***Essa é a terceira parte dessa série: Casada Caindo em Tentação com o Primo. Na narrativa de Janaína.
Para uma melhor imersão, sugiro que leia as partes anteriores.***
Desci as escadas como um foguete, mas Augusto vinha atrás de mim. Entramos na cozinha de minha avó, ela com sua doce expressão, já havia deixado tudo pronto. Eu mal conseguia olhar para esse meu primo safado. É como se eu sentisse um misto de culpa, de um ser humano horrível, mas com um sentimento de êxtase dentro de mim, que jamais vivenciei.
Augusto almoçava tranquilamente, conversando sobre a nossa família com minha avó. Eu sorria, concordava, mas nao entrava na conversa. Minha mente estava em outro lugar. Naquele maldito cacete que Augusto havia me mostrado minutos antes. Eu nunca havia conhecido esse meu lado perverso, esse desejo intenso pelo meu primo, estava me deixando maluca.
Logo que terminamos de comer, me prontifiquei a ajudar minha avó para lavar a louça e arrumar a cozinha. Nunca deixava aquele serviço pra minha avó fazer. Eles seguiram conversando na mesa, enquanto eu lavava a louça, nem era muita coisa. Mas notava que Augusto olhava pra minha bunda, vira e mexe eu fingia pegar algo e notava ele mirando seu olhar na minha bunda grande com a popa de fora. Eles conversaram sobre algumas pessoas do passado de nossa família e minha avó teve a ideia de pegar uns álbuns de fotografias, para mostrar as fotos das pessoas da família que ja tinham partido.
Ela foi procurar os tais álbuns e deixou a cozinha.
Logo, Augusto se viu sozinho comigo novamente, agora na cozinha de minha avó. Eu segui lavando as travessas, pratos e talheres. Quando senti uma mão apertando minha bunda. Dei um gemido de susto, mas foi uma apertada com vontade. Meu instinto foi conter Augusto, mas foi tão gostoso sentir sua mão no meu bumbum, que somente olhei pra ele com uma expressão de susto, e que logo minha avó apareceria. Nao contente em apertar minha bunda, Augusto falou baixo em meu ouvido.
-- Eu notei que você gostou do que viu, vou te mostrar de novo.
E rente à pia ao meu lado, ele novamente tirou sua jeba pra fora.. ela estava dura, mas ainda pra baixo... eu olhei rápido e desviei o olhar, ele entao, falou:
-- Olha de novo, prima.
Foi como se aquelas palavras soassem como uma ordem. Novamente baixei o olhar e vi aquele caralho pendurado pra fora do short. Entao, novamente respirei fundo e falei:
-- Para com isso Augusto. Minha avó ja tá voltando, coloca isso pra dentro!
Ele percebeu que eu estava tensa e ao mesmo tempo adorando olhar para o seu pau enorme e respondeu:
-- Coloco pra dentro, só se você pegar!!
Eu mais uma vez senti um arrepio dos pés a cabeça, e falei num tom baixo que conversávamos lado a lado de frente pra pia.
-- Você está louco? Eu jamais vou fazer isso. Sou uma mulher casada!
-- Entao ta bom. A tia Rose vai aparecer a qualquer momento e meu pinto vai continuar pra fora. O que será que ela vai achar quando ver?
Cara, que primo filho da puta. Eu sabia que ele colocaria aquele caralho pra dentro, assim que notasse minha avó chegando, mas eu me deixei levar pelo seu argumento. Minha mao direita estava molhada e um pouco gelada pelo contato com a água da torneira da pia, mas cedi ao seu pedido. Com a torneira correndo água um pouco fraca, abaixei minha mão direita e segurei aquele pau com um pouco de força. Fechei a mão, deixei meu polegar alisar a cabeça lisinha que estava latejando, sentia a grossura, as veias pulsando, olhei pro seu rosto que expressava um prazer intenso.
Ele apertou novamente minha bunda, enquanto minha mão segurava seu pau. Eu apenas segurava, nao movimentava, mas sentia ele crescendo ainda mais. Entao, antes de soltar, falei:
-- Chega. Já fiz o que pediu.
