Eu e meu amigo de infância entramos juntos no Exército.

Um conto erótico de And passivo militar
Categoria: Gay
Contém 1479 palavras
Data: 16/03/2026 10:59:27

Quartel – Parte 1

Personagens principais

Eu, Michel18 anos, moreno claro (pardo), corpo magro, mas naturalmente bem desenhado. Peito marcado, barriga definida sem esforço, pura genética. Na época do ensino médio fazia bastante sucesso. Bunda dura é definida q sempre chapo atenção.

Luiz: 18 anos,corpo definido de academia. Estava naquela fase de treinar com os amigos e competir para ver quem evoluía mais rápido. Moreno, cabelos pretos lisos. 24cm grosso.

No quartel me chamavam de Sd 518 — meu número de identificação. O do Luiz era 586, já que sou alguns meses mais velho que ele. Os números são distribuídos pela idade: quanto mais velho, menor o número.

Lembro como se fosse ontem.

Nós dois, de calça jeans e camiseta branca, segurando placas com nossos números para a última fase do alistamento.

Dois amigos que se conheceram ainda crianças na igreja e que, desde então, eram inseparáveis.

A decisão de dizer sim para o Exército veio juntos também. Assistimos a um vídeo institucional, super bem produzido pelos militares, cheio de ação, aventura e companheirismo. Aquilo nos fez acreditar que seria algo incrível.

O que não sabíamos é que aquela escolha mudaria nossas vidas.

Descobrimos depois que os pelotões eram divididos por bairros. Por isso acabamos não ficando juntos.

Eu fui para o 1º Pelotão Cobra.

Luiz ficou no 2º Pelotão Coité.

Mas isso não nos afastou.

Todos os dias íamos e voltávamos juntos. No caminho, contávamos tudo para tia Márcia, mãe do Luiz, que sempre nos buscava. Falávamos animados sobre como tinham sido os treinos, as broncas dos cabos e como tudo aquilo parecia “muito louco”.

Até chegar o período mais intenso do treinamento.

Duas semanas internados na caserna.

Durante o dia tínhamos palestras sobre tudo: saúde, primeiros socorros, tipos de nós, sobrevivência. Coisas que seriam úteis nos seis últimos dias de campo, quando tentaríamos conquistar a famosa boina preta.

(Sou leitor e sei que algumas dessas informações podem parecer irrelevantes. Mas além de mostrar que isso aconteceu de verdade, muitos desses detalhes acabam se tornando importantes depois.)

Depois de alguns dias ali dentro, já não éramos os mesmos que tinham chegado.

Os cabelos estavam raspados.

A pele muito mais bronzeada.

Os corpos mais magros, porém definidos por causa do TFM — Treinamento Físico Militar que fazíamos todos os dias.

Era puxado.

Mas havia outra coisa que chamava minha atenção naquele lugar.

Os corpos.

No alojamento, no banho coletivo, nos treinos… eram dezenas de soldados com corpos diferentes. Altos, baixos, magros, mais fortes.

E com os corpos vinham os detalhes que eu tentava fingir não notar.

Seus paus, de vários tamanhos cores e formas queria poder ajoelhar no meio deles e mamar um por um.

Eu era um rapaz gay — algo que escondia de todos. Até do meu melhor amigo.

Mas naquele ambiente cheio de homens jovens, convivendo o tempo inteiro, era cada vez mais difícil ignorar meus desejos.

Até aquele momento eu tinha conseguido disfarçar bem.

Mas isso estava prestes a mudar.

Durante o período de internato também tínhamos um pequeno serviço.

À noite, grupos de três recrutas revezavam para ficar de plantão na porta do alojamento.

E foi em uma dessas noites que minha vida dentro do quartel começou a tomar um rumo completamente diferente.

Era por volta das três da manhã.

O quartel estava silencioso, mergulhado naquela calmaria pesada da madrugada.

Eu lutava contra o sono, tentando não dormir em pé, quando vi alguém se aproximar pelo corredor.

Era o Sd Pereira.

Um polaco alto, perto de 1,85, ombros largos e aquele jeito despreocupado que ele sempre tinha.

Era um dos caras que eu mais tentava evitar olhar no banho coletivo — justamente porque era impossível não reparar.

Ele passou por mim e disse casualmente:

— Boa noite.

Respondi meio no susto:

— Boa noite.

Ele percebeu meu estado e deu uma risada curta.

— Tá bem aí ou já morreu em pé?

— Tô com um sono desgraçado, mas já já acaba meu horário.

Ele suspirou, olhando para o corredor vazio.

— Vou ali no banheiro… Tá difícil dormir.

Fez uma pausa antes de completar:

— Nem dá pra relaxar com esse monte de gente dormindo no alojamento.

Entendi imediatamente o que ele quis dizer.

Respondi meio rindo:

— Vai lá no banheiro. Se aparecer alguém, eu aviso.

Ele arqueou a sobrancelha.

— Sério?

— Sério.

Passou a mão no rosto, claramente frustrado.

— Mano… faz dias que eu não descarrego. Minha mina ainda brigou comigo antes de eu vir pra cá.

Dei de ombros.

— Então resolve isso logo.

Ele foi em direção ao banheiro, mas voltou poucos minutos depois.

— Ei… tu não tem celular aí?

— Pra quê?

Ele sorriu de lado.

— Qualquer vídeo ajuda…

Balancei a cabeça.

— Tá carregando no alojamento.

Ele suspirou, frustrado.

Foi então que eu brinquei, sem pensar muito:

— Só se eu ajudar.

Ele me olhou por alguns segundos, tentando entender se era zoeira.

Depois riu.

— Olha… se quiser ajudar, eu não reclamo.

Senti meu coração acelerar.

— Tô zoando, porra.

Ele deu de ombros.

— Relaxa. Mão é mão, né? Eu fecho o olho e imagino minha mina.

O corredor continuava vazio.

O quartel inteiro parecia adormecido.

Respirei fundo.

— Bora ali na sala da sargenteação.

Era um lugar que ficava completamente vazio durante a madrugada.

Abri a porta devagar, conferi o corredor e entramos. Tranquei a porta

A única luz vinha da tela de um computador ligado.

Pereira ficou parado no meio da sala, puxando o elástico do short de treino.

— Então… como vai ser?

Tentei parecer tranquilo.

— Sei lá… como tua mina faz?

Ele riu baixo.

— Melhor nem contar.

Quando me aproximei, senti o calor do corpo dele.

Coloquei a mão devagar.

Ele soltou um suspiro curto.

— Porra…

A respiração dele começou a ficar mais pesada conforme ia acelerando o ritmo da punheta. Mas eu estava em pé de uma forma desconfortável, me ajoelhei e fiquei próximo ao pau dele.

Ele me olhava nos olhos como se soubesse a minha vontade,

O silêncio da sala era quebrado apenas pelo som da respiração dele ficando cada vez mais irregular.

Foi naquele momento que percebi que aquilo tinha deixado de ser apenas uma brincadeira.

Em um momento de coragem perguntei se podia molhar, mesmo sem precisar pq seu pau babava muito

Abri a boca e tentei cobrir a maior porte possível,

Ele apoiou a mão no meu ombro, como se estivesse tentando manter o equilíbrio.

— Caralho…l

O encarei bravo, me levantei e fui até q porta, conferi se estava tudo certo. E acabei me esquecendo de trancar de novo,

E voltei em sua direção

Havia algo ali que nenhum de nós estava mais fingindo

Ele começou q meter muito na minha boca até sentir seus pelos Loiros encostar nos meus lábios, eram quase 22cm na minha garganta, o formado curvado para baixo ajudava, me sentia um puta e ele aproveitou cada centímetro, em determinado momento a poça de baba q formava já era grande.

De repente sinto o pau dele inchar e a sua respiração travar e ele segurar um rígido, o primeiro jato veio muito forte, direto da garganta mas os próximos n ficaram atrás, foram uns 7 jatos q recebi na língua na boca, até um pouco escorreu pq era muito, depois soube por ele q havia 6 dias q n gozava.

Ele levantou o short e foi em direção a porta, saiu e foi direto para o dormitório, e eu fui para o banheiro lavar a boca, e me preparei para ir deitar também, faltavam 10 minutos para o próximo soldado assumir o posto.

O que eu não imaginava era que aquela noite ainda não tinha acabado.

Uma voz surgiu atrás de mim:

— Boa noite, soldado.

Quando olhei para o espelho, senti um arrepio percorrer meu corpo inteiro.

Era o Cabo Soares.

Quase dois metros de altura, corpo enorme, três anos de quartel e uma fama terrível entre os recrutas.

Um homem que ninguém gostava de contrariar.

Ele me observava pelo reflexo do espelho.

Eu: boa noite cabo, tudo certo, estava apertado pra mijar mas já vou acordar o Lima (sdd q iria assumir a guarda depois de mim)

E então disse:

Cabo Soares: Eu já acordei ele está terminando de se arrumar, gosto de chegar antes para conferir tudo e ver se n tem nenhuma alteração no meu serviço. Ainda mais quando são recrutas bizonhos.

Aliás a tudo certo na sargentiacao?

Senti um arrepio dos pés a cabeça

Eu: tudo certo sim vou ir lá trocar com o Lima,

— Depois que passar o plantão… dá um pulo no dormitório dos cabos. Quero falar com você.

Naquele momento eu não fazia ideia…

Mas aquilo seria apenas o começo de tudo

Foram 3 anos q servi quero contar todas as putarias q fiz por pa então pode ser q isso vire uma série de contos. fiz hj tenho 30 ano e sou apaixonado por contos e resolvi me arriscar, então n me julguem juro q vou estudar sobre como construir textos melhores.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Sub aventureiro a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários