Após deixarmos Vanessa e Miriam em casa, minha filha e eu decidimos que era hora de voltar para o nosso canto. No meio do caminho, o celular dela tocou.
— Oi, tiaaaaa! — ela atendeu, com entusiasmo.
— Tudo bem, e você?
— Estamos voltando agora, por quê? Vocês estão indo lá conhecer o AP?
— Tá bom, tia... chegamos em trinta minutos. Combinado, te espero lá. Te amo!
Ela desligou o telefone e eu perguntei, curioso:
— O que a sua tia queria?
— Ela e o tio estão indo conhecer o nosso apartamento — respondeu ela, animada.
Apressamos o passo. O metrô, milagrosamente, estava rápido naquele dia, e em trinta minutos estávamos em casa. Já eram 19h. Entramos e cada um correu para o seu banho. Por volta das 19h50, Carlos e Yara chegaram. Ao recebê-los, notei algo diferente: a intensidade e o carinho na forma como Jaque abraçou a tia.
Eles conheceram cada cômodo e, para completar a noite, pedimos uma pizza. O papo fluiu leve até às 21h, quando Carlos se levantou:
— Vamos, amor? Preciso trabalhar.
— Vai trabalhar a essa hora ainda, cunhado? — perguntei.
— Vou sim. O rapaz de um condomínio aqui perto faltou e me pediram para cobrir. Vai ser hora extra, e estou precisando de uma grana.
— Está certo. Sem suor não se conquista nada — respondi, incentivando-o.
— Vamos, Yara? Te deixo no metrô — chamou Carlos.
Jaque interveio imediatamente:
— A tia vai embora de metrô a essa hora?
— Sim, não tem perigo, Jaque — respondeu minha irmã.
— Nada disso, dorme aqui! A Letícia não está hoje, só volta amanhã de manhã. Amanhã cedo o tio passa e te pega.
— Melhor não... eu pego o metrô e chego em São Bernardo rapidinho.
— Fica, Yara — insisti.
— Está tarde e esse trajeto de metrô e trem pode ser perigoso agora. — Complementa Jaque.
Carlos olhou para ela e concordou:
— Se você quiser ficar, amor, não tem problema. Na saída eu passo aqui.
— Tem certeza? — ela hesitou.
— Tenho. É pertinho. Saio de lá às 6h e, no máximo às 6h15, estou aqui na porta.
— Bom, se não for dar trabalho, eu fico.
Conversamos por mais quinze minutos até Carlos sair. O papo continuou por meia hora até que decidi ir para o quarto. Naquele momento, um estalo deu na minha cabeça; tomei meu "pozinho" (estimulante para a minha rola), pressentindo que aquela noite ainda seria longa.
Voltei para a sala e as duas seguiam entretidas. Yara, então, puxou assunto comigo:
— Você vai para a casa da Beth?
— Vou sim, daqui a duas semanas. Peguei quinze dias de férias e vou visitá-la.
— Eu queria muito ir, mas não consigo folga nesse período — lamentou ela.
— Ela vem em maio este ano. Só mais dois meses e vocês matam a saudade.
E assim ficamos os três, perdidos em conversas na cozinha, até que o relógio marcou meia-noite.
Yara levantou-se para deixar o copo na pia, mas foi interceptada por Jaque, que surgiu por trás, envolvendo-a em um abraço apertado e dando um beijo demorado em seu pescoço.
— Saudades, tia — sussurrou Jaque.
— Para, menina. Seu pai está bem ali — reagiu Yara, esquivando-se de leve.
— E o que tem? Ele já viu a gente se pegando.
— É, mas ele ainda é seu pai — insistiu Yara, visivelmente desconfortável.
Eu apenas observava a cena. Resolvi intervir:
— Por mim, fiquem à vontade. Vou até para o quarto para não atrapalhar vocês.
— Não, pai, fica — pediu Jaque, com um sorriso travesso.
— Para com isso, Jaque — repreendeu Yara.
— Ah, vai dizer que não gosta? — Jaque insistiu, manhosa.
— Chega, seu pai está vendo tudo.
— Deixa ele ver. Se você quiser, ele pode até entrar na brincadeira — Jaque disparou, provocativa.
Yara arregalou os olhos, em choque.
— Para agora! Ele é seu pai e meu irmão.
— Eu sei — respondeu Jaque, antes de passar a língua lentamente pelo pescoço de Yara.
— Jaque, basta! — Yara se afastou bruscamente.
— Tem uma toalha? Vou tomar um banho enquanto você tenta apagar esse fogo.
— Tem sim, tia. Quer uma roupa emprestada?
— Quero.
Enquanto Jaque ia até o quarto, Yara virou-se para mim, o rosto tenso:
— Dá um jeito na sua filha.
— Vou dar um jeito nela e em você também — respondi, com um tom que a deixou desconsertada.
Jaque voltou trazendo uma calça, uma camiseta e a toalha. Assim que o som do chuveiro ecoou pelo corredor, Jaque sentou-se no meu colo e me deu um beijo de língua profundo.
— Hoje ela não me escapa — afirmou, decidida.
Ela se levantou e começou a abrir o sofá-cama na sala. Pouco depois, Yara saiu do banho vestindo as roupas de Jaque.
— Gostei do chuveiro, é enorme — comentou ela, parando diante do sofá aberto. — Por que abriu isso?
— Pensei em assistirmos a um filme, tia.
— Ih, Jaque... você sabe que eu gosto de dormir cedo.
— Eu sei, mas achei um filme ótimo que você vai adorar.
— Tá bem, tá bem — cedeu Yara.
— Vou só tomar um banho rápido, depois vai o meu pai e a gente se ajeita — avisou Jaque.
— Eu vou o quê? — perguntei.
— Vai para o banho sim, porquinho! — Jaque riu, separando meu samba-canção antes de entrar no banheiro.
A sós comigo, Yara desabafou:
— Foi um erro ter ficado com a Jaque. Agora ela está com essa ideia de misturar você na história.
— Ela me contou o que aconteceu no Ano Novo.
— Ela é louca. Foi um momento de fraqueza — justificou-se, inquieta. — Não podemos continuar com isso. O Carlos já disse que estou diferente, mais vaidosa... e a Jaque não sai lá de casa.
— Precisamos conversar com ela para ela não ser tão óbvia, então.
— Sim, fale com ela. Foi gostoso, tirei minha curiosidade, mas não posso trair meu marido desse jeito.
— Sim, é arriscado.
— Voce contou o que aconteceu com a gente?
— Não, nunca.
— Ufa, menos mal.
Minha filha saiu do banho interrompendo a conversa. Usava o seu clássico short minúsculo que deixava a sua boceta bem marcada. Dava para perceber que estava totalmente depilada, além de uma camiseta que quase não cobria nada. O silêncio tomou conta da sala enquanto a observávamos.
— O que foi? É só minha roupa de dormir — disse ela, natural.
— Nada, filha. Vou eu agora — respondi, seguindo para o banheiro.
Quando terminei, já de samba-canção, encontrei as duas terminando de arrumar o sofá-cama. O filme já estava no menu de início.
— Pronto, pai. Dá para assistirmos daqui.
— Não é melhor eu ir para o sofá pequeno? — sugeri, testando o terreno.
— Não, cabem os três aqui.
— Tudo bem. Eu fico na ponta?
— Fica, pai. Eu fico na outra ponta e a tia fica no meio.
Nos acomodamos e, antes de o filme começar, Jaque se levantou e apagou as luzes, deixando apenas o reflexo azulado da TV banhando a sala. O tempo passou e, após dez minutos, notei no relógio que já era uma da manhã. Olhei para o lado e vi os dedos da minha filha percorrendo, de leve, a perna direita da minha irmã. Percebi que até a respiração de Yara mudou, ficando mais pesada. Ao observar a cena, senti meu corpo reagir imediatamente. Meu pau começou a endurecer.
Jaque virou-se de lado, ficando de frente para Yara, e sua mão subiu para a barriga dela. Vi minha irmã morder o lábio inferior em um misto de nervosismo e desejo. E ela diz:
— Para, Jaque.
— Relaxa, tia — respondeu ela, sem interromper o carinho. Os dedos continuavam a trilhar o ventre de Yara.
— Para, Jaque... e se alguém souber? — Yara sussurrou, a voz trêmula.
— Eu não conto, e o meu pai também não! Só sai daqui se você contar para alguém.
— Você enlouqueceu? Ninguém pode nem desconfiar disso.
Ignorando os protestos fracos, Jaque começou a levantar a camiseta de Yara. Centímetro a centímetro, o contorno dos seios surgiu sob a luz fraca, depois as aréolas, até que os bicos rígidos ficassem totalmente expostos.
— Adoro essas tetas... — murmurou Jaque.
— Para, melhor não fazermos isso — insistiu Yara, embora não se movesse para impedir.
— Eu paro, mas só se você disser que não está com tesão.
— Para, por favor...
— Fala, cachorra! Fala!
Nesse instante, Jaque a puxou pelo rosto e a calou com um beijo. Vi a língua da minha filha explorar a boca da minha irmã com sede. Aos poucos, a resistência de Yara ruiu; ela se entregou, tornando o beijo cada vez mais intenso. Ficaram assim por longos minutos, até que Yara se afastou por um segundo, ofegante:
— Você é louca, menina.
— Cala a boca e me beija. — Diz Jaque.
E o contato voltou, ainda mais voraz. Aproveitei o momento para desligar a TV com o controle. A sala mergulhou na penumbra, restando apenas o silêncio preenchido pela respiração delas. Yara, percebendo a escuridão, sentenciou:
— Esperem. Me prometam que isso nunca será comentado ou falado para ninguém. Que não sai desta sala, nem desta data.
— Eu prometo — respondi prontamente.
— Você é louca... — repetiu ela para Jaque, que já voltava a beijá-la.
Minha irmã começou a relaxar. Aproximei-me, distribuindo selinhos em seu ombro, sentindo o calor da sua pele.
— Vocês são loucos — ela murmurou, mas já não havia recuo.
Enquanto Jaque levava a mão por dentro do short de Yara, encontrando-a já úmida, eu terminei de levantar o restante da camiseta dela, expondo-a completamente. Abaixei-me sobre seu seio esquerdo, e minha língua circulou a aréola antes de eu começar a sugá-la com vontade. O som dos beijos entre as duas se misturava ao meu prazer.
— Caralho, que loucura — soltou Yara.
— Está gostando, tia? — perguntou Jaque.
— Estou...
— Safada. Gosto assim.
Jaque então puxou a própria blusa, liberando os seios fartos e posicionando-os na altura da boca de Yara. Minha irmã não hesitou e se entregou àquelas enormes tetas, enquanto um som rítmico de sucção ecoava pela sala.
— Isso, tia... lambe tudo.
Aproveitei que a mão de Jaque havia saído do short de Yara e assumi o lugar. Ao tocar por baixo do tecido, percebi que ela estava sem calcinha. Sua boceta estava encharcada. Comecei a massagear seu clitóris, sentindo-a se retorcer sob meus dedos enquanto Jaque tirava a camiseta.
Voltei aos seios de Yara até que Jaque segurou minha cabeça, guiando minha boca até a dela. Nos beijamos com um tesão absurdo. Yara parou por um segundo, surpresa:
— Vocês vão se pegar também?
— Deixa fluir, tia. Hoje é Carnaval e tudo é permitido — respondeu minha filha, voltando a me beijar enquanto Yara se ocupava novamente com o seio direito de Jaque.
Senti a mão esquerda de Yara descer e apertar meu pau com força. Ajeitei-me no sofá, ficando de joelhos diante delas. Enquanto eu beijava minha filha, via minha irmã devorar o seio de Jaque com volúpia. Minha mão não parava de trabalhar na boceta de Yara.
Com uma das mãos, ela começou a baixar minha samba-canção; com a outra, enfiava nas entrepernas de Jaque, que abriu as pernas para facilitar o acesso. Retirei meus dedos de Yara e os levei à boca de Jaque:
— Sente o gosto dela, sente... sente a sua tia.
Jaque envolveu meus dedos com a língua, limpando-os com prazer. Nesse momento, minha samba canção já estava nos joelhos. Meu desejo estava no ápice. Aquela situação, embora surreal, parecia o destino inevitável de uma tensão que vinha de longe, desde aquela noite de bebedeira um ano atrás.
Yara agora massageava meu pau com maestria, descendo até a base e subindo novamente, sem jamais soltar o seio da sobrinha.
— Isso, tia... chupa. Hoje você vai ser a nossa puta.
— Ah, é?
— É! Você quer ser a nossa putinha hoje, não quer?
— Quero! — confessou ela, entregue ao momento.
Jaque se levantou enquanto Yara, ainda ao meu lado, ditava o ritmo da punheta com as mãos sobre mim. Minha filha parou à minha frente, e me olhou fixamente, enquanto Yara se acomodava melhor no sofá. Não perdi tempo; aproximei-me e mergulhei o rosto nas tetas de Jaque. Minha língua traçou o contorno de sua aréola esquerda, onde ainda senti a baba deixado por Yara momentos antes.
— Isso, pai... chupa — ela sussurrou, a voz carregada.
Minha mão deslizou pelo seu corpo, descendo até encontrar o caminho por dentro do short. A pele estava quente e a boceta, completamente encharcada. Enquanto eu explorava seu corpo, Yara se levantou, aproximando-se com um sorriso travesso, embora mantivesse um tom de cautela.
— Vocês são loucos. E se alguém descobre? — perguntou, mas o desejo em seus olhos dizia o oposto.
Jaque não respondeu com palavras. Em vez disso, puxou a cabeça da tia em direção ao seu seio direito. Ali ficamos os dois, nos lambuzando com aquelas tetas enormes, um em cada lado.
— Que tesão, puta que pariu... — Jaque arqueou o corpo, sentindo meus dedos ainda trabalhando por debaixo de seu short. Ao lado, vi Yara entregue, correspondendo ao convite da sobrinha com vontade.
— Vamos para o quarto, pai? — Jaque interrompeu, a respiração ofegante.
— Vamos.
Caminhamos em fila: eu guiando o caminho, Jaque no meio e Yara logo atrás. Ao entrar e acender a luz, vi minha filha tomar posse da cama, ficando de joelhos. O tecido do short não conseguia esconder o quanto ela estava excitada; a marca da umidade era evidente. Yara já estava sem a blusa, mantendo apenas a calça.
— Vem, tia... fica aqui na minha frente — chamou Jaque.
Yara subiu na cama e as duas se perderam em um beijo profundo. Apaguei a luz, deixando o breu tomar conta por um instante enquanto eu me despia e me juntava a elas.
— Deixa o abajur ligado, pai. Tá escuro demais — pediu Jaque.
— Que menina chata — Yara brincou, rindo baixo.
Ajustei a luminária para uma luz suave, apenas o suficiente para desenhar as silhuetas e observar cada movimento. De volta à cama, posicionei-me entre as duas. Jaque me encarou com um olhar devorador antes de me puxar para um beijo diferente de todos os outros — uma mistura de proibição, urgência e um afeto que eu não sabia explicar. Nossas línguas disputavam espaço, e a maciez da sua boca era quase entorpecente.
Ao meu lado, Yara não ficou de fora. Enquanto eu beijava minha filha, minha mão desceu pela calça de minha irmã, apertando sua nádega com força. Quase simultaneamente, senti a mão dela envolver no meu pau, guiando o ritmo.
Virei o rosto e encontrei os lábios de Yara. O beijo dela era feroz, absoluto; uma entrega total que parecia ter sido guardada por muito tempo. Ficamos assim por minutos, um entrelaço de línguas e respirações, enquanto Jaque alternava beijos entre o meu pescoço e o da tia.
— Gostoso... — Yara murmurou.
Minha mão agora explorava as duas ao mesmo tempo. Em um movimento fluido, Jaque puxou Yara para si, iniciando um novo beijo, até que ambas me puxaram para o centro, unindo nossos lábios em um beijo triplo que selava o delírio daquele momento.
— Caralho, que tesão! — Yara exclamou, as vozes se perdendo na penumbra do quarto.
— Tá com tesão, tá cachorra? — Yara pergunta.
— Tô sua puta! — Jaque responde.
— Me respeita que sou a sua tia!
— Vagabunda não merece respeito. Só rola na boca.
— Assim?
Yara se inclinou devagar, envolvendo meu pau inteiramente com a boca. Ela não hesitava; descia tudo de uma vez, fazendo com que minha glande alcançasse o fundo de sua garganta. Enquanto isso, uma de suas mãos descia até as minhas bolas, massageando-as com uma pressão provocante.
Quando ela se afastou por um instante, um fio denso de saliva conectou seus lábios ao meu membro. E Jaque não conteve nas palavras:
— Isso, safada... Chupa a rola do seu irmão, chupa.
Yara respondeu voltando a abocanhá-lo com vontade, entregando-se ao boquete enquanto empinava a bunda, buscando o melhor ângulo para continuar.
O som úmido de glop glop passou a ecoar pelo quarto. Voltei minha atenção para Jaque, puxando-a para um beijo intenso enquanto minhas mãos desciam para o seu short. Ela me ajudou, livrando-se da peça e jogando-a no chão sem cerimônia.
Minha mão deslizou pela sua boceta, que já estava ensopada; ao afastar os dedos, um fio de muco transparente se esticou entre nós.
— Tá com tesão, né? — sussurrei.
— Muito, pai... — ela respondeu, ofegante.
— Safada. O pai gosta assim.
Seleu nossos lábios com um beijo voraz, terminando com uma leve mordida no seu lábio inferior. Enquanto isso, Yara mantinha o ritmo no boquete, acelerando os movimentos a cada segundo. Jaque se posicionou atrás de Yara e começou a descer a calça da tia. A peça deslizou pelos joelhos e calcanhares até ser chutada para o lado. A visão daquela bunda clara, com a marca da calcinha realçada, me deixou louco.
Eu me deitei na cama, abrindo as pernas e deixando meu pau totalmente exposto. Yara não perdeu tempo e caiu de boca novamente. Jaque deu um tapa estalado na bunda da tia e veio rastejando em minha direção para me beijar. No meio do prazer, Yara murmurou:
— Que rola deliciosa...
Ao ouvir aquilo, Jaque interrompeu o beijo, desceu o olhar até o meu membro e perguntou, maliciosa:
— Tá gostoso, tia?
— Tá... — confirmou Yara, sem parar o trabalho.
Jaque olhou e não perdeu tempo, afastou a Yara e caiu de boca no meu pau, fazendo um movimento firme de subida e descida. O som úmido de shuft shuft preenchia o quarto; agora não tinha mais volta. Enquanto Jaque trabalhava com uma técnica deliciosa, Yara subiu o corpo e selou nossos lábios em um beijo profundo. Senti o gosto do meu próprio suco nos lábios dela, um detalhe que fez meu tesão subir a ponto de doer.
Yara interrompeu o beijo por um segundo, e diz:
— Não é melhor usar camisinha? Já que você vai meter na sua filha?
— Sim — respondi, com a voz rouca.
Jaque parou o boquete por um instante, sorrindo maliciosa:
— Tem uma comigo. Já já eu coloco nesse pau delicioso.
Dito isso, ela voltou a chupar com ainda mais vontade. Minha mão desceu até a boceta de Yara, que estava completamente ensopada. Comecei a massagear o local, sentindo o calor dela.
— Ai, que delícia... — ela arqueou as costas.
— Você quer que eu lamba a sua xaninha, quer? — perguntei.
— Quero!
Yara se posicionou de joelhos, aproximando-se até que seu grelo estivesse colada no meu rosto. Comecei a explorar tudo com a língua. Nunca a tinha visto tão molhada. Minha língua percorria cada dobra, focando naquele clitóris inchado e gostoso, sugando todo o líquido que transbordava.
— Aiiinnn, que delícia! Puta que pariu! — Yara exclamou, segurando meu cabelo com força e pressionando o próprio corpo contra a minha boca enquanto rebolava freneticamente.
Ficamos assim por vários minutos, em um ritmo hipnotizante. Foi quando Jaque se afastou do meu pau, levantou-se e foi para trás de Yara. Sem aviso, ela começou a passar a língua no cuzinho da tia.
— Aiiinnn! O que é isso? Caralho! — Yara estremeceu por inteiro.
Agora éramos dois: eu no clitóris e Jaque no buraquinho de trás. As pernas de Yara começaram a tremer violentamente.
— Caralho... vocês querem acabar comigo? — ela gemia, perdida no prazer.
Segurei Yara pelo quadril e a deitei de costas na cama, abrindo bem as suas pernas. Jaque se aproximou e começamos, juntos, a devorar aquela boceta ensopada. Minha língua percorria os lábios enquanto a da Jaque focava no clitóris. Revezávamos entre lambidas e beijos molhados entre nós dois.
— Tá gostosa a boceta da sua irmã, tá? — perguntei para Jaque.
— Está divina... E você? Tá gostando da boceta da sua tia?
— Adoro essa boceta, pai! — respondeu, mergulhando o rosto novamente entre as pernas dela.
Continuamos nos lambuzando naquela boceta. Minha mão desceu até a bunda de Jaque e meus dedos provocaram a entrada do seu cuzinho. Ela arfou, sussurrando enquanto Yara gemia de prazer:
— Cai de boca no meu cu, cai... Hoje ele é todo seu.
Não pensei duas vezes. Posicionei-me atrás da minha filha e abri bem as suas nádegas, levando a língua diretamente às suas pregas. Explorei cada centímetro antes de descer novamente para a boceta ensopada. Entre uma lambida e outra, desferi alguns tapas naquela bunda enorme, enquanto meus dedos penetravam e começavam a fodê-la com força.
— Ai, caralho! — diz Jaque.
— Não para de chupar, porra! — gritou Yara, incentivando Jaque.
Ficamos naquela simetria por um bom tempo, até que percebo que a boceta estava inchada de tanto estímulo. A putaria estava fora de controle. Após uns dez minutos, mudamos a configuração: Jaque encostou na cabeceira com as pernas bem abertas, e Yara se acomodou entre elas para chupá-la. Eu aproveitei a visão da bunda empinada de Yara e caí de boca no seu clitóris, alternando com beijos molhados no seu cuzinho.
— Ai, tia... Isso, chupa esse grelinho, chupa!
Yara rebolava o quadril no meu rosto, fora de si.
— Não vejo a hora de ver você sentada na rola do meu irmão... — diz Jaque.
O suor já brilhava na pele delas quando Yara perguntou as horas. Jaque checou o celular:
— 2:40 da manhã.
— Já? O tempo voou — comentou Yara, ofegante.
— É porque está gostoso demais — Jaque sorriu, saindo da cama.
— Deita aí, pai. Tá na hora de sentarmos nesse pauzão.
Eu obedeci na hora. Saí de trás de Yara e me deitei de barriga para cima; meu pau estava esturricado, pulsando de vontade de sentir o calor de uma boceta. As duas subiram na cama, uma de cada lado, me vigiando como leoas.
— Quem vai ser a primeira? — perguntou Yara.
— Vamos no par ou ímpar — sugeriu Yara.
— Quem ganhar senta primeiro e tem direito a dois pedidos especiais durante o sexo — complementa Jaque.
— Fechado.
Eu só observava, fascinado, enquanto elas mostravam os dedos.
— Ímpar! — gritou Yara.
— Par! — rebateu Jaque.
O resultado foi seis. Jaque abriu um sorriso vitorioso:
— Ganhei. Sou eu quem começa.
— Pega a camisinha e encapa logo o pau do seu pai — apressou Yara.
— Nada disso. Eu ganhei e tenho direito a dois pedidos — rebateu Jaque, com um olhar predatório.
— E o que vai ser?
Jaque se aproximou do ouvido de Yara, mas falou alto o suficiente para eu ouvir:
— O pai vai comer a gente no pelo. Quero sentir a rola dele pulsando dentro de mim, sem nada atrapalhando.