E ele respondeu:
-- Nao solta ainda. Fala que ta gostando!
--Para com isso primo... Falei suspirando.
-- Fala logo, antes da tia Rose aparecer!
Mais uma vez aquele safado mandava em mim e eu estava em êxtase, sendo submissa ao seu prazer. E fiz o que pediu.
-- Tá! Eu estou gostando. Falei suavemente.
-- Gostando do que? Fala!! Ordenou, mas num tom prazeroso.
-- Eu estou gostando de segurar o seu pinto! Falei de forma incisiva.
Assim que as palavras saíram da minha boca, ele ainda respondeu.
-- Ele é todo seu, sua gostosa! Disse num tom suave, cheio de malícia.
Mesmo querendo continuar, tirei a mão de sua rola e ele a colocou de volta pra dentro de seu short. Eu fechei a torneira e fui até o armário à esquerda, fingindo pegar algo. Não deu nem um minuto, minha avó retornou com dois álbuns de fotografias antigas.
Minha avó nos mostrava entusiasmada as pessoas das fotos antigas, sem fazer ideia de que há poucos minutos eu estava segurando a pica massiva do meu primo. Novamente minha mente vagueou pelo que acabara de acontecer, eu segurei aquele cacete, alisei a cabeçona com meu polegar. O que meu marido pensaria de mim, se visse aquilo?
Ficamos vendo aquelas fotos velhas por uma hora mais ou menos. Ele olhou pra mim e depois falou, olhando pra minha avó:
-- Tia Rose, vou subir um pouco, pois preciso mandar algumas coisas de forma remota pro meu trabalho e ainda tenho uma atividade que o professor do curso nos pediu pra levar amanhã.
Mais tarde eu desço.
Minha avó assentiu e falou:
-- Vou pedir pra Janaína te chamar pra jantar, mais tarde.
--Pode chamar sim, tia. Obrigado pelo almoço.
Claro que pensei em subir logo depois. Mas eu sabia que se fosse até lá, sem ninguém em casa, fora a minha avó, eu iria ceder aos desejos daquele tarado. Mas pensei que me entregar poderia ser um risco pra mim, meu pai poderia nos flagrar, e meu marido também.
Já era muito errado o que fiz, segurar seu pau já foi um absurdo. Uma traição, mas algo que não poderia se repetir e muito menos passar disso.
Me neguei a subir, fiquei de papo pro ar com minha avó na sala de sua casa. Por volta das cinco da tarde, ouvi o meu marido entrando com seu carro pela garagem. Aí me senti aliviada, sabendo que com a presença de Caio, Augusto jamais tentaria algo comigo naquele dia e consequentemente eu nao cairia em tentação. Mas assim que fui até a garagem e vi a imagem de Caio saindo do carro, um sentimento de imoralidade me bateu. Ele com o semblante sereno, depois de mais um dia de trabalho, roupa suja de graxa, mal sabia que a mulher que foi ao seu encontro, lhe recebendo com um beijo, estava há poucas horas segurando o pau grosso do primo.
Subi junto com ele e conversávamos sobre seus assuntos no quarto.Logo ele disse:
-- Vocé janta na sua avó, porque hoje começa o campeonato.
-- Que campeonato?
-- Ué, te falei semana passada que montamos um torneio de sinuca no boteco. Cada um joga duas partidas por dia, e os dois que vencer mais jogos vão pra final no domingo. Te contei na semana passada.
Realmente, ele me contou na semana passada. Mas eu não lembrava.
-- Ah sim, você contou. Mas entao você nao vai jantar esses dias?
-- Vou comer no bar. Nao precisa fazer nada. Tudo bem se jantar na sua avó?
-- Claro, ela sempre faz comida pra todos mesmo.
-- Ótimo, meu bem. Vou pro banho que preciso chegar mais cedo lá.
