Minha Mãe Professora se Tornou uma Puta Parte 11 - Uma Terça - Feira Atípica (

Um conto erótico de ThomasCelt
Categoria: Heterossexual
Contém 4700 palavras
Data: 15/03/2026 20:52:20
Assuntos: Heterossexual

A terça-feira chegou com uma luz cinza filtrada pelas persianas, o tipo de manhã que parece hesitar em ser dia. O despertador tocou às cinco e vinte, mas eu já estava acordado há uns bons minutos, olhos fixos no teto, corpo pesado de uma noite mal dormida. A imagem dela no quarto não saía da cabeça: as pernas abertas, a calcinha de lado, os quatro dedos enfiados fundo na buceta molhada, brilhando de lubrificação, abrindo-a toda a cada estocada, o som molhado ecoando no quarto. Eu gozei olhando aquilo, e depois fiquei ali no escuro, odiando cada segundo de prazer que senti.

Levantei devagar, passei a mão no rosto e fui pra cozinha. Coloquei água pra ferver, peguei o pó de café, abri a janela pra deixar o ar fresco entrar. A rotina era a mesma, mas nada parecia igual. Enquanto a cafeteira chiava, fiquei encostado na bancada, olhando pro corredor escuro onde a porta do quarto dela ainda estava fechada. O cheiro de sexo dela tinha sumido do ar, mas eu ainda sentia no nariz, como se tivesse grudado em mim.

Ouvi a porta abrindo. Passos leves no piso. Ela apareceu na cozinha ainda meio sonolenta, mas já vestida pra sair , e puta que pariu, vestida como se quisesse ser notada.

Para quem não lembra, minha mãe é loira com raízes por fazer, cor de mel claro que pegava luz fácil. Hoje usava uma blusa branca de tecido leve, quase transparente sob a luz da cozinha, sem sutiã por baixo dava pra ver os bicos dos seios marcando o tecido fino, endurecidos pelo frio da manhã. A calça era uma jens preta colada como segunda pele, esticada ao limite nas coxas grossas e na bunda. E a bunda dela… caralho, era enorme. Redonda, empinada, do tipo que balançava a cada passo, mesmo quando ela tentava andar devagar. A legging marcava cada curva, cada dobra, o tecido enfiado no rego como se quisesse desaparecer ali. Quando ela se virou pra pegar a xícara no armário alto, a bunda subiu, se projetou pra trás, e eu senti o pau acordar na hora, pressionando a calça de moletom do colégio.

— Bom dia, filho — disse ela, voz rouca de sono, sorrindo de lado enquanto se esticava.

— Bom dia.

Ela pegou a xícara, virou de costas pra mim de novo pra servir o café. A bunda enorme ali, quase na minha cara, balançando de leve enquanto ela mexia o açúcar. Eu fiquei olhando, sem disfarçar, sentindo o calor subir pelo peito. Lembrei da noite anterior: a buceta dela aberta, molhada, os dedos entrando e saindo, o clitóris inchado pulsando. E agora ela ali, vestida daquele jeito , casual comum , mas mesmo assim exalando sexualidade , como se soubesse o efeito que causava. Ou talvez nem soubesse. Uma anisedade passou no meu peito ao lembrar que os dois primeiros horários era ela que dava aula na minha sala.

Ela sentou na cadeira de frente pra mim, pernas cruzadas, a calça jeans esticando ainda mais na virilha. A blusa fina marcava os seios, os mamilos visíveis como botões duros. Tomou um gole do café, olhou pro celular, depois pra mim.

— Dormiu bem? — perguntou, com aquele sorriso leve que ela usava quando estava de bom humor.

— Mais ou menos — respondi, voz baixa. — E você?

Ela deu de ombros, mordendo o lábio inferior de leve , o mesmo jeito que eu vi na noite passada, quando gozava.

— Bem. Sonhei coisas boas.

Eu engoli em seco. Coisas boas.

Ela terminou o café rápido, levantou, a bunda balançando de novo quando se inclinou pra lavar a xícara. Depois pegou a bolsa, passou por mim, deu um beijo na minha testa, mas com o corpo tão perto que senti o calor dela, o perfume misturado com o cheiro natural da pele

— Vamos? A aula começa às oito. Não quero chegar atrasada.

Eu assenti, levantei, segui ela até a porta. Caminhamos lado a lado pela rua, ela na frente, bunda enorme rebolando na jens preta, cabelo loiro balançando. Eu seguia atrás, mochila no ombro, olhos fixos nela sem conseguir desviar , sentindo um mix de ciúme e tesão embolados de novo.

Chegamos no ponto bem na hora que o ônibus encostava. Como sempre era daqueles horários de pico: lotado desde a primeira parada, gente espremida contra as portas, mochilas batendo nas costas, cheiro de suor misturado com perfume barato e café frio. Minha mãe passou o cartão primeiro, subiu os degraus apertados, eu logo atrás. O motorista gritou “passa pra frente, por favor!”, mas ninguém se mexeu de verdade. Era impossível.

Ela conseguiu se segurar num balaústre alto, corpo virado de lado, bunda projetada pra trás por causa da multidão. Eu fiquei colado nela, sem escolha. O ônibus acelerou, freou num buraco, e meu corpo foi empurrado contra o dela.

Senti a bunda enorme dela pressionada contra meu pau. Macia, quente, firme. A Jens dela era tão justa que não escondia nada: dava pra sentir cada curva, o rego marcado, o calor que subia dali. Meu pau, que já estava meio duro desde a cozinha, endureceu na hora, latejando contra o tecido da calça e contra ela. Tentei me afastar um pouco, mas o ônibus lotado não deixava. Cada solavanco me jogava mais pra frente, encoxando sem escapatória. Ela não se mexeu pra criar espaço. Só respirou fundo, como se tentasse ignorar.

O ônibus freou de novo. Meu quadril se chocou mais forte contra a bunda dela. Senti o rego se encaixar perfeitamente na minha ereção, como se o corpo dela tivesse sido feito pra aquilo.Eu não recuei. Não consegui. Meu pau pulsava contra ela a cada balanço do ônibus, roçando devagar, sem querer, mas sem parar. Senti o calor dela aumentar, como se o corpo respondesse mesmo sem querer. A bunda enorme se mexeu sutilmente , talvez pra se ajeitar, talvez não. Mas o movimento só apertou mais, só encaixou melhor.

O trajeto parecia eterno. Cada parada, cada freada, era uma nova onda de contato. Eu respirava pesado pelo nariz. Ela segurava o balaústre com mais força, unhas brancas nos nós dos dedos. O cabelo loiro caía no rosto, escondendo parcialmente a expressão.

Quando o ônibus finalmente chegou no nosso ponto, as portas abriram com um chiado. A multidão começou a descer, empurrando a gente pra fora. Saímos juntos, quase caindo na calçada. Ela parou um segundo, ajeitou a bolsa no ombro, respirou fundo. Olhou pra mim de novo , dessa vez sem desviar rápido.

— Vamos — disse ela, voz baixa, rouca.

Minha mãe desceu primeiro, eu logo atrás, ainda sentindo o calor do contato involuntário na virilha, o pau duro pressionando a calça. O ar fresco da rua bateu no rosto como um tapa, mas não apagou o fogo que tinha acendido lá dentro. Olhei rapidamente para os lados para ninguém perceber arrumei meu pau no molentom que usava, foi quando ouvi a porta traseira do ônibus abrindo de novo.

Caio saiu pela última saída, mochila pendurada num ombro só, gingando como sempre. Ele viu a gente na hora. O sorriso torto se abriu devagar.

— E aí, Prof Paula? — chamou ele, voz alta o suficiente pra cortar o barulho da rua. — Sobreviveu ao aperto?

