delicioso.
Milu esforçou-se por engolir tudo, mesmo não gostando, mas sabia que era a sua obrigação.
O meu pau relaxou e ela solou-o.
Encolheu-se, sem saber bem como se havia de posicionar.
Aninhou-se, olhando para mim com receio, como quem tenta antecipar o que pode vir a seguir.
— Muito bem, Milu… — disse eu, num tom calmo. — Estás a melhorar. Mas ainda precisas de treino.
Fiz uma pequena pausa, observando a reação dela.
— Agora volta para o teu lugar.
Ela moveu-se lentamente pela cama.
Cada gesto era cauteloso, medido.
Desceu para o tapete e enrolou-se na manta, procurando novamente aquele espaço onde parecia sentir-se um pouco mais protegida.
Ficou ali.
Em silêncio.
Mas os olhos voltaram-se para mim.
Havia qualquer coisa naquele olhar.
Como se quisesse falar… mas não tivesse a certeza se podia.
Percebi.
— O que queres?
Ela hesitou.
Engoliu em seco antes de responder.
— Senhor… tenho fome. Não como há mais de dois dias.
A voz saiu fraca.
Cansada.
Observei-a por um momento.
— Eu também estou cheio de fome — respondi.
Levantei-me da cama.
Observei-a por um momento.
Ainda estava no tapete, enrolada na manta, os olhos atentos a cada movimento meu.
— Anda cá.
Ela demorou um segundo a reagir.
Depois levantou-se devagar e aproximou-se da cama. A corrente arrastou-se pelo chão com um som leve, mas constante.
Parou à minha frente.
Cabeça baixa.
Estendi a mão e segurei a coleira.
Ela ficou imóvel.
Os ombros tensos.
Como se aquele simples gesto pudesse significar qualquer coisa.
Desapertei o fecho.
O som metálico foi seco.
A coleira soltou-se.
Por um instante ela não se mexeu.
Ficou ali, como se ainda não tivesse percebido que estava livre… pelo menos daquela parte.
— Vai tomar banho — disse eu, largando a coleira sobre a cama.
Ela levantou ligeiramente o olhar, surpresa.
Mas não disse nada.
Limitou-se a acenar de leve com a cabeça.
— Sim… senhor.
Virou-se e caminhou em direção ao duche.
Os passos eram lentos.
Ainda cautelosos.
Como se a liberdade momentânea não fosse suficiente para baixar a guarda.
Entrou no pequeno espaço dos azulejos frios e deixou a água cair.
Ficou ali, debaixo do jato.
Os ombros desceram ligeiramente.
O corpo pareceu ceder por um instante.
Apoiei-me na parede, a observá-la.
Via-se o cansaço.
Na forma como se encostava ligeiramente, como se precisasse de apoio.
Pegou no sabão.
Os movimentos eram lentos.
Pesados.
Como se cada gesto exigisse esforço.
Por momentos parava.
Ficava apenas ali, imóvel, a respirar fundo.
Como se aquele fosse o único instante em que podia simplesmente… existir.
— Despacha-te.
Ela abriu os olhos de imediato.
— Sim… senhor.
E voltou a mover-se.
A água continuou a cair por mais alguns instantes.
Depois fechou a torneira.
O som cessou.
Ficou apenas o silêncio.
Ela permaneceu ali parada por um momento, como se não soubesse o que fazer a seguir.
Sem a coleira.
Sem a corrente.
Sem aquela referência constante.
Saiu do duche devagar.
A água ainda escorria pelo corpo, caindo em pequenas gotas no chão frio.
Olhou em volta.
Para a cama.
Para o tapete.
Para mim.
Hesitou.
Os braços aproximaram-se do corpo, como se tentasse proteger-se. Os ombros estavam tensos, o olhar incerto.
Não sabia onde se colocar.
Nem como.
Sem ordens… parecia perdida.
Deu um passo.
Parou.
Depois outro.
Acabou por ficar a meio do quarto, imóvel, à espera.
Observei-a em silêncio.
Era curioso.
Sem a coleira, não parecia mais livre.
Parecia… mais exposta.
— Então, Milu… — disse eu, com um leve tom de ironia. — Já sentes falta de alguma coisa?
Ela levantou ligeiramente o olhar.
Hesitou.
Sabia ao que me referia.
Engoliu em seco.
— Sim… meu senhor.
Fiz um pequeno gesto com a mão.
— Anda cá.
Ela aproximou-se.
Mais rápido desta vez.
Quase aliviada por voltar a ter uma direção.
Parou à minha frente.
Estendi a mão.
A coleira ainda estava sobre a cama.
Peguei nela e aproximei-a do pescoço dela.
Ela não resistiu.
Nem se afastou.
Ficou imóvel.
Esperei um segundo.
Depois fechei o fecho.
O clique metálico ecoou no quarto.
Imediatamente a postura dela mudou.
Os ombros desceram ligeiramente.
O corpo pareceu encontrar novamente um lugar.
Observei-a por um instante.
Depois afastei-me.
Levantei-me da cama e comecei a vestir-me sem pressa.
Ela permaneceu ali.
Em silêncio.
Quando terminei, caminhei até à porta.
Abri-a.
Antes de sair, olhei uma última vez para ela.
— Fica aqui.
- sim senhor respondeu ela.
Saí.
A porta fechou-se atrás de mim.
Passados 20 minutos volto ao quarto.
A porta abriu-se.
O som fez Milu endireitar-se de imediato.
Entrei no quarto com duas taças na mão.
O cheiro simples da comida espalhou-se no ar.
Ela olhou.
Primeiro para mim.
Depois para o que trazia.
A fome apareceu-lhe no rosto antes mesmo de conseguir disfarçar.
Aproximei-me e coloquei as taças no chão.
Uma com leite.
Outra com pedaços de pão, ovos, e carne
Não disse nada de imediato.
Deixei o silêncio instalar-se.
Ela continuava imóvel.
Os olhos fixos na comida.
— O pequeno-almoço — disse por fim.
Fiz uma pausa.
Observei a reação.
— Aqui as cadelas comem assim, no chão!
O olhar dela subiu lentamente até mim.
Havia dúvida.
Havia desconforto.
Mas, acima de tudo… havia fome.
— No chão — acrescentei.
Ela hesitou.
O corpo não se mexeu.
Via-se o conflito.
A dignidade a puxar para trás.
A necessidade a empurrar para a frente.
Aproximei-me um passo.
— Tens fome, não tens?
Ela assentiu, quase impercetivelmente.
— Então come.
O silêncio voltou.
Durante alguns segundos.
Depois, muito devagar, ajoelhou-se junto às taças.
Os movimentos eram contidos.
Cautelosos.
Como se cada gesto estivesse a ser pensado.
Estendeu a mão.
Parou a meio.
Olhou para mim.
Como se procurasse confirmação.
Não disse nada.
Limitei-me a observar.
Ela percebeu.
Baixou o olhar.
E começou a comer.
No início devagar.
Quase controlada demais.
Mas o corpo traiu-a.
A fome tomou conta.
Os movimentos tornaram-se mais rápidos.
Mais urgentes.
O leite desaparecia depressa.
Tudo o resto também .
Fiquei ali.
A observar.
Era ali que o conflito dela se tornava mais visível.
O desconforto ainda estava presente.
Mas já não mandava.
A fome falava mais alto.
Quando terminou, ficou imóvel por um instante.
A respirar fundo.
Como se só então tivesse consciência do que tinha acabado de fazer.
Limpou a boca com o dorso da mão.
E voltou a baixar a cabeça.
À espera.
Ela ainda estava ajoelhada no chão, junto às taças vazias.
A respiração começava a acalmar.
Mas o corpo continuava tenso.
Sabia que eu estava a olhar.
— Então, Milu…
Ela não levantou logo o olhar.
— Estava bom?
Hesitou.
Como se a resposta fosse mais importante do que parecia.
— Sim… meu senhor.
A voz saiu baixa.
Controlada.
Dei um pequeno passo na direção dela.
— Curioso… — disse, num tom pensativo. — Ainda há pouco querias ir embora.
Fiz uma pausa.
Inclinei ligeiramente a cabeça.
— E agora?
O silêncio instalou-se.
Ela não respondeu.
Os dedos apertaram ligeiramente o tecido da manta que ainda segurava.
— Agora também queres ir embora?
Perguntei de forma direta.
Ela levantou o olhar.
Por um instante.
O suficiente para ver o conflito.
Depois voltou a baixá-lo.
— Eu… — começou.
Parou.
Engoliu em seco.
A mente dela trabalhava.
Via-se.
Cada palavra estava a ser escolhida com cuidado.
— Quero… fazer o que o senhor disser.
Fiquei em silêncio por um momento.
Depois sorri.
Um sorriso leve.
— Estás a aprender.
Dei mais um passo.
Aproximei-me o suficiente para que ela sentisse a minha presença mais perto.
— Mas ainda não percebeste tudo.
Baixei ligeiramente a voz.
— Não se trata só de obedecer.
Fiz uma pausa.
— Trata-se de perceber o que eu quero… antes de eu dizer.
Observei-a.
A forma como o corpo reagia.
