Oi pessoal.
Luan aqui mais uma vez.
Por todo esse tempo e mais algumas semanas a má impressão que tinham sobre mim no bairro foi passando é um dia meu pai me chamou pra conversar.
Falou sobre sexo, respeitar as mulheres, principalmente mulheres dos outros e muitas outras coisas sobre valores, responsabilidade, doenças e uso de preservativo.
Já sabia de tudo isso mas ouvi com muito respeito.
Disse tudo isso e depois falou que tinha aparecido um bico.
Era pra pintas a casa do Seu Luiz.
Seu Luiz era um senhor da idade do meu pai, mais ou menos uns 35 anos e era casado com a Dna Rosemeire, que todos chamavam de Dna Meire e devia ter a mesma idade dele.
Eram um casal evangélico, mas daqueles fanáticos que quase não víamos na rua e tinham pouca amizade com os sobrinhos.
Dna Meire era reclusa e seu Luiz vivia na igreja.
No outro dia fomos cedo pra ver o lugar. Era pra pintar um puxadinho que eles haviam construído e faltava só pintar mesmo.
Os dois cômodos não era tão grandes e meu pai já havia me adiantado que eles tinham gastado quase todo o dinheiro na construção e que por isso não podiam pagar muito caro na pintura.
Por isso me procuraram.
Seu Luiz atendeu a gente e subimos pra ver.
Dei o valor e seu Luiz aceitou dizendo que ia comprar os materiais e que eu podia começar no outro dia.
Cheguei cedo e ele me mandou subir. Me mostrou onde estavam as coisas e disse que tinha que trabalhar e que qualquer coisa podia chamar a Dna Meire.
Comecei o trabalho e quando foi perto da hora do almoço fez um calor do cão. Então tirei a camiseta e continuei trabalhando.
Dna Meire deve ter ficado com pena por causa do calor que subiu pra me levar uma garrafa d’água e quando me viu sem camiseta a mulher paralisou. Ficou com o copo e garrafa na mão me olhando sem dizer nada.
Eu percebi porque já era mais tão inocente quanto antes mas disfarcei bem e perguntei se tinha alguma coisa errada, mas olhando pra parede me referindo a pintura.
Então ela “acordou” e disse que não....que tava tudo certo e deixou a garrafa no chão e saiu.
Eu ri sozinho da situação.
Dna Meire era uma mulher bem sem graça.
Era bem branquinha e vivia com aquele cabelo preso. Nunca vi ela usando nenhuma maquiagem e as roupas eram simples e largas.
Totalmente sem sal e sem açúcar.
Mas minha opinião ia mudar...
Como já estava perto da hora de ir pra escola eu desci até a casa pra avisar que ia embora e no outro dia eu continuava.
Chamei mas ela não me ouviu então eu entrei.
Vi uma sombra mexendo no quarto. A porta estava um pouco aberta então eu olhei.
Acho que pelo calor Dna Meira tinha tomado um banho pra se refrescar e estava se enxugando. Não vi muito, mas o pouco que eu vi foi o bastante pra mudar minha opinião. A mulheres era uma deusa. Os peitos eram médio e firmes, sua cintura era fina e a bunda parecia um coração invertido.
Que mulher gostosa!!!
Não acreditei que por baixo daquele monte de roupa feia tinha aquilo tudo escondido!
Saí dali na ponta dos pés e fui embora sem dizer nada.
Tive que bater uma durante o banho pra me acalmar.
Cheguei no mesmo horário no outro dia e fui parado por Seu Luiz dizendo que precisa conversar comigo. Gelei!
Pensei que a mulher dele tinha me visto e falado que fiquei espiando ela pelada mas meu susto passou rápido. Era sobre a pintura. A demão que passei praticamente tinha sumido.
Falei que provavelmente seria pela qualidade da tinta que ele comprou.
- E agora?
Falei que das duas, uma.
Ou ele comprava uma tinta melhor ou usava essa mesmo, mas ia precisar de mais demão.
Seu Luiz ficou a cabeça preocupado.
Lembrei do que meu pai tinha falado sobre estarem sem dinheiro e fiquei com pena.
Então falei pra ele pra não se preocupar que a gente usava aquela tinta mesmo e que só precisava me pagar o combinado mesmo.
Seu Luiz ficou muito agradecido e eu fiquei feliz de ter ajudado.
Continuei trabalhando e nesse dia também fez muito calor e de novo Dna Meire me levou um pouco de água.
Dessa vez ela ficou parada olhando mas pras paredes.
Me perguntou se era difícil fazer aquilo e eu disse que não e perguntei se ela queria tentar. Ela pegou o cabo com rolo de tinta e tentou meio desajeitada a pintar um pouco rindo de si mesma.
Lembrei dela pelada e comecei a ficar maldoso então num ato de coragem fui ensinar como se fazia.
- É fácil.... é assim ó
E fui por trás dela segurando seus braços e comecei a pintar junto dela. Fiquei duro e fiz questão de encostar nela pra ela sentir mas ela ficou quietinha conversando como se nada tivesse acontecendo.
- Nossa...bem mais fácil desse jeito.
Como ela não achou ruim eu arrisquei um pouco mais...
- É...não é difícil...agora tem que ir até em baixo...
E fiz ela se inclinar enquanto me inclinava junto. Não tinha como ela não estar sentindo meu pinto duro na bunda dela. Mas ficava quieta sem reagir em nada.
Não aguentei e joguei aquele negócio no chão e virei ela rouba do um beijo.
Ela tentou sair mas eu puxei de novo e taquari outro beijo apertando bem o corpo dela no meu e apertando aquela bundona gostosa.
