Olá, me chamo Marcelo. Sou branco, magro, cabelo claro, uso óculos, cara de nerd. Nada demais. Na época dos eventos aqui descritos eu tinha 25 anos e namorava Daniela. Ela, então com 21 anos, cabelos castanhos ondulados com mechas coloridas, rosto bonito, olhos cor de mel, um corpo exuberante: coxas grossas, bunda grande, redonda e dura, seios verdadeiramente fartos, algumas tatuagens. Uma baita duma gostosa.
Sobre sua personalidade, tinha um fogo imenso, e embora gostasse de uma putaria, era muito tímida sobre isso, sentia até uma certa culpa de gostar tanto de safadeza, então precisava de algum tipo de gatilho para colocar seu lado putinha pra fora. Esse gatilho variava de acordo com a ocasião, muito comumente era bebida, às vezes, pura empolgação, mas um gatilho que era bem divertido, era quando ela queria “me agradar”. Muitas vezes usava isso de desculpa pra validar suas vontades indecentes, seus pensamentos sujos.
Certa vez, resolvemos viajar para o interior, em José Bonifácio, para a casa de um tio meu, Seu Dito. Um senhor de uns 60 anos, grisalho, barbudo, físico que deixa muito jovem pra trás, viúvo, gostava de um bom papo e de uma pinga. Tinha um jeito grosseiro e sem filtro, morava com seus dois netos, Ruan de 18 anos e Henrique de 19. Os dois magrelos, mais ou menos 1,68, brancos e de cabelo castanho liso. Os dois bastante conversadores e com um jeitinho malandro.
A casa, embora simples, era relativamente grande, tinha o térreo (com sala, cozinha, um quarto e uma lavanderia) e o primeiro andar (com uma varanda espaçosa, mais dois quartos), ficava no meio de um terreno enorme, muita vegetação envolta, onde tinha um pequeno lago e um rio que era uma das principais formas de relaxamento e passa tempo, principalmente naqueles dias quentes.
Quando chegamos fomos bem recebidos, e não poderia ser diferente, quando os três bateram o olho em Dani ficaram inquietos. Seu Dito, até disfarçou melhor, mas os garotos ficaram estupefatos com a gostosura e sensualidade da minha namorada. Pudera! A meu pedido, e porque eu gostava de exibi-la, ela sempre usava roupas curtas e provocantes. Quando chegamos ela usava um vestido preto curtinho e florido de alças, bastante decotado, mal cobria seus peitos enormes e como era acinturado na costura, destacava suas raba imensa, e curto que era, vazia suas coxas grossas parecerem que qualquer caminhar fosse um desfile num bordel. Ainda usava um colar no estilo coleirinha, que era cereja do bolo naquela imagem extremamente carnal.
Seu Dito começou um papo comigo enquanto os moleques prontamente se dispuseram a ajudar a levar as malas pra dentro (principalmente as malas dela). Ela foi entrando na frente com os garotos enquanto meu tio e eu seguíamos na conversa. Ele que, nunca teve filtro pra nada logo que ela entrou…
Seu Dito: – Que bela potranca você arrumou, hein, Celo!
Eu: – Eh! É um baita dum mulherão. - Respondi achando engraçado.
Naquele dia Seu Dito e os moleques nos apresentaram o espaço, mostraram a casa, a roça, a mata e algumas trilhas envolta que poderíamos fazer, o rio, e depois de jantar fomos, mais a noitinha, bater papo na varanda na parte de cima da casa. Estávamos Daniela e eu sentados num sofá, Ruan e Henrique nuns bancos, e Seu Dito na rede fumando um palheiro. Meu tio mandou um dos garotos trazer uma cachaça pra provarmos, disse que ele mesmo fabricou.
A noite ficou cada vez mais animada com histórias e risadas. Dani ria muito das histórias engraçadas do meu tio e dos garotos, e conforme bebia, as gargalhadas eram cada vez mais abertas e expansivas. Seu Dito e o moleques, não tiravam os olhos de Dani que com seu vestido curto, sentada, não exibia só suas belas coxas, mas também popa da bunda, a tensão sexual no ambiente era notória. Eles figiam não estar secando a minha namorada e eu fingia não perceber. Dani meio alegre da bebida, já se divertia percebendo que estava provocando desejos lascivos naqueles três e em mim também. O ponto alto desse momento, foi quando uma das alças do vestido dela começou a escorregar sem que ela se desse conta, e conforme foi descendo, um dos seu mamilo ficou metade a mostra. Os três fizeram de tudo pra fingir naturalidade, mas mal conseguiam tirar os olhos daquele biquinho maravilhoso que se mostrava. A expressão deles era de alguém sedento, louco pra mamar.
Um pouco mais tarde fomos pro quarto que tinham reservado para nós, fui tomar um banho, quando voltei me deparei com Dani pelada, tinha ficado tão excitada com os olhares sobre ela na varanda que estava se masturbando sob o lençol, pois não queria que eu percebesse. Fingi não notar e me aproximei já excitado também com o contexto e cena dela siriricando. Ela parou por uns instantes, e de modo que fingi que estava pegando no sono, ela voltou e brincar com a bucetinha. Então comecei a tocá-la e ela subitamente parou mais vez:
Eu: – Não precisa parar não, pode continuar, amorzinha.
Dani: – É que deu um tesão do nada. - Respondeu meio acanhada.
Eu: – Do nada? Fala a verdade, você ficou excitada com aqueles machos te secando lá fora, não foi, putinha?
Dani: – Não, nada a ver.
Eu: – Pode falar piranha, eu gosto de te ver excitada.
Dani: – Não foi por isso… é que, sei lá… deu vontade.
Eu: – Ah, vá! Vai dizer que meu tio e meus primos te secando não te deu tesão?
Dani: – Que, oh! Pára de pensar besteira!
Eu: – Sei, sei… (rindo)
Dani: – Você sabe que eu sou só sua, né?
Eu: – Claro, minha putinha…
Depois disso fodemos com força e dormimos. Mas eu que adorava exibir minha namorada boazuda, não imaginava os eventos que iriam se suceder…