— Sobrevivi. E você?

— Eu? Tava tranquilo. Mas vi que o filhinho aqui tava bem coladinho. — Ele olhou pra mim de lado, piscou. — Cuidando da mamãe, né? Bom menino.

Eu apertei os dentes, mas não respondi. Minha mãe deu um tapinha leve no braço dele, rindo nervoso.

— Para com isso, Caio. Vamos logo, senão atrasamos.

Ele ergueu as mãos, fingindo inocência.

— Tá bom, tá bom. Só tô brincando. — Mas o tom era tudo menos inocente.

Ele se posicionou do lado dela, do outro lado de mim, e os três começaram a andar em direção à entrada principal da escola. Minha mãe no meio, Caio falando baixo no ouvido dela, contando alguma história idiota que a fazia rir de novo. Eu um pouco mais atrás, vendo a bunda dela balançar entre os dois, sentindo o ciúme subir como bile misturada com tesão.

Chegamos na entrada do prédio. A porta de vidro estava aberta, o saguão já com movimento de alunos. E lá estava Allan, encostado na parede como todo dia, latinha de refrigerante na mão, cara de quem esperava o momento mais importante da semana. Quando nos viu vindo , minha mãe no meio, eu e Caio dos lados, ele endireitou o corpo na hora, abriu um sorriso largo, empolgado demais.

— Aí sim! A musa chegou! — gritou ele, abrindo os braços como se fosse abraçar o mundo inteiro. — Hoje é o dia, né? Aula com a prof Paula! Tô ansioso pra caralho, Paula. Vai ser o melhor dia da semana.

Minha mãe riu, dessa vez mais solta, parou na frente dele.

— Calma aí, Allan. É só mais uma aula.

Mas Allan não se continha. Avançou, envolveu ela num abraço apertado, demorado, mão descendo pelas costas até quase a cintura, rosto enterrado no cabelo loiro dela por um segundo a mais do que o normal.

— Tá linda hoje, hein? — Ele sussurrou algo no ouvido dela que eu não ouvi, mas vi ela corar e dar um tapinha no peito dele, rindo.

— Para com isso, seu bobo.

Allan se soltou devagar, ainda sorrindo como idiota, olhos brilhando de expectativa.

— Hoje eu sento na frente. Quero prestar atenção em tudo que você falar.

Caio, que tinha parado uns passos atrás, deu uma risadinha rouca.

— Presta atenção mesmo, Allan. Ela explica bem… de vários jeitos.

Allan virou pra ele, cara fechando um pouco, mas ainda empolgado demais pra brigar.

— Vai se foder, Caio. Hoje é dia dela dar aula pra mim também. Respeita.

Caio deu de ombros, e foi entrando prédio adentro.

Minha mãe balançou a cabeça, sorrindo, e olhou pra mim.

— Vamos, filho? A aula começa em dez minutos.

Allan ficou olhando ela ir embora, ainda com o sorriso bobo no rosto, murmurando algo como “hoje vai ser foda”.

Eu segui atrás dela, sentindo tudo misturado: o alívio de que o ônibus tinha sido só nosso (mesmo que encoxado), o ódio do Caio aparecendo do nada, o ciúme de Allan babando como sempre, e o tesão que não ia embora, vendo ela andar na frente, bunda enorme rebolando na jens, feliz, leve, como se o mundo fosse perfeito.

A aula ia começar. E eu ia sentar lá, olhando pra ela o tempo inteiro, sabendo coisas que ninguém mais sabia. Sabendo como ela ficava molhada. Sabendo como ela gemia . E odiando cada segundo de desejo que aquilo me causava.

A minha sala de aula ficava no segundo andar, sala 108, uma das maiores do prédio, com carteiras em fileiras crescentes e uma parede inteira de janelas que deixava a luz natural entrar forte pela manhã.