Puta que pariu, justo na semana que o safado do meu primo está morando no fundo da minha casa, o meu marido ficaria ausente todos os dias da semana por algumas horas da noite.
Fiquei na sala assistindo televisão,mas com o pensamento longe. Logo vejo Caio na sala, com uma roupa casual pra ir pro seu campeonato. Tive uma ideia na hora, que poderia me salvar:
--Antes de ir, vai lá no Augusto e vê se ele não quer ir contigo. Ele nao ta no campeonato, mas pelo menos interage com os seus amigos, Ele voltou do curso e nem saiu de casa.
-- Poxa, bem pensado. Vou lá chamar.
Caio saiu pela porta e foi pros fundos convidar Augusto pro seu jogo.
Logo voltou, eu esperei na porta pra ver. Caio veio até mim e falou:
-- Ele disse que tá fazendo uma atividade pro seu curso, tem que entregar amanhã. Falou que se der, ele vai num dia da semana.
Eu fiz uma expressão de desânimo, mas Caio nem percebeu, me deu um selinho e falou:
-- Vou lá! São só dois jogos, como qualquer coisa nos intervalos e volto. Devo estar de volta umas oito e meia no máximo.
Eu assenti com a cabeça e voltei pra minha sala. Augusto ja sabia que eu estava sozinha. Fiquei imaginando aquele safado aparecendo do nada na minha casa, com aquele corpo delicioso, será que conseguiria resistir? Uns vinte minutos depois, ouço meu pai gritando de lá debaixo.
-- Jana, a janta está servida. Chama o Augusto e venham jantar.
Saí assim que escutei e gritei de volta:
-- Já vou chamá-lo!
Meu pai gritou de volta -- Tá bom!
Meu pai já esta em casa. Não vou cometer a insanidade de fazer algo parecido com o que ja tinha feito. Mas tinha a missão de chamar meu primo pra jantar. Bati na porta e ele como sempre, usou a mesma tática.
--Entra! Gritando da sala.
É óbvio que poderia apenas abrir a porta e dizer que o jantar estava servido e sair, mas eu fiz o que ele mandou. Entrei.
Passei pela cozinha e fui até a sala.
Lá estava Augusto, sentado em uma cadeira, olhando pra tela de seu notebook, sem camisa, exibindo seu peitoral definido e seus ombros largos. Eu cheguei próxima da mesa e falei:
-- O jantar esta servido. Meu pai ja chegou e vamos jantar agora. Bora?
-- Claro, só preciso salvar esse arquivo e descemos.
Ele digitou algo e em alguns segundos finalizou o que estava fazendo. Ainda consegui perguntar:
-- Você não quis ir com o Caio, jogar sinuca no bar?
-- Não. Estava enrolado quando chamou. Ele ainda tá aí?
--Não. Já saiu.
Ele fechou o notebook, mas não se levantou. Olhou pro meu rosto e falou:
-- Então me mostra, prima!
--Como assim, te mostrar? Perguntei, sem entender.
-- Você viu minha rola hoje o dia todo. Deixa eu ver essa bunda, vai. Mal consegui me concentrar no que precisava fazer, porque fiquei imaginando como é o seu rabo sem esse short. Só uma olhadinha, vai.
Eu tremia de desejo, minha adrenalina estava de volta a todo vapor, mas tentei relutar mesmo doida de tesão falei, deixando escapar um semblante risonho:
-- Para com isso, Augusto! Meu pai ta lá embaixo e está nos esperando pra jantar.
-- Então mostra logo!! Assim eu vejo e a gente desce rápido!
Que puto! De novo me colocando na parede com seus argumentos em que preciso decidir, sem tempo pra pensar!
-- Ok, mas só pra gente descer logo! Respondi.
Desabotoei o short, e fui baixando com uma certa dificuldade, pois ele estava bem apertado, olhava em seu rosto e ele parecia desesperado de tesão me vendo de frente, fixando o olhar em minhas coxas grossas e no volume da minha xota com a calcinha branca, enquanto descia o short. Deixei na altura dos joelhos, puxei a calcinha pra cima e me virei. Ouço no mesmo segundo:
-- Caralho prima! Que rabo monstruoso.