A atenção.
O esforço.
Ela estava a tentar.
— Olha para mim.
Ela levantou os olhos devagar.
Ainda havia medo.
Mas agora havia também concentração.
— Diz-me… — continuei. — O que achas que eu quero agora?
O silêncio voltou.
Mais pesado desta vez.
Ela hesitou.
Mas não desviou o olhar.
Estava a pensar.
A aprender.
E, pela primeira vez…
A tentar antecipar.
Segurei-lhe o queixo com firmeza e levantei-lhe o rosto até ao meu.
Ela ficou imóvel.
Os olhos abriram-se ligeiramente, surpreendidos com o gesto.
Durante um segundo pareceu não saber como reagir.
O corpo hesitou.
O olhar procurava sinais.
Mantive-a ali.
A poucos centímetros.
Suficientemente perto para sentir a respiração dela acelerar.
Havia confusão.
Via-se.
O medo ainda lá estava… mas agora misturado com incerteza.
Ela não se afastou.
Também não avançou.
Limitou-se a ficar.
À espera.
A tentar perceber.
Os lábios delas pareceram -me apetitosos pela primeira vez, aproximei-me e dei-lhe um beijo, puxei-a a mim, e preenchi a boca dela com um beijo de língua.
Solteira-a
Os olhos abriram-se ligeiramente, como se não tivesse percebido bem o que tinha acabado de acontecer.
Havia confusão no rosto.
Ficou ali, suspensa entre o medo e a tentativa de compreender.
A respiração acelerou.
Os olhos procuraram os meus, à procura de uma resposta que eu não lhe dei.
Baixou ligeiramente o olhar.
Como se estivesse a reorganizar tudo dentro da cabeça.
Como se aquele momento tivesse quebrado a lógica que começava a construir para sobreviver.
Agora já não sabia.
E isso… via-se.
Caminhei até à porta.
A mão já no puxador.
Parei.
Sem me virar completamente, falei:
— Quando voltar… quero encontrar isto como deve estar.
Fiz uma pequena pausa.
— Vê lá se percebes.
O silêncio ficou suspenso por um instante.
Depois acrescentei, num tom calmo:
— Se te portares bem… és recompensada.
Outra pausa.
Mais curta.
— Se falhares… sabes o que acontece.
Não precisei de explicar.
Abri a porta.
Saí.
O som fechou-se atrás de mim.
O silêncio ficou.
⸻
Milu não se mexeu.
Nem por um segundo.
As palavras ficaram presas na cabeça.
Recompensada.
Castigada.
O corpo reagiu primeiro.
Os ombros enrijeceram.
A respiração ficou mais curta.
Olhou em volta.
Devagar.
A cama desfeita.
Os lençóis amarrotados.
As taças no chão.
A cadeira com a roupa.
Como deve estar…
Engoliu em seco.
Agora já não era só dúvida.
Era pressão.
Cada detalhe podia ser o certo…
Ou o erro.
Deu um passo.
Hesitou.
E se não fosse aquilo?
E se mexesse onde não devia?
O olhar voltou à porta.
Fechada.
Respirou fundo.
Não havia escolha.
Aproximou-se da cama.
Estendeu a mão.
Parou a meio.
Os dedos tremiam ligeiramente.
Depois tocou no lençol.
Alisou.
Devagar.
Como se o gesto tivesse de ser perfeito.
Puxou o tecido.
Endireitou a almofada.
Recuou um passo.
Observou.
Não bastava.
Sentia isso.
Baixou-se e pegou nas taças.
Levou-as para um canto.
Alinhou-as.
Corrigiu a posição.
Milímetros.
Parou.
Olhou novamente.
A mente acelerava.
E se não for isto?
Aproximou-se da cadeira.
Pegou na roupa.
Dobrou.
Com cuidado excessivo.
Refez.
Dobrou outra vez.
Tentava acertar.
Tentava antecipar.
Colocou-a de volta.
Alinhada.
Perfeita… ou assim parecia.
Recuou.
O coração batia mais rápido.
O medo agora estava misturado com outra coisa.
Urgência.
Aproximou-se da janela.
Espiou.
O mundo lá fora seguia normal.
Mas ali dentro…
cada gesto podia decidir tudo.
Voltou ao centro do quarto.
Deu uma volta lenta.
Olhou para tudo.
Ajustou pequenos detalhes.
Quase invisíveis.
Endireitou.
Recuou.
Observou.
Nada parecia suficiente.
Nunca parecia suficiente.
Parou.
Ficou imóvel.
A olhar para o quarto.
À espera.
Sem saber se tinha acertado…
ou condenado a si própria.
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