Chegamos cedo o suficiente pra eu escolher a terceira fileira, do lado esquerdo, meu lugar de sempre. Allan sentou na primeira fileira, bem no centro, como prometido, mochila jogada no chão, caderno aberto, cara de aluno dedicado que ninguém acreditava.Diogo, o amigo mais quieto, o que sempre ficava do lado dele dando apoio silencioso nos abraços e nas brincadeiras, havia faltado. Os outros alunos foram chegando aos poucos: uns dez, doze no máximo, a turma pequena de sempre, para um sala enorme. Minha mãe foi pra frente, ligou o projetor, ajustou o laptop na mesa do professor. A jens preta esticava ainda mais quando ela se inclinava pra conectar o cabo, bunda enorme projetada pra trás, redonda e firme, balançando de leve com cada movimento. Eu via tudo dali. Todo mundo via.

Allan como semre usando uma jaqueta de couro. Cabelo loiro penteado pra trás com gel que brilhava sob a luz fluorescente, sorriso fácil que escondia uma safadeza constante. Ele se mexia na cadeira como se não conseguisse ficar parado: pernas abertas, cotovelos na carteira, caneta girando entre os dedos.

Mas que pude notar era que toda vez que minha mãe virava de costas pra escrever no quadro, ele deslizava a mão direita por baixo da carteira, ajustava a calça jeans na virilha, apertava de leve, como se precisasse realinhar a ereção que crescia. Não era só coçar ou ajeitar: era um aperto lento, quase uma punheta disfarçada de ajuste, polegar pressionando a cabeça do pau por cima do tecido, olhos grudados na bunda dela.

Minha mãe andava de um lado pro outro explicando reações de adição em alcenos. Blusa branca fina,mas agora com um casaco fechado florido, mas mesmo assim dava para ver seus mamilos marcando o tecido toda vez que ela gesticulava. Bunda enorme balançando a cada passo, coxas grossas se contraindo na jens. Voz calma, profissional:

— …e aqui, o bromo se adiciona ao carbono menos substituído, seguindo a regra de Markovnikov. Entenderam?

Allan ergueu a mão na hora, ansioso.

— Entendi sim, Prof Paula. Mas tipo… e se o alceno for simétrico? Aí não tem diferença, né?

Ela sorriu pra ele, inclinou o corpo pra frente pra explicar melhor, seios quase tocando a carteira dele.

— Exato. Nesse caso, o produto é único. Boa observação, Allan.

Ele inchou o peito, mão voltando pra baixo da carteira. Apertou mais forte dessa vez, visivelmente ajustando o pau que já marcava na calça jeans. Eu via dali: o volume crescendo, a mão dele subindo e descendo devagar, disfarçando com movimentos de quem coça a coxa. Ele olhava fixo pra bunda dela enquanto ela virava de novo pro quadro, escrevendo a equação. Dedos traçando o contorno da ereção por cima do zíper, polegar circulando a cabeça, respiração acelerada mas controlada.

Eu sentia o mesmo. Pau duro desde o ônibus, latejando na calça só de olhar pra ela. Lembrava da noite anterior: buceta aberta, molhada, quatro dedos quase a mão inteira entrando fundo, lábios se esticando, mel escorrendo pelo pulso, gemendo . E agora ela ali, professora perfeita, loira, bunda desproporcional rebolando na jens, explicando química como se não tivesse gozado forte ontem.

O sinal do intervalo tocou, estridente e libertador, cortando a explicação de minha mãe sobre reações de substituição eletrofílica. A turma se levantou em massa, cadeiras arrastando, mochilas sendo jogadas nas costas, conversas explodindo no corredor. Minha mãe começou a apagar o quadro devagar, de costas pra gente, bunda enorme projetada na jens preta, balançando sutilmente enquanto esticava o braço pra cima. Allan ficou na carteira por mais uns segundos, olhos grudados nela, mão ainda sob a mesa dando um último aperto demorado no pau antes de levantar.

Ele veio até mim na terceira fileira, sentou na carteira vazia ao lado, cotovelos na mesa, cara de quem precisava desabafar.

— Mano, que aula foda hoje — disse ele, voz baixa mas animada, inclinando o corpo pra perto. — Diogo faltou e eu aproveitei pra caralho. Sentei na frente, vi tudo de perto. Ela tava sem sutiã, cara. Dá pra ver os bicos marcando a blusa toda vez que ela respira. E essa bunda… puta merda, quando ela se abaixou pra pegar o giz, eu quase gozei na calça.

Eu forcei um sorriso torto, olhando pro caderno vazio na minha frente.

— É… ela tava bem vestida hoje.

Allan riu baixo, coçou a nuca, depois baixou a voz ainda mais.

— Vestida? Mano, aquilo é provocação pura. Calça jens colada assim, rebolando sem querer… ou querendo, né? Eu tava aqui ajustando o pau o tempo inteiro. Toda vez que ela virava de costas, eu apertava forte, tipo… — Ele fez um gesto discreto com a mão, polegar e indicador formando um círculo, depois subiu e desceu devagar. — Tinha que me controlar pra não gemer. Aposto que se eu tivesse ficado mais perto, ela sentia o cheiro da minha excitação.

Eu senti o estômago revirar. Ciúme misturado com a mesma sensação que ele descrevia. Porque eu também tinha sentido aquilo no ônibus, encoxando sem querer, pau duro roçando a bunda dela. Mas eu não disse nada. Só assenti, olhando pro corredor onde Minha mãe ainda estava na sala, conversando com algum aluno.

Allan continuou, empolgado.

— E o abraço de bom dia ? Hoje ela apertou mais forte, cara. Senti os peitos dela colando no meu peito. Quase pedi pra ela repetir. Se Diogo estivesse aqui, a gente ia disputar quem abraçava primeiro, mas sozinho… foi meu momento. — Ele deu um tapa leve na minha coxa. — E você? Sentado aí atrás, olhando tudo. Tá de boa com isso? Tipo, ela é sua mãe, né? Não fica estranho ver a gente babando?

Eu respirei fundo, olhando fixo pra frente.

— É estranho. Mas… é o que é.

Allan franziu a testa por um segundo, como se tentasse entender algo mais profundo, mas logo deu de ombros e riu.

— Relaxa, mano. É só admiração. Ela é gostosa pra caralho, mas respeitamos. — Ele piscou. — Bom, vou na máquina pegar um refrigerante. Quer vir?

— Não. Vou ficar aqui um pouco.

Ele levantou, deu um soquinho no meu ombro.

— Beleza. Se cuida.

Ele saiu rindo pelo corredor em direção à copa. Eu fiquei na carteira, olhando Minha mãe pela porta aberta da sala. Ela terminou de conversar com uma aluno, virou de costas , viu que eu ainda estava ali sentado. Sorriu suave, acenou de leve com a mão, como quem diz “tô indo pro intervalo também”.

Ela voltou pra minha sala, passando pelo corredor, bunda balançando na jens , cabelo loiro solto. Passou perto da minha carteira, parou um segundo.

— Tudo bem, filho? Quer que eu traga algo pra você?

— Não precisa. Tô de boa.

Ela assentiu, tocou de leve meu ombro.

Eu fiquei olhando ela ir embora, sentindo o mesmo misto de sempre: tesão queimando baixo, ciúme latejando no peito.

O intervalo seguiu barulhento no corredor, acabando rápido demais, como sempre. A próxima aula era de biologia mas não dei a mínima para o que o professor estava explicando por conta de tantas coisas que se passavam na minha cabeça.

Enfim era 12:00 h. O sinal tocou. Guardei minhas coisas devagar, esperando o corredor esvaziar um pouco. Allan veio até mim na saída da sala, mochila pendurada num ombro só, sorriso satisfeito.

-Ficou quieto o dia todo. Tá de boa?

Eu dei de ombros, olhando pro corredor.

— Tô. Só cansado.

Ele riu, deu um soquinho no meu ombro.

Saímos juntos pro saguão principal, descendo as escadas em grupo com os últimos alunos. Na porta de saída do prédio a grande de metal que dava pra rua , o sol de meio dia já estava no pico. Allan parou ali, encostado na parede, latinha de refrigerante vazia na mão, esperando como todo dia com um assunto aleatório.

Minutos depois, Minha mãe apareceu no corredor interno, bolsa no ombro, laptop debaixo do braço, cabelo loiro solto caindo pelas costas. A blusa branca fina ainda marcava os seios sem sutiã, agora sem jaqueta também . Ela andava leve, como se o dia tivesse sido bom.

Allan endireitou o corpo na hora, abriu os braços.

— Professora Paula! Vem cá, musa! Abraço de despedida!

Ela diminuiu o passo, sorriu aquele sorriso carinhoso que ela dava pros alunos favoritos , parou na frente dele.

— Oi, Allan. De novo? Dia bom?

— Melhor agora — respondeu ele, envolvendo ela num abraço apertado, demorado. Mão descendo pelas costas até quase a cintura, rosto enterrado no cabelo loiro por um segundo a mais do que o necessário. Ele apertou forte.

— Para com isso, seu bobo. Amanhã tem mais aula.

Allan se soltou devagar, forçando um bico triste com a boca como um idiota.

— Amanhã não tem aula sua.

Ela riu baixo, balançou a cabeça.

— Se cuida, Allan. Até amanhã.

Ele acenou, deu um passo pra trás, olhando ela se afastar com cara de quem ganhou o dia.

Minha mãe virou pra mim, sorriu suave.

Assentimos. Saímos juntos pela porta de vidro, passando reto por Allan, que ficou ali na entrada acenando como se fosse um fã na portaria de show.

Quando chegamos no ponto , o 504 já estava encostando dessa vez, como sempre na volta quase vazio. Poucas pessoas espalhadas pelos bancos, ar condicionado gelado, silêncio quebrado só pelo ronco do motor.

Mas no ponto, encostado no poste, estava Caio.

Ele nos viu de longe. Cabelo sempre raspado, olhos vermelhos e vidrados, pupilas dilatadas, sorriso lento e torto que não chegava a ser focado. Chapado pra caralho, claramente. Com a farda do colégio larga desbotada, calça jeans rasgada, cigarro apagado pendurado na boca como se tivesse esquecido de acender. Quando minha mãe se aproximou, ele endireitou o corpo devagar, como se o movimento exigisse esforço.

— E aí, Paula… professora gostosa — arrastou ele, voz rouca, baixa demais pro horário. — Tava te esperando.

Minha mãe parou, deu um sorriso pequeno, meio surpreso, me olhando de canto para ver se eu havia ouvido e continuou:

— Ainda tá aqui? Achei que você tinha ido embora mais cedo não te vi hoje.

Ele riu devagar, deu um passo torto pra perto dela, ombro quase encostando no dela.

— Fui… voltei. Ou não fui. Sei lá. — Ele piscou lento, olhos vermelhos fixos nela.

Ela balançou a cabeça, rindo baixo, mas não se afastou.

— Você tá bem? Parece… chapado.

— Chapadão — corrigiu ele, sem vergonha nenhuma, voz arrastada. — Mas tô feliz. Muito feliz. Porque você tá aqui.

O ônibus abriu as portas. Minha mçãe subiu primeiro, passou o cartão, eu atrás. Caio veio logo em seguida, tropeçando de leve no degrau, mas se recuperando com uma risada rouca. O ônibus estava vazio o suficiente pra escolher lugar. Paula foi pro fundo, sentou em um assento duplo perto da janela. Caio sentou do lado dela na mesma hora, sem pedir licença, coxa colada na coxa dela. Eu fiquei em pé, segurando o balaústre ao lado do banco deles, de frente.

