A aula de natação naquele dia estava mais difícil do que o normal, não porque as séries estavam diferentes, mas porque eu estava com uma dificuldade imensa de me concentrar. Havia mais de uma semana que eu estava sem gozar e isso estava atrapalhando minha concentração durante meus exercícios.
Me acho bonito, tenho um físico bem trabalhado e, modéstia parte, tenho um belo cacete, e por isso nunca me faltaram contatinhos. O que me faltava era tempo. Com a correria da faculdade estava difícil ficar em dia com a minha vida sexual, e eu jamais sacrifico as horas dedicadas à academia e à piscina, então as horas que eu tenho livre acabo usando para descansar. Quem tenta equilibrar vários pratos de uma vez sabe como é. Nessas épocas que ando muito ocupado, minha principal fonte de prazer quando eu arranjo um tempinho é a masturbação que gosto de fazer enquanto tomo longos banhos.
Água sempre me relaxa. Contudo, naquele dia a água não estava me relaxando em nada. Ao contrário, estava me excitando. Apesar de tentar me concentrar ao máximo em executar os movimentos corretamente e manter a respiração sob controle, a água se movimentando ao meu redor, passando pelo meu corpo quase nú… Só essa sensação já estava me deixando duro, ou pelo menos meia-bomba. E levando em consideração a proporção inversa entre o tamanho do meu membro e o tamanho da sunga que eu estava usando, que era minúscula, nem ficando meia-bomba meu pau deixava de ficar marcado. Ainda bem que embaixo d’água e em movimento ninguém conseguia olhar o tamanho da minha mala.
Quando a aula acabou, saí da piscina sem me demorar muito e rumei direto ao vestiário. Tirei minha touca e meus óculos e percebi que mais um homem entrou no vestiário. Em forma, aparentando uns 30 e poucos anos… Eu já tinha visto ele uma vez ou outra por ali, mas nunca reparei tanto nele, ainda mais quando normalmente tinha tantas pessoas no recinto. Naquele dia, no entanto, a aula estava especialmente vazia e o vestiário, naquele momento, era só para nós dois.
Guardei o equipamento de natação, peguei minha toalha e meus produtos de higiene e fui para o chuveiro. Deixei a água morna cair sobre mim, relaxando os meus músculos. Pareceu a escolha certa no início, mas vendo como estava ficando excitado de novo, percebi que o melhor era tomar um banho gelado.
Mas agora era tarde demais não é mesmo? Quase que involuntariamente comecei a massagear meu pau e em pouco tempo ele atingiu seu tamanho máximo. A água caía sobre meu rosto me forçando a fechar os olhos, então tudo que eu sentia era meu membro pulsando, quente e duro, e o prazer que meu carinho fazia nele. Me imaginei socando uma bucetinha com força, do jeito que eu gosto.
“Não”, pensei comigo mesmo. Se continuasse assim, gozaria em breve e acho que ninguém gostaria de usar uma ducha toda gozada. Eu precisava lembrar que estava em um ambiente comunitário. Outros associados do clube usavam aquele vestiário.
Mudei a temperatura da água e terminei meu banho no gelado. Ajudou um pouco, pois minha pica baixou bem. Mas meus pensamentos… Ah, meus pensamentos! Chegando em casa eu teria que me aliviar urgentemente.
Saí do chuveiro e fui até o banco me secar e colocar minhas roupas. Percebi que o outro homem ainda estava lá, mas já estava parcialmente vestido. Fiquei com uma certa vergonha de tirar minha toalha na frente dele. Por isso sempre coloco a cueca por baixo da toalha antes. Mas naquele dia eu me sentia diferente.
Tomado pelo tesão (e uma boa dose de autoconfiança nos meus atributos físicos) tirei a toalha e fiquei completamente nú. Meu coração palpitava forte de nervoso em estar pelado ali, mesmo que estivesse em um lugar onde isso era permitido. Ao mesmo tempo, a sensação era boa e minha rola começou a dar sinal de vida.
Percebi que deveria me apressar antes que meu pau crescesse mais. Ou não…
Enquanto mexia na minha mochila reparei que o homem que estava no vestiário estava se demorando. Não sou de ficar reparando nos outros, mas achei estranho alguém demorar tanto para colocar os sapatos. Me perguntei, em um pensamento fantasioso, se ele estaria se demorando de propósito para poder me ver nú. A ideia absurda pareceu excitante na hora. Mais uma vez o tesão falou mais forte e resolvi fazer um teste.
Eu estava sentado, então me levantei e ‘despretensiosamente’ me virei para ficar de frente para ele. Por incrível que pareça, minhas suposições estavam corretas. Ao virar para ele seus olhos brilharam ao me ver inteiramente pelado. Com o movimento que fiz, minha jeba deu uma balançada e seus olhos a perseguiram como se ele estivesse sendo hipnotizado.
Me sentir desejado não era algo novo. Na verdade minha aparência sempre fez um certo sucesso. Meu cacete respondeu prontamente a esse estímulo endurecendo aos poucos.
Percebi o que estava prestes a acontecer e que não havia como evitar. Meu rosto ficou quente, certamente ruborizado, ao mesmo tempo que meu caralho voltava a ficar em riste.
Lá estava meu pauzão: comprido, circuncidado e sem pelos (como eu gosto que fique todo o meu corpo), totalmente ereto e disposto.
Pensei em virar de costas de novo, mas antes que eu fizesse isso o homem se aproximou um pouco, estendeu a mão e perguntou:
- Posso?
Simples assim. O que eu deveria responder? Mais ainda, o que eu QUERIA responder? Naquela hora a resposta foi tão fácil que quase não precisei pensar. Respondi que sim sem proferir uma palavra, apenas balançando a cabeça.
Ele veio e pegou minha rola e começou a massageá-la devagar. Ahh… Como aquilo era bom! Ele já exibia um sorriso sacana em seu rosto e não tirava os olhos da minha cintura, olhando para meu membro tanto quanto para meu abdômen definido.
O homem se aproximou ainda mais e sem aviso prévio colocou a cabeça do meu pau em sua boca, chupando de uma forma tão suave que parecia um beijo. Não tive outra reação a não ser emitir um som entre um suspiro e um gemido.
Vendo que eu tinha gostado, ele colocou mais de mim em sua boca quente e úmida. Soltei mais um gemido. Quanto tempo fazia que eu não ganhava um oral! Estava tão gostoso que eu não queria que terminasse nunca!
Meu colega de vestiário me chupava com muito desejo enquanto passava a mão pela minha barriga e peitoral. Dava para ver o tesão que ele tinha em mim. Mesmo sem conseguir engolir totalmente meu caralho, ele se esforçava ao máximo. Estava demais!
Então ele interrompeu a mamada e me fez o convite com a maior cara de safado:
- Vamos pro chuveiro?
Pela primeira vez naquele dia eu fiquei com medo real. O que aconteceria dentro daquele box? E se fossemos pegos? Mas como resistir àquele fogo que ardia em mim? Meu pau estava pensando pelo meu ser e mais uma vez respondi afirmativamente.
Ele tirou as próprias roupas, revelando seu próprio pau, que estava tão duro quanto o meu. Deixei ele escolher a cabine e apenas o segui. Entramos em dos box e ligamos o chuveiro para que o barulho da água ajudasse a abafar qualquer som.
Novamente molhados, ele uniu nossos corpos e quis unir nossas bocas também. Eu nunca havia beijado outro homem antes, então estava um pouco hesitante, mas resolvi me entregar à situação. Àquela altura valia a pena resistir?
Nossos lábios se colaram e nossas línguas começaram a explorar a boca um do outro. Ele beijava com força, volúpia. Eu correspondia com tesão e excitação. Meu corpo roçava no dele e nossos caralhos se tocavam no meio dessa brincadeira. Estava boa demais aquela sensação!
Meu coração batia forte e minha respiração estava muito ofegante. Apesar de precisar de ar, o que eu queria mesmo era gozar!
Depois do nosso amasso, ele tomou a iniciativa de pegar nossos paus e uní-los usando suas mãos e nos punhetar em conjunto. Que diferente e delicioso foi aquilo! Pau com pau, se ajudando a chegar no ápice do prazer!
Retesei meus músculos deixando todos mais aparentes, especialmente meu tanquinho, que já sabia ser objeto de sua admiração tanto quanto minha jeba, e isso fez ele bater mais forte, mais rápido.
Nessa hora meu corpo parecia estar em chamas e eu senti minhas bolas se contraindo, preparadas para expelir meu leite. Como se tivéssemos combinado, chegamos ao orgasmo ao mesmo tempo. Urrei, foi inevitável, e ele também. Nossos gemidos se misturavam, assim como nosso esperma, que saia em jatos potentes dos dois paus e melecava nossos corpos.
No final das jatadas, precisei me apoiar na parede da cabine, pois estava até tonto, vendo estrelas. Meu companheiro se aproveitou disso, me pegou pela nuca, e me deu mais um beijo longo, molhado e voraz, que eu retribuí completamente.
Aproveitamos que estávamos no chuveiro e nos limpamos ali mesmo, então saímos. Ele primeiro e eu depois.
Quando pisei fora do box meu corpo gelou. Havia mais um homem ali. Ele estava só de sunga e parecia estar se aprontando para sua aula de natação, que começaria em breve.
Há quanto tempo ele estava lá? Ele havia ouvido tudo? Era impossível que ele não soubesse o que nós estávamos fazendo. Comecei a ficar desesperado. E se ele contasse à administração do clube? E se eu sofresse alguma punição? Como contaria aos meus pais?
Para minha surpresa, ele nos olhou, soltou um sorrisinho sacana e nos mandou uma piscadela. Em seguida saiu para sua aula. Ele sabia e era conivente. Guardaria o segredo do que rolou ali. Nada aconteceria conosco.
Fiquei aliviado! Ainda assim, a dúvida surgiu na minha cabeça: será que foi um caso isolado ou mais caras faziam aquilo ali? Tinha mais putaria rolando no vestiário daquele clube e eu não estava sabendo?