Eu fiz menção de subir o short mas ele se levantou e veio pra perto de mim. Agarrou uma das minhas bandas, com força dizendo.
-- Olha que perfeição de bunda! Olha como é gostosa de apertar! Olha o quanto balança.
Ali ele começou a tocar e balançar minha bunda, dos dois lados. Eu suspirei baixo, sentindo minha buceta pulsar, falei quase sussurrando:
-- Chega, Augusto! Vamos descer agora!
Fui subindo o short e ele segurou minha mão, dizendo:
-- Espera!! Só mais 2 minutos! Juro!
Ele deu um passo pra tras e novamente tirou aquela massiva piroca pra fora, dizendo:
-- Eu não vou aguentar mais. Preciso disso.
E começou a punhetar atrás de mim. Senti um aperto em minha bunda... Com sua mão esquerda, seu polegar pressionava de cima pra baixo e os outros dois dedos pressionavam debaixo pra cima, o máximo que ele conseguia segurar da minha raba volumosa. Tudo isso, enquanto ele tocava sua bronha com a mão direita. Olhei de lado e vi ele ofegante, sua cabeça debaixo inchada, parecia que ia explodir e suas bolas estavam super cheias.
Logo ouvi ele suspirar e me falou ofegante:
-- Pede!!
Respondi rápido. -- Pede o que?
--Pede pra eu gozar, loira rabuda!
-- Goza logo, Augusto!! Respondi, submissa.
-- Onde? Perguntou ofegante!
-- Onde o que Augusto? Me fazendo de inocente.
-- Caralho, Janaina! Pede pra eu gozar na sua bunda! Sua gostosa do cacete!
Aquilo precisava terminar logo, entao respondi o que ele queria.
-- Goza na minha bunda!
-- Na sua bunda grande?
-- Sim! Goza na minha bunda grande! Aquela submissão me deixava mais excitada.
Acho que foi questão de dez segundos e ele urrou, apontando seu pau em direção à minha bunda. Senti dois jatos quentes na banda direita e outros três mais curtos na esquerda. Não contente, ele ainda encostou a cabeça do pau em uma parte da minha bunda que ainda estava seca e limpou as últimas gotas que saíam daquela cabeça latejante.
Agora eu estava com sua porra escorrendo pelo minha raba. Logo que se afastou, segundos depois, eu falei:
-Vai logo pra porta, olhar se alguém aparece no corredor, enquanto eu limpo a sua porra no banheiro.
Ele guardou seu pau, ainda com um semblante prazeroso, mas relaxado e fez o que pedi.
Fui correndo pro banheiro com o short nos joelhos, e a bunda de fora, toda melecada, escorrendo gozo quente.
Enrolei um pouco de papel higiênico, umideci na torneira, mas antes fiz algo no impulso que me deu muita vontade. Aquela sua porra escorrendo por toda minha bunda me deixou com mais tesão ainda.
Passei a mao no gozo que ainda escorria pela bunda, olhei o que minha mao conseguiu pegar e levei até minha boca... senti o gosto em minha lingua, no céu da boca e engoli o que conseguia, senti o gosto de sua porra por três vezes que consegui pegar o que vinha dos meus dedos. Que gosto maravilhoso!
Finalmente passei o papel higiênico pra tirar aquele excesso, para nao ficar com a bunda grudando e manchar o short. Nao foi suficiente, joguei o papel no lixo e peguei a toalha de rosto, molhei um pouco e esfreguei por toda bunda. Assim me senti mais limpa.
Subi o short rapidamente e o abotoei. Voltei pra cozinha, onde ele me esperava na porta. Mal olhei em seu rosto e passei por ele, levando um tapinha na bunda que acabara de limpar.Segui sem olhar pra tras, mas notei que ele vinha atrás de mim pelo corredor, para descermos pro jantar.
***Essa foi a parte 3, espero que estejam gostando. Tentarei postar a próxima parte em breve ***