O último dia de aula chegou, sexta-feira, e Rufus estava tranquilo – já fazia uma semana que nem ia à escola, ajudando Sara no negócio de artesanato dela. Ele embalava bijuterias e enfeites, ganhando uns trocados em troca, o que o mantinha ocupado e próximo da sogra. A própria Gislaine havia pedido isso à mãe, apesar do leve ciúme que sentia dos dois: "Ele precisa de um trampo, mãe… mas não exagera, hein?" Rufus apreciava a rotina, que o ajudava a refletir sobre os segredos da família.
Gislaine, por sua vez, estava num frenesi de estudos nas duas últimas semanas de novembro – noites em claro com livros e resumos, determinada a não reprovar de novo. Enfim, colheu o resultado: passou raspando, mas passou, finalizando o ensino médio. "Consegui, caramba!", gritou ela ao ver as notas, pulando de alegria no pátio da escola. Correndo pra casa para contar a Rufus e Sara, encontrou três amigos da turma no caminho – Lucas, Pedro e Tiago, que também passaram raspando. "Vamos comemorar, Gislaine! Cerveja na faixa!", propuseram eles, e ela topou, animada. Compraram latas em um mercadinho e foram para a casa de Lucas, onde a festa virou uma orgia selvagem.
Eles a despem rápido, bebendo e rindo, e a fodem com força, fazendo-a gozar horrores. Primeiro, Lucas a deita no sofá e a penetra de missionário na boceta úmida, estocadas profundas e ritmadas, enquanto Pedro e Tiago chupam seus peitinhos rosados: "Ahh, mais forte… tá me enchendo!", geme ela, gozando em ondas, sucos escorrendo. Trocam: Pedro a vira de quatro, comendo o cu apertado dela com estocadas brutas, bolas batendo nas nádegas, enquanto Lucas fode a boca e Tiago masturba o clitóris – ela grita de prazer, convulsionando em múltiplos orgasmos. Em seguida, DP com Tiago na boceta por baixo (ela montando, rebolando furiosamente) e Pedro no cu por trás, paus roçando internamente, levando-a a gozar gritando: "Ahh, dois paus… tô explodindo!" Finalizam com Lucas fodendo-a de lado na cama, alternando boceta e cu, tapas na bunda ecoando, até todos gozarem – jatos quentes enchendo e lambuzando seu corpo suado.
Ao final, toda gozada e ofegante, ela "voltou a si", lembrando que queria contar a novidade a Rufus e Sara. Teve que tomar um banho rápido na casa de Lucas, lavando o suor e porra, e partiu. Ela tinha enviado mensagem pra Rufus pouco antes da foda começar – que estava comemorando com amigos eles terem passado de ano e provavelmente iria demorar: "Amor, encontrei uns amigos que passaram tb… rolou cerveja e... já estou nua aqui. Desculpa, mas vc sabe como sou. Mais tarde eu vou pra casa." Ela sabia que ele não brigaria, apesar de ela mesma não estar contente em ter feito aquilo agora. A verdade é que, de umas semanas pra cá, sua disposição e vontade de transar com outros constantemente sem Rufus vinha diminuindo. Nem ela acreditava, apenas aceitava – talvez fosse o amadurecimento, ou o cansaço da hipocrisia.
Chegando em casa, apenas silêncio. Eram umas 18h, então era de se esperar que já tivessem encerrado os trabalhos do dia. Ela entra sem pressa, achando que talvez tivessem saído, mas um som a faz pausar e se calar: gemidos. Se aproximando do quarto de sua mãe, através da porta entreaberta, ouve Sara gemendo alto: "Ahh, Rufus… me dá esse pau gostoso! Fode sua sogrinha como faz com minha filhota!" Ouve-se um tapa, possivelmente na bunda carnuda dela, seguido de outro e mais outro, e Sara grita: "Delícia… me bate mais! Ahhh!!" Gislaine começa a se enfurecer, o rosto vermelho de raiva, o coração acelerado. Então, ouve Rufus resmungando, entre alguns gemidos: "Não devíamos estar fazendo isso... Aaahhh... Sara… é errado." Sara retruca, ofegante: "Por quê? A Gislaine tá curtindo os amigos dela agora mesmo… a gente merece se divertir também!"
Aquilo foi como uma facada no peito de Gislaine – a hipocrisia a acertou em cheio. Como ela poderia reclamar de sua mãe com seu namorado, se acabara de foder com três aquela tarde toda? Lágrimas escorreram, e ela começa a chorar baixinho, mas antes de se retirar pro banho, ouve algo que faz suas pernas tremerem e seu mundo girar: Sara comenta, entre gemidos: "Sabe, Rufus… o pai da Gislaine, meu marido Eliseu, realmente é viado. Sempre foi. Pediu pra casar comigo pra esconder a verdade – ele ama homens, tem até um amante fixo. Eu até o amo.... Iiiiiso, menino, que delícia... mas eu amo ele mais como amigo, obviamente.... Puta que pariu, Rufus!! Que delícia!... Mas é tudo uma fachada… Aahhhhh... cansatiiiva!! Aahhhh to gozando!!! Goza comigo, meu gostoso!!"
Gislaine ficou paralisada com a descoberta, o choro silencioso virando choque puro – seu pai, gay não assumido? O casamento uma mentira? Seu mundo desabava ali, na porta do quarto, enquanto os gemidos continuavam.