Dna Meire se entregou!
Fui guiando ela até uma parede que não tinha tinta e comecei a sarrar. Quando tentei enfiar a mão por dentro da saia dela , ela resistiu de novo e disse que não.
Pedi pra ela deixar só um pouquinho e ela cedeu de novo.
Depois tentei levantar a saia mas era de um jeans muito grosso e ela mesma me pediu pra esperar e desabotoou os botões deixando a saia cair.
Tava com uma calcinha gigante, de bolha mesmo e de cor bege, feia pra caralho. Mas o corpo dela era muito gostoso. Acho que nem ela tinha noção disso.
Mesmo tirando a saia Dna Meire não tinha atitude. Em quesito “experiência” eu tinha muito mais que ela mesmo tendo quase idade pra ser seu filho. Ela só ficava parada.
Botei o pinto pra fora e levantei umas perna dela. Ia comer ela em pé mas ela era muito travada.
Então virei ela de costas pra mim e dobrei seu corpo, abaixei aquela coisa feia e meti.
Dna Meire só ficava parada de cabeça baixa gemendo baixinho enquanto eu metia. A bunda dela era muito perfeita. Lisa e sem nenhuma marca. Meti bastante e na hora que eu fui gozar tirei de dentro e gozei em cima daquela bunda.
Ela respirou um pouco e foi subindo a calcinha devagar se recuperando sem dizer uma palavra e depois fez o mesmo com a saia. Quando ela estava quase saindo eu corri até ela e abracei por trás de novo e falei que depois ia querer mais. Ela continuou parada igual uma tábua até eu soltar.
Trabalhei até a hora da escola e quando desci e passei pela casa a porta estava fechada. Nem tentei abrir mas devia estar trancada.
Fui embora e fiquei pensando no que fiz.
Será que ela gostou?
Será que ia contar pra alguém?
Será que foi estupro?!?
Passou mil coisas na minha cabeça.
No outro dia a mesma coisa aconteceu. Calor e água.
Mas fiquei com tanto medo que não olhei pra ela.
Achei que ela ia deixar a água alí e sair correndo. Mas Dna Meire permaneceu parada ali sem dizer nada. Só me olhando.
Larguei o que tava fazendo e fui beber da água e fiquei olhando pra ela que só me encarava sem dizer nada. Mas nem precisava.
Coloquei o copo no chão e parti pra cima e ela deixou.
Dessa vez ela tinha ido com uma saia de pano mais leve mas ainda usava uma calcinha feia. Acho que ela só devia ter desse tipo.
Tirei minha roupa e coloquei no chão e comecei a comer ela se quatro.
Ela só ficava parada gemendo mas eu não me importava.
Mesmo sem experiência e se do um pouco fria...comer aquela mulher gosta de quatro pra um garoto que nem eu era a coisa mais excitante do mundo.
Gozei de novo naquela bunda e ela foi embora.
Terminei o serviço naquele dia mesmo e fiquei de passar mais tarde pra mostrar pro Seu Luiz e receber o pagamento.
Quando cheguei da escola vi seu carro parado na frente de sua casa e fui direto pra lá. Nem passei na minha casa.
Subimos pra olhar e Dna Meire foi junto.
Eu mostrava e ele prestava atenção e Dna Meire me olhava se escondendo atrás dele sem dizer uma palavra.
Vi que sobrou um pouco da tinta e tive uma ideia ousada.
Falei que se ele quisesse eu vinha no outro dia pra acabar com o resto daquela tinta e fazia uns retoques em algumas falhas. Não precisava me pagar.
- E aí? O que você acha? Perguntou ela pra esposa.
- Pode ser....vai ser bom.
Falou com voz baixa.
Fui embora feliz porque sabia que ia comer a Dna Meire de novo.
Era tão pouca tinta que terminei rápido então eu mesmo desci pra avisar.
Dna Meire tava na cozinha passando pano e paralisou quando me viu.
Aí eu perguntei se forma maliciosa se “ia ter água” hoje.
Ela só respondeu “tem”...e eu entrei fechando a porta e já beijando ela. Fui guiando até o quarto e a única coisa que ela pediu foi pra não fazer bagunça.
Deixei aquela mulher totalmente pelada. Que visão!
Ela ficava meio com vergonha tentando se esconder mas eu não entendia porque.
Deitei em cima e comi de frente. Pela primeira vez me senti agressivo e metia com força pra entrar tudo mesmo e ela gemia com voz rouca. Acho até que ela nunca tinha sido comida daquele jeito na vida.
Depois botei ela de quatro e como bem devagar porque não queria que aquilo acabasse rápido e ela deixava sem reclamar.
Só como com força mesmo quando tá a perto de gozar. Soquei com força segurando ela pelas ancas fazendo aquela bunda tremer. As metidas faziam até barulho e eu vi que ela começou a gemer mais quando eu fiz isso. Avisei que ia gozar dentro e ela não falou nada mas gemou mais alto então não tirei e gozei dentro.
Fiquei ali me aproveitando mais um pouco até ela cair na cama de bunda pra cima toda descabelada. “Eu casaria fácil com uma mulher assim” eu pensei na hora.
Me vesti e fui embora.
Depois disso nunca mais tive nada com Dna Meire. Ela não dava espaço pra nada.
Continuaram como sempre foram....um casal recluso.
Seu Luiz nas poucas vezes que nos vamos ainda me cumprimentava mesmo que de longe mas Dna Meire quando me via virava a cara. Ficou claro pra mim que foi só uma coisa de momento mesmo e que nunca mais ia se repetir.
Aceitei bem isso e o mais importante é que passei a ser mais solicitado nos meus bicos...