Um relato novo sobre minhas aventuras com outros machos.
Trabalho em uma empresa relativamente grande, odeio a maioria do pessoal, existem pessoas legais, mas no geral são péssimas pessoas. No aniversário da empresa, costumam gastar rios de dinheiro com uma festa exagerada, regada a muita cerveja, drinks, buffet banda e o caralho.
Nesses momentos o pessoal perde a linha e é uma festa apenas para os funcionários, então é casada roçando em casado. Diretoria alisando subordinados e eu como estou lá pela comida e bebo pouquíssimo acabo vendo de tudo acontecer. Havia um diretor, o Carlos do jurídico, um coroa de mais 50 anos, realmente gostoso. Grisalho, parrudo, casado, cara de macho com barba, usava uma camisa vinho justa realçando seus braços e peitoral, uma calça cinza que marcava muito bem aquela bunda gigantesca. Gostoso mesmo! Mas... ninguém o aguentava, um profissional infernal na vida das pessoas. O que tinha de gostoso tinha de pé no saco. Ninguém chegava perto e ele estava exaltado. Cantava e gritava, dançava sozinho, parecia estar curtindo a festa loucamente, não parava de beber, todo o tempo com uma cerveja na mão. Só que ele estava começando a ser irresponsável, ainda mais pra posição de um diretor. Resolvi me aproximar.
- Tá tudo bem Carlos?
Ele foi me responder no mesmo momento que a banda parou de tocar pra falar com o público e gritou.
- TÔ BEM PRA CARALHO PORRA!!!
Ele chamou a atenção de todos no salão. Todos olharam pra ele e inclusive o chefe da porra toda. O dono da empresa.
A banda interagiu com o publico e o chefe veio até mim.
- Tô achando que o Carlos está se excedendo. Tu consegue controla-lo? Chama um Uber pra ele pq ele não está em condições de dirigir.
- Vou conversar com ele, pode deixar.
Eu entendi o recado pra tirar ele de lá antes que faça ou cause alguma coisa.
- Carlos, cê tá se exaltando, tá tudo bem? Não quer tomar uma água, sentar um pouco?
- Eu tô bem, cara... me deixa.
- Bora tomar uma cerveja ali, conversar?
- Sai viadinho!
O sangue me subiu, que cara nojento! Filho de uma...
Puxei ele pelo braço.
- Escuta aqui. Tu tá chamando a atenção de todo mundo. O Osvaldo pediu pra tu se controlar. Quer perder o emprego?
- Caralho que merda... Eu vou pra casa. Ninguém me atura mesmo!
- Eu te levo em casa, bora? Essa festa já deu pra mim tbm.
- Eu não vou com você nada!
- Foda-se só vamos! Anda...
Fui o arrastando pra fora da festa, aquela jamanta gostosa se quer caminhava direito. Pedi o endereço dele e chamei por um Uber. Mas quem disse que aceitavam? Já era tarde e essa empresa ficava afastada da cidade. Já estava me vendo levando esse traste pra casa dele, com o risco de ele vomitar no meu carro!
- Você não tem escolha, vai ter que ir comigo. Ninguém aceita a corrida.
Fui caminhando com ele até o carro, com ele apoiando-se nos meus ombros. O coloquei sentado no passageiro o coloquei o cinto. Quando eu puxei o cinto pra colocar nele pude reparar no quão grossas eram aquelas coxas e o pacote do pauzão dele marcando. Na minha cabeça eu poderia tirar uma casquinha, mas o cara era tao chato que me broxava, fora o fato de, sei lá, isso ser um estupro? O cara ta bêbado e eu ia abusar. Enfim...
Entrei no carro, coloquei o endereço no Waze e lá fui ele deixar essa carga pesada já imaginava que a esposa ia acabar com ele chegando nessas condições. E eu só pedia a Deus pra ele não vomitar.
O infeliz não calava a boca. Falava de tudo e gesticulava. As vezes colocava a mão na minha perna. Eu olhava pra ele com vontade de dar um soco, enfiar meu pau na boca dele pra ver se calava ou engolir o pauzão dele que parecia grande e gostoso. Meu pau ficava duro mas quando ele voltava a falar merda, já baixava.
Até que um dos assuntos me envolveu:
- As muié tudo lá fala que vc é gay. Eu acho que vc é gay tbm. Todo mundo acha!
Eu queria jogar ele pra fora com o carro em movimento.
- Ah é... E pq dizem?
- Elas falam... você é todo bonitão e nunca cede às cantadas delas. Voce não gosta de mulher?
- Não.
- Elas falam... Tá vendo? E ninguém gosta de mim!
- É verdade. Ninguém.
- Nem minha esposa. Ela me deixou sabia? Tem quase um mês que ela me deixou! Pq? Eu não sei! Você sabe?
- Eu nem te conheço direito, Carlos.
Nem me surpreende ela deixar esse cara. Um porre de pessoa!
- Mas ninguém quer me conhecer a fundo! Eu sou mó de boa! Ela já não queria ficar comigo mais. Não dava pra mim. Não me dava carinho e eu queria dar carinho pra ela...
- Nem sempre é só isso.
- E o que é então?
- Carlos... é aqui que você mora?
Finalmente chegamos ao endereço e não via a hora de ele sumir!
- É é é é aqui sim.
- Precisa de ajuda pra entrar?
- Não, boiola, tá ótimo aqui já.
Que filho da puta...
- Desce então!!
Ele abriu a porta, soltou o cinto, assim que ficou de pé, trocou as pernas e foi com tudo pro chão.
- Aiii porra...
- Eu vou pro céu, certeza!
Desci e fui até ele, o levantei e fomos em direção ao portão.
- Cadê as chaves, Carlos?
- Meu bolso.
Nessa hora eu quis tirar uma casquinha. Enfiei uma mão no bolso em busca das chaves e pude dar uma alisada naquele pacote, só alisei os ovos dele, durinhos. Levei a mão no outro bolso e nada das chaves, mas pude alisar rola dessa vez, macia e consegui sentir o desenho da cabeça do pau dele. Enfiei a mão no bolso de trás e alisei a bunda dele.
- Não ta aqui, Carlos. Cadê?
Enfiei a mão no bolso de novo e alisei o pau mais uma vez. Olhei pra trás e vi que as chaves tinham caído junto com o celular na calçada. O coloquei sentado no degrau e fui lá pegar e trancar meu carro.
O apoiei nos ombros novamente e fui em direção ao interior da casa. Muito bonita por sinal.
- Onde é seu quarto?
- Ali a esquerda no fundo...
Entramos no quarto e o coloquei sentado na quina da cama.
- Vou tirar seus sapatos e se descansa!
Eu queria muito cair de boca na rola dele ali mesmo, mas pensava... o cara é advogado, trabalha no jurídico, isso pode dar muito ruim pra mim. Bate uma punheta em casa que passa!
Me abaixei pra tirar os sapatos dele e ele deitou na cama desafivelando o cinto e desabotoando a calça. Ótimo, pelo menos vou poder ver algo e bater uma com essa imagem.
- Puxa a calça Dé. Puxa aí.
Tirei os sapatos e pela barra fui puxando a calça. Pude ver aquela cueca aparecendo lentamente, cueca vermelha e bem recheada, os ovos imensos ocupavam boa parte do pacote e o desenho da cabeça da rola deitada pra esquerda com uma pequena gotícula, será baba de tesão? Será xixi? As coxas peludinhas bem definidas... Pensei comigo, se eu fosse esposa desse macho, a pica dele não teria descanso! Meu pau duraço já nesse momento.
Ele me ergueu as mãos pedindo ajuda pra se sentar.
- Não posso dormir assim, minha esposa vai brigar comigo! Eu preciso de um banho!
O puxei, ele ficou em pé. E foi cambaleando em direção ao banheiro da suíte. A bundona dele durinha eu pude enquanto ele seguia.
- Ótimo eu vou indo então!
- Nããããããããão, espera aí. Eu já volto!
O que será que ele quer hein... Pq não me deixa ir? Eu tava com dor de tesão já, mas tava curioso pra saber até onde isso ia. A vontade de ir até o banheiro ver ele na ducha, pegar a cueca e cheirar... Fui até a cozinha e enchi uma jarra com agua e um copo pra ele se hidratar, me sentei na cadeira no canto do quarto e o esperei.
Lá vinha ele com aquele peito largo, peludinho, grisalho, enrolado na toalha. Que macho escroto e gostoso. PQP.
- Eu precisava mesmo de um banho, me sinto até melhor!
Ele se sentou cama, se cobriu com o edredom e por baixo dele, tirou a toalha que se envolvia e pediu pra eu colocar no banheiro de volta. Fui lá, peguei de suas mãos e fui até o banheiro. Quem estava lá no canto? Sim. A cueca vermelha. Imediatamente a peguei e levei ao nariz. Aquele aroma de macho alfa invadiu meu corpo me deixando extasiado, a gotícula na cueca não era urina e sim mel de tesão que ele sentiu e aquele pau soltou em algum momento da festa ou carona, pois haviam mais marcas secas. Vou levar essa cueca pra casa. A dobrei e coloquei no meu bolso e voltei rápido pro quarto, e meu pau estava duro que mal cabia na calça.
- Coloquei água aí pra você, precisa se hidratar ou vai ter uma ressaca daquelas!
- Obrigado, eu já tomei um copo.
- Blz então é melhor beber bastante e se precisar de algo, liga pra sua esposa.
- Ex! Ex esposa e ela não viria aqui nem se eu tivesse morrendo.
- Não fala assim.
- Senta aí... Fica só mais um pouco?
- Tá tarde Carlos, eu preciso ir pra casa e você não vai querer que fiquem falando que um viadinho, como você diz, tomou conta de você, né?
- Desculpa eu não devia ter falado assim. Você ta sendo mó gentil comigo. Daqui a pouco você vai.
Sentei e o escutei.
- A Ângela sempre foi boa pra mim, mas eu acho que ela passou a gostar de outra pessoa recentemente. Tipo, eu queria sair pra jantar com ela, ela falava que tava cansada. Eu queria fazer algo novo e não achava interessante. Ela nem transava comigo direito. Era dor de cabeça, era aqueles dias. Eu aqui, tô há mais de um mês sem gozar.
Isso explicava muito o tamanho daquele saco.
- Você precisa entender que as vezes relacionamentos acabam! E você tbm tem todo potencial pra recomeçar.
- Hmmm
- E não pode ficar sem gozar esse tempo todo, faz mal! Hahaha
“Goza na minha boca, gostoso!” Eu pensava.
- Ela me chupava direto! De uns tempos pra cá... Eu pedia só uma mamada e ela recusava. E pra um casado, é foda! Ter que implorar por isso. Você, por exemplo, se brincar nem recusaria um pedido desses.
- Depende!
- Me dá mais um pouco d’água?
Me levantei da cadeira, coloquei no copo, me aproximei estando ao seu lado na cama e entreguei.
- Sabe aquela frase do Mc Catra “Um boquete e um copo d'agua não se nega a ninguém.”?
Ele foi falando essa frase e puxando o edredom que o cobria da cintura pra baixo, revelando o pau daquele macho, duro, branquinho, com os pelos aparadinhos, o pau pulsando a cada batimento do seu coração a cabeça rosada chegava em seu umbigo, eram uns 18 ou 19cm, seu saco rígido, também com poucos pelos. Ele olhava fixo em meus olhos, aquele corpo nu na cama. Peguei o copo e coloquei de volta na mesa lateral e levei minha mão direita até seu peitoral. Apertava aquele peito musculoso, rodeava seu mamilo rosado. Fui descendo minha mão até sua barriga que não era definida mas era muito bonita. Eu estava com água na boca e ele me olhando fixamente.
- Conheço bem essa frase do Catra... E sei que não se pode negar um boquete a um homem tão necessitado de um.
- Eu tô.
Toquei seu pau e ele soltou uma gemida leve.
- Hmmm.
Passei meu indicador no entorno da cabeça daquele pau que já estava babando e olhando pra ele, levei o dedo até minha boca pra sentir o gostinho doce daquele néctar de macho.
- Putz... safado.
Eu estava hipnotizado por aquele pau. Comecei a acariciá-lo até a base e enchendo a minha mão naquele saco duro e pesado. Fazia caricias naquele saco e ele ansioso pro momento que eu fosse colocar aquilo tudo na boca.
- Tá cheio né?
- Muito cheio!
Não quis perder mais tempo e me abaixei. Coloquei o pau duro dele apontando pra cima e coloquei a cabeça na minha boca, podendo limpar todo o meu que eu tinha espalhado com a língua.
- Caralho que delícia. Assim.
Chupei a cabeça daquele pau e me virava pra poder ver a reação dele. Quando pressionei a base do saco dele ate a ponta da rola, uma dose farta de pré-gozo foi despejada na minha boca e mais que depressa, engoli.
- Hmmm que tanto hein. Delicia...
- Muito bom vai, chupa assim. Assim... isso.
