Chupei e fodi o cuzinho guloso da minha namorada

Um conto erótico de TheBoyfriend
Categoria: Heterossexual
Contém 916 palavras
Data: 16/03/2026 00:03:03

Quando abri a porta de casa, parei no mesmo instante diante da visão em minha frente. Deitada no sofá, minha esposa mexia no celular enquanto balançava os pés suspensos no ar. Ela estava só de calcinha e sutiã, revelando aquela bunda que tanto me enlouquecia. Meus olhos fixaram nela, vidrados.

Era uma bunda de foder o juízo. Grande, redonda, pesada, do tipo que balança e treme quando anda, mas fica firme pra caralho quando você agarra. A calcinha preta de renda já tinha se rendido, enfiada até o talo, sumida entre as duas nádegas carnudas.

Ela finalmente virou a cabeça pra me olhar, parado ali em frente a porta babando por ela.

— Vai ficar aí só olhando? — ela perguntou com um sorriso malicioso.

Fui até o sofá em passos largos e me ajoelhei atrás dela sem hesitar. Primeiro passei as mãos pelas coxas, subindo devagar até abrir mais as nádegas. Ela gemeu baixo quando o ar frio bateu na pele quente. O cheirinho dela era forte ali, um misto de suor, creme hidratante e o cheiro natural, íntimo, que me deixava louco. Encostei o nariz bem perto e inspirei fundo, sendo dominado pelo aroma e senti ela tremer um pouco.

Comecei a distribuir beijos leves nas nádegas, dando umas mordidinhas de leve, lambendo a pele macia das curvas. Desci devagar, traçando a linha entre as nádegas com a língua, sem tocar ainda o centro. Ela empinou mais, impaciente.

— Por favor… não enrola…— ela pediu, com a voz trêmula de tesão.

Eu sorri contra a pele dela, puxei a calcinha pro lado e finalmente encostei a ponta da língua no cuzinho. Só encostei, sem pressionar, sentindo o gosto salgado, quente, ligeiramente amargo. Ela soltou um “ahhh” longo, quase choroso. Fiz alguns círculos lentos, bem leves, só molhando a pele enrugadinha. Ela começou a rebolar de leve, querendo mais. Aumentei a pressão aos poucos, lambendo de baixo pra cima, depois de cima pra baixo. Ela gemia baixinho abafando o som no travesseiro. Quando senti que estava mais relaxada, enfiei a ponta da língua pra dentro, só a pontinha. O anelzinho apertou na hora, depois cedeu. Ela empurrou o quadril pra trás, querendo mais.

Comecei a entrar e sair devagar com a língua, fodendo o cuzinho dela com movimentos ritmados. Ela começou a gemer mais alto, as mãos agarrando as almofadas acima dela. Eu segurava as nádegas abertas com as duas mãos, abrindo mais, pra ter acesso total. Lambia em volta, depois enfiava de novo, girando a língua na portinha. O cuzinho dela pulsava, se contraindo e relaxando no meu ritmo.

Ela gozou assim, com a minha língua fazendo pressão pra entrar bem fundo, girando, enquanto eu apertava o clitóris dela com os dedos. O corpo dela convulsionou, o cuzinho apertou forte na minha língua, e ela mordeu o travesseiro pra não gritar.

Eu mantive a língua ali mais alguns segundos, sentindo os últimos espasmos do cuzinho se fechando devagar em volta da ponta. Levantei o rosto e subi beijando as costas dela enquanto abria a calça com uma mão só pra liberar o meu pau, que já estava doendo de tão duro.

Ela virou a cabeça de lado, o cabelo grudado na testa suada, e eu passei a língua de leve nos lábios dela, que entreabriu a boca na hora, soltando um suspiro curto. Deixei que ela enfiasse a língua na minha boca e a chupei devagar enquanto segurava a base do pau pra esfregar a cabeça na entrada melada da buceta dela, só pra provocar. Ela rebolou, meio impaciente, tentando engolir mais. Mas eu subi um pouco mais, alinhando na portinha ainda quente e relaxada do cuzinho, que piscava como se estivesse me chamando.

— Aqui? — perguntei interrompendo o beijo, só pra ouvir ela implorar.

— Aí… por favor…

Empurrei só a cabeça, sentindo o anel apertar forte e depois ceder, engolindo centímetro por centímetro. O calor era insano, o aperto perfeito. O gemido que ela deu quase me fez enfiar tudo de uma vez, pra ouvir aquilo de novo, mas continuei entrando devagar, sendo engolido por um calor que não tem igual, cada pulsação dela em volta de mim me fazendo pulsar de volta dentro dela.

Quando meu pau estava todo dentro, fiquei parado por um instante, saboreando a sensação de estar num cuzinho guloso como aquele. Quando as mãos dela puxaram a minha coxa, implorando por movimento, comecei a sair e entrar bem devagar, sentindo o cuzinho se abrir mais a cada estocada e delirando com os gemidos dela a cada vez mais altos. Aumentei o ritmo aos poucos, me segurando pra não gozar a cada balançada que a bunda dela dava, a cada travada que o cuzinho dava no meu pau.

Ela pediu pra que eu fosse mais forte, eu segurei as duas nádegas abertas, olhando meu pau desaparecer inteiro naquele buraco apertado e guloso. Enfiei mais fundo, mais rápido enquanto ela gemia sem controle agora. Senti o aperto dela ficar insano de novo, o cuzinho se contraindo forte, me ordenhando, cada estocada fazendo a minha pele formigar.

— Vou gozar… — eu gemi.

— Goza pra mim, meu bem.

Meti até o talo e gozei forte, pulsando bem no fundo, enchendo ela enquanto o corpo dela convulsionava mais uma vez. Fiquei ali, enterrado, sentindo nós dois ofegantes, suados, tremendo. Depois de alguns segundos, saí devagar, vendo o cuzinho dela aberto, vermelho, com meu gozo começando a escorrer devagar. Ela virou de lado, me puxou pra deitar atrás dela.

— Bem-vindo em casa, amor — ela murmurou com um sorriso satisfeito.

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Um belo conto, sou fotógrafo e m coroa na casa dos 60 anos, adoraria conversar com você, amo trocar fotos e vídeos, caso interessar é só me retornar neste email: euamoavida2020@gmail.com

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