O ônibus arrancou devagar. Caio virou o corpo um pouco pra ela, braço esticado no encosto do banco atrás dela, como se abraçasse o espaço inteiro, chegou perto do seu ouvido e disse:

— Sabe o que eu tava pensando o dia inteiro? — murmurou ele, voz baixa, mas alta o suficiente pra eu ouvir cada palavra, acredito que na cabeça dele estava falando super baixo.

— Na sua aula de química. Você explicando aquelas ligações… puta merda, Paula. Você fica sexy pra caralho quando tá concentrada. Eu ficava olhando pros seus lábios se mexendo, imaginando outras coisas

Minha mãe riu nervoso, olhou de lado pra mim por um segundo rápido, depois voltou pra ele.

— Caio, para. Aqui tem gente.

— Tem o filhinho aí, né? — Ele olhou pra mim, olhos vermelhos brilhando de deboche. — Relaxa, filhinho. Tô só conversando com a professora.

Ele baixou a mão direita devagar, colocou na coxa dela palma aberta, dedos espalhados na jens preta, bem acima do joelho, mas subindo um pouco mais, apertando de leve a carne macia. Minha mãe deu um suspiro curto, não empurrou de imediato. Só olhou pra mão dele, depois pro rosto chapado dele.

— Caio… — disse ela, voz baixa, quase aviso, mas sem força.

— Relaxa, gata. Só tô sentindo você. Você tá quentinha hoje. — Ele inclinou o rosto mais perto do ouvido dela, sussurrando rouco. — Lembra do sábado? Você tava mais quente ainda. Gemendo meu nome… “Caio… mais forte…”

Eu fiquei ali, em pé, segurando o balaústre com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. Assistindo tudo: a mão dele na perna dela, o jeito que ela não empurrava de vez, o sorriso lento e chapado dele, os olhos vermelhos fixos nela como se eu não existisse. O ônibus balançava, mas o movimento só fazia a mão dele pressionar mais.

Ela finalmente colocou a mão dela por cima da dele, segurando, não tirando.

— Chega, Caio — murmurou ela, voz tremida.

Ele riu baixo, tirou a mão devagar, mas deixou os dedos roçarem uma última vez antes de recolher.

— Tá bom… por enquanto. — Ele se encostou no banco, olhos semicerrados, sorriso satisfeito.

O ônibus seguiu pela avenida. Minha mãe olhou pela janela, bochechas coradas, respiração acelerada. Caio ficou quieto, cabeça pendendo um pouco, como se o chapado tivesse voltado a dominar. Eu continuei em pé, olhando os dois, sentindo o ódio.

Quando o nosso ponto chegou, Minha mãe levantou rápido.

— Vamos, filho.

Caio nem se mexeu. Só abriu um olho, sorriu torto.

— Até amanhã, professora.

Saímos juntos, eu e ela. O ônibus seguiu sem ele. Caminhamos pra casa em silêncio. Mas o silêncio estava cheio: da mão dele na coxa dela, do jeito que ela não empurrou de imediato, do cheiro de maconha que ficou no ar.

Chegamos em casa depois das 13h, Minha mãe abriu a porta com a chave tilintando, jogou a bolsa na cadeira da sala e soltou um suspiro longo, daqueles que saem quando o corpo finalmente relaxa.

— Que fome… — murmurou ela, indo direto pra cozinha. — Vou esquentar o almoço de ontem. Tem frango com legumes, tá bom?

Eu assenti, sentei na mesa da cozinha, mochila no chão. Ela colocou os pratos no micro-ondas, ligou a TV em volume baixo num canal qualquer de novela reprise, e sentou de frente pra mim. Ela se acomodou na cadeira, as coxas grossas se abrindo um pouco ao cruzar as pernas. A blusa fina branca estava úmida de suor na gola, grudando no colo e deixando os mamilos visíveis como os peitos endurecidos.

