Saímos e nos dirigimos para um motel que tínhamos escolhido antes. Peguei as naves na recepção e seguimos para o quarto. Nossa excitação era grande, desde que saímos da casa de meus pais, ela veio com a mão pousada sobre meu pau, que correspondeu de imediato. Descemos e entramos.
Porta fechada, nos atracamos em um beijo cheio de desejo, nossas mãos explorando nossos corpos não se demoravam muito em uma parte do corpo e já deslizavam para outra. Segundos depois as roupas começaram a ser lançadas ao chão, em qualquer parte daquele espaço, as únicas peças que sobraram fora a calcinha dela e minha cueca.
Me afastei para olhar seus seios médios com bicos rosados, que já estavam durinhos apontados para frente. Coloquei minhas mãos sobre eles, e couberam perfeitamente, como se tivessem sido feitos para mim. Toquei os bicos pressionando entre meus dedos e nesse momento ela deu um gemido baixo. Cheguei perto e toquei o seio direito com minha boca, enquanto mantinha o esquerdo em minha mão. Dei uma lambida no biquinho e na sequencia o suguei. Foi uma variação de pequenas mordidas lambidas e chupadas, mas não me demorei muito pois o esquerdo também merecia o mesmo tratamento, movi minha cabeça até ele e fiz o mesmo. Juliana, a essa altura já segurava minha cabeça pela nuca com seus dedos entre meus cabelos. Os gemidos dela tinham aumentado o volume, e sua respiração começava a ficar mais intensa. Parei de brincar com seus seios e voltei a beija-la, depois fui descendo para seu pescoço, ombros, tendo apenas um objetivo, sua parte ainda coberta, mas queria chegar lá primeiro com meu rosto e só então tirar sua calcinha branca de rendas. O Caminho foi longo e lento, pois ia beijando cada pedacinho naquela descida. Quando tinha chegado ao meu objetivo, aproximei meu rosto e respirei fundo, para sentir seu perfume que com certeza se fazia presente. Fiquei alguns segundos apenas sentido aquela fragrância almiscarada, então posicionei meus dedos nas laterais de sua calcinha e fui fazendo com que deslizasse pelas suas pernas abaixo, mas mantinha meu olhar fixo naquela região, como se estive hipnotizado. Surgindo diante de meus olhos, era uma região totalmente lisinha, sem pelos, e já apresentava um brilho provocado pela umidade de sua excitação.
Ela me ajudou a retirar sua calcinha, em seguida a deitei na cama de costas, me posicionando entre suas pernas. Comecei a dar leves beijos na parte interna de suas pernas me aproximando lentamente de seus lábios vaginais. Quando os toqueis ela se arrepiou e gemeu com mais intensidade. Comecei a passar minha língua degustando de seu mel.
Subia e descia minha língua, sem tocar em seu clitóris. Fiz isso por alguns segundos, enquanto que ela se agarrava ao lençol da cama. Então toquei seu ponto mais sensível, a fazendo emitir um grito, preenchendo todo o ambiente, e no momento seguinte ela arqueou seu corpo também tremendo, ela estava tendo um orgasmo muito intenso.
Deixei que ela relaxasse, e então subi ficando muito próximo de seu rosto com nossos lábios próximos, ela agora com os olhos semicerrados me olhou e a beijei fazendo com que sentisse seu próprio gosto. Enquanto nos beijávamos ela me agarrou e empurrou, me fazendo ficar de costas, se posicionou sobre mim, ainda beijando. Depois me olhou bem fundo em meus olhos.
- Nunca me fizeram sentir algo assim.
Apenas sorri, não havia necessidade de palavras.
Rapidamente ela arrancou minha cueca e meu pau pulou cueca a fora apontando para cima. O pegou com uma das mãos e o encarou seria, talvez tendo alguma dúvida se daria conta, pois é grande e grosso. Com a mesma mão começou a fazer movimentos de vai e vem, lento, mas continuo, quando percebeu que uma gota de pre-gozo se fazia presente saindo de dentro de mim, aproximou a boca, com a língua de fora a passou por ela recolhendo e depois a levando para dentro, para sentir seu gosto. Na sequência passou sua língua da base até a cabeça, fazendo isso algumas vezes, até abocanhar o máximo que conseguia fazendo uma sucção, talvez querendo mais do liquido que saia cabeça a fora, depois nova sequência de lambidas descendo da cabeça até base, me levando a loucura. Algumas vezes lambia minhas bolas, uma de cada vez. Avisei que se continuasse não iria conseguir me segurar então, ela se posicionou colocando suas pernas uma de cada lado do meu corpo, ainda segurando meu pau o apontando para sua entrada, o encaixou e começou a descer lentamente. Senti suas carnes envolvendo e apertando meu pau, era uma sensação incrível para mim. Já para ela deve ter sido um pouco desconfortável, pois ia descendo e parando para poder se acostumar com a grossura dele. Isso demorou um pouco, mas conseguiu descer e o abraçar totalmente. Quando tinha desaparecido todo dentro, ela começou a subir deixando bem próximo de sair de dentro e então voltou a descer até colar seus lábios vaginais em meu corpo, retornando novamente para cima.
A medida que ela subia e descia a velocidade ia aumentando, até que não consegui mais me segurar e gozei muito dentro da camisinha que ela havia colocado em meu pau, e quando ela me sentiu gozando também gozou mais uma vez, despencando por sobre meu corpo, suada e ofegante, com os olhos fechados. Ficando assim por um tempo até se recuperar e em seguida rolando para o lado. Ficamos assim por um tempo.
Sem dizer nada, me levantei, estendi minha mão e ela entendeu o que eu queria, pegou em minha mão, levantando em seguida da cama e caminhou comigo até o banheiro para juntos tomarmos um banho. Nos lavamos um ao outro, trocando beijos e aproveitando ao máximo aquele momento para nos tocarmos. Quando ela ficou de costas para que eu pudesse lavar suas costas é que pude ver finalmente aquela bundinha linda empinada. Lavei suas costas e me detive por um bom tempo lavando aquela região abaixo da linha da cintura.
Após o banho, nos secamos e voltamos para o quarto, já deitados ficamos trocando carinhos, em silencio como se não fosse necessária nenhuma palavra para que nos entendêssemos.
Com o contado de sua mão em meu corpo, não demorou muito para meu pau dar o ar da graça, já ficando meia bomba, ela percebeu o pegou e começou a movimentar, em seguido se posicionou entre minhas pernas o colocou em sua boca e começou a chupar, não como da primeira vez, ela o engolia e eu podia sentir sua língua se movimentando fazendo círculos na cabeça. Quando o deixou totalmente duro se posicionou ao meu lado de quatro apenas me olhando. Entendi na hora o que ela queria, me levantei me posicionando atrás dela, coloquei uma camisinha, e segurando meu pau, o apontando para sua bucetinha que apresentava um vermelho mais intenso e um pouco inchada, devido a primeira transa, fui introduzindo devagar e em pouco segundos ela já me recebia totalmente dentro dela, mas agora tinha a impressão se ser mais profunda que antes. Assim que se acostumou, empurrou seu corpo de encontro ao meu o máximo que conseguiu. Aos poucos comecei entrar e sair de dentro dela que empinou ao máximo sua bunda enterrando seu rosto no travesseiro gemendo de forma que aumentava ainda mais o prazer que eu sentia. Pouco depois ela levantou cabeça e disse que estava quase gozando, aumentei os movimentos de vai e vem o que a fez gozar em seguida e me fazendo gozar também.
Extenuados despencamos para o lado, ficando deitados em conchinha até nos recuperarmos.
Mais uma seção de banho juntos, e resolvemos ir embora pois o tempo não nos permitia ficarmos mais.
A deixei em casa, mas antes ainda ficamos um tempinho no carro namorando.
Os meses seguintes, durante a semana, eram sempre com muitas trocas de conversas por mensagem e nos finais de semana eram sempre uma maratona de sexo que tínhamos, quase nos deixando acabados. Ela tinha uma disposição e eu tinha que dar meu jeito par poder sacia-la, e com o tempo aperfeiçoei uma forma de conseguir que ela gozasse muito, ou com penetração ou na minha boca, mas de qualquer forma eu adorava poder dar a ela esse prazer.
Três anos depois de termos nos conhecido naquela noite da minha formatura, estávamos saindo da igreja casados, indo em lua de mel para o nordeste.
Na volta em nossa casa, um apartamento que compramos, nossos dias sempre terminavam em muito sexo, alguns dias mais selvagem, já em outros mais calmo, mas nem por isso menos intensos.
Tínhamos uma boa vida juntos, sempre que aparecia uma oportunidade, viajamos para locais que ela escolhia, principalmente nos feridos prolongados, onde nosso tempo juntos era aproveitado ao máximo, curtindo ou transando.
Na empresa de meu pai, minha dedicação não diminuiu, mas as vezes precisava esticar o horário de saída por conta do fluxo de trabalho, mas sabia que no final, teria um bom resultado, e pelo que ele já havia me comentado esse tempo de conhecimento e aprendizado estava por finalizar, embora sempre aprendemos algo novo no meio empresarial ou na própria vida. Aprendi que nunca sabemos tudo, aprender é uma pratica constante.
