DEMÔNIO COLORIDO 😈😈 Capítulo 11

Um conto erótico de Dan
Categoria: Gay
Contém 1792 palavras
Data: 16/03/2026 12:40:44

# 🌙 **CAPÍTULO — O PRIMEIRO AMOR DE UM DEMÔNIO**

A casa estava em silêncio. O cheiro de remédio para enjoo ainda impregnava na camisa de Daniel, que ele não havia tido coragem de trocar desde que deixou Robinson descansando em casa.

Assim que ele fecha a porta do quarto, Dante aparece — não invocado, não chamado, não permitido. Ele simplesmente *materializa*, como um reflexo do turbilhão emocional que o dominava.

Os olhos dele estavam diferentes. Não apenas coloridos — **confusos**.

Um degradê vivo, oscilando entre verde, dourado e um toque rosado que nunca tinha surgido antes.

Dante olha Daniel como quem olha um problema…Mas também como quem olha a solução dele.

### — Você cuidou dele. — a voz baixa, rouca, ferida.

Daniel suspira.

— Claro que cuidei… ele passou mal.

Dante cerra o maxilar.

— Passou mal porque *você quis*. Porque você precisava que ele pecasse.

Daniel se aproxima devagar, tentando conversar.

— Eu sei… mas quando ele ficou mal, eu fiquei preocupado de verdade. Ele é… especial pra mim.

A palavra **especial** corta Dante por dentro. É a primeira vez que ele sente isso: um aperto quente, desconfortável… quase desesperador.

— Você tem *algo* com ele. — ele diz, tentando soar indiferente.

— E isso… te dói? — Daniel provoca sem perceber.

Os olhos de Dante brilham forte, mudando de cor como faíscas.

— Eu não sei o que dói, Daniel. Eu nunca senti isso antes. Mas quando vi você tocando ele… quando vi ele segurando sua mão… eu senti como se alguém estivesse me arrancando de dentro de mim mesmo.

Daniel congela.

Dante não mentia. Demônios **não conseguem mentir, não sobre sentimentos**.

Nunca precisaram — nunca tiveram.

— Dante… — Daniel tenta falar.

Mas o demônio dá um passo. Depois outro. A respiração dele é quente, irregular.

O corpo forte, perto demais. Ele toca o rosto de Daniel — o mesmo toque do parque, só que agora lento… reverente.

— Me mostra o que é isso que eu estou sentindo. — Dante sussurra.

— Me mostra por que eu te quero tanto que não consigo pensar.

Daniel sabe que é errado. Sabe que está vulnerável mas também sabe que Dante é lindo, esmagador, viciante…E quando Dante encosta a boca na dele…é como se um raio atravessasse os dois.

🔥 **O beijo acontece.**

Ardente. Urgente. Cheio daquela fome animal que Dante nunca soube nomear. Ele agarra Daniel pela cintura, o empurra contra a parede, respira fundo no pescoço dele.

Daniel sente o mundo girar. O corpo de Dante é quente demais. Perigoso demais. Sedutor demais. Ele rapidamente o pegou, e encostou na parede da sala e apertou um dos lados daquela bunda com força. Daniel Já sentia o pau duro do demônio sobre a calça jeans.

DANIEL NARRA AQUI...

Foi me despindo, tentei argumentar, mas ele deu-me um tapa no rosto.

-Hoje você vai ser meu devasso! Pensa que me engana com essa roupinha todo comportado? Tô sabendo que tú é um putinho que tá doido pra dar

Fiquei nu pra ele, ele deslizava as mãos ásperas por meu corpo, eu permanecia encostado de costas na parede, em pé, e o percebia ir despindo-se aos poucos, não havia mais nada a ser feito, eu iria ter a minha primeira vez com um demônio, por mais que eu não quisesse, e queria, me sentia como se estivesse hipnotizado, uma atração forte por dante tomava conta de mim.

Apertou meus mamilos delicadamente, brincou com meus mamilos e foi descendo por minha barriguinha... Comecei a arrepiar-me e a ter pequenos espasmos, o desgraçado estava me deixando excitado... Eu estava em pé, com as pernas unidas, ele segurou-me pelas coxas e foi afastando-as, desceu e arrastou a língua por meu pinto, mordeu a puxou com a boca meus pentelhos, lambeu meu pau e sugou meus sucos... Beijava minha bunda deliciosamente... Eu agarrei sua cabeça comecei a afagar seus cabelos, loirinhos e lisos, fui deslizando minhas mãos por sua face. Nessa hora eu me soltei. Doniel Nerd ficou para trás. Eu incorporei o mais vadio dos vadios. Apertei o pau dele com força.

O demônio quase treme. Conduziu minhas mãos para seu peito, forte, todo peludo e loirinho, e ali pediu que eu acariciasse. Continuou me chupando eu sem querer, e querendo, comecei instintivamente a mexer os quadris, o tarado sabia chupar e mamava minha bunda e olhava pra mim de vez em quando. Notava a boca babada. Pegava a cabeça dele e esfregava de novo. Ficamos uns 20 minutos nessa chupada caprichada.

Foi acelerando os movimentos com sua boca, percebia que eu estava muito excitado, e culminei em um gozo monumental, o primeiro da minha vida! Fiquei meio desfalecido, minhas pernas cambalearam, o Demônio pegou-me carinhosamente no colo, deu-me um beijo delicioso na boca, beijou minha face, mordiscou minhas orelhas, chupou meu pescoço, sugou meu peito com força, eu estava delirando com tudo aquilo... Foi se abaixando, eu ainda em seu colo, e deitou-me no chão...

ia abrindo o zíper e achando 22 cm de rola grossa e brancona, cabeça vermelha, sacão depilado! Não hesitei: levei a rola na minha garganta até engasgar e deixar a baba escorrer pelo sacão dele. Mamei forte, mamei feito cadela no cio. Naquela hora eu deixei de ser o mandão e virei a vadiazinha dele.

— Cansou de mandar, foi cadelo? Eu sabia que tua marra ia durar só até eu botar a benga pra fora! Mama cachorro!

Eu enlouqueci. Eu olhava pra ele com cara de lobo no cio. Ele mandava eu abrir a boca e cuspia. Uma mão segurava firme o pau e a outra mexia no meu cuzinho. Uma hora minha boca ficou dormente de tanto mamar e eu parei.

— Mandei parar de mamar? Mandei? Que porra de puto é esse que não sabe nem mamar o macho?

Pegou seu cacete, somente naquele instante pude sentir suas dimensões, era enorme, grande, grosso, e tinha uma forma perfeita, pulsava fortemente, o demônio foi esfregando aquele músculo em minhas pernas, coxas, barriga, masturbou-me esfregando o cacetão em minha bunda, não me penetrou, e continuou subindo esfregando aquele colosso por meu corpinho... Até chegar em meu rosto, dava-me "tapas" com aquele cacete em minha cara, o esfregava em minha boquinha, eu tentava segurá-lo com meus lábios, ele não deixava

Nessa hora ele eu virei um lobo. Levantei bati na cara dele e joguei na cama. Ele ficava mais doido. Sentei feito uma cadela na pica dele – ele sentando no sofá. Eu rebolava e esfregava a bunda naquele mastro e sentia minha bunda encostando naquele caralho.

O controle do som estava sobre o sofá. Peguei, estiquei o braço e liguei o som. Estava passando a música do Aerosmith – Crazy. ♪ Decidi que a música da minha primeira vez, ainda mais com um demônio seria aquela. Enquanto isso ele pegou um pote de lubrificante e foi enfiando devagarzinho:

-'Isso, vai meu neném, no seu tempo certo tá?" - ele estava meio deitado, meio sentado na cama e eu montando nele.

eu senti o caralho dele encostando no meu cuzinho, enquanto o lubrificante anestésico não fazia efeito a gente ia se beijando, e quando finalmente meu cuzinho relaxou eu senti ele me penetrando, a cabeça foi o mais difícil de passar, mas era lisinho e estava muito lubrificado, era gostoso, mas eu sentia um pequeno desconforto, foi quando eu senti meu cuzinho abrir e o pau dele entrar todinho no meu rabo. Minha bunda parecia uma boca e apertava muito o pau dele e ficava "mordendo'. Quanto mais eu era vadio, mais ele queria judiar de mim. E era isso que eu pedia. Senti dor, mas uma dor que me deu um prazer tão grande que em poucos movimentos daquele pênis enorme dentro de mim, eu gozava. A dor foi intensa, mas quando eu senti minha bunda latejar bem forte eu me entreguei. Era isso que eu pedi então era hora de aguentar.

Peguei o controle e aumentei o volume do som pra abafar os gritos. Estava passando a música da Katy Perry – ROAR ♪. E eu era realmente roava feito uma leoa no cio!

Eu não conseguia falar nada, balbuciava, babava, meus olhos reviravam de um lado a outro, eu apenas gemia, baixinho, mas tudo aquilo estava me dando um prazer que até então eu não conhecia... Estava divino, delicioso, aquele cacete enorme me rasgando, ele me penetrava com força, com raiva até...e era extremamente quente o caralho dele, tão quente que fazia eu me arrepiar e me tremer todinho. me comia com uma força descomunal, me arregaçando completamente...

Ele era maravilhoso, sabia muito bem segurar o gozo, e me comeu por infinitos minutos... Parecia que nunca iria ejacular dentro de mim, metendo com força, mas eu estava tendo prazer... Comeu como eu sempre quis ser comido, e gozou aos berros dentro de meu cuzinho... Gozou e continuou por mais uns cinco minutos me comendo. Foi o momento mais tranquilo! Não fizemos nada. Só fiquei sentado até o talo com o pau dentro de mim abraçado a ele. Dante acariciava meus cabelos eu passava a mão em sua cabeça e beijava sua boca. Minha bunda derrama o leite de demônio dele que molhava a cama. O pau dele me preenchia e eu não queria tirar. Meu cú – ainda virgenzinho – apertava o pau dele. Meus mamilos pontudos espetavam o peito dele. Ele pegou um e mamou. Pegou o outro e apertou

— É isso…? — ele pergunta com a voz falhando.

— É isso que vocês sentem… quando amam?

E é aí que tudo **desmorona**.

vejo nos olhos de Dante — ainda mudando de cor — a pureza de alguém que está amando pela primeira vez.

E eu entendi que se continuar… vou machucar alguém que não merece.

afastei o rosto.

Devagar.

Doído.

— Dante… eu… eu sinto atração por você. É impossível não sentir. Mas amor? Amor eu só sinto por ele.

O brilho dos olhos de Dante se apaga. A cor cai para um azul profundo… quase cinza.

Ele me solta como se tivesse levado um soco.

— Então por que transou comigo? — a voz baixa, ferida… humana pela primeira vez.

respiro fundo.

— Porque… eu sou humano. Eu erro. Eu estou confuso. E… você é lindo. Mas não quero enganar você… nem afastar o Robinson do que é dele.

A dor que passa pelo rosto de Dante é tão verdadeira que Daniel sente vontade de abraçá-lo.

Mas Dante ergue o queixo.

O olhar fica frio — não cruel, mas **protetivo**, defensivo.

— Se você acha que eu vou deixar ele te machucar de novo… — Dante diz.

— …você não entende nada sobre o que eu sinto por você.

Daniel se arrepia.

Dante desaparece.

Não com um estalo.

Não com fumaça.

Com um suspiro.

Como quem parte porque ficar… dói demais.

E Daniel fica sozinho.

Lágrimas nos olhos.

Coração partido por três direções ao mesmo tempo.

E no outro lado da cidade, Robinson vira na cama, inquieto…

sonhando de novo com Daniel.

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CONTINUA...

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Foto de perfil de DanizinhoDanizinhoContos: 237Seguidores: 142Seguindo: 5Mensagem Autor Paraibano de 29 anos, escrevo na casa dos contos desde 2017, com experiência em contos voltados ao público jovem (embora tenha um público cativo maduro também), não tenho nada contra o maniqueísmo embora nos meus contos eu sempre prefira mostrar personagens humanizados que cometem erros, acertos e possuem defeitos e qualidades, meu maior sucesso foram os contos

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