A quarta-feira chegou, e Rufus seguiu para o Motel Maravilha às 20h, como marcado no cartão de Gislaine. Ao entrar na suíte luxuosa – com cama kingsize, luzes suaves e espelhos no teto –, foi recebido por Gislaine, que o beijou com fome: "Surpresa, amor… não vai ser só nós dois." Estavam com ela duas amigas: Julia, uma ruiva de 18 anos da escola, magrinha e tatuada, e Cassia, mais velha com 23 anos – uma morena alta e curvilínea, com seios pequenos e pontudos e um ar confiante. "Serão três mulheres pra você essa noite… o único homem aqui", piscou Gislaine, rindo. Rufus sorriu, excitado pela reviravolta: "Vocês vão me matar de prazer."
Enquanto se beijavam e despiam no quarto, Rufus percebeu que Cassia era trans – o pau semi-duro revelado sob a calcinha rendada. Ela notou o olhar dele e sussurrou: "Relaxa, lindo… não precisa me chupar, mas não aceito que você não me foda gostoso." Rufus apenas sorriu, beijando-a profundamente, as línguas dançando, e a levou para a cama primeiro. Ele a deitou de costas, lubrificando o cu apertado dela com gel do motel, e penetrou devagar – estocadas ritmadas e profundas, sentindo o calor pulsar ao redor do pau, enquanto Cassia gemia alto: "Ahh, isso… mete forte!" Gislaine chupava o pau de Cassia, lambendo e engolindo com fome, e Julia chupava a boceta de Gislaine. Rufus acelerou, batendo os quadris contra as nádegas firmes de Cassia, fazendo-a gozar rápido – jatos quentes na boca de Gislaine, o corpo dela tremendo em êxtase.
Em seguida, Rufus foi para Julia, virando-a de quatro na cama. Ele comeu a boceta rosada e úmida dela primeiro, estocadas lentas que viraram rápidas, os seios pequenos balançando enquanto ela gemia: "Ahh, Rufus… enche minha bocetinha!" Enquanto isso, Gislaine e Cassia se posicionaram ao lado: Gislaine chupava o pau de Cassia com voracidade, lambendo as bolas e sugando fundo, gemendo abafada de tesão. Depois, Rufus trocou para o cuzinho de Julia – apertado e lubrificado, penetrando com cuidado e acelerando, sentindo o anel muscular apertar, levando-a a gozar gritando, sucos escorrendo pelas coxas – enquanto Gislaine e Cassia continuavam, com Gislaine agora lambendo o pau de Cassia em movimentos circulares, fazendo-a gemer e pulsar.
Por fim, Gislaine se deitou de lado, oferecendo-se: "Agora eu, amor… me usa toda." Rufus fodeu a boceta lisa dela em missionário, estocadas profundas que a faziam rebolar e gemer: "Mais fundo… tá uma delícia!" Julia lambia os mamilos de Gislaine, e Cassia beijava Rufus. Ele trocou para o cu dela, penetrando ritmado por trás, os quadris colidindo enquanto ela gozava múltiplas vezes: "Ahh, no cuzinho… fode sua putinha!" Enquanto Rufus fodia Gislaine, Cassia e Julia fizeram um 69 ao lado – Julia por cima, lambendo o pau de Cassia com fome, sugando e engolindo até a base, enquanto Cassia chupava a boceta úmida de Julia, línguas circulando clitóris e lábios, gemidos ecoando no quarto.
No final, as três se ajoelharam para um boquete triplo fabuloso – línguas lambendo o pau de Rufus em uníssono, bocas alternando sugadas profundas. Ele gozou forte, jatos quentes espirrando nos rostos e bocas delas, que compartilharam o gozo em um beijo triplo molhado, línguas se entrelaçando com porra. Para finalizar, Gislaine e Julia chuparam Cassia juntas, lambendo e sugando o pau dela até ela gozar uma última vez nas bocas delas, gemendo alto de prazer.
Os quatro estavam exaustos, deitados juntos na enorme kingsize, corpos suados entrelaçados. Rufus nunca imaginara foder uma menina trans – a experiência o deixou reflexivo, fazendo-o se lembrar do sogro. Não de forma sexual, mas com compaixão: como deveria ser difícil a vida dupla de Eliseu, cheia de mentiras e esconderijos. "Mentiras são uma merda" - pensou ele, sentindo empatia em vez de julgamento.
Gislaine percebeu o ar meio distante dele e perguntou: "Ei, amor… não gostou da festinha exclusiva? Talvez da Cassia?" As meninas ficaram em silêncio por alguns segundos, tensas. Mas o sorriso de Rufus, seguido de um beijo carinhoso nela, quebrou a tensão: "Adorei, sério. Só lembrei de um outro assunto do nada, que me deixou um pouco preocupado. Mas não é nada sério ou urgente… relaxa, amor."
Após um banho a dois com Gislaine – água quente lavando os corpos colados, beijos suaves virando urgentes –, o casal transou rápido no chuveiro: Rufus a prensou contra a parede, penetrando a boceta úmida dela com estocadas rápidas e profundas, sentindo as paredes apertadas pulsarem enquanto ela gemia baixinho: "Ahh, amor… isso é tão bom!" Ele gozou dentro, jatos quentes enchendo-a, e ela veio em ondas, seu corpo tremendo de prazer, os corpos escorregadios se unindo em um clímax íntimo e reconfortante. Rufus e ela partiram em seguida, deixando Cassia e Julia terminando de se arrumar para irem embora também.
No caminho, no Uber, antes de deixar Gislaine em casa, ela questionou novamente sobre aquele momento de reflexão na cama: "O que foi aquilo, Rufus? Me conta…" Ele hesitou, sério: "Não seria justo ou correto falar. Não é um problema meu diretamente… confia em mim, amor. Foi uma descoberta acidental, e contar agora, ou melhor, eu contar, não seria certo." Gislaine ficou incomodada, franzindo a testa, mas aceitou: "Tá bom… por hora." Rufus a beijou antes dela descer em casa, mas em sua mente, sabia que não tinha o direito de contar nada ou se intrometer. Ainda assim, aquilo não era saudável pra uma família. E pensou: "será que eu poderia ajudar de alguma forma?". Balançou a cabeça, sem chegar à uma conclusão satisfatória...