Os anos seguintes foram normais, longe de serem monótonos, mas nada que tivesse um grande impacto em nossas vidas, o amor e parceria que criamos, só nos fazia nos entendermos bem, até parecia um roteiro de novela. Até que um dia chegando em casa, que por incrível que pode parecer, no horário, ela me esperava, com um semblante mais radiante que o normal. Estava sentada no sofá, usando roupas leves, ainda mais linda, um sorriso tímido no rosto, como querendo contar algo, mas ao mesmo tempo se segurando para contar.
Apenas me dando um selinho antes, me fez tomar meu banho mais rápido que o normal, claro que achei estranho, pois esse comportamento eu nunca tinha visto antes, afinal sempre que eu passava pela porta, ela vinha correndo pulando em meu pescoço, me envolvendo com seus braços, me beijando, dizendo que tinha sentido saudades, e me desnudando, pegando em pau e partido para termos um sexo intenso.
De banho tomado e usando um short sem cueca e com uma camiseta, voltei até a sala, e ela me fez sentar para só então começar a falar, me contar que estava gravida. Após se sentir meio estranha comprou um teste destes de farmácia e o resultado foi positivo. Fiquei extasiado não cabia dentro de mim, a alegria tomou conta, pulei, sorri, só não gritei como se fosse um gol do meu time, pois os vizinhos poderiam reclamar para o sindico do prédio.
Perguntei se já tinha contado a alguém, ela me respondeu que não, eu era o primeiro a saber, peguei o celular e antes de começar a desbloquear a tela, para ligar para meus pais, ela me interrompendo me pediu calma, pois antes de qualquer coisa queria ter certeza, então já tinha marcado uma consulta com seu ginecologista, pois sabia que ele pediria exames para confirmar, e só então tendo certeza queria contar a todos, seus pais e também aos meus, coisa que achei justa.
A consulta seria dali uns dois dias, e eu fiquei ansioso, até mais do que ela, tanto que devido a isso, mais de uma vez meu pai me achando estranho, quero dizer, rindo à toa me perguntou se eu estava bem, tive que mentir, e torcer para que ele não desconfiasse.
No dia da consulta, acompanhei Juliana, depois durante a consulta ele pediu que ela fizesse a coleta de material para os exames, a examinou dizendo estar tudo bem, e que assim que ela tivesse os resultados retornasse. Foram mais dias em que não consegui me concentrar totalmente no trabalho, ficava parado apenas pensando em como seria ser pai, algo que até então ainda não tinha me passado pela cabeça, já Juliana estava mais calma do que eu, talvez pouca coisa menos que eu.
Então dias depois já com os resultados em mãos e com a consulta agendada, e ainda sem sabermos o resultado, pois nenhum dos dois tinha, digamos, coragem para olhar o resultado, chagamos no horário para o retorno e enfim confirmarmos se estávamos grávidos realmente. Os minutos passaram mais devagar naquela sala de espera do que uma semana inteira, até que finalmente fomos chamados. Entramos no consultório e o médico nos atendeu, pedindo que nos sentássemos. Pediu os resultados, abrindo o envelope fez a famosa expectativa para então nos olhar e dizer com todas as letras.
- O resultado deu positivo, parabéns, vocês estão grávidos.
Nos entreolhamos, Juliana começando a chorar e eu, bem, eu não sabia o que dizer, tamanha minha alegria.
Acertamos detalhes para que ela começasse o pré-natal e saímos da clínica como dois bobos, coisa que estava estampada em nossos rostos. Combinamos que a notícia seria dada após reunirmos todos da família em um almoço, ou jantar. Coisa que foi feita no primeiro sábado, após termos a confirmação da gravides de Juliana.
Como era de se esperar, todos ficaram muito felizes por nós, e a chegada do herdeiro ou herdeira iria marcar mais uma faze nas nossas vidas. Os preparativos para sua chegada começaram a ser feita entre Juliana e as avós que queriam participar o máximo possível, dando sugestões e opiniões, coisa de senhoras mães. Já os homens, me dizendo que a responsabilidade agora seria muito maior, não só ser responsável pela esposa, mas pela criança, que isso mudaria toda nossa vida, para melhor, mas ao mesmo tempo a dedicação em casa seria também maior.
Foram dias de vontades, desejos, preparativos até a data do primeiro ultrassom.
Lembro muito bem desse dia, pois durante o exame o médico nos deu mais uma notícia que nem suspeitávamos, que não era um bebê, mas dois, era uma gravides de gêmeos. Fiquei estático, sem conseguir pronunciar palavra alguma, apenas exibir uma expressão de não acredito, incrédulo com aquilo, mas nem por isso menos feliz, por ser pai de gêmeos. O médico ainda disse que devido a ser o primeiro ainda não seria possível saber se eram do mesmo sexo ou não, que teríamos que aguardar o próximo ou próximos, dependendo da posição durante o exame. O importante é que estava tudo bem com ambos.
