Escrava de Guerra
1972. Angola.
A minha companhia estava destacada no interior havia já muitos meses. O mato parecia infinito e o calor colava-se à pele como uma segunda pele. Os dias eram passados em patrulhas, emboscadas e escaramuças. As noites, no quartel improvisado, eram silenciosas e pesadas.
Só havia homens, e isso começava a pesar na cabeça de todos. Já fazia mais de um mês que nenhum de nós tocava numa mulher. A tensão acumulava-se.
Naquela semana a situação tinha piorado. O inimigo misturava-se com a população local e muitas vezes não sabíamos de onde vinham os tiros. Já tínhamos perdido alguns homens nas últimas semanas.
Numa sexta-feira recebemos informação: um dos líderes do inimigo estava escondido numa pequena cabana de uma família numa aldeia próxima.
Decidi agir nessa mesma noite.
O plano era simples. Dois homens fariam fogo pela parte de trás da casa. Se ele fugisse pela frente, eu estaria escondido entre as árvores para o apanhar.
Pouco depois da meia-noite avançámos.
A emboscada começou como previsto, mas rapidamente se transformou num confronto direto. Em vez de fugir, houve resposta da casa. A noite encheu-se de disparos.
De repente a porta abriu-se e várias pessoas saíram a correr.
Entre elas vinha uma rapariga.
Eu estava camuflado no mato e vi-a aproximar-se sem reparar em mim. Corria descalça, iluminada apenas pelo luar.
Era jovem, pequena e magra, talvez 1,60 m e pouco mais de 45 quilos. Vestia apenas uns shorts curtos e estava com os peitos descoberto. Tinha uma maminhas médias, com uns mamilos bem salientes. O corpo movia-se leve enquanto corria, assustada, e as mamas mantinham-se firmes. Ela tinha um ar sexy e ao mesmo tempo selvagem. Uma pretinha do mato
Quando passou por mim saltei.
Agarrei-a pelo braço e puxei-a contra mim. Ela tentou gritar, mas tapei-lhe imediatamente a boca. Caímos os dois no chão.
Nesse momento os tiros cessaram.
Ouvi os meus homens ao longe.
— Conseguimos. O alvo caiu.
Levantei a cabeça e gritei:
— Contagem!
Um por um responderam. Estavam todos vivos.
Respirei fundo.
— Voltem para o quartel. Silva, assumes o comando. Eu já vos apanho.
Esperei até deixar de ouvir passos.
Debaixo de mim a rapariga tremia. Os olhos estavam arregalados de medo.
— Vou tirar a mão da tua boca — disse-lhe baixo. — Se gritares, morres. Percebeste?
Ela piscou os olhos rapidamente.
Soltei-a devagar.
— Por favor… não me mate — sussurrou. Notava-se que estava em pânico.
— Se te portares bem, não te mato.
Puxei-lhe os braços para trás das costas e amarrei-os com uma corda.
Quando a levantei pude observá-la melhor. O corpo era pequeno e leve. Os mamilos estavam duros, talvez do frio ou da adrenalina.
Revistai-a.
— Tens alguma coisa escondida?
— Não senhor… eu estava a dormir quando começaram os tiros… fugi assim.
Mesmo assim passei as mãos pelo corpo dela para confirmar. Não tinha arma nenhuma.
Mas o contacto com aquele corpo jovem começou a fazer efeito. O meu pau já endurecia dentro das calças.
— Por favor… solte-me… deixe-me voltar para casa…
— Não. Tu já me viste. Além disso preciso de saber algumas coisas sobre esta vila. Vais comigo para o quartel para serem interrogada. Se colaborares, talvez te deixe ir.
Ela começou a chorar baixinho, e notava-se o ar assustada.
Peguei noutra ponta da corda e amarrei-a ao nó dos braços dela.
— Anda. A partir de agora és minha prisioneira.
Começámos a caminhar pelo mato. Ela ia à minha frente, como um animal preso por uma trela.
Os shorts que usava eram velhos e largos. A cada poucos metros começavam a cair e ela tentava segurá-los com dificuldade por causa das mãos presas atrás das costas.
De repente caíram mesmo.
Ela tentou apanhá-los curvando-se, mas não conseguiu.
Admirei um rabinho bem redondinho a curvar-se e tive uma primeira visão da bucetinha dela. Não deu para ver com detalhe mas percebi logo que era pequena e quase sem pelos.
Dei-lhe uma palmada no rabo.
— Não faças jogos comigo.
— Eu não consigo segurá-los…
Naquela altura a excitação já me dominava.
Agarrei nos shorts e rasguei-os de vez.
— Então ficamos sem eles. Na verdade não precisas deles porque uma escrava não tem roupa, deve ficar assim nua para poder ser usada.
Mandei-a ajoelhar.
Tirei o pau e ordenei:
— Querias parar, então agora para e chupa.
Ela hesitou, sem saber o que fazer. Dei-lhe um estalo.
— Chupa.
Forcei-a a obedecer. No início apenas a cabeça do meu pau entrou na boca dela, mas fui empurrando aos poucos. Segurei-lhe a cabeça e comecei a mover-me até conseguir meter tudo.
Há semanas que não tinha uma sensação daquelas. O corpo respondeu imediatamente, o meu pau palpitava enquanto fodia aquela boca.
Quando senti que estava prestes a vir-me, parei.
Olhei à volta e vi um tronco de árvore cortada. Puxei-a até lá e deitei-a de barriga para baixo sobre o tronco.
Passei a mão entre as pernas dela. Tinha uma buceta pequena e apertada.
Encostei o pau à entrada e fui entrando devagar. Ela gemeu de dor e pediu para parar, mas continuei até estar totalmente dentro.
Durante alguns minutos movi-me ali, no silêncio do mato. Ela chorava baixinho no início, depois apenas respirava ofegante com alguns ais pelo meio entanto implorava para que eu parasse.
Mas eu já não aguentava muito mais.
Parei antes de me vir, puxei-a e mandei-a ajoelhar novamente.
— Chupa outra vez.
Desta vez mal comecei e já estava a explodir. Segurei-lhe a cabeça enquanto me vinha na boca dela, libertando o que tinha acumulado durante tantos dias.
Quando acabei, afastei-me.
— Limpa.
Ela hesitou, virou a cara. Levou outro estalo e voltou a obedecer até terminar.
Depois puxei-a para cima.
Olhei-a com frieza.
— A partir de hoje és minha escrava.
Ela ficou imóvel.
— Esquece a vida que tinhas. Agora fazes o que eu mandar. Podes obedecer… ou podes sofrer as consequências.
Peguei novamente na corda.
Ao longe já se viam as luzes fracas do quartel entre as árvores.
— Levanta-te.
Ela levantou-se lentamente ainda meia atordoada e começou a caminhar
— Vamos. Ainda temos muito que fazer.
E começámos a caminhar na direção do quartel.
Se querem saber o que aconteceu quando cheguei ao quartel digam-me em diofer66@gmail.com