Me chamo Rodrigo (nome fictício), tenho 27 anos e moro com minha namorada, Susana (nome fictício), de 25. Estamos juntos há pouco mais de quatro anos. Nos conhecemos na faculdade que frequentávamos na época. Pouco tempo depois de eu terminar um relacionamento antigo (com uma gordinha com quem vivi umas aventuras bem loucas) Susana e eu começamos a nos aproximar cada vez mais.
Em menos de um ano solteiro, já estávamos juntos. Como estudávamos em uma cidade diferente da nossa cidade natal, a ideia de morar juntos acabou surgindo naturalmente. A gente era novo, tava apaixonado pra caralho e parecia o momento perfeito para dar esse passo. Assim começamos nossa vida juntos.
A história que vou contar aconteceu há cerca de três meses, e envolve uma amiga da Susana, Grazi, que por coincidência ou destino era quase tão gostosa quanto ela e tinha praticamente a mesma idade.
Antes de continuar, preciso falar da minha mulher. Susana é uma mulher negra absurda de linda, tem cerca de 1,65 de altura, seios médios e uma bunda redondinha que sempre me deixou completamente maluco. Aquela bunda dela é coisa de outro mundo. O cabelo cacheado dela é volumoso, cheio e simplesmente lindo. Desde o começo do nosso relacionamento percebi que ela adorava usar fio-dental, e puta que pariu… aquilo sempre me deixa doido.
Nossas transas sempre foram muito boas. Daquelas de deixar os dois suados, cansados e satisfeitos. Mesmo depois de quatro anos juntos a gente ainda se pega com bastante vontade. Claro que com o passar do tempo e com a correria da rotina (trabalho, responsabilidades e cansaço) às vezes passávamos uma semana ou outra sem conseguir ter aquele momento só nosso. Mesmo assim sempre tentávamos dar um jeito de matar o tesão e manter o clima quente entre a gente.
Foi justamente durante uma dessas semanas sem nada acontecendo, quando eu já tava subindo pelas paredes de vontade, que tudo acabou acontecendo. Acabei me envolvendo com a Grazi. Uma situação que até hoje quando lembro me deixa com aquele sorriso de safado no rosto. Talvez pela aventura, talvez pelo perigo da situação… ou talvez porque tenha sido bom pra caralho.
Grazi sempre chamou atenção. Era uma branquinha cacheada daquelas que quando entra em algum lugar todo mundo repara. Tinha seios grandes, bem marcados nas roupas, e mais tarde eu descobriria que os mamilos dela eram rosadinhos. A boca dela sempre foi algo que me chamava muita atenção. Linda, carnuda, daquelas que qualquer cara olha e já imagina um beijo demorado.
Confesso que antes mesmo de eu começar a namorar a Susana eu já tinha fantasiado algumas coisas com a Grazi. Nada sério, só aqueles pensamentos safados que aparecem quando a gente vê uma mulher gostosa demais.
Naquela época Grazi e eu fazíamos parte do mesmo grupo de amigos. Nada além disso, mas a atração existia da minha parte. Coisa normal quando se convive com uma mulher bonita.
E a bunda dela… puta merda. Tão redonda quanto a da minha namorada, só que um pouco maior. Algumas vezes eu pegava olhando quando encontrava ela na academia.
Já havíamos saído juntos algumas vezes, sempre em casal, quando Grazi estava ficando com alguém. Também nos encontrávamos em festas ou shows pela cidade. Nessas ocasiões bebíamos, dançávamos e nos divertíamos bastante.
Uma dessas noites ficou marcada na minha cabeça.
Estávamos em uma casa de shows, todo mundo já meio alto de bebida. Em determinado momento da dança Grazi começou a rebolar na minha frente, provocando mesmo, enquanto Susana me abraçava por trás. Aquela cena ficou martelando na minha cabeça por muito tempo depois daquela noite.
Depois disso acabamos nos afastando. Cada um seguiu sua vida e ficamos um bom tempo sem nos ver.
Meses atrás decidi voltar para a faculdade que havia trancado dois anos antes. Confesso que no começo foi um saco. Eu não conhecia mais praticamente ninguém por lá.
Mas para minha surpresa Grazi ainda estudava na mesma instituição, embora agora em outro curso.
No primeiro dia em que nos encontramos conversamos rapidamente e decidimos tomar um café em um barzinho em frente à faculdade.
Sentados ali começamos a colocar a conversa em dia.
Grazi perguntou: "E aí Rodrigo, quais são as expectativas com o retorno ao curso?"
Eu ri e respondi: "Pô Grazi, sendo bem sincero, bem baixas. Eu só voltei mesmo porque não queria deixar o curso largado. Só faltam cinco matérias para terminar, então resolvi dividir elas e acabar logo com isso dentro de um ano."
Ela sorriu e disse: "Isso é ótimo! Melhor terminar mesmo. Mesmo que você esteja trabalhando em outra área agora, sempre é bom fechar esse ciclo. Mas e a Suzi, como ela está? Nunca mais nos vimos."
Eu respondi: "Ela anda trabalhando pra caramba. Manhã e tarde no trabalho, e à noite focada nos estudos da pós. A gente anda meio sem tempo pra quase nada ultimamente."
Grazi riu e respondeu: "Imagino. Mas a gente podia marcar alguma coisa nós três. Faz tempo que não vejo vocês. Um jantar simples, um domingo, qualquer coisa."
Achamos a ideia ótima.
O problema foi conseguir fazer acontecer.
Sempre que tentávamos marcar algo surgia. Ou eu estava ocupado, ou Susana estava morta de cansada do trabalho, ou algum de nós acabava viajando para visitar a família na nossa cidade natal.
Até que de repente as coisas mudaram.
Grazi decidiu sair da casa dos pais.
Ela sempre reclamava de alguns problemas familiares, mas a situação piorou quando o namorado da irmã mais velha começou a dar em cima dela. Segundo Grazi ele tentou algo algumas vezes e ela sempre cortava.
O problema foi quando a irmã descobriu.
Ao invés de acreditar nela ficou do lado do namorado. Como a irmã sempre foi a favorita da família, os pais acabaram comprando a versão dela e o clima em casa ficou uma merda.
Depois de alguns dias de discussão e clima pesado ela tomou a decisão de sair de casa.
Alugou um quarto em uma casa onde moravam outras meninas perto da faculdade.
Mas o azar parecia estar perseguindo ela.
Pouco tempo depois uma enchente atingiu a região onde ela morava. Parte da casa foi afetada e Grazi acabou perdendo alguns móveis. O lugar ficou praticamente inabitável por algumas semanas até que o proprietário resolvesse o problema.
Foi então que Susana e eu oferecemos ajuda.
Dissemos que ela poderia ficar alguns dias (ou semanas se fosse preciso) na nossa casa até que tudo se resolvesse.
Grazi ficou muito agradecida.
E assim, sem imaginar a aventura que aquilo ainda ia causar… nossas semanas morando juntos começaram.