Beta da Helô - Hesitante Demais - Part 10

Um conto erótico de Augusto
Categoria: Heterossexual
Contém 1277 palavras
Data: 16/03/2026 16:52:57

Fui direto para a casa de Helô, sua cama estava uma bagunça deixei ela organizada e tomei um banho, com aquele cheiro de festa não quis me deitar na sua cama achei melhor tomar um banho, sai do banho pelado como não tinha ninguém não me importei e me sentei na sua cama.

O tempo não passava, não conseguia mais esperar e me joguei para trás e o seu travesseiro tinha o cheiro dela, (como eu poderia ficar brabo?)

Depois de algum tempo, escuto ela abrindo o portão, me desesperei e correndo abri a minha bolsa e pego meu short e coloco bem rápido, quando eu termino de colocar me viro para ver se ela já tinha chegado a porta, e nesse momento ela aparece e simplesmente se jogou no meu colo, eu pensei que ela iria até me dar um selinho mas me deu um beijo na bochecha. “Está acordado ainda?” me perguntou.

Dei um sorriso, “vamos dormir.” ela falou.

Ela começou a tirar a roupa, enquanto eu cheirava a sabonete ela cheirava a álcool, suor e sexo. “Vamos dormir pelados.”

“Já que ela insiste.” Tirei o meu short e com um sorriso pegou na minha mão e nos deitamos na cama e ficamos abraçados com a luz apagada.

Na verdade não sabia como reagir, ou fazer, ela me abraçou forte, senti seus peitos encostando em mim, meu pau foi ficando duro.

“Você não gostou dessa noite?” ela me perguntou, mas eu não sabia o que responder era muita informação, lambi o seu pescoço tinha o gosto de suor.

“O que você está fazendo? Eu perguntei se você gostou dessa noite?

Sem saber o que responder “Gostei porque se fala?”

“Talvez eu senti alguns sinais contraditórios de você, mas ao ver você em casa eu não sei.”

“Gostei se quiser posso descrever?” eu falei.

“Pode sim.”

“Eu gostei, gostei de ver você dançando com o desconhecido… gostei de você sentir o pau dele duro.”

Sua voz doce entrou no meu ouvido “continua.” Como se fosse um gemido de aprovação.

“Me senti um pouco humilhado na frente da sua amiga, parecia que ela torcia pela gente.”

“Entendo… mais você gostou de ser humilhado na frente dela.”

“Foi excitante.”

“Diga.”

“Foi excitante quando te beijei na frente de todos após ter acabado de chupar outro, e hoje foi excitante.”

“Já que você gosta, vou continuar, saiba que é um gesto de amor.”

“Tá bem.”

“É sobre a calcinha?” Senti uma excitação da parte dela.

“Foi a parte principal da noite, mas fiquei talvez um pouco triste.”

Ela me abraçou forte.

“Sabe que a minha parte favorita era eu ir embora com outro e te deixar sozinho, mas essa foi tão excitante.”

Fiquei em silêncio.

“Tô testando seus limites.” Ela falou.

Fiquei em silêncio e senti sua mão ir até o meu pênis e pegar nele.

“Você sabe que isso é meu!”

“Sim.”

Ela pegou ele inteiro com a mão e apertou, “de quem é?”

“Seu.”

“Diga”

“Você é dona do meu pau, das minhas bolas, de tudo.”

“E porque você ficou triste pela calcinha?”

“Ele não merecia a sua calcinha delicada, não um cara como aquele, talvez ele deve estar gozando nela agora.”

Ela riu e passou a mão pelo meu corpo “aquela calcinha estava tão molhada, foi a prova que aquele pau merecia, então não falei assim.”

Dei uma engolida seca, ficamos em silêncio por um tempo.

“Tô morrendo de sede pega um copo de água pra mim.”

Pra mim isso seria uma tarefa fácil, mas andar pelado pela casa era novo, me levantei e quando voltei a luz estava acesa meu pau mole era meio humilhante.

Ela bebeu sua água e com uma mão pegou nas minhas bolas. “Meu pequeno.”