— Mas Jaque... e se ele gozar? E se der problema? — Yara hesitou, embora seus olhos entregassem o desejo.
— Eu confio nele. E amanhã eu tomo a pílula. Eu quero é prazer.
— Cacete, você tá louca... E o segundo pedido?
— Quero o máximo de putaria que a gente conseguir aguentar.
Yara mordeu o lábio, convencida.
— Gosto da ideia. Mas vamos logo, que só temos mais duas horas.
— Quer sentar nele primeiro, então? — perguntou Jaque.
— Eu quero!
As duas se moveram em sincronia. Jaque manobrou sua bunda farta diretamente para o meu rosto, pressionando a vulva contra a minha boca para que eu continuasse o trabalho com a língua. Enquanto isso, Yara se posicionou sobre o meu pau. Sem capa, sem barreiras. Ela desceu devagar, sentindo a cabeça do meu membro invadir sua boceta ensopada; deslizava como manteiga.
Yara gemia baixinho enquanto subia e descia, saboreando cada centímetro da rola no pelo. Jaque ofereceu o seio esquerdo para a tia, que começou a chupá-lo com vontade, enquanto minha língua se perdia no suco que escorria da Jaque.
— Ai, que rola gostosa... — Yara murmurava entre as mamadas.
— Tá gostando da rola do pai? — provocou Jaque.
— Tô amando!
Minutos depois, elas inverteram. Yara sentou no meu rosto, me abafando com seu cheiro e calor, enquanto Jaque finalmente "engolia" meu pau com sua boceta inchada. O som de plaft plaft plaft das peles se chocando ecoava pelo quarto, misturado ao cheiro intenso de sexo e suor. Minha língua não saía da Yara, e meu pau não tinha descanso dentro da Jaque.
O prazer chegou ao ápice. Eu precisava de outra perspectiva. Fiz as duas levantarem e, ao tirar meu pau da Jaque, vi o quanto ele brilhava, completamente melado de lubrificação natural.
Puxei Jaque e a coloquei de quatro, fazendo-a arrebitar aquele bundão maravilhoso. Comecei a fodê-la com força, sentindo o aperto das paredes dela no meu membro descoberto. Yara veio para o meu lado, e nos selamos em um beijo sedento.
— Isso, pai... assim! Fode a sua menininha, fode!
Aumentei o ritmo das estocadas, sentindo o aperto úmido da Jaque a cada golpe. Com uma das mãos firme no quadril dela, usei a outra para puxar Yara para mais perto, colando nossos corpos enquanto a beijava com ferocidade.
— Gostoso... — ela arquejou entre os lábios.
— Tá gostando da putaria? — perguntei, sem diminuir a força.
— Tô, seu puto! Nunca imaginei que estaria dando para o meu irmão e transando com a sobrinha que é filha dele ao mesmo tempo. Que loucura!
Cortei a fala dela com outro beijo profundo e avisei:
— Ainda não acabou.
Retirei meu pau melado da Jaque e ordenei para Yara:
— Cai de boca. Sente o gosto da sua sobrinha, sente!
Yara não hesitou. Ela envolveu meu membro com a língua, saboreando cada gota da lubrificação da sobrinha até limpá-lo por completo. Em seguida, ela deu várias lambidas na vulva da Jaque, deixando-a limpa antes de eu voltar a penetrar com tudo.
— Aii, pai! Caralho... fode essa boceta, fode! — Jaque gritou, sentindo a pressão da entrada.
Fodendo a Jaque com vontade, vi Yara se aproximar novamente, os olhos brilhando de luxúria:
— O gosto da sua filha ainda tá na minha boca...
Eu a puxei para um beijo molhado, compartilhando aquele sabor. Repeti o gesto várias vezes: tirava o pau da Jaque, deixava a Yara limpá-lo com a língua e depois ela voltava a lamber a sobrinha. Era um ciclo de prazer que parecia não ter fim, e os gritos da Jaque já estavam ficando roucos.
Até que, exausta e trêmula, Jaque se afastou por um segundo. Ela virou para mim, com o suor escorrendo pelo rosto, e ofegou:
— Vocês... vocês vão acabar comigo desse jeito!
Dominado pelo desejo, guiei minha filha para que se deitasse de costas, puxando seu corpo até que metade de suas pernas ficassem para fora da cama. Posicionei Yara de pé sobre ela; ela agachou-se lentamente, alinhando sua boceta diretamente com o rosto da minha filha. Eu me posicionei logo atrás, sentindo o calor das duas, e direcionei meu pau para dentro da Yara.
Enquanto Jaque saboreava o clitóris da tia com dedicação, eu penetrava Yara. O prazer foi imediato.
— Aiiiiin... aiiin! — Yara soltou um grito alto, que ecoou pelo quarto.
Eu a metia com força, em um movimento rítmico sincronizado com a língua incansável de Jaque. A cada investida, eu sentia que ia mais fundo naquela boceta deliciosa. Para abafar o som de seu êxtase e não chamar atenção , Yara pressionou um travesseiro contra o rosto. Os seios de Jaque balançavam conforme ela se empenhava em agradar a nós dois; o mel que escorria da tia era prontamente colhido por sua boca. Ficamos naquela posição por um longo tempo, nossos corpos brilhando de suor.
Em certo momento, recuei e comandei:
— Sobe mais, filha.
Jaque obedeceu, deslizando para cima enquanto passava por baixo dos braços de Yara. Agora, as duas estavam totalmente sobre a cama, uma sobre a outra, entregues a beijos vorazes enquanto suas bocetas se roçavam. Era o cenário perfeito. Comecei um revezamento frenético: penetrava uma, depois a outra, alternando entre elas por mais de dez minutos. O cansaço físico surgia, mas meu desejo e o pó que tinha tomado anteriormente me mantinha rígido como pedra. Entre beijos e carícias, o fôlego curto das duas permitiam apenas frases rápidas:
— Tá gostando, tia?
— Tô, Jaque... demais.
— Vai ter repeteco?
— Por mim, eu ficaria aqui para sempre.
— Vem morar com a gente?
Minha irmã silenciou, respondendo apenas com um beijo profundo. Aproximei-me de joelhos e ofereci meu pau, ainda marcado pelo rastro das duas; elas o dividiram com a língua, limpando-o com carinho antes de eu sugerir a próxima posição:
— Façam um 69, agora.
Yara girou o corpo e se acomodou sobre Jaque, mergulhando a língua na boceta da sobrinha, enquanto Jaque retribuía com a mesma intensidade. Aproveitei a posição para penetrar Jaque por trás. A cada intervalo, Yara se encarregava de me lamber, mantendo o ritmo acelerado enquanto os gritos de prazer preenchiam o ambiente. Repeti a cena com Jaque, alternando os papéis, até que o suor e o cansaço visível dominaram o ambiente.
Exausto, deitei-me na cama já encharcada. Yara e Jaque se levantaram; minha irmã então montou em mim de costas, cavalgando com vigor enquanto Jaque se inclinava para me beijar. Yara entregava-se totalmente, aterrissando com força a cada movimento, fazendo a cama ranger sob o impacto de nossos corpos.
Plaft, plaft, plaft.
Jaque observava a cena excitada, incentivando a tia:
— Goza na rola dele, sua puta! Goza!
Yara acelerou o ritmo, o corpo tenso até soltar um grito longo e descompassado. Senti o aperto forte de seus músculos internos e o calor aumentando conforme ela desfalecia sobre o meu peito, dizendo:
— Puta que o pariu, gozei muito.
Quando me soltei dela, Jaque assumiu o controle com um boquete voraz para sentir o gosto da tia.
Por fim, posicionei Yara de lado e pedi que Jaque se deitasse de bruços. Levei meu pau até a entrada do seu cu. O contato inicial foi tenso.
— Devagar, pai... vai devagar...
Fui entrando aos poucos, sentindo a resistência ceder milímetro por milímetro até que a cabeça entrou por completo.
— Tá doendo... caralho... uhhhhh...
Persisti com paciência até sentir que estava todo dentro dela. Só então comecei a ditar o ritmo, sentindo o volume de suas curvas enquanto o meu pau a arrombava.
A bunda dela balançava como gelatina enquanto eu aumentava a velocidade. Yara se ajoelhou ao meu lado e começou a me beijar intensamente.
— Tá comendo o cuzinho da Jaque, tá? — perguntou Yara.
— Estou. Essa vagabunda pediu — respondi.
— Fode ela com força! Fode para eu ver essa puta gemer!
Aumentei as estocadas. Meu pau a arrombava por completo. Os beijos com a Yara continuavam, até que eu murmurei:
— Que boca gostosa... Desse jeito vou acabar gozando aqui mesmo.
— Goza, vai! Goza aqui na boquinha que eu divido seu leite com a sua filha.
Acelerei o ritmo e, quando senti que ia chegar ao limite, tirei o pau e a Yara se posicionou. Gozei tudo na boca dela. Nunca tinha gozado tanto; joguei muito sêmen, enchendo a boca dela.
Yara foi até a Jaque e as duas começaram a se beijar, dividindo o meu gozo. Deitei-me, exausto, enquanto elas continuavam. Um minuto depois, elas pararam. A cama estava ensopada com o suor de nós três. Ficamos em silêncio por um tempo, recuperando o fôlego.
Até que a Jaque subiu em cima da Yara e perguntou:
— O que achou, tia?
— Gostei... Só estou com um peso na consciência por ter traído o Carlos e feito isso com meu irmão e minha sobrinha, mas foi muito gostoso.
— Foi delicioso, tia — respondeu Jaque.
— Que horas são? — perguntou Yara.
— 4:40.
— O Carlos sai de casa às 6:00 — disse Yara, num sobressalto. — Vou tomar um banho agora para ele não suspeitar de nada.
— Vai lá, tia. Sua roupa está na cadeira da cozinha — respondeu Jaque, já se aninhando em mim.
Yara correu para o banheiro enquanto eu e Jaque continuávamos na cama. Sem perder tempo, ela subiu em cima de mim, roçando a sua boceta melada no meu pau, que insistia em ignorar o cansaço.
— Ainda tem fôlego? — ela sussurrou, sentindo que eu ainda estava rígido.
— Tenho — afirmei, sentindo o sangue pulsar.
Ela se ajeitou, e senti meu pau ser engolido lentamente por ela. Jaque começou um movimento rítmico de subir e descer, bem no momento em que ouvimos o barulho do chuveiro ligando.
— Gostou da putaria de hoje? — ela perguntou, com um sorriso malicioso.
— Gostei, sua safada.
— Ainda estou com tesão e quero uma coisa... — ela provocou, descendo até o limite e subindo devagar.
— O quê? — perguntei.
— Leita o meu útero... me preenche todinha?
— Quer que eu goze dentro?
— Quero sentir o seu gozo bater lá no fundo.
Abri bem as nádegas dela, ganhando ângulo para estocadas mais profundas. O som do pla-pla-plaft ecoava pelo quarto, misturando-se ao rangido da cama. Era um ritmo frenético.
— Gostoso... adoro essa rola! Fode, me leita logo! — ela implorava, entregue.
Estávamos há mais de cinco minutos naquele transe quando Yara saiu do banho. Ela estava de calcinha com as tetas para fora, cabelo molhado, parada na porta, hipnotizada pela cena. Eu não parei; continuei castigando a Jaque enquanto olhava para a Yara. Minha irmã se aproxima e a puxo com força, fazendo a sua boceta bater na minha cara. Com os dedos na mão direita, coloco de lado a sua calcinha e começo a passar a língua naquele grelo limpo e cheiroso.
— Vou gozar! Vou gozar! — gritou Jaque, o corpo todo tremendo.
— Caralho!
Senti o aperto involuntário dela indicando que estava gozando e ao mesmo tempo descarreguei tudo, inundando-a com o pouco gozo que me sobrou. Foi a primeira vez que gozei dentro dela, e a sensação de preenchimento foi absurda. Jaque desabou ao meu lado, ofegante.
— Nossa... nunca gozei assim. Foi o melhor sexo da minha vida.
Yara deu uma risada de canto, observando o estado da sobrinha, se afastou de mim, e cortou o clima com um aviso prático:
— Vai tomar banho, anda! Daqui a pouco o seu tio passa aqui para me buscar.
— Vou agora — respondeu Jaque, ainda tentando recuperar o ar.
Jaque seguiu para o banho, deixando o quarto impregnado com o cheiro de sexo. Comecei a trocar o lençol encharcado quando a voz da Yara cortou o silêncio, direta e afiada:
— Você está comendo a Letícia também, não está?
— Hoje não — respondi, sem parar o que estava fazendo.
— Então você já comeu ela? — insistiu, cruzando os braços.
— Sim.
— Estava desconfiada disso a um bom tempo. Vi a cara dela quando olhou você pelado naquele dia.
— Pois é. Já faz mais de um ano.
— Canalha pintudo... — ela murmurou, metade xingamento, metade elogio.
— E quem mais sabe disso?
— Ninguém sabe de ninguém. Só você agora. A Letícia só sabe da Jaque; a Jaque sabe de você e da Juh.
— Mantenha assim — ela ordenou, séria.
— Com certeza.
Ela suspirou, pegando suas roupas na cadeira.
— Bom, vou me vestir. O Carlos já deve estar chegando.
— O peso na consciência bateu forte? — perguntei, aproximando-me dela.
— Bateu. Mas já já passa... Depois conversamos melhor sobre isso. Foi errado, mas foi bom demais. Precisamos avaliar os riscos se decidirmos continuar.
— Nós vamos continuar? — perguntei.
— Ah, vamos... — ela sorriu de canto. — Ou você acha que a Jaque vai se contentar só com uma noite?
— Nem um pouco. — Respondo.
Yara caminhou até mim, segurando meu rosto e me dando um beijo de língua profundo, intenso, que selava o pacto.
— Estou começando a achar que, quando você disse que dava conta de mim, da Letícia e da Jaque ao mesmo tempo, não estava brincando.
— Eu nunca brinco com isso — respondi.
Ela riu e saiu em direção à sala. Logo depois, tomei meu banho. O tempo foi exato: ouvi o carro do Carlos encostando; ele pegou a Yara e eles partiram. O silêncio voltou à casa, mas não por muito tempo.
Mais tarde, meu celular vibrou com duas notificações que mudariam o tom do meu dia. A primeira era da Vanessa, dizendo que precisava conversar seriamente. A segunda era da Yara: "Adorei a loucura de hoje. Não consigo parar de pensar."