Então em conversa com Juliana, combinei que gostaria de saber o sexo dos bebês, somente quando eles nascessem, não antes, durante os exames de ultrassom. Apenas acompanharia para saber se estava correndo tudo bem. Claro que ela não gostou da minha posição, mas com o tempo acabou aceitando e me fazendo essa vontade, apesar da curiosidade que ela tinha, coisa natural devo admitir. Ela entendeu minha posição de que a maior surpresa seria saber somente no dia do parto o sexo dos bebês.
Enquanto a barriga crescia, os preparativos seguiam. Nessa época eu procurava sair da empresa sempre no horário para poder ajuda-la no que fosse necessário. Nossa vida sexual mudou totalmente por conta da gravides, coisa natural.
Quanto mais o tempo passava e se aproximava o parto, durante o expediente na empresa, com frequência ainda maior, estava sempre monitorando o celular pois sabia que a qualquer momento teria que sair correndo para o hospital. E foi mesmo antes do previsto que em um dia cheio de tarefas, recebo mensagem da mãe dela, que estava morando em casa para ajudá-la, dizendo que a bolsa tinha rompido. Corri, para busca-la deixando avisada minha secretaria. Chegando em casa ela me aguardava, levei as duas até o hospital, e algumas horas depois na sala de parto, ouço o primeiro choro do bebê e minutos depois o segundo também chorando. Então a enfermeira trouxe os dois, dizendo que estavam bem, dizendo que eram um casal.
Arregalei os olhos, perguntando, “UM CASAL”, ao que a enfermeira respondeu sim, um menino e uma menininha. Tive que me apoiar pois definitivamente não estava preparado para isso, era uma realização com toda certeza. Nunca tive preferência por menino ou menina, mas chegar um casal era surreal. Juliana chorava também não acreditando. Estávamos em êxtase, era uma felicidade que não cabia em nós.
Quando contei aos avós eles então se derreterão de alegria, choro, risadas, nervosismo, uma profusão de sentimentos. Todos querendo ver os novos membros da família. No berçário quando foram liberados, pareciam bobos, acenando, fazendo biquinhos, gesticulando, como se os dois estivessem entendo alguma coisa, até que veio o comentário feito pela minha mãe que teve a concordância da minha sogra, o menino se parece com o pai e a menina com a mãe. Bom isso era mais do que poderia esperar, disse eu sorrindo, pois ainda não tinha conseguido ver enxergar essa semelhança devido minha alegria.
Passados os dias de hospital, lá fomos nós de volta para casa, todos queriam ir buscar as crianças e a mãe, então acertamos de apenas eu ir busca-los, enquanto que as avós para ajudar a mãe com os bebês, assim não teríamos problemas com ciúmes.
Os primeiros dias as duas ficaram em casa ajudando no que era possível, sempre alguma delas querendo fazer mais do que a outra, até parecia uma competição entre elas. Juliana, sempre tinha que fazer a parte da mediação, mas no fundo isso foi ótimo, pois sempre tinha alguém para ajudá-la nos cuidados, na hora das trocas de fraldas, essas coisas. Só na hora da comida existia uma certa divergência entre as crianças, pois o garoto sempre queria mais do que a irmã e seu choro sempre fazia ser o primeiro.
Dias, meses, se passaram e com o tempo a rotina foi voltando ao normal, quer dizer ao novo normal, porque a partir dali, já sabíamos que tudo seria diferente. Juliana ficava com os dois dando total atenção, com ajuda de uma baba que concordamos em contratar, desde que descobrimos que seriam gêmeos. Quando eu chegava, era um banho para tirar os resquícios da rua, e depois sim podia pegar, beijar, brincar e o mais importante, mimar os dois, sempre trazendo alguma coisa que via em alguma loja que sabia que seria legal para eles, mesmo sabendo que pouco ou nada sabiam sobre.
Quando percebemos os dois já estavam perto de fazer um ano de vida. Organizamos uma festa, mas como eram muito pequenos para entender e eu sabia que acabaria sendo uma comemoração para os adultos, acabamos por reunir as famílias em um churrasco em casa dos meus pais, afinal, espaço para receber a todos é o que não faltava, e as poucas crianças da família iriam se entreter com alguns brinquedos que foram alugados.
Após os parabéns, meu pai pediu a palavra, e pegou a quase todos de surpresa, menos minha mãe, quando aproveitando o momento para dizer a todos que a partir da próxima semana, ele estaria passando todo o controle da empresa para mim, ele ficaria apenas como conselheiro, me ajudando, dando conselhos, como já vinhamos fazendo e que eu deixaria de ser diretor administrativo e passaria para diretor presidente.
Continua.....
ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDIDENCIA.
FICA PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESSE TEXTO, EM QUALQUER MEIO SEM A PREVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR.