Capítulo 1
Eu me chamo Juliana. O corno da história é o meu marido, mas vamos chamar ele de Dedé — ele odeia esse apelido, por isso eu faço questão de usar.
Não vou enrolar com dramas de casal. Meu casamento não era ruim. A gente era feliz do jeito funcional: ele atencioso, cozinhava sem eu precisar pedir, arrumava as coisas sozinho, cuidava da casa. Um homem prático, daqueles que não dão trabalho. Fazíamos coisas de casal, ríamos juntos, transávamos de vez em quando. Nada de cinema romântico, mas também nada que me fizesse sofrer.
Aí, quando a vida está rodando certinha, o diabo aparece e sussurra no ouvido. O estagiário novo da firma, um garoto uns dez anos mais novo que eu, corpo esculpido, sorriso safado, olhar de putão, Daniel era o nome dele. Um pequeno deus na terra. De cara eu disse não. Mas ele insistiu com jeitinho: almoços de trabalho, saídas rápidas depois do expediente. E eu, que sempre me achei no controle, comecei a sentir o corpo responder antes da cabeça. Um dia, eu tomei umas a mais, perdi o juízo e estava na cama com ele. E gostei. Gostei pra caralho.
Dedé descobriu da pior forma possível: me pegou na nossa cama, na nossa casa, com o pau do Daniel ainda dentro de mim — e que pau! Ele já vinha desconfiando há semanas — das minhas saídas mais longas, do meu humor mais seco, da falta de tesão quando ele tentava me tocar. Eu nem disfarçava mais.
Mas o corninho armou tudo direitinho. Inventou uma viagem de trabalho, disse que ia um fim de semana antes pra “passear no lugar”. Me chamou pra ir junto. Eu recusei na lata. Ele brigou, fez cena, falou em “relacionamento em crise”. Era tudo fingimento. E eu não sou uma burra completa, conferi tudo antes: passagem, hospedagem, e-mails da empresa. Estava limpo. A ideia era ele ir e eu ter o final de semana com o Daniel. Eu me lembro do dia exatamente como se fosse hoje, ele saiu numa sexta à noite, com a chuva caindo em cântaros. Eu, doida para dar, não marquei nada pra sexta — e se ele voltasse? Era melhor esperar, então deixei pro sábado.
Só que no outro dia, o corno voltou. Dedé não foi embora de jeito nenhum. Ficou o dia inteiro plantado em algum canto da rua, vigiando a nossa casa como um cão de guarda com tesão acumulado. O Daniel chegou pro almoço, tranquilo, sem pressa nenhuma, como quem sabe que a sobremesa já está servida e quente esperando por ele.
Mas corno malandro é um problema sério. Ele esperou. Sabia que eu ia cozinhar, que ia ter almoço em casa. Não queria correr o risco de chegar cedo e me pegar na mesa da sala com o prato na mão. Se me visse ali com o Daniel, eu poderia soltar na lata que era só um colega de trabalho almoçando comigo. Estranho? Sim, muito estranho. Mas só uma coisa estranha, não um crime escancarado. Ele não teria como me acusar de nada na cara dura. Então o safado esperou. Ficou lá fora, contando os minutos, imaginando cada detalhe, até ter certeza absoluta de que não tinha escapatória.
E o corninho só entrou às três da tarde.
Tá, chega de enrolação. Vocês já sabem como termina. Agora vem a melhor parte: a putaria. Vamos aos detalhes que fazem o corpo arrepiar só de lembrar.
Nada é tão ruim que não possa piorar. Como se não bastasse eu estar traindo o Dedé na nossa própria cama, eu estava de quatro, empinada, toda arreganhada, usando exatamente a lingerie que ele comprou pra mim uns meses antes. Conjunto cinta-liga completo, meia 7/8 preta, corpete apertado que empinava os peitos, calcinha minúscula que mal cobria nada. Vestir aquilo era um ritual: depilação completa, creme na pele, tempo pra ajustar as tiras. Eu nunca quis usar com ele. Pra quê? Ele não merecia tanto esforço. Ficou mofando na gaveta. Até o Daniel aparecer e eu decidir que, sim, valia a pena me arrumar toda pra ele. Detalhe: era um presente de casamento que ele me deu.
E sabe onde o Daniel estava metendo? No meu cu. Coisa que o corno nunca conseguiu de verdade. A gente tentou algumas vezes — eu gostava de um dedo devagar, de um plugue pequeno pra aquecer, sentia um tesão gostoso na borda —, mas ele era ruim demais. Forçava, não lubrificava direito, não esperava eu relaxar. Eu ficava assada, ardendo, e desistia. Nunca dei pra ele de fato, só tentativas frustradas que acabavam logo depois.
Até que o Daniel chegou e mostrou como se faz.
Ele era um moleque de uns vinte e poucos, sarado, pele morena brilhando de suor, pau maravilhoso: reto, grosso na medida certa, veias marcadas, cabeça inchada, sempre duro como pedra. Desses que você olha e sente uma lágrima escorrer — não no rosto, lá embaixo. Ele estava inteiro dentro do meu cu, devagar no começo, me abrindo com calma, depois acelerando. Cada estocada entrava fundo, esticava tudo, e eu sentia o corpo inteiro se render. A pressão deliciosa na entrada, o calor se espalhando pela barriga, a buceta latejando vazia mas pingando de tesão, os mamilos duros roçando no lençol a cada empurrão. Era intenso, quase demais, mas eu queria mais. Queria sentir ele me preenchendo até não caber mais nada.
E aí eu comecei a gritar, sem filtro, sem vergonha, o tesão tomando conta da boca:
— Me fode, me fode de um jeito que aquele borracha fraca do meu marido não fode! Fode a mulher do corno!
Daniel ria baixo, safado, apertando minha cintura com as mãos grandes, batendo mais forte, o som da pele contra pele ecoando no quarto.
— Vou te devolver toda gozada pro corno — ele respondia, voz rouca de tesão. — Aquele broxa vai aprender como se come uma mulher de verdade.
Eu apertava em volta dele, rebolava pra trás, sentindo cada centímetro deslizar pra dentro e pra fora, o cu pulsando, o prazer subindo em ondas quentes que faziam minhas pernas tremerem. A buceta escorrendo pelas coxas, os peitos balançando, o corpo inteiro entregue. E foi exatamente assim, gritando essas putarias, que o Dedé abriu a porta do quarto e me pegou.
Se curtiu, deixa um comentário pra ajudar no engajamento, manda um upvote e passa no site pra ver mais 🔥
https://www.feminivefanfics.com.br/posts/hotwife-o-corno/ep-01-o-corno-sendo-corno/