Transformando uma Irmã Protetora em uma Puta Depravada! Capítulo 1.

Um conto erótico de Drjack66
Categoria: Heterossexual
Contém 2403 palavras
Data: 16/03/2026 10:08:57

O portão da escola ainda estava aberto. Luíza estacionou a moto e tirou o capacete, sacudindo os cabelos loiros e curtos, que brilhavam sob a luz amarelada do entardecer. Seu irmão, Pedro, tinha mandado uma mensagem desesperado: "Tô encurralado. Três caras. Me ajuda."

Aos 20 anos, Luíza já tinha aprendido a se virar. Ela teve que crescer rápido pra cuidar do seu irmão, o pai deles morreu quando Pedro era um bebê num acidente de carro, a mãe, Cristiana, abdicou de sua vida pra criar os dois da melhor maneira. Vivia viajando a trabalho, tudo para garantir um futuro digno prós dois. Luiza ficava dias, semanas, ou até meses sozinha com Pedro por conta disso. Não era de briga, mas também não era de fugir. Com seu corpo curvilíneo — os seios enormes que lutavam contra o tecido da camiseta preta e a bunda grande e empinada que a calça jeans apertada teimava em esconder sem sucesso —, ela estava acostumada a chamar atenção. Mas naquele momento, a atenção que queria era a dos idiotas que estavam mexendo com seu irmão.

Ela sempre soube que o corpo era um problema. Desde os 14 anos, quando os seios começaram a crescer além do normal, ela aprendeu a lidar com olhares, comentários e mãos bobas. Aprendeu a revidar. Aprendeu a se impor. Por isso, quando viu a mensagem de Pedro, não pensou duas vezes.

O pátio estava vazio, as quadras silenciosas. Ela encontrou os quatro perto dos fundos, onde ficavam os vestiários. Pedro estava encostado na parede, parecendo um coelho acuado. Na frente dele, três rapazes de uniforme, com aquele ar de superioridade besta de quem se acha o dono do pedaço.

— Ei! — a voz dela ecoou, firme. — Podem me explicar o que vocês estão fazendo?

Os três se viraram. Os olhos deles passaram pelo rosto dela e desceram, demorando-se onde não deviam. Ela conhecia aquele olhar. Tinha visto um milhão de vezes. Mas, naquele instante, havia algo a mais: eles tinham sido interrompidos num momento de poder, e ela era a mulher que viera desafiá-los.

O mais alto, de cabelo enrolado, sorriu com escárnio.

— Oi, gostosa. Veio dar uma força pro mano? A gente só tava conversando.

— Conversa é essa que deixa meu irmão com medo de ir embora? — Luíza não recuou. Parou na frente deles, mãos na cintura, o queixo erguido. Postura de quem não vai aceitar desaforo. — Já deu. Vaza.

O segundo rapaz, mais moreno, de olhar liso e provocante, riu.

— Ouviu, pessoal? A mina tá mandando a gente vazar. — Ele olhou para os amigos. — E o que você vai fazer, princesa? Mostrar a força?

O terceiro, mais baixo mas de ombros largos, deu um passo à frente e passou a mão no ombro dela num gesto provocativo.

— É... gostosa mesmo, hein? Só de olhar já...

Não deu tempo de terminar. Luíza foi mais rápida. Com um movimento seco, segurou a mão dele, torceu e puxou, desequilibrando-o. No mesmo instante, deu um tapa no rosto do moreno, que recuou atordoado mais pela surpresa do que pela dor. O alto avançou, mas ela esquivou e, usando o impulso, deu uma rasteira básica. Ele caiu de bunda no chão com um baque surdo.

Por um segundo, reinou o silêncio. Pedro arregalou os olhos, impressionado. Os três no chão pareciam mais pasmos do que feridos.

Luíza bufou, ajeitando a camiseta que tinha subido um pouco, revelando a pele lisa da barriga.

— Vão pra casa. E se encostarem nele de novo, não vai ser tapa. — Virou-se para Pedro. — Vem, vamos embora.

Mas antes que pudessem dar dois passos, a risada do moreno a fez parar.

— É, vai... — Ele se levantou, limpando a roupa, um sorriso torto no rosto. — Mas pensa bem, hein? Sua mãe ia adorar saber que a filhinha dela anda saindo na mão na porta da escola. Ou melhor... o que será que o pessoal do seu trabalho ia achar? Uma professora de natação que bate em alunos? Mesmo não sendo seus alunos... a fama é ruim.

Luíza congelou. O sangue pareceu gelar nas veias.

O alto se aproximou, agora com um sorriso diferente. Mais confiante. Mais perigoso.

— A gente sabe quem você é. Vimos você deixando o guri aqui de manhã. E sabemos onde você trabalha. Você é auxiliar de natação aqui do colégio né? — Ele coçou o queixo, teatral. — Pois é. Agora, a gente não quer incomodar mais seu irmão. Mas você... você nos deu uma lição, foi violenta. Acho que a gente merece uma compensação, não acha?

O sangue de Luíza ferveu, mas uma ponta de gelo se instalou no estômago.

— Do que vocês estão falando?

O moreno, o da voz lisa, se aproximou mais. Dessa vez, o olhar dele era calculista. Faminto.

— A gente não conta nada pra ninguém sobre o que aconteceu aqui hoje... se você fizer um agrado pra gente. Só isso.

Pedro tentou intervir, mas Luíza o segurou pelo braço.

— Que tipo de agrado? — a voz dela saiu mais baixa.

Os três se entreolharam, um acordo silencioso passando entre eles. O alto apontou com o queixo para os fundos da escola, onde ficavam os vestiários do ginásio, já às escuras.

— A gente vai ali conversar com mais calma. Você e a gente. O guri espera aqui. Se você for boazinha... ninguém fica sabendo de nada.

A chantagem estava posta. Cruel, simples e direta. Luíza sentiu o coração bater forte, uma mistura de raiva, humilhação e um medo que não queria admitir. Eram três. Ela até poderia tentar lutar, mas eles eram mais fortes, e a ameaça era real. Sua reputação, o emprego, a preocupação da mãe... tudo isso pesou.

Olhou para Pedro, que estava pálido, prestes a explodir.

— Fica aqui — murmurou. — Não faz nada.

— Lu, não!

— Fica aqui! — repetiu, mais firme. Depois, virou-se para os três, que a observavam como lobos. — Vamos logo. Mas se algum de vocês contar um pio...

— Claro, claro — riram eles, baixinho, enquanto a conduziam para a escuridão dos vestiários.

Dentro, o cheiro de cloro e suor era forte. A luz era fraca, vinda de uma única lâmpada no corredor. Eles a levaram para o vestiário masculino, vazio naquela hora. Bancos de madeira, chuveiros de azulejo branco, um ambiente frio e úmido.

Luíza parou no centro, os braços cruzados sobre os seios, tentando manter alguma dignidade. Os três a rodearam.

— E então? — ela perguntou, a voz dura. — O que querem?

O moreno, o mais atrevido, foi o primeiro a se aproximar. Passou a mão no rosto dela, que desviou.

— Nossa, que durona. — Ele riu. — Mas a gente gosta assim. Né, pessoal?

— A gente só quer dar uma olhadinha melhor, ué — disse o baixo, os olhos vidrados nos peitos dela. — Já que você bateu na gente, acho justo a gente ver o que tava balançando na nossa frente.

O alto concordou, sério.

— É isso. Só ver. Por enquanto.

A humilhação começou ali. Luíza sabia que não tinha escolha. Com dedos trêmulos, mas expressão de desafio, levou as mãos à barra da camiseta preta. Os olhos deles brilharam na penumbra. Num movimento rápido, puxou a peça por cima da cabeça, revelando o sutiã de renda bege, que mal continha os seios fartos, que pareciam querer saltar dali.

Um assobio baixo cortou o ar.

— Caralho... — murmurou o baixo.

— Tira isso também — ordenou o moreno, apontando para o sutiã.

Luíza o encarou, o ódio estampado no rosto. Mas as mãos foram até as costas, desabotoando o sutiã. As alças escorregaram pelos ombros e os seios enormes, redondos, de bicos claros, se libertaram, balançando levemente com o movimento. Ela não os cobriu. Ficou imóvel, entregando aquilo que sempre foi motivo de olhares, de comentários, de problemas. Agora, era moeda de troca.

Os garotos, meninos ainda, mas com olhos de homem, devoraram a visão. Ela sentiu o olhar deles como se fosse físico, deslizando pela pele.

O alto deu um passo, estendeu a mão e apertou um dos seios, sem cerimônia. Como se tivesse direito.

Luíza estremeceu, mas não recuou.

— Macio... — ele disse. — E enorme. Olha isso.

Nojo. Raiva. Mas por que o corpo não obedecia? Por que os mamilos já estavam endurecendo?

O moreno não estava satisfeito só com um aperto rápido. Ele se aproximou por trás dela, e antes que Luíza pudesse reagir, suas mãos passaram pelos braços dela e agarraram os dois seios com força, cheios, possessivos.

Ela prendeu a respiração quando sentiu as palmas quentes dele envolvendo toda a curva dos peitos, os dedos afundando na carne macia.

— Caralho, olha o tamanho disso — ele murmurou perto da orelha dela, apertando com mais intensidade, moldando os seios. — Não cabe na minha mão. Olha só.

Ele apertou de novo, mais forte, e os dedos pressionaram os mamilos, que já estavam completamente duros.

Luíza mordeu o lábio.

Para. Para. Isso é nojento. Isso é errado.

Mas sentiu uma onda de calor subir pelo corpo. Uma resposta física que ela não controlava. O nojo ainda estava lá, forte, mas misturado a algo que a assustava. Uma pontada de tesão, lá no fundo, que ela tentou empurrar para longe.

Não. Não aqui. Não com eles.

O alto se aproximou pela frente, os olhos fixos nas mãos do amigo que ainda amassavam os peitos dela.

— Deixa eu ver também.

O moreno afastou as mãos, mas não antes de dar mais um aperto, deliberadamente lento. O alto então colocou as duas mãos nos seios de Luíza, mas, ao invés de apenas apertar, começou a massageá-los, os polegares circulando os mamilos, provocando.

— Nossa, que delícia — ele disse, quase para si mesmo. — Tão macios e tão grandes... Você sabia que tinha isso tudo, gostosa?

Luíza desviou o olhar, o rosto queimando de vergonha e raiva.

Sabia sim. Sabia muito bem. E era exatamente por isso que estava ali.

Mas o corpo traía. Os mamilos estavam completamente eretos, e ela sentia o calor das mãos dele como se fossem brasas. A buceta pulsava, levemente, uma umidade começando a se formar. Ela negou. Reprimiu. Foco no ódio.

O baixo, que até então só observava, não aguentou. Aproximou-se e passou as mãos por baixo dos seios, erguendo-os, sentindo o peso.

— Pesa, hein? — comentou, com admiração genuína. — São enormes mesmo.

Os três agora a tocavam ao mesmo tempo. O moreno voltou a apertar um seio por trás, enquanto o alto ainda massageava o outro e o baixo passava as mãos na lateral, nos contornos, nos bicos. Luíza sentia as mãos deles por todos os lados, quentes, ávidas, jovens, apertando, puxando, beliscando de leve os mamilos.

Mãos demais. Estímulo demais.

— Olha como eles ficam duros quando a gente aperta — observou o alto, beliscando um mamilo entre os dedos.

Um suspiro escapou entre os dentes dela. Involuntário. Baixo, mas audível.

Os três pararam por um segundo, surpresos. Depois, sorrisos maliciosos se espalharam pelos rostos.

Droga. Droga. Droga.

— Gostou, foi? — provocou o moreno, apertando os seios com mais força por trás, puxando-a contra ele.

Luíza sentiu as costas encostarem no peito dele, o calor do corpo dele, a respiração quente no seu pescoço. Seu corpo respondeu antes da mente: um arrepio, os pelos eriçados, um aperto lá embaixo.

— Para — ela conseguiu dizer, a voz saindo falha. — Já chega.

Para porque se não parar, eu vou... Não. Não vou nada. Isso é nojento.

— Ah, chega nada — o alto riu, agora apertando os dois seios com as mãos, juntando-os, amassando-os. — A gente ainda nem viu o resto. Mas já que você gostou tanto assim...

Ele apertou de novo, com mais intensidade, os dedos afundando completamente na carne macia. O moreno, por trás, passava as mãos pela barriga dela, subindo e descendo, provocando. O baixo apenas observava, hipnotizado pelo movimento das mãos dos amigos nos peitos enormes.

Luíza fechou os olhos por um instante.

O que há de errado comigo?

Sentiu o calor, as mãos, os apertos. O nojo ainda estava lá, forte, verdadeiro. Mas misturado a ele, uma corrente elétrica subia da sua barriga, uma umidade crescente entre suas pernas, uma vontade absurda de se entregar àquela sensação proibida.

Não. Eles são uns merdas. Estão me chantageando. Isso é errado.

Mas o corpo não ouvia. Os mamilos doíam de tão duros, e cada aperto mandava ondas direto para o sexo. Ela queria que parasse. Ela queria que continuasse. As duas coisas ao mesmo tempo, num conflito que a consumia por dentro.

Quando abriu os olhos, viu o alto amassando seus seios com avidez, como se não pudesse acreditar no que tinha nas mãos. O rosto dele, tão jovem, tão besta, tão perdido na excitação.

Eles não fazem ideia. Não fazem ideia do que estão provocando em mim.

— Agora, chega — repetiu ela, a voz finalmente saindo mais firme. Empurrou as mãos dele. — Já viram. Acabou.

Os três piscaram, como se acordassem de um transe. O alto tirou as mãos, relutantemente. O moreno deu um passo para trás. O baixo apenas engoliu em seco.

— Pode... pode vestir — gaguejou o moreno. Toda a arrogância inicial tinha desaparecido, substituída por um constrangimento quase infantil.

Luíza vestiu o sutiã e a camiseta com movimentos rápidos, mas sem pressa. Reassumindo o controle. Abotoou a calça, passou a mão nos cabelos e encarou os três. Agora amansados, cabisbaixos, mas com os olhos ainda brilhando de excitação mal contida.

Se eles soubessem... Se eles soubessem que por um segundo ela...

— Esqueçam o que viram. E se algum de vocês pensar em abrir a boca sobre hoje... — Ela não terminou a frase. O olhar disse tudo.

Saiu do vestiário sem olhar para trás.

Pedro estava onde ela deixou, branco igual cera. Quando a viu, correu.

— Lu! Tá bem? O que eles...

— Nada. — Ela cortou. — Vamos embora. Agora.

Pegou a moto, capacete, ligou. Pedro subiu atrás, quieto. Durante todo o caminho de volta, ela não falou nada.

Mas dentro de si, o conflito continuava. A imagem das mãos deles nos seus seios. O calor. A umidade que ainda não tinha secado completamente. A vergonha. E o segredo que ela guardaria para sempre: que naquela noite, no meio da humilhação, seu corpo traiu sua mente. E uma parte dela, a parte mais obscura que nunca mostrara a ninguém, sentiu algo que não devia.

Eles a chantagearam, a humilharam, a tocaram.

Mas o que eles realmente fizeram foi acordar uma coisa nela que ela passara a vida inteira tentando enterrar.

E isso, esperava que ninguém nunca saberia.

NOTA DO AUTOR:

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