Passei a engolir cm por cm daquele pau que tinha um sabor especial de macho hetero. Ia fundo até engolir tudo que ele tinha duro. Chupava aquele pau como se fosse o último e queria mostrar pra ele que boquete bom só macho sabe fazer. Que a esposa fresca dele nunca chupou tão bem aquele pau como eu estava chupando. O pau ele era apreciado, minha língua percorria cada cm, passava pelo seu saco duro e cheiro de porra até a ponta da cabeça. Pau gostoso como aquele não pode ser ignorado. Ele forçava minha cabeça pra eu engolir tudo, mas eu sou profissional, sei tratar aquele pau como ele merecia.
Ele gemia alto.
- Ah porra. Que tesão do caralho. Boquinha gostosa, quente. Engole vai. Porra! Engole caralho!
Acelerei a mamada pq eu queria que ele estourasse aquele champanhe na minha boca. Era porra que eu queria! O meu prêmio por aguentar aquele macho chato e gostoso por tanto tempo!
- Assim Dézão vai... vai caralho... não vou segurar!
Ele pressionou minha cabeça pra engolir a pica inteira, mas lutei contra, era pra gozar na minha boca não na minha garganta. Eu queria sentir o gosto daquele leite. Apertei o saco dele e senti os espasmos. Os dedos dos pés esticados, a perna rígida e o pau começou a pulsar e inundar minha boca com quele mel grosso, não estava cabendo tudo na minha boca e fui engolindo aos poucos e ele ia enchendo novamente. Que porra docinha. Eu o olhei e via seus olhos virados, mordia a própria boca. Pressionei a base a rola pra que me desse toda a porra que tinha pra me dar, pressionei os lábios pra pegar tudo e com a boca cheia eu liberei seu pau e voltei a ficar de pé. Nos olhávamos e então engoli. Fiz a cara de puta mais safada, limpando o cantinho da boca e soltando um sorrisinho.
- Curtiu?
- Eu... não tenho palavras! Que tesão. Limpou tudo, engoliu tudo?
- Tudo, sempre!
- Safado!
Meu saco estava dolorido, eu precisava gozar. Será que ele me chuparia? Acho que não. Seu pau já estava mole e resolvi provocá-lo.
- É só uma das minhas habilidades.
- É? E quais são as outras?
- Eu poderia te mostrar se você ainda tiver disposição...
Fui desabotoando a minha calça, ficando só de cueca na frente dele. O pau dele ainda não reagia. Molhei meus dedos passei no meu cuzinho ainda de cueca, busquei sua mão esquerda e o fiz apalpar minha bunda. Ele apertava e chegou a dar um tapa.
- Que bundão hein Dé...
- Curtiu Carlão?
Peguei sua mão e chupei seus dois dedos, os deixando bem molhados, abaixei minha cueca e os levei até meu cuzinho. Ele a partir dali já sabia o que fazer. Colocou os dois dedos com vontade dentro de mim começando um entra e sai bem gostoso. Comecei a me punhetar, sentindo seus dedos entrando e saindo do meu cu, eu queria sentar naquele caralho e no momento em que ficasse duro novamente eu ia colocar aquele pau dentro de mim e não demorou. O pau dele estava duro novamente, pulsando. O olhei no fundo dos olhos e disse:
- Me come? Fode meu cu vai...
Ele tirou os dedos do meu cu, buscou uma camisinha na mesa lateral e me entregou. Vesti aquele pau com o preservativo, cuspi, melei meu cuzinho, tirei minha camisa e me coloquei sobre ele. Posicionei o pau e fui sentando, fazendo aquele pau imenso invadir meu cu e sem delongas entrou. Entrou tudo.
- Ahhhhhh que caralho gostoso Carlão. Porra... Hmmmmm
- PQP o que a gente ta fazendo kkk. Mas que delicia de cu, olha como entrou gostoso. Quica vai... Quica no meu pau seu putao.
Comecei a cavalgar naquele caralho, entrando e saindo gostoso do meu cu que engolia até o talo aquele pau. Ele segurou minha bunda e começou a bombar com velocidade em mim.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA TOMAAAAAAAAAAAAAA
- FODE CARALHO FODE ESSE CU PORRA VAI CARALHO!
Estava perdendo a linha e meu pau a cada bombada despejada rios de pre gozo na barriga do meu macho.
Não estava acreditando que aquele chato dos infernos tava com meio metro de pau atolado no meu cu, tinha gozado litros na minha boca e queria gozar com aquele pau me arregaçando.
Ele me tirou de cima dele e jogou na cama. Ergueu minhas pernas e seu pau foi imediatamente pra dentro do meu cu na posição frango assado. Dessa forma eu pude ver aquele pau me torando, o rosto dele me encarando, o suor escorrendo, queria muito que ele me beijasse ali mesmo. Ele tirava o pau e sem as mãos socava em mim novamente. Eu ia explodir de gozar se ele continuasse, mas o que ele fez? Deitou sobre meu corpo, pressionando meu pau, o dele dentro de mim travado, ele aproximou o rosto com o meu e enfiou a língua na minha boca, me beijou gostoso e molhado e nesse momento com o menor movimento que seu pau fez no meu cu, gozei. Senti meu pau soltar aquela jatada de porra comprimida pelo seu corpo grudado ao meu. Eu fui longe com aquele beijo, aquele pau no meu cu, e meu clímax. Meu cu mordia o pau dele a cada gozada que eu liberava de porra na nossa barriga.
- Gostoso demais. Vou gozar. Não aguento mais de novo porra.
- Goza na minha boca de novo. Quero mais de você! Vai. Goza!
Ele acelerou a estocada no meu cu, tirou de uma vez, arremessou a camisinha longe, abri minha boca, ele apenas socou tudo e sem precisar bater uma, jorrou mais porra na minha boca, travando os lábios, levei minhas duas mãos até sua bunda e o puxei pra colocar todo aquele pau em minha boca que foi inundada por mais porra. Que delicia de macho, de porra, de Sexo e de Gozada.
Ele foi tirando o pau da minha boca e eu pressionando pra sugar cada gotícula de porra que pudesse sair.
- Caralho Dé... Eu... Eu nunca fudi tão gostoso assim.
- E eu nunca gozei tão gostoso assim.
- Cara... eu não deveria ter feito isso...
- Relaxa Carlos, vai ser nosso segredo cara. E se quiser repetir, assim como eu quero, você sabe onde eu trabalho. Rsrs
- Por favor, não comenta. Foi gostoso demais. Eu vou querer mais vezes sim, tenha certeza disso.
- Eu não conto, você não conta, e vai ter onde gozar sempre que quiser.
Ele me deu outro beijo molhado. Se levantou da cama, tomou dois copos d’água. Eu me levantei e ele me ofereceu uma toalha pra eu tomar banho. Fui até o banheiro social, ele foi pro da suíte. Meu cu estava satisfeito. A porra na minha barriga comprovava que foi gostoso e o sabor de pica, porra e saco na minha boca... Dava vontade de nunca lavar.
Voltei pro quarto, ele ainda tava no banho e enquanto me vestia, ele saiu. Minha cueca estava toda melada e a dele guardada no meu bolso.
- Já vai?
- Já... já te dei trabalho demais.
- Na verdade eu te dei trabalho! Desculpa qualquer coisa!
- Se eu soubesse que esse trabalho que você me deu, ia resultar em porra na boca, tinha feito antes! Haha
- Meu... hahaha safado demais. Cara eu tô envergonhado. Eu te imploro, não deixa isso escapar.
- Carlos, tu é muito gostoso pra eu deixar escapar. Ainda mais com um pauzão desses, se eu puder levar mais surra de pica de você, esse segredo morre comigo!
- Hahaha Não vai não. Dorme aqui comigo!
- Não... melhor não.
- Por que?!
- Meu carro tá na rua, tenho medo.
- O meu tá na firma. E tem vaga aqui. Guarda ele. E assim... amanhã cedo, vai que eu precise da sua ajuda novamente.
- Como?
- Meu saco... Acho que ainda tem muita porra pra sair...
- Caralho Carlos hahaha gostou mesmo dos meus serviços!
- Melhor mamada que eu recebi na vida. Preciso de mais.
- Coloca esse feedback no meu registro da firma kkkk
- Vou abrir o portao, vc guarda e dorme aqui? E esse feedback não pode ser publico, vai que outros caras lá querem comprovar.
- Eu vou amar a ideia dependendo de quem seja kkkk
- Puta safaaaaaada. Isso que voce é!
E me deu um tapa na bunda e foi pegar o controle do portão pra eu guardar o carro.
Eu entrei com o carro. Voltamos pro quarto, ele me deu uma de suas cuecas e ficamos conversando da vida, trabalho e pessoal.