A Travesti de Salto Alto Que Me Fez Engolir Tudo

Um conto erótico de João Submisso
Categoria: Trans
Contém 877 palavras
Data: 15/03/2026 20:57:24

Eu já estava completamente viciado. Depois de todas as trans que me destruíram nos últimos meses, eu jurava que ia dar um tempo. Mas bastou ver o perfil dela no Travesti Com Local que meu cu começou a piscar sozinho.

Luiza Nascimento. 1,83 m de pura gostosura dominadora. Corpo branquinho, silicone nos peitos, cabelo preto longo e liso, pés perfeitos e uma cara de quem sabe exatamente o que faz com macho safado. A descrição era clara: “Namoradinha safada que adora dominar e adestrar machinhos”. Os comentários eram todos iguais: “melhor de Belo Horizonte”, “me destruiu”, “não consigo mais gozar com mulher”.

Marquei com ela mesmo assim. Quando chegou no WhatsApp, eu tentei bancar o que tinha controle:

“Quero ir aí, mas só oral e talvez um pouquinho no final, tá? Não tô afim de levar no pelo hoje.”

Ela respondeu em menos de um minuto:

“Pode deixar, amorzinho. Vem mansinho. Motel X, quarto Polo, 21h. Traz camisinhas grandes e bastante lubrificante.”

Cheguei nervoso pra caralho. Ela abriu a porta com um robe preto curto, salto 13 cm, unhas vermelhas enormes e um sorriso que já me fez arrepiar. Era ainda mais alta pessoalmente. Parecia uma deusa.

— Entra, meu cachorrinho...

Mal fechei a porta e ela já me empurrou contra a parede com força, colando o corpo inteiro nas minhas costas. Senti aquele pau grande e quente já semi-duro roçando na minha bunda por cima da calça.

— Luiza... eu falei que hoje eu não queria no pelo... — murmurei, já com a voz fraca.

Ela riu baixinho no meu ouvido, quase com deboche.

— Shhh... Eu sei o que você falou, amor. Mas eu decido o que você quer hoje.

Em menos de dois minutos ela já tinha me deixado pelado, de joelhos no chão frio do motel. Ela abriu o robe devagar. Aquele pau grosso, veioso, com uma cabeça enorme rosada balançava na minha cara. Devia ter uns 22 cm e era bem mais grosso que o meu.

— Chupa. Só a cabeça primeiro.

Eu comecei a lamber. Ela segurou meu cabelo com as duas mãos e forçou só a glande pra dentro da minha boca. Aquela cabeça grossa esticou meus lábios ao máximo.

— Isso... só a cabecinha mesmo, como você merece. Olha no espelho enquanto mama.

Eu olhei. A cena era humilhante. Eu de joelhos, completamente nu, enquanto aquela travesti alta e linda enfiava só a cabeça do pau na minha boca, devagar, como se estivesse me treinando.

Depois de uns minutos babando inteiro, ela me puxou pelo cabelo e me jogou de bruços na cama. Eu tentei resistir um pouco:

— Luiza, por favor... hoje eu não quero levar no cu... eu não tô preparado...

Ela nem respondeu com palavras. Apenas riu, abriu minhas pernas com os joelhos dela e despejou lubrificante gelado direto na minha entrada. Senti a cabeça grossa encostando.

— Não... Luiza, espera... eu não quero hoje, de verdade...

— Cala a boca, vadia.

E então ela deu o golpe.

Sem aviso, segurou minha cintura com força bruta e empurrou. A cabeça enorme entrou inteira de uma só vez, abrindo meu cu sem piedade. Eu gritei alto, tentando engatinhar pra frente, mas ela me puxou de volta pelo quadril e meteu mais uns 10 centímetros de uma vez.

— Aaaahhh porraaa! Não, não, tá muito grosso!

— Você disse que não queria, né? Pois agora vai tomar tudinho mesmo.

Ela começou a meter cada vez mais fundo, implacável. O barulho molhado do lubrificante ecoava no quarto. Ela me puxava pelo cabelo, me obrigando a olhar no espelho enquanto me arrombava.

— Olha pra você... Olha que cara de puta que você faz enquanto fala que não queria. Mentiroso do caralho.

Ela me virou de lado, colocou minha perna por cima do ombro dela e começou a socar mais forte, quase até o talo. Meu pau babava sem parar, mesmo eu implorando pra ela parar.

Depois de me foder por quase 25 minutos em várias posições, me deixando completamente destruído e gemendo feito uma cadela, ela tirou o pau do meu cu, subiu no meu peito e agarrou meu cabelo com as duas mãos.

— Agora você vai engolir até o fundo, sua putinha mentirosa.

Enfiou o pau todo na minha garganta de uma vez. Eu engasguei, lacrimejei, mas ela não tirou. Segurou minha cabeça firme contra a barriga dela e começou a foder minha boca com força.

— Isso... engole a pica inteira. Quero sentir minha cabeça batendo no fundo da sua goela.

Ela metia sem parar, babando, rindo do meu desespero. Quando sentiu que ia gozar, segurou minha cabeça com mais força ainda e empurrou até o último centímetro.

— Toma, vadia! Engole tudo!

Senti os jatos grossos e quentes explodindo direto na minha garganta. Ela gozou por quase 15 segundos, gemendo alto, enquanto meu nariz estava enterrado na barriga dela. Eu não conseguia respirar, só engolia e engasgava ao mesmo tempo.

Quando finalmente tirou, eu tossi desesperado, baba e porra escorrendo pelo queixo. Ela deu dois tapinhas no meu rosto e sorriu satisfeita:

— Boa menina. Da próxima vez que você falar que “não quer no pelo”, eu vou te arrombar ainda mais forte, entendeu?

Eu só consegui balançar a cabeça, destruído, com o cu latejando e o gosto dela ainda dominando minha boca.

Luiza Nascimento havia me quebrado de vez.

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