Sadomasoquismo, BDSM e a sub medrosa

Um conto erótico de Dom Eduardo
Categoria: Heterossexual
Contém 580 palavras
Data: 16/03/2026 13:25:29
Última revisão: 16/03/2026 13:30:07
Assuntos: BDSM, Heterossexual

Sou Eduardo, um dominador experiente que é apaixonado por dominar, seja uma experiente ou uma novata, eu levo o BDSM como estudo aliado a um estilo de vida, e abaixo passo a narrar a história da minha última sub que temerosa, teve uma única sessão.

Era uma noite escura de março, quarto iluminado só por velas vermelhas e luz baixa. Meu pau grosso já latejava na calça de couro preto, mas o jogo era lento, cruel. Ela, a Ana, 26 anos, submissa novata que me encontrou no app: corpo curvilíneo, peitos fartos, bunda empinada e olhos cheios de medo e desejo. Chegou de coleira no pescoço, algemas nos pulsos e plug anal já no lugar como eu mandei.

"Boa noite, Mestre Eduardo ", sussurrou ajoelhada na porta. Eu peguei a coleira, puxei forte: "De quatro, vadia. Rasteja até a cruz de André." Ela obedeceu, bunda empinada, plug brilhando com lubrificante. Amarrei os pulsos e tornozelos na cruz de madeira, corpo exposto, buceta já pingando de expectativa. "Hoje você sofre pelo prazer, sua puta. Sem safeword a menos que seja vermelho."

Comecei com as mãos: tapas ritmados nas nádegas, cada um mais forte, deixando marcas vermelhas que viravam roxas. Ela gemia: "Mais, Mestre... me pune." Eu ri: "Você não manda." Peguei o chicote de couro, nove caudas finas e comecei leve nas costas, depois mais forte nas coxas, na bunda. Cada chicotada fazia ela arquear, buceta escorrendo pelo chão. "Conta, vadia. Cada golpe." "obrigada, Mestre!" Chegamos a vinte, pele ardendo, lágrimas escorrendo.

Virei ela de frente, prendi os mamilos com clamps pesados, pingentes balançando. "Sente a dor, submissa." Ela gemeu alto, corpo tremendo. Tirei o plug do cu devagar, substituí por um maior, vibrando baixo. "Agora o pau do Mestre." Abri a calça, pau grosso saltando. Forcei na boca dela: "Chupa enquanto apanha." Chicote nas costas enquanto ela mamava gulosa, garganta apertando, saliva escorrendo. "Engole tudo, puta. Gagga pro teu dono."

Soltei ela da cruz, joguei de quatro no chão. "Empina essa bunda marcada." Cuspi no cu dilatado e meti de uma vez, pau inteiro no buraco apertado. "Toma no cu, vadia! Sente o pau do Mestre te arrombar." Socava forte, fundo, bolas batendo, mãos puxando a coleira como rédea. Cada estocada acompanhada de tapas nas nádegas ardidas. Ela gritava: "Mais dor, Mestre! Me use!" Prendi o pau dela (não, dela buceta, usei um cinto de castidade improvisado com vibrador no clitóris, ligado baixo pra torturar sem gozar).

Acelerei no cu: "Goza só quando eu mandar. Aperta esse cu em volta do pau." Ela tremia, corpo convulsionando, mas segurava. Tirei do cu, virei de costas, meti na buceta melada: "Agora a buceta. Toma tudo." Bombeava selvagem, clamps balançando, dor e prazer misturados. "Goza agora, puta! Goza sofrendo!" Ela explodiu, squirt jorrando, cu e buceta apertando, gemendo alto.

Não parei: continuei fodendo, pau latejando. "Vou gozar dentro da tua buceta marcada." Explodi num urro, jatos grossos enchendo ela, vazando pelos lados. Tirei devagar, porra escorrendo. "Limpa." Ela chupou meu pau sujo, lambendo cada gota, olhos vidrados de submissão total.Soltei as algemas, deixei de joelhos. "Boa menina. Amanhã mais forte , com cera quente e electro." Ela sussurrou: "Sim, Mestre Eduardo ... sou tua pra sempre."

Fim? Pra mim, o sadomasoquismo com essa submissa acabou, pois a mesma se mostrou medrosa e arrependida, pois julgava tudo aquilo imoral e culpou, dizia ter medo de mim. Portanto busco uma nova submissa, se querer saber sem medo, escreva em meu e mail

escritordecontos50@hotmail.com

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