Enquanto comia devagar, garfo mexendo no arroz, ela pegou o celular. Ficou olhando pra tela com um sorrisinho discreto nos lábios, olhos vidrados, digitando rápido de vez em quando. Risadinha baixa escapava, quase inaudível, mas eu ouvia. Ela virava o rosto de lado pra esconder melhor, mordia o lábio inferior o mesmo jeito que mordia quando gozava na noite anterior.

O celular vibrava de leve na mão dela, ela lia, sorria mais largo, respondia com dedos rápidos. Não disse nada pra mim. Só comeu, riu baixo pro celular, como se eu não estivesse ali.

— Quem é? — perguntei, voz seca, tentando soar casual.

Ela ergueu os olhos rápido, sorriso vacilando por um segundo.

— Ah, nada… amiga de faculdade. Coisa boba.

Mentira. Eu sabia. Mas não insisti. Terminei de comer em silêncio, olhando ela digitar mais uma vez, rir de novo, guardar o celular no bolso.

Depois do almoço, ela levantou, lavou os pratos cantarolando baixinho, depois anunciou:

— Vou tomar banho. Tô suada pra caramba desse calor.

Entrou no banheiro, fechou a porta, mas não trancou como sempre. Ouvi a água abrindo, o chuveiro caindo forte, vapor começando a escapar pela fresta debaixo da porta. O banho demorou. Muito. Mais de vinte minutos. Eu fiquei na sala, TV ligada em volume baixo, mas ouvindo tudo: o som da água batendo no piso, o barulho dela passando sabonete (espuma escorrendo pelas coxas grossas, pelas costas, pela bunda enorme), o suspiro longo que ela soltou uma vez, como se estivesse se massageando devagar. Depois um gemidinho baixo quase inaudível, mas eu conhecia o som. Ela se tocando de novo? Ou só lembrando? O vapor enchia o corredor, cheiro de shampoo de morango misturado com o perfume corporal dela.

Finalmente a água parou. Porta abrindo. Ela saiu enrolada numa toalha curta, branca, que mal cobria a bunda. Cabelo loiro molhado caindo nas costas, pingando gotas na pele bronzeada. Pele brilhando de creme hidratante recém-passado, cheiro doce no ar.

Entrou no quarto, deixou a porta entreaberta. Eu fiquei na sala, mas ouvi o barulho: gaveta abrindo, tecido roçando. Ela saiu minutos depois, e meu estômago revirou.

Vestia um short jeans curtíssimo, daqueles que mal cobriam metade da bunda o tecido rasgado nas coxas, borda desfiada subindo alto o suficiente pra mostrar a curva inferior das nádegas, rego marcado quando ela se mexia. Por cima, uma cropped branca fina, decotada, sem sutiã, mamilos marcando o tecido transparente, barriga lisa exposta. Sandália de salto baixo, cabelo loiro ainda úmido solto nas costas.

Ela parou na porta da sala, virou pra mim, sorriu inocente.

— Vou dar uma saída rápida. Volto antes do jantar, tá? Se precisar de algo, me liga.

Eu olhei pra ela short colado na buceta, marcando os lábios grandes por baixo do jeans, bunda enorme quase toda de fora, cropped subindo e mostrando a parte inferior dos seios.

— Pra onde? — perguntei.

Ela deu de ombros, pegou a bolsa pequena.

— Resolver umas coisas no cartório. Nada demais.

O celular vibrou no bolso do short. Ela olhou rápido, sorriu pro visor, digitou algo sem sentar.

— Beijo, filho. Se cuida.

Saiu, porta fechando atrás dela. Eu fiquei na sala, olhando o vazio, sentindo o cheiro do creme dela no ar, o short curtíssimo e a cropped sexualizada gravados na memória.

O dia seguiu devagar. E a casa ficou quieta demais.

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Tomara que ele receba os videos dela fudendo no celular com os meninos

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