Caramba aquilo foi uma humilhação surreal, minha bochecha pegou fogo, por mais que ela já tinha falado aquilo me pegou de surpresa, sua mão pegando nele, tive uma outra ereção, não sabia quantas vezes o meu pau já tinha ficado duro.

“Você consegue dizer?” ela falou.

Aquele jogo que ela fazia comigo, era impossível de eu ganhar.

“Eu sei que sou pequeno demais pra você.”

Falar aquilo, demonstrava não uma submissão mas uma devoção a ela.

“Foi por isso que foi abandonado na festa hoje.”

Ela brincava com os meus sentimentos.

“Talvez não foi legal, mas eu fiquei muito excitada, transei com Diego pensando em você.”

Ela se levantou e me colocou sentado na cama enquanto falava.

“Quando eu dancei com cara na sua frente ver vocês dois me desejando me senti poderosa, eu quero essa sensação sempre.”

Eu estava enfeitiçado, “você pode fazer o que quiser, eu sempre vou estar com você.”

“Você não ficaria com ciúmes?”

Ela sentou em cima de mim, eu senti o calor da sua buceta, era demais.

“Sim, senti inveja de todos eles, mas eu não sou o seu namorado então não tenho esse poder de reclamar.”

“Você sabe que eu tenho libido alto, eu sempre transo com todos, e com você quase nunca porque é hesitante demais.”

Eu fiquei em silêncio e quando me dei conta eu já estava deitado e ela com as pernas na minha cara, senti o cheiro da sua buceta.

“vadia.” Eu falei.

“Sabe o Diego! O cara com quem fui embora, ele adorou de eu estar sem calcinha… me tratou como uma verdadeira puta.”

Meu pau tremia de tesão e antes de poder responder sua buceta estava no meio da minha cara.

Eu lambi enquanto ela falava “gozei enquanto ele me comia e você voltou para casa com tesão e pau duro?”

Ela esfregava a buceta inteira no meu rosto, estava salgada e senti o gosto de látex da camisinha também, eu já estava quase sem ar, quando eu tirei o meu rosto.

Ela me olhou deve ter visto o meu rosto sujo com o suco da sua buceta, ela me encarou e falou “Como está aí embaixo?”

Eu olhei para baixo a sua buceta, estava vermelha e com os lábios abertos, talvez mais abertos do que o normal.

“O que? Isso te surpreendeu?” ela falou.

Como ela poderia ler meus pensamentos, minha respiração alta, o seu peso no meu peito, o cheiro da buceta era demais para suportar.

“Sim.”

Ela parecia dominante em tudo, dei um tapinha na sua perna.

“Vem aqui.” Eu falei.

“Oi?”

“Vem.”

Ela saiu de cima e deitou na cama, eu subi em cima dela e falei nos seus olhos.

“Mesmo com cheiro de álcool, mesmo com o suor no corpo e mesmo com a buceta com gosto de camisinha de outro, não vou te deixar nunca.”

Ela arregalou os olhos e ficou me olhando, eu beijei e lambi seus pescoço até chegar nos seus peitos, e o cheiro da sua vagina subia e pra provar beijei sua barriga lisa e fui até a sua bucetinha que parecia mais molhada. Eu beijei e lambi e quanto mais eu fazia mais Helô ficava relaxada na cama, e foi assim que ela gozou na minha boca, aquela mulher finalmente tinha fechado a boca e aberto a buceta pra mim.

Eu subi até a sua orelha e dei uma mordida e falei “sua buceta parecia tão gostosa, acho que posso me acostumar.”

Dei um beijo na sua bochecha, ela ficou paralisada, ao ver a reação perguntei “você quer dormir?”

Ela não respondeu, assim que desliguei a luz ela dormiu rapidinho eu ainda morrendo de tesão achei um jeito do meu pênis ficar entre as pernas dela e me mexendo devagarinho acabei gozando assim no meio de suas pernas, posso ter certeza que eu gozei quase 1 litro de esperma depois disso, era fim pra mim, fraco e mole adormeci nos braços dela